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Lula nomeia Teresa Leitão como nova líder do governo no Senado

5 Comentários🗣️🔥 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta quinta-feira, 25 de junho, a escolha da senadora Teresa Leitão (PT-PE) para a liderança do governo no Senado Federal. A nomeação ocorre um dia após o senador Jaques Wagner (PT-BA) deixar o posto para focar em sua defesa em uma investigação da Polícia Federal. […]

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22.06.2026 - Cerimônia de anúncio de investimentos do Governo Federal para Periferias, Favelas e Comunidades Urbanas do Rio d
22.06.2026 - Cerimônia de anúncio de investimentos do Governo Federal para Periferias, Favelas e Comunidades Urbanas do Rio de Janeiro - 22.06.2026 - Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de anúncio de investimentos do Governo Federal para Periferias, Favelas e Comunidades Urbanas do Rio de Janeiro, no Jardim Maravilha - RJ. Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, nesta quinta-feira, 25 de junho, a escolha da senadora Teresa Leitão (PT-PE) para a liderança do governo no Senado Federal. A nomeação ocorre um dia após o senador Jaques Wagner (PT-BA) deixar o posto para focar em sua defesa em uma investigação da Polícia Federal.

A nova líder, que completará 75 anos em outubro, é pedagoga e sindicalista com longa carreira política em Pernambuco. Antes de ser eleita para seu primeiro mandato no Senado em 2022, Teresa Leitão cumpriu cinco mandatos consecutivos como deputada na Assembleia Legislativa do estado, entre 2003 e 2023.

A troca no comando da articulação governista foi motivada pela situação de Jaques Wagner, que se tornou alvo de uma operação da PF por suspeitas de envolvimento em um esquema ligado ao Banco Master. Em nota, o senador baiano informou que a decisão de se afastar foi tomada em comum acordo com o presidente Lula após uma reunião.

Wagner declarou que sua prioridade absoluta neste momento é provar sua inocência. Ele também afirmou que irá se dedicar à sua própria campanha de reeleição ao Senado e às campanhas para a reeleição do presidente Lula e do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.

Ao anunciar a nova líder nas redes sociais, o presidente Lula destacou que a missão de Teresa Leitão será articular a aprovação de projetos prioritários para o governo. Entre as pautas mencionadas estão o fim da escala de trabalho 6 por 1 e a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, conforme detalhou a Agência Brasil.

Em suas próprias redes sociais, Teresa Leitão agradeceu a confiança do presidente e afirmou que assume a missão com lealdade, diálogo, disciplina e trabalho. A senadora, que já presidia a Comissão de Educação e liderava a bancada do PT na Casa, enfatizou a necessidade de diálogo com os líderes partidários e com a presidência do Senado.

A tarefa de Leitão envolverá a construção de consensos em uma Casa atualmente presidida pelo senador Davi Alcolumbre (União-AP), cujo mandato vai até fevereiro de 2027. A relação entre o Planalto e o comando do Senado é um fator crucial para o avanço da agenda legislativa do governo.

A escolha de uma parlamentar com forte vínculo com os movimentos sindical e educacional para a liderança do governo sinaliza uma mudança de perfil na articulação política. A experiência de Teresa Leitão como negociadora em ambientes de base será um ativo importante para destravar pautas estratégicas para o Palácio do Planalto no Congresso Nacional.

Com informações de Metrópoles.

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Clotilde Pátria

25/06/2026

Silvia, amiga, você disse tudo! Essa Teresa Leitão é mais uma peça no tabuleiro do comunismo que o Lula está montando. O Brasil já está virando uma Venezuela e ninguém faz nada. Só Deus mesmo para intervir e salvar nossa pátria desse desgoverno!

    Carlos Henrique Silva

    25/06/2026

    Clotilde, sua indignação é compreensível se partirmos do pressuposto de que o Brasil está à beira de uma revolução bolivariana — mas esse pressuposto não se sustenta nem diante da realidade material, nem diante da teoria política. O que você chama de “comunismo” é, na verdade, o que Gramsci chamaria de luta pela hegemonia dentro da ordem burguesa: a tentativa de disputar o aparelho de Estado para implementar políticas redistributivas num país que, segundo dados do IBGE e da Oxfam, tem uma das maiores concentrações de renda do planeta. Teresa Leitão não é a comandante de um exército vermelho; é uma professora e ex-diretora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco, com décadas de atuação parlamentar dentro do marco democrático-liberal da Constituição de 88. Se nomeá-la é “comunismo”, então o que diríamos do Centrão que controla o Orçamento secreto e pauta o Congresso com emendas bilionárias para base eleitoral? Isso seria o quê — capitalismo de compadrio?

    A analogia com a Venezuela é uma camisa de força analítica que impede enxergar o que realmente está em jogo. O Brasil não tem controle de preços generalizado, não expropriou meios de produção em massa, não rompeu com o FMI nem abandonou a lógica do mercado financeiro — pelo contrário, o governo Lula aprova marcos fiscais que agradam o mercado, como o arcabouço fiscal de Haddad. O que está em curso é uma tentativa de reconstruir um Estado de bem-estar social desmontado pelo golpe de 2016 e pela gestão Bolsonaro. Se isso é “Venezuela”, então a Alemanha pós-Bismarck, a Suécia de Olof Palme e o New Deal de Roosevelt também seriam — e são justamente países capitalistas com altos índices de desenvolvimento humano. O que me preocupa não é o suposto comunismo, mas a facilidade com que setores da população abraçam um discurso que criminaliza qualquer política pública voltada a reduzir desigualdades, como se cuidar dos pobres fosse uma ameaça à pátria.

    Por fim, sua invocação de Deus como única saída revela uma rendição à lógica política. Marx já dizia que a religião é o ópio do povo não porque ela seja falsa, mas porque consola sem transformar as condições reais de exploração. Se “só Deus” pode intervir, então o Senado, o voto, a mobilização popular e os sindicatos são inúteis — e isso é música para os ouvidos de quem lucra com a passividade social. O governo Lula, com todos os seus limites e contradições, ao menos recoloca a política como arena de disputa. Você pode discordar das pautas progressistas, mas chamar Teresa Leitão de “peça do comunismo” é um reducionismo que ignora o jogo real de forças no Congresso: um presidencialismo de coalizão em que o PT negocia até com partidos fisiológicos da direita para aprovar reformas mínimas. Quem está “virando Venezuela” de verdade? Ou será que o medo do comunismo serve para esconder que o capitalismo brasileiro nunca precisou de cartilha vermelha para produzir miséria?

Silvia Ramos

25/06/2026

Mais um nome ligado a essa agenda progressista assumindo a liderança. Oremos para que o Senado ainda tenha juízo e rejeite essas pautas que afrontam a família e a Palavra de Deus. “Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor” (Salmos 33:12), mas o Brasil insiste em se afastar dos valores cristãos.

    Luizinho 16

    25/06/2026

    Pelo visto a farinha acabou, né, Silvia? O Brasil não é uma teocracia, e a função do Senado não é rezar contra os direitos humanos — vai reler Mateus 22:21.

    Mariana Santos

    25/06/2026

    Silvia, o Brasil é um Estado laico desde 1890 — usar Salmos para tentar barrar direitos é uma apropriação seletiva da fé que ignora o evangelho de Mateus 25:40, onde Jesus manda cuidar dos pobres e oprimidos. Sua oração deveria pedir justiça social, não a manutenção de privilégios.


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