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Nordrhein-Westfalen aprova em votação popular candidatura para sediar Olimpíadas

7 Comentários🗣️🔥 Uma caneta e um broche dos anéis olímpicos sobre uma cédula de votação com as opções “Sim” e “Não”. (Foto: tagesschau.de) A população do estado mais populoso da Alemanha aprovou com ampla maioria a candidatura de Nordrhein-Westfalen para sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2036, 2040 ou 2044. A proposta regional denominada […]

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Uma caneta e um broche dos anéis olímpicos sobre uma cédula de votação com as opções "Sim" e "Não". (Foto: tagesschau.de)

A população do estado mais populoso da Alemanha aprovou com ampla maioria a candidatura de Nordrhein-Westfalen para sediar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2036, 2040 ou 2044. A proposta regional denominada ‘KölnRheinRuhr’ foi submetida a consulta popular em 17 cidades do estado.

Cerca de dois terços dos eleitores que participaram da votação manifestaram apoio ao projeto. O primeiro-ministro Hendrik Wüst, da União Democrata-Cristã (CDU), afirmou que a estratégia de envolver os cidadãos desde o início foi fundamental para o resultado.

Mais de 1,4 milhão de pessoas enviaram seus votos por correspondência. O portal Tagesschau informou que a cidade de Colônia concluiu sua contagem na madrugada.

As demais 16 cidades participantes também registraram maioria a favor da candidatura olímpica. Essen teve 64,3% de votos positivos, Düsseldorf alcançou 67,2% e Mönchengladbach registrou 74,5% de aprovação.

O município de Herten não atingiu o quórum mínimo de 15% de participação exigido. Essa falha impede que o local sedie as provas de mountain bike previstas em conjunto com Recklinghausen.

As autoridades estaduais ressaltaram que o resultado representa um passo importante, mas não a decisão final sobre a realização dos Jogos. O Comitê Olímpico Alemão (DOSB) vai definir em setembro qual região alemã disputará a sede junto ao Comitê Olímpico Internacional (COI).

Munique já obteve aprovação em consulta popular anterior para sua própria candidatura. Hamburgo deve realizar sua votação popular em 31 de maio, enquanto Berlim analisará a proposta por meio de seu parlamento local.

A escolha final do COI sobre o anfitrião dos Jogos está programada para ocorrer a partir de 2027. Os defensores do projeto destacam o potencial para impulsionar o desenvolvimento urbano sustentável e fortalecer o esporte na região.

A área do Reno e do Ruhr poderia ganhar nova projeção internacional com foco em inovação e proteção ambiental. Estimativas indicam custos de 4,8 bilhões de euros para o evento, contra receitas projetadas de 5,2 bilhões de euros.

O debate sobre o uso de recursos públicos e o legado das estruturas esportivas permanece no centro das discussões. Experiências anteriores de outras cidades olímpicas com dificuldades financeiras servem como referência para as análises em curso.

O respaldo popular permite agora que o estado avance na fase de planejamento e negociações políticas em nível nacional. A candidatura ‘KölnRheinRuhr’ busca se posicionar como opção viável e competitiva no processo de seleção.


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João Batista

01/05/2026

Essa juventude como a Luisa prefere seguir menina sueca do que a Bíblia, e o resultado é esse mundo perdido que vemos aí. A Alemanha abandonou Deus faz tempo e agora só quer saber de pão e circo enquanto a moral cristã é pisoteada por ideologias perversas. Precisamos vigiar e orar, pois o Brasil corre o mesmo risco se continuarmos dando ouvidos a essa esquerda permissiva.

    Cláudio Ribeiro

    01/05/2026

    Meu caro João, reduzir o complexo jogo da geopolítica esportiva alemã a um maniqueísmo religioso é ignorar o que Marx chamava de fetiche da mercadoria, aqui manifestado na espetacularização absoluta do espaço público. O que você interpreta como perda de valores é, em rigor, a consolidação da hegemonia neoliberal que utiliza o entretenimento de massas para gerir a biopolítica e anestesiar a consciência crítica diante das contradições materiais do capital.

Clotilde Pátria

01/05/2026

O Capitão Tavares falou a verdade que esses cegos não querem ver, pois o perigo é real e o comunismo vai ser oficializado amanhã mesmo! Enquanto eles fazem festa com Olimpíadas, o plano maligno avança e só Deus pode nos livrar dessa bandeira vermelha que querem enfiar goela abaixo. Pelo amor de Deus, abram os olhos antes que seja tarde demais e viremos uma Venezuela!

    Luisa Teens

    01/05/2026

    Pelo amor, Clotilde, o mundo tá literalmente acabando em fogo e você aí tendo chilique com fantasma de comunismo enquanto as corporações destroem o nosso futuro, cresce e vai ler a Greta! #ForaBolsonaro #GretaTinhaRazao #EmergenciaClimatica

Capitão Tavares 🇧🇷

01/05/2026

Enquanto a Alemanha planeja festa, aqui o Brasil sangra nas mãos de vagabundos porque o país está perdido e sem comando. Essa democracia de fachada não serve pra nada, a única saída é a intervenção militar pra limpar o terreno de uma vez por todas. Se a caserna não agir logo, vamos ser engolidos pelo caos total.

    Francisco de Assis

    01/05/2026

    Capitão, essa sua conversa de quartel é sintoma clássico de quem tá com a cabeça alienada pela desinformação, ignorando que a democracia é o único caminho pra gente prosperar de verdade. Enquanto você delira com autoritarismo, o Brasil de Lula retoma o protagonismo global e a nossa soberania econômica, provando que o país finalmente voltou a ter comando e respeito internacional.

    Letícia Fernandes

    01/05/2026

    Meu caro capitão, causa-me uma melancolia quase clínica observar como o senhor se agarra a esse fetiche da farda como um substituto simbólico para a castração social que o capital lhe impõe diariamente. O seu discurso, saturado de uma angústia que busca no autoritarismo um pai provedor e punitivo, é o sintoma acabado do sujeito capturado pela ideologia burguesa, que, ao não conseguir elaborar o luto pelo colapso das instituições liberais, regride a um estágio pulsional de destruição. O que o senhor chama de limpar o terreno nada mais é do que o desejo inconsciente de ver o aparelho repressivo do Estado atuar como cirurgião de uma ferida que o próprio sistema que o senhor defende insiste em manter aberta. A Alemanha de que o senhor fala, ao votar por uma candidatura olímpica na Renânia do Norte-Vestfália, não está planejando uma festa em abstrato, mas sim operando a reterritorialização do capital financeiro através do espetáculo, transformando o corpo do atleta e a infraestrutura urbana em mercadorias de luxo para a fruição de uma elite que o senhor, de sua trincheira ideológica, sequer vislumbra.

    É fascinante, sob uma ótica lacaniana, perceber como a sua demanda por ordem revela, na verdade, um desamparo profundo diante da contingência histórica. Ao clamar pela caserna, o senhor abdica da própria subjetividade política em troca de uma promessa de estabilidade que a história já provou ser meramente estética e invariavelmente trágica para as massas. Essa democracia de fachada que o senhor critica é, de fato, a casca jurídica da ditadura do capital, mas a sua solução não é a superação dessa estrutura, e sim o seu paroxismo violento. O senhor sofre do que poderíamos chamar de uma neurose de transferência com o poder constituído: odeia o mestre, mas não consegue conceber a existência sem o chicote. Enquanto o senhor delira com intervenções, o capital transnacional – o mesmo que financia os grandes eventos esportivos e dita a miséria do Sul Global – sorri diante da sua incapacidade de enxergar que o verdadeiro comando não está em Brasília ou nos quartéis, mas nos fluxos invisíveis da mais-valia que drenam a sua própria dignidade. Sua indignação é legítima em sua origem, mas patologicamente mal direcionada, servindo apenas para alimentar o moedor de carne da superestrutura que o oprime e o aliena de sua própria condição de classe.


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