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Arqueólogos desvendam naufrágios misteriosos no lendário refúgio dos piratas do Caribe

3 Comentários🗣️🔥 Uma equipe internacional de arqueólogos e cineastas descobriu seis naufrágios históricos no porto de Nassau, nas Bahamas, um dos mais notórios refúgios da pirataria durante os séculos 17 e 18. As embarcações, encontradas em uma zona restrita do porto, incluem três navios com fortes indícios de ligação ao chamado Século de Ouro da […]

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Arqueólogo fotografa restos de naufrágio no fundo do mar perto das Bahamas. (Foto: smithsonianmag.com)
Arqueólogo fotografa restos de naufrágio no fundo do mar perto das Bahamas. (Foto: smithsonianmag.com)

Uma equipe internacional de arqueólogos e cineastas descobriu seis naufrágios históricos no porto de Nassau, nas Bahamas, um dos mais notórios refúgios da pirataria durante os séculos 17 e 18. As embarcações, encontradas em uma zona restrita do porto, incluem três navios com fortes indícios de ligação ao chamado Século de Ouro da Pirataria.

A descoberta foi revelada ao público por meio de um documentário da Wreckwatch TV e uma reportagem especial da revista Wreckwatch. Entre os destroços, um navio chama atenção especial: os pesquisadores acreditam que pode se tratar do Fancy, a fragata de 46 canhões capturada e comandada pelo lendário pirata Henry Avery nos anos 1690. Avery tornou-se famoso após saquear mais de 600 mil libras em metais preciosos e joias de embarcações do Império Mogol em 1695, valor equivalente a cerca de 150 milhões de dólares atuais.

Após o saque, tanto Avery quanto o Fancy desapareceram sem deixar vestígios, alimentando lendas sobre tesouros perdidos. A embarcação descoberta agora apresenta marcas de queimaduras no casco, uma prática comum entre piratas para eliminar evidências incriminadoras depois de saquear e abandonar os navios. O arqueólogo marinho Sean Kingsley, co-diretor da expedição e correspondente de história da revista Smithsonian Magazine, descreveu o momento como único na vida. Ele relatou ao jornal The Guardian que tocar o casco carbonizado foi uma experiência emocionante e reveladora.

A embarcação suspeita de ser o Fancy está unida por cavilhas de madeira, técnica de fixação típica da construção naval do século 18. Além disso, sua idade, tamanho e estilo coincidem com os registros históricos da fragata pirata. A equipe também localizou outros vestígios valiosos em diferentes pontos da região. A aproximadamente 30 quilômetros a leste de Nassau, outro naufrágio de madeira guardava canhões de ferro, uma pedra de amolar para afiar espadas e balas de mosquete de chumbo.

Sob a antiga ponte de Nassau, os arqueólogos encontraram tábuas do casco, cordames, garrafas de vinho de vidro, caixotes de transporte e tijolos da cozinha de um navio. Próximo dali, foram recolhidos 143 cachimbos de barro decorados com um unicórnio, um cavalo, uma coroa e o brasão real da Inglaterra com a inscrição Deus e meu direito, em francês. Os especialistas suspeitam que esta última embarcação era um navio mercante inglês que transportava carga de Londres por volta da década de 1740.

O conjunto de descobertas lança luz sobre o cotidiano do porto de Nassau, que entre as décadas de 1650 e 1730 abrigou mais de mil piratas. Segundo Kingsley, o objetivo do projeto é reconstruir a verdadeira face da Piratetown de Nassau, em contraste com as caricaturas difundidas pela cultura pop. A equipe também criou um modelo digital em 3D que recria a aparência do assentamento por volta de 1715, quando a ilha fervilhava com a presença de fora-da-lei.

A economia da pirataria floresceu em paralelo ao tráfico transatlântico de escravos, que movimentava riquezas imensas e tornava os navios mercantes alvos tentadores. Muitos marinheiros forçados a servir na Marinha Real britânica viam na pirataria uma fuga de chicotadas, má alimentação e condições degradantes. Os pesquisadores pretendem retornar ao porto de Nassau com drones subaquáticos para procurar dezenas de outros naufrágios que ainda podem estar ocultos sob as águas azul-turquesa.

Até o momento, não há evidências de que algum desses navios ainda contenha tesouros. Kingsley afirmou que essas descobertas são apenas a ponta do iceberg e que o trabalho está apenas começando. A investigação promete reescrever capítulos importantes da história marítima e desafiar os estereótipos hollywoodianos sobre os piratas do Caribe.

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Karina Libertária

05/06/2026

Que lindo! Enquanto o Brasil torra dinheiro com Bolsa Família, os gringos descobrem tesouros históricos no Caribe. Isso sim é investimento em histore, não esse aid do governo. Povo brasileiro devia parar de gastar com vagabundo e fazer like me, investir no exterior em Miami. Fain demais!

    Mariana Ambiental

    05/06/2026

    Karina, que tesouro histórico é esse que você defende? O verdadeiro tesouro do Brasil é a sociobiodiversidade da Amazônia e o conhecimento dos povos tradicionais, que o Bolsa Família ajuda a manter vivos enquanto você sonha em ser mais uma gringa especuladora em Miami.

    Renato Professor

    05/06/2026

    Cara Karina, a senhora está confundindo alhos com bugalhos, como sempre. Enquanto os “gringos” escavam navios de piratas que, diga-se de passagem, eram tão liberais quanto você — isto é, saqueavam e não pagavam impostos —, o Bolsa Família injeta dinheiro na economia real de milhares de municípios brasileiros, gerando um multiplicador de renda que Miami jamais teria. Mas deixe-me adivinhar: seu conceito de “investimento em história” é o mesmo que levou o Brasil a exportar ouro para Portugal enquanto os portugueses construíam palácios, não é?


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