O preço do óleo diesel acelerou em abril, com inflação de 4,46%, conforme apurou o IBGE. O aumento reflete pressões sobre o setor de transportes e cadeias produtivas.
Comparado ao mês anterior, a alta de 13,90% em março mostra uma desaceleração, ainda que significativa. A redução da velocidade dos reajustes pode indicar algum alívio nos custos logísticos.
Em relação ao mesmo mês do ano passado, o diesel apresentou queda de 1,27%. Essa variação negativa contrasta com o cenário atual, sugerindo uma reversão de tendência.
No acumulado dos últimos 12 meses, o óleo diesel acumula alta de 15,73%. Esse patamar representa um forte impacto nos custos de transporte e produção.
O acumulado de 12 meses aumentou 6,35 pontos percentuais em relação ao mês anterior, quando estava em 9,38%. Essa aceleração recente preocupa setores dependentes do combustível.
Comparado ao mesmo período do ano passado, o acumulado de 12 meses subiu 9,31 pontos percentuais, passando de 6,42%. O descompasso entre a inflação do diesel e o IPCA de abril (0,67%) evidencia pressões específicas sobre o setor de transportes.
A disparada do diesel no Brasil ocorre enquanto nos Estados Unidos, consumidores enfrentam preços recordes da gasolina, chegando a US$ 4,52 por galão. Enquanto norte-americanos improvisam com soluções criativas como carrinhos de brinquedo adaptados, no Brasil o impacto recai diretamente sobre a inflação interna e o custo de vida da população.
Com informações de G1.
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