O chefe da Comissão de Segurança Nacional do Parlamento do Irã, Ebrahim Azizi, elogiou a decisão da Coreia do Sul de não participar do Projeto Liberdade promovido por Donald Trump. A operação, destinada a apoiar embarcações no estreito de Ormuz, foi encerrada dois dias após seu início.
Durante conversa telefônica com Kim Seok-ki, chefe do Comitê para Assuntos Exteriores e Unificação do Parlamento sul-coreano, Azizi classificou a escolha de Seul como medida prudente para a estabilidade regional. O parlamentar iraniano afirmou que depender de forças externas para segurança revela-se uma ilusão.
Azizi repetiu a avaliação em sua conta na plataforma X e defendeu maior autonomia estratégica para os países asiáticos. Ele sustentou que os parlamentos das duas nações podem contribuir para o fortalecimento da independência regional.
O assessor de Segurança Nacional da Coreia do Sul, Wi Sung-lac, explicou que a análise sobre participação foi suspensa porque a iniciativa já havia terminado. Com o encerramento precoce do Projeto Liberdade, a adesão deixou de ser necessária.
O estreito de Ormuz responde por parcela significativa do transporte marítimo mundial de petróleo e concentra tensões geopolíticas recorrentes. A posição sul-coreana decorre de cálculo prático após o fim da operação.
A interação parlamentar entre Teerã e Seul ocorre em contexto de dinâmicas complexas no Golfo Pérsico. De acordo com o Press TV, o lado iraniano interpreta o episódio como valorização da soberania nacional.
Com informações de ACTUALIDAD.
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


Nenhum comentário ainda, seja o primeiro!