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Pasadena foi um bom negócio!

Por Miguel do Rosário

25 de agosto de 2014 : 22h54

Finalmente, Petrobrás divulga um relatório especial sobre Pasadena!

Já sabíamos que o lucro operacional tinha sido de US$ 130 milhões no 1º semestre de 2014. Agora a estatal divulgou que o lucro líquido foi de US$ 73 milhões no período, ou R$ 166 milhões. O que significa que ela pode pagar o suposto “prejuízo” estimado pelo relator do TCU, José Jorge (ex-ministro de Energia de FHC na época do apagão e do afundamento da plataforma P-36), de R$ 700 milhões, em 2 anos.

Senti falta, porém, de informações sobre a infra-estrutura extraordinária com a qual conta a refinaria de Pasadena, situada no coração da região mais desenvolvida do mundo do setor petrolífero.

*

Reproduzo abaixo o post publicado no blog da Petrobrás.

Conheça o histórico da aquisição de Pasadena

pasadena-noite

Visão noturna da Refinaria de Pasadena (2007)


Pasadena é um complexo de refino e comercialização, localizado no Texas, às margens de importante via navegável, fazendo parte de um centro refinador de 2 milhões de barris por dia e exportador de derivados para o mercado norte americano. A refinaria está em plena atividade, tem capacidade de refino de 100 mil barris por dia e, no momento, opera de forma rentável com petróleo leve disponível nos Estados Unidos a partir do crescimento da produção local de óleo não convencional (tight oil).

À época da aquisição dos 50% iniciais, em 2006, o negócio foi considerado potencialmente bom e atendia aos pressupostos do Plano Estratégico da Petrobras, contemplando os investimentos a serem feitos para que a Refinaria passasse a processar petróleo pesado da Petrobras, mediante a implementação de projeto de ‘’Revamp” na refinaria.

Mas, com a crise econômica nos EUA a partir de 2008 e consequente queda na demanda de derivados, as margens de refino caíram significativamente. Além disso, o preço do petróleo que tinha também se reduzido a partir de agosto de 2008 e em 2009, voltou a se elevar de 2010 em diante, não deixando margens para operar a refinaria de forma lucrativa. Nesse quadro, as condições financeiras e econômicas dos negócios no segmento do refino tornaram-se críticas em todo o mundo no pós-crise de 2008. Assim, por conta de uma crise econômica mundial, um negócio potencialmente bom transformou-se em um empreendimento com baixo retorno, o que levou inclusive ao reconhecimento contábil de perdas de US$ 530 milhões, as quais podem ser revertidas no futuro.

Em 2007, houve desentendimentos entre os sócios a respeito do projeto de “Revamp”, ou seja, sobre os investimentos a serem feitos para que a Refinaria passasse a processar petróleo pesado da Petrobras.

Outros dois fatores impactaram profundamente o negócio. A descoberta de vastas reservas de petróleo no pré-sal em 2007 e o acentuado crescimento da demanda de derivados no mercado brasileiro, recomendaram a prioridade de investimentos no segmento de exploração e produção de óleo e na expansão do refino no Brasil. Dessa forma os investimentos previstos para adaptar a refinaria de Pasadena para processar óleos pesados brasileiros (mais barato) perderam a prioridade, não só por causa da falta de rentabilidade decorrente da crise mundial como também pela melhor oportunidade para processar esses óleos no Brasil.

Entenda a cronologia do empreendimento:

pasadena-linha-do-tempo-v3


1999 – 2004: Expansão do refino no exterior

Desde 1999, a Petrobras tinha o objetivo de expandir o refino no exterior. Crescia o potencial de produção de petróleo no Brasil, mas o mercado de derivados estava estagnado e não havia capacidade de refino para o volume de óleo pesado descoberto. O óleo pesado é mais denso e exige refinarias mais complexas, para que dê origem a produtos mais leves e valorizados. Ele era exportado, por exemplo, para os EUA com elevado deságio por ser pesado. A aquisição de refinarias e sua adaptação para processar o óleo Marlim (pesado) no exterior permitiriam, portanto, agregar valor ao óleo pesado, entregando derivados valorizados localmente. Esse posicionamento foi formulado em 1999 (Visão 2010) e confirmado em 2004 (Visão 2015) no Plano Estratégico da empresa.

2004: Astra compra Pasadena da empresa Crown

Em 2004, a empresa Astra assinou contratos com a empresa Crown para aquisição de Pasadena. Conforme apuramos, o valor desembolsado pela Astra, antes da venda para a Petrobras, foi estimado em US$ 360 milhões (equivocadamente circula informação que o custo para Astra teria sido somente US$ 42,5 milhões).

2004-astra-compra-v3


2005 – 2006: Astra oferece parceria em Pasadena à Petrobras

Após mapeamento que apontava efetiva oportunidade de operação no Golfo do México e oferta da Astra propondo parceria, iniciamos a avaliação da Refinaria de Pasadena:

• Era um complexo localizado em um importante “hub” (centro) de movimentação de petróleo e derivados, em um mercado que crescia;

• Apresentava preço atrativo, já que Pasadena era uma refinaria de óleo leve. Por não ser ainda adaptada para processamento de óleo pesado, custava bem mais barato do que outras refinarias já adaptadas;

• Tinha o diferencial de contar com licenças e espaço físico (terreno) necessários para ser transformada em uma refinaria maior e capaz de processar óleo pesado Marlim, para o que Petrobras e o sócio investiriam na remodelação da unidade (“Revamp”);

• Contava com acesso a um grande parque de armazenamento de petróleo e derivados e com contratos de comercialização e de acesso à infraestrutura para escoamento de derivados;

• Dominava, ainda, conhecimentos para operar no mercado norte-americano, por meio da companhia de “trading”, uma empresa de comercialização de petróleo e derivados;

• Astra não era especialista em refino e vira na associação com a Petrobras uma oportunidade para juntas crescerem no mercado.

A Petrobras analisara várias outras oportunidades, e chegou a fazer ofertas em outras refinarias americanas, sem sucesso. Em Pasadena, as negociações tiveram êxito.

A parceria da Petrobras com a Astra unia competências em refino com competências na comercialização local, incluindo uma carteira de clientes para toda a produção da Refinaria de Pasadena. Contava, ainda, com escoamento garantido para os derivados e acesso a poliduto de exportação e porto para receber o petróleo nacional. Dispunha de área e licenças para ampliar a refinaria para processar petróleo pesado da Petrobras (o óleo Marlim), de forma que se mostrava atrativa para ambos os sócios.

2006: Petrobras compra 50% de Pasadena

Após estudos e avaliações, a Diretoria da Petrobras, seu Conselho de Administração e analistas de mercado à época avaliaram como potencialmente boa a compra de 50% de Pasadena, sendo:

2006-petrobras-compra-pasadena-v3


Os valores pagos em 2006 correspondem a 8.580 dólares por barril por dia (bpd) de capacidade, enquanto a média para compra de refinarias no mercado norte-americano naquele período era de 9.400 de dólares por bpd de capacidade.

Cláusulas contratuais que se destacaram nos noticiários recentes sobre o negócio:

“Marlim” – o contrato previa uma rentabilidade mínima de 6,9% para a refinaria (50% Astra 50% Petrobras) se no processamento do petróleo Marlim essa rentabilidade não fosse atingida. Essa condição se devia ao fato de que a Petrobras tinha o direito de impor o processamento do seu petróleo para 70% da capacidade da refinaria, apesar de deter somente 50% de participação na sociedade. Essa cláusula não foi acionada, pois a refinaria jamais processou o óleo Marlim, por não ter sido adaptada para tal (o “Revamp” não foi implementado);

“Put Option” – trata-se de cláusula frequentemente utilizada na formação de parcerias entre empresas. Cabe destacar que as condições para o seu exercício e a fórmula do preço de saída (“put price”) variam caso a caso e são, portanto, características de cada negócio. O contrato previa, com essa cláusula, a obrigação de compra, pela Petrobras, da outra metade da Astra no negócio, sob condições previamente fixadas. Esta cláusula foi prevista como contrapartida à Astra para o direito da Petrobras impor suas decisões no negócio.

2007 – 2011: Desentendimentos com a Astra

A partir de 2007, começaram os desentendimentos com a Astra, que não concordava em fazer investimentos que a Petrobras propôs para que a “Revamp” elevasse a capacidade de 100 mil para 200 mil barris por dia, além de não querer investir em segurança, meio ambiente e saúde no padrão Petrobras. No final desse ano, foi firmada uma carta de intenções, que não gerava obrigação, para a compra dos outros 50%, porém o Conselho de Administração da Petrobras, no início de 2008, não aprovou essa compra. Na mesma época, fora descoberto o petróleo do pré-sal ao mesmo tempo em que a demanda de derivados no Brasil crescia. Nos EUA, como efeito da crise mundial a demanda caiu derrubando as margens de refino no mundo. Assim, não fazia mais sentido investir em “Revamp” (investimentos que seriam feitos para que a Refinaria passasse a processar petróleo pesado da Petrobras) e na ampliação de Pasadena (aumento da capacidade de 100 para 200 mil barris de petróleo por dia).

A Astra se afastou da gestão da refinaria, deixando de cumprir suas obrigações como acionista, o que motivou a decisão de entrarmos com um processo arbitral em 2008. Nesse momento, a Astra exerceu sua opção de venda.

Ainda em 2008, a Petrobras assumiu o controle da refinaria. Em 2009, um laudo arbitral foi emitido, confirmando o direito da Astra de exercer a “put option” e, principalmente, o valor a ser pago pela Petrobras à Astra pelos 50% restantes. A Petrobras decidiu cumprir o laudo, desde que a Astra encerrasse as ações judiciais em curso.

Diante da recusa da Astra, a Petrobras não efetuou o pagamento determinado pelos árbitros e prosseguiu na discussão judicial. Em 2010 e 2011 houve recursos de ambas as partes, Astra e Petrobras América Inc., à justiça americana.

O não cumprimento da decisão arbitral não causou prejuízos à Petrobras. Ao contrário, houve ganho financeiro, uma vez que os juros de 5% ao ano estipulados pelo laudo eram inferiores ao custo que a Petrobras incorreu quando obteve empréstimos em 2009 (auge da crise econômica mundial).

2012: Acordo final entre as partes

Em 2012, tomando por base o laudo arbitral confirmado judicialmente, houve uma negociação final entre as partes e a Petrobras pagou pelos 50% restantes US$ 820 milhões.

Esta negociação encerrou todas as ações judiciais existentes entre as empresas do Sistema Petrobras e as empresas do grupo da Astra. As ações da Astra contra a Petrobras totalizavam, em 2009, US$ 397,5 milhões além do valor estipulado pelo laudo arbitral.

O valor deste acordo está detalhado no quadro abaixo:

2012-petrobras-compra-pasadena2-v4


Desta forma, o total desembolsado pela Petrobras para a aquisição de 100% do negócio Pasadena foi de US$ 1,249 bilhão.

2014: Bom desempenho da refinaria

O crescimento da produção de óleo não convencional (tight oil) nos Estados Unidos trouxe competitividade às refinarias para óleo leve do Golfo do México. A refinaria de Pasadena vem processando este “tight oil” e assim obteve lucro líquido de cerca de US$ 73 milhões* no primeiro semestre de 2014.

Além disso, a refinaria ganhou também em 2014 prêmios em reconhecimento a excelência dos seus resultados em segurança.

2006 – 2013: Investimentos

De 2006 a 2013, foram aplicados 685 milhões de dólares em manutenção da refinaria, o que corresponde a aproximadamente 86 milhões de dólares por ano. Nossas aplicações nas refinarias no exterior são aportes permanentes, alinhados àqueles feitos em refinarias de igual porte no Brasil, garantindo a previsibilidade do desempenho das refinarias e os bons resultados operacionais e comerciais. Qualquer refinaria no mundo requer que se faça manutenção constante e se implementem melhorias para sua boa operação. Exemplos de investimentos feitos para manter refinarias da Petrobras:

refinarias


 

Sobre análises dos órgãos públicos de controle, temos atendido as suas solicitações desde dezembro de 2012, fornecendo informações e documentos sobre o processo de compra da Refinaria de Pasadena, e confirmamos a defesa relacionada a essa aquisição, apresentada ao Tribunal de Contas da União em janeiro de 2014.

escritorio-pasadena


* Valor originalmente publicado de “superior a US$ 90 milhões” foi revisto pela PAI (Petrobras America Inc).

Postado em: [Atividades, Institucional]

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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25 comentários

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Stella Mares

27 de agosto de 2014 às 22h37

Posso compartilhar?

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Hermes Sanchez

26 de agosto de 2014 às 12h56

Mas a president”a” não disse que se cláusulas do contrato não tivesse sido omitidas ela não chancelaria o (“bom”) negócio?

Cá entre nós, comprar uma refinaria sucateada, por muito mais do que vale, e ainda perder outro tanto na justiça, só sendo muito otário ou muito salafrário.

Responder

    Miguel do Rosário

    26 de agosto de 2014 às 13h04

    refinaria não era “sucateada”. era a refinaria mais bem posicionada dos EUA, no canal de Houston, com acesso às reservas de petróleo leve do Texas, de um lado, e aos grandes pipelines que interligam toda a rede de consumo do país mais desenvolvido do mundo e que mais consome gasolina no mundo.

    Responder

      Denise

      26 de agosto de 2014 às 17h13

      È que tem pessoas que se informam pelo JN, Folha , Veja, enfim todos querem detonar a Petrobras e a reeleição da Dilma, dai ficam falando asneiras.Não se informam de verdade.

      Responder

Jose Goncalves Ferreira

26 de agosto de 2014 às 15h46

Leia o livro “Os cabeças de planilha” que desnuda o plano real para que ganhos e não a população. É uma análise interessante, vale a pena ler para entendermos os bastidores.

Responder

Leandro Stracke

26 de agosto de 2014 às 15h02

FERNANDO TODOS OS PLANOS TEM SEUS GANHOS E PERDAS MAS NO BRASIL SEMPRE O TRABALHADOR TEVE PERDAS SIGNIFICATIVAS E QUANDO TEVE O MÍNIMO PARA ESTA RVIVO E SE TORNAR ROBOZINHO DO SISTEMA ESTA BOM ,MAS UNCA TER GANHOS DE VIDA.

Responder

Rodrigo Toledo

26 de agosto de 2014 às 10h53

Plano real foi uma tragedia? Poderia explicar em detalhes?

Responder

Fernando Silva Fernando

26 de agosto de 2014 às 06h58

Ao contrário do que os meios de comunicações procuram divulgar, o Plano Real foi uma tragédia para o conjunto dos trabalhadores e para a economia nacional. Em contrapartida, um paraíso para os banqueiros nacionais e internacionais, os especuladores financeiros, os grandes monopólios e o agronegócio. Enquanto os salários eram reduzidos a cada ano, o desemprego aumentava extraordinariamente e a renda [NR] se concentrava, as grandes empresas, as empresas agrícolas e pecuárias e, principalmente, os bancos ganhavam rios de dinheiro e se apropriavam do patrimônio nacional a preços irrisórios

Responder

Vitor

26 de agosto de 2014 às 00h10

Miguel, muito legal a notícia, mas para de fazer conta de padaria pra estimar retorno de investimento, num é assim! E nem precisa forçar a barra, o investimento vai se pagar provavelmente…

Responder

    Miguel do Rosário

    26 de agosto de 2014 às 02h43

    O que você tem contra conta de padaria? É a melhor maneira. Quanto gastamos e quanto ganhamos. Só que Pasadena é maior que isso. É estratégica. Só a Graça Foster não vê, porque ela é da turma que acha é basta furar poço. Tem que investir em refinaria cada vez mais, porque é aí que está o dinheiro.

    Responder

      Vitor

      26 de agosto de 2014 às 11h01

      O problema é que com conta de padaria você ignora uma série de fatores importantes para esse tipo de conta, como custo do capital/custo de oportunidade, volume do estoque, inflação, investimentos posteriores, etc… Nem sempre o simples é o melhor só pq é mais fácil entender…
      Dessa forma, o resultado da sua conta de padaria não é nem perto do número real. Não estou falando que Pasadena é um mal negócio, mas vc está avaliando FINANCEIRAMENTE da maneira errada.
      Por exemplo, tivemos a informação anterior nesse ano que Pasadena teve um lucro MENSAL de US$ 54 milhões de dólares, ou seja, lucrou US$ 108 milhões de dólares em janeiro e fevereiro de 2014 (http://jornalggn.com.br/tag/blogs/astra-oil).
      De acordo com essa nova informação da Petrobrás, o lucro líquido da empresa acumulado do primeiro semestre foi de US$ 73 milhões. Pasadena teve então prejuízo de US$ 35 milhões de dólares no acumulado dos meses de março, abril, maio e junho de 2014? Não sabemos como estão os estoques, quais foram exatamente os investimentos no período, etc.
      As informações divulgadas pela Petrobrás são insuficientes para dizermos se a empresa está no caminho certo, sequer se tem lucrado consistentemente.
      Aí vc afirmar que vai pagar os “custos” de US$ 700 milhões em dois anos é um chute com pouquíssimo embasamento! No escuro mesmo! Não temos informações suficientes para ESTIMAR nada disso e mesmo que tivéssemos seria isso, uma estimativa…
      Acho muito importante e válido você desvendar os mitos criados pela mídia sobre a compra de Pasadena Miguel (inclusive vc foi a pessoa que tratou melhor o assunto, com mais pesquisa e informações), mas por favor, não crie outros mitos! Não é com desinformação oposta a desinformação da mídia que ficaremos bem informados.
      Na questão estratégia eu concordo com você. E acho que é aqui que você tem que bater mais forte no discurso.
      PS: Se a Graça não tem ideia disso, como vc afirma, deveria ser diretora de operações e nunca Presidente da empresa.
      Um abraço!

      Responder

      Vitor

      26 de agosto de 2014 às 11h24

      “O seu comentário está aguardando moderação.”
      Colocou moderação, Miguel?

      Responder

        Miguel do Rosário

        26 de agosto de 2014 às 13h05

        quando não reconhece o ip, ele modera automaticamente.

        Responder

          Vitor

          26 de agosto de 2014 às 15h15

          Boa!

      Cláudio

      26 de agosto de 2014 às 15h21

      kkkkkkkk. Esse Miguel é realmente um cara divertido. O sujeito não consegue sucesso financeiro na própria atividade profissional, tendo que implorar pela assinatura de leitores e quer dar conselhos à presidente da PETROBRAS de qual o melhor caminho para investir no setor petrolífero. É, realmente os medíocres perderam a modéstia!

      Responder

        Miguel do Rosário

        26 de agosto de 2014 às 19h46

        Como não consigo “sucesso na minha carreira profissional”? Eu peço assinaturas da mesma maneira que qualquer jornal ou revista pedem assinaturas. Estou indo muito bem, amigo. Obrigado por sua preocupação.

        Responder

          Cláudio

          26 de agosto de 2014 às 21h29

          Um sujeito que aos 40 anos ainda reside num conjugado e possui um carro popular com 13 anos de uso não é um modelo de sucesso. Eu nunca vi o dono de qualquer jornal ou revista apelar para sentimento barato, ameaçando publicar fotos do conjugado de classe média baixa em que reside para conseguir assinaturas!kkkkkkk. E ainda quer dar conselhos de investimentos á presidente da PETROBRAS.Vá tentar uma vaga no Zorra Total, Miguel. É provável que fazendo humor você tenha uma melhor remuneração do que com esse blog fulero!

          Miguel do Rosário

          27 de agosto de 2014 às 01h37

          Meu caro, eu estou muito feliz em fazer o que eu gosto. Já li Dante Alighieri, em Florença, no original. Esse é o tipo de coisa que um rola bostas como você jamais entenderá. Volte para o esgoto de onde saiu.

          Cláudio

          27 de agosto de 2014 às 06h46

          “Li Dante Alighieri, em florença, no original”, mas não tenho dinheiro para pagar as contas no final no mês. Não entendo mesmo o sujeito que come mortadela e quer arrotar caviar!

          Miguel do Rosário

          27 de agosto de 2014 às 09h45

          Pago minhas contas tranquilamente, não como mortadela nem gosto de caviar. O blog é um sucesso absoluto. Alguém tão tosco e medíocre como você jamais entenderá que existem coisas que valem mais que a sua concepção idiota de “sucesso profissional”.

Messias Franca de Macedo

25 de agosto de 2014 às 23h46

… A presidente Dilma Rousseff declarou que “se prepara para os debates eleitorais também como forma de prestar as devidas prestações de contas à sociedade, ao povo brasileiro!”

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Pasadena foi um bom negócio!

Por Miguel do Rosário

postado em agosto 25th, 2014

– See more at: https://www.ocafezinho.com/2014/08/25/pasadena-foi-um-bom-negocio/#sthash.HfLLEYpb.dpuf

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Cadeia nacional de rádio e TV?! Em horário nobre?!…

Responder

Gui Peres

26 de agosto de 2014 às 02h36

E o Gilmar Mendes bloqueando bens dos administradores da Petrobras… tsc tsc.. vamos ver como vai se comportar o plenário do STF nesse aspecto

Responder

Philipe Matieli

26 de agosto de 2014 às 02h11

Miguel, muito obrigado pelo seu trabalho! Assim evito as armadilhas da mídia tradicional e fico menos alienado com informações verídicas.

Responder

vinícius

25 de agosto de 2014 às 22h57

Comentário fora do tema, mas vale a pena assistir.
Flávio Dino, candidato a governador do Maranhão, dá um show em entrevista.
http://mariafro.com/2014/08/25/quando-vc-imagina-que-ja-viu-de-tudo-na-tv-que-finge-fazer-jornalismo-se-depara-com-isso/

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