Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Padura: “Simpatizo com Lula por tudo que ele fez pelo país”

Por Miguel do Rosário

12 de julho de 2015 : 11h17

A pauta política está ficando pesada demais e receio que os leitores do Cafezinho, muitos dos quais fogem da imprensa convencional justamente por não suportarem o baixo astral de lá, comecem a fugir daqui também.

Depois de meditar sobre isso, cheguei à seguinte conclusão. Nossa postura tem de permanecer serena, bem humorada e altiva.

A partir do momento que eles apelarem para algum tipo de tapetão judicial, terão cometido um terrível erro, que manchará sua história por muito tempo.

Uma eventual vitória política baseada em manipulação midiática, tapetão judicial, campanha do ódio, delações forjadas, será uma vitória suja.

Ou seja, será uma derrota moral. E, consequentemente, uma vitória nossa.

Imagine que cena sombria: Eduardo Cunha ou Aécio subindo o Palácio do Planalto, sem antes terem vencido um processo eleitoral limpo e justo?

Sem contar que a caixa de Pandora estará aberta, mas nem quero pensar nisso agora.

Apesar dos prognósticos sombrios do blog, eu prefiro me manter otimista e acreditar que a democracia superará mais essa série de golpes.

A direita sofre de uma ingenuidade básica: ela acha que, se dar um golpe e assumir o poder, a esquerda sumirá do mapa.

Não sumirá. Emergirá muito mais forte. Continuaremos aqui, desta vez com uma pauta muito mais unificada. E teremos a oportunidade de aposentar todos os medíocres, incompetentes e covardes.

Diferentemente do passado, eles não poderão decretar a censura, nem nos reprimir por “crimes de opinião”. No máximo, recrudescerá um pouco a estratégia da censura judicial, como praticam Gilmar Mendes, Aécio Neves e Ali Kamel.

Mas os processados se tornarão, mais que nunca, celebridades.

Não poderão proibir manifestações populares, nem encontros, nem seminários, nem os milhares de eventos que organizaremos para discutir política.

Dito isto, O Cafezinho pede licença para introduzir novas editorias no blog. Não vou ficar correndo atrás da última patuscada de Gilmar Mendes.

Vamos falar de literatura, de Leonardo Padura, que é um tema que me agrada especialmente, porque estou lendo o romance El hombre que amava a los perros.

Padura, para mim, é a prova viva da vitória da revolução cubana.

É o momento em que a revolução adquire tanta confiança em si mesma, que se permite dar a Padura, um escritor crítico ao regime cubano, o seu maior prêmio: o Prêmio Nacional de Literatura de Cuba.

O sucesso de crítica e público de Padura em Cuba revela que o regime cubano se sofisticou, se abriu, se modernizou.

Padura vive em Cuba com sua família e, em entrevista ao El País, diz que não pensa em sair de lá.

Na mesma entrevista, Padura dá um tapa com luva de pelica nos coxinhas que o exaltam, achando que se trata de outra Yoani Sanchez .

Não é. Yoani rodou o Brasil ao lado de Aécio e Ronaldo Caiado.

Padura é autor lido e apreciado por Dilma e veio ao Brasil encontrar Lula.

P. A presidenta Dilma Rousseff leu e recomendou publicamente O homem que amava os cachorros. O que isso significou para você?

R. Fiquei lisonjeado, claro. Ela o recomendou ao Lula também e, por conta disso, encontrei com ele em São Paulo há alguns dias. Fui recebido no Instituto Lula como uma estrela de cinema… Um amigo me perguntou: “Mas como você conseguiu se encontrar com o Lula?”. Eu lhe disse que, se fosse brasileiro, talvez não conseguisse, mas o fato é que fiquei feliz. Simpatizo com ele por sua história de vida e por tudo o que fez pelo país.

***

Reproduzo abaixo a entrevista publicada no El País.

Leonardo Padura celebra a reaproximação entre Estados Unidos e Cuba

O escritor cubano critica o regime de seu país em ‘O homem que amava os cachorros’

‘Este prêmio é uma vitória da literatura cubana’, diz Padura sobre Princesa de Asturias

CAMILA MORAES, de Paraty, para El País.
11 JUL 2015 – 20:20 BRT

Cinco anos levou o escritor Leonardo Padura (Havana, 1955) para escrever O homem que amava os cachorros, romance que narra o fim do revolucionário russo Leon Trotski e é bastante crítico em relação ao regime socialista cubano. Muito menos tempo foi necessário para que o livro circulasse pelo mundo conquistando leitores, críticas positivas e prêmios. Inclusive em Cuba, onde o esperado era que despertasse não só desafetos como também sanções, porém – como um sinal de novos tempos – terminou bem acolhido.

O homem foi lançado primeiro na Espanha, em 2009, e logo depois traduzido a vários idiomas, do dinamarquês ao grego, passando pelo português. No Brasil, saiu no final de 2013 e já acumula 50.000 exemplares vendidos pela Boitempo, editora que publicará ainda este ano Hereges, novo romance de Padura, que participou da 13ª Festa Literária de Paraty. Na festa, ele falou ao lado da escritora britânica Sophie Hannah para uma plateia repleta de entusiastas da literatura policial, gênero em que ambos são especialistas, apesar de terem estilos diferentes.

Cada vez mais próximo do país, com que cultiva relações culturais desde os anos 80 e onde atua hoje como colunista da Folha de S.Paulo, Padura vive hoje um boom em torno de sua obra e por ela recebeu, em junho deste ano, o Prêmio Princesa de Asturias das Letras na Espanha.

Nas diversas colaborações que mantém com a imprensa, entre eles o EL PAÍS, o escritor não teme as opiniões políticas e as análises do contexto social em que vive. Sobre a atual fase de reaproximação entre Cuba e os Estados Unidos, diz que não é capaz de prever o futuro, mas é otimista: “Chegou a minha vez de ver cair outro muro de Berlim”.

Pergunta. Como O homem que amava os cachorros foi recebido em Cuba?

Resposta. Na primeira reedição do livro, em 2011, ele foi lançado em Cuba. Foi uma surpresa para mim, mas ele terminou inclusive ganhando um prêmio da crítica, e isso foi muito importante para que eu ganhasse depois o prêmio nacional de literatura. Claro que gerou opiniões diferentes, desde os que o satanizam até os que o bendizem, sobretudo nas reações escritas. Na rua, as pessoas, na maioria das vezes, me dizem algo muito gratificante: agradecem que eu tenha escrito esse livro, porque com ele, de alguma forma, entenderam coisas de suas próprias vidas que não tinham entendido até então.

P. Você disse uma vez que a realidade retratada nos seus livros é mais próxima à realidade de fato do que aquilo que podemos encontrar nos jornais cubanos. Por quê?

R. Acho que nós, escritores, temos em Cuba um maior espaço para poder adentrar algumas realidades e observá-las de uma perspectiva interior e crítica, dependendo do interesse do escritor e dos propósitos que tenha. Enquanto a imprensa está muito mais próxima das políticas oficiais, a literatura tem um espaço de liberdade muito maior – conquistado pouco a pouco, ao longo dos anos, com muita luta, discussões, acusações e até maquinações. Foi um processo que começou nos anos 80, muito lentamente, de maneira inconsciente, e que nos 90 se acelerou. Acho que hoje o estado da literatura cubana tem hoje um espectro muito mais aberto em relação ao reflexo da realidade do que a imprensa.

P. Você também disse, apesar de ter escrito 11 romances, que é um escritor de pouca imaginação. Como é possível?

R. É verdade. Custa muito trabalho para mim ter uma ideia para um romance e às vezes me desespero. Mas há sempre uma luz ao final do túnel. Estive escrevendo alguns roteiros nos últimos dois anos e ficava cada vez mais preocupado, porque não me ocorria nada para escrever um romance. Ou pensava em algo e descartava rapidamente. Mas é incrível, sempre me passa o mesmo: em algum ponto do cérebro me acende uma lâmpada. Isso aconteceu, e me lembrei da história real de um amigo meu e disse: “Mas isso é um romance!”. Mudando de lugar, mudando milhões de coisas, mas a ideia estava aí, e chega no momento que tem que chegar.

Concebo meus livros como romances sociais. Não me importa quem matou quem”
P. Sua literatura é encaixada no gênero policial, mas contém muitas críticas sociais.

R. Concebo meus livros como romances sociais. Não me importa quem matou quem. Começo a escrever meus “romances policiais”, bem entre aspas, por um assassinato e um morto – e eu não sei quem é o morto. Continuo escrevendo porque o que me interessa é construir uma atmosfera, um ambiente, uma história, e depois dar a ela a forma de uma novela policial. É um emprego utilitário dos recursos do gênero, mais que propriamente um romance policial. Isso em nome desse olhar social que é o que me interessa, em toda a minha literatura.

P. Que importância tem para você receber um prêmio como o Princesa de Asturias?

R. Fiquei surpreso com esse prêmio, porque de fato é um dos grandes prêmios entregues no mundo, especialmente para a literatura, mas que se estende a outras categorias, como esporte, ciência, comunicação e artes – que, este ano, premiará ninguém menos que Francis Ford Coppola. É muito satisfatório receber um prêmio que visibiliza meu trabalho, mas o assumo como um reconhecimento do meu trabalho nesses anos. Traz tranquilidade em muitos aspectos da vida, mas não resolve meu principal problema como escritor – que é escrever e escrever bem. Esse problema é seu com você mesmo e com o seu computador.

P. Retorno a Ítaca, que tem roteiro seu, está em cartaz atualmente no Brasil. É um filme autobiográfico, em algum aspecto?

R. O roteiro é meu com a colaboração do diretor Laurent Cantet e de Lucía López Coll, minha esposa. Está inspirado em um episódio de um dos meus romances, que se chama La novela de mi vida. Apesar de que toda a história se desenvolve em um sótão, a cenografia da Havana é muito importante para o filme. Especialmente um bairro central, que se chama Centro-Havana, a partir de onde se vê a parte moderna da cidade, a parte velha e mais deteriorada e, entre dois edifícios, se vê o Malecón e o mar. Essa estrutura é muito importante para um cubano, porque mostra a cidade como proteção, como meio envolvente, e o mar como princípio e fim da cidade e dos sonhos. Das possibilidades, das frustrações, das esperanças… O Malecón é a última fronteira da Havana e de Cuba, em seu imaginário. Um pouco como Virgílio Pinheiro dizia, em um dos versos mais citados da literatura cubana, da “maldita circunstância da água por todos os lados”.

P. Mesmo trabalhando tanto, você colabora ativamente com a imprensa.

R. Sim. Mas em dado momento vi que era muito o tempo que dedicava a isso e tive que desistir de algumas colaborações. Acho que está bem assim, porque atualmente tenho espaços diferentes, com características diferentes, que me permitem fazer diferentes tipos de jornalismo.

P. Que importância tem manter sua palavra viva nos jornais?

R. Tem muita importância. Porque na literatura você não pode dizer tudo. Você não pode nem explicar as coisas. O jornalismo funciona como um complemento a uma expressão fundamental para mim, mas que nunca é completa. Com a literatura, não dá para seguir o ritmo dos acontecimentos. Alguém me dizia: “No seu novo romance, você vai falar de que as coisas mudaram em Cuba, com as relações com os Estados Unidos?”. Primeiro, não mudou nada, respondo. Depois, não tem sentido colocar um romance para correr atrás dos acontecimentos. O jornalismo, sim, permite isso: falar do que você está vivendo e está sentido. Tenho a sorte, além de tudo, de fazer um jornalismo de autor, não de redação. Sei o que é isso: no dia em que menos vontade tem, mandam você entrevistar o Padura.

P. Como começa sua relação com o Brasil, que hoje parece ser tão intensa?

R. Minha relação cultural com o Brasil é muito velha. Os anos 80, quando saímos da universidade, foram uma época muito bonita do cinema e da música brasileira. Nos festivais de cinema de Havana, o Brasil arrasava. E iam a Cuba com frequência músicos brasileiros como o Chico Buarque, a Maria Bethânia e outros. Isso intensificou uma relação que também era literária, porque havia autores brasileiros que me interessavam – os clássicos, de gerações anteriores, como Jorge Amado, ou mais contemporâneos, como Rubem Fonseca. A partir do final dos anos 90, começo uma relação editorial, com a publicação de livros meus.

P. Você é muito procurado para falar sobre Cuba. Como você vê a reaproximação entre seu país e os Estados Unidos?

R. Tem que ser algo positivo. Tantos anos de tensão, enfrentamento, agressões verbais e incluso físicas entre Cuba e os Estados Unidos era algo que parecia uma maldição. Parecia que não ia terminar nunca. Por isso, no dia 17 de dezembro, quando anunciaram que as conversas iam ser retomadas, minha esposa começou a chorar, eu soltei um grito… Acho que é melhor que dois países estejam em um sistema de distensão que de enfrentamento. E não estamos falando de um país qualquer, mas dos Estados Unidos. E a nós acontece o mesmo que com o México: “Tão longe de Deus e tão perto dos Estados Unidos”. É um país com o qual temos uma relação histórica e cultural traumática e rica. E se isso pode impactar nas condições e na qualidade de vida dos cubanos, pois bem-vindo seja. Lembro que minha mãe, quando caiu o muro de Berlim, tinha quase a mesma idade que tenho agora. Ela disse: “Não pensei que, na vida, eu veria isso acontecendo. Eu pensei que o muro de Berlim era para sempre”. E agora chegou a minha vez de ver esse cair outro muro de Berlim, que pensamos que não cairia nunca.

P. Nesses anos todos, você e sua esposa nunca pensaram em sair de Cuba?

R. Nos anos 90, pensaram em sair de Cuba até o carrapatos. O cachorros estavam fracos demais. Mas não, nunca o propusemos como uma possibilidade real. A verdade é que para realizar o trabalho que realizamos precisamos estar em Cuba, com a família, na casa que construímos com tanto esforço, com a sensação de pertencimento cultural. Sou um escritor cubano e vivo da realidade cubana como escritor.

P. A presidenta Dilma Rousseff leu e recomendou publicamente O homem que amava os cachorros. O que isso significou para você?

R. Fiquei lisonjeado, claro. Ela o recomendou ao Lula também e, por conta disso, encontrei com ele em São Paulo há alguns dias. Fui recebido no Instituto Lula como uma estrela de cinema… Um amigo me perguntou: “Mas como você conseguiu se encontrar com o Lula?”. Eu lhe disse que, se fosse brasileiro, talvez não conseguisse, mas o fato é que fiquei feliz. Simpatizo com ele por sua história de vida e por tudo o que fez pelo país.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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110 comentários

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Feminista Xiita

14 de julho de 2015 às 04h41

Minha contribuição está no meu blog. Dois capítulos de uma novela político pornô: “50 tons de Dilma” http://reflexoesdeumavulva.blogspot.com.br/

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ironmenSp

13 de julho de 2015 às 18h55

Puxa que Ironia, Tenho um amigo antipetista e golpista que comprou Esse Livro E recomendou le-lo. Mas agora já estou ate vendo ele falar mal do Padura e queimar esse livro Kkkkkkkkk. Ser Trouxinha não tem vida fácil..

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Beth Andrade

13 de julho de 2015 às 20h52

Que lindas palavras, eu também! #LulaLá2018! #ViceLucianaGenro, gosto de utopias…

Responder

Daniela Figueiredo

13 de julho de 2015 às 20h43

O livro dele mais famoso, O homem que amava os cachorros, é incrível.

Responder

Victor Siqueira

13 de julho de 2015 às 09h59

Miguel. Estive na Venezuela esse fds e depois de ler sobre sua visita achei que encontraria um pais maravilhoso, sem pobreza ou desigualdade social, mas o que encontrei foram mercados sem mercadorias, as pessoas fazem rodizio para compra as coisas, falta sabonete para o banho. A moeda deles é desvalorizada, com 100 reais lá você é Rei. É isso que você quer para o Brasil seu socialista maluco ?

Acho que o dinheiro do PT balançou seu cerebro. Vai morar na venezuela seu doente!

Responder

    Miguel do Rosário

    13 de julho de 2015 às 11h51

    Nunca falei em “país maravilhoso, sem pobreza ou desigualdade social” e nos posts abordei a questão da falta de gêneros, dizendo que não podíamos confundir esse tipo de problema com questões de ordem democrática. Arábia saudita e China não enfrentam nenhum tipo de falta de viveres mas não são democracias. Confira os dados da onu, e verificará que a Venezuela foi o país, em todas as Américas, que mais avançou em termos do idh, educação e segurança alimentar.

    Responder

Wilde Gomes

13 de julho de 2015 às 10h45

Idem.

Responder

Renato Talarico

13 de julho de 2015 às 03h29

COM DEMOCRACIA QUEREMOS MONARQUIA !! https://www.facebook.com/Brasil.Monarquia?fref=ts

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DennysLucas Xavier

13 de julho de 2015 às 03h24

Ufa realmente tá difícil conviver com este clima derrotista dos blogues ditos progressistas…

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Ingrid Mariana

12 de julho de 2015 às 23h59

Muito bom! Vai pra minha lista de leitura no projeto “expansão dos horizontes”… Obrigada por trazer essa bela entrevista pra nós: cafézinho amargo sem perder a doçura.

:D

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Mariza Vandresen

13 de julho de 2015 às 02h30

Jamais te abandonarei o cafézinho

Responder

Carlos Alberto

13 de julho de 2015 às 01h19

Até a implantação da Corrupção desenfreada no país.?

Responder

José Carlos Brizolla

13 de julho de 2015 às 01h12

Padura vai tomar no …

Responder

Jose Srur

13 de julho de 2015 às 00h43

Mas é uma pena que a mídia independente atinja um pequeno contingente. Hoje estive numa reunião na zona oeste do Rio e fiquei impressionado com o que a mídia tradicional faz na cabeça das pessoas, sobretudo as que mais foram beneficiadas pelos governos petistas.Todos os presentes usavam a mesma argumentação da Veja , da rede Globo e demais meios.De nada adiantava argumentar que os fatos que discutíamos mereciam uma análise mais crítica e que levasse em consideração outras visões. Mais uma vez me senti um velho lobo solitário diante de uma turma que destilava ódio e rancor contra o governo e justamente por pessoas que mais se beneficiaram de conquistas sociais e financeiras dos governos petistas.Lamentavelmente os governos petistas não souberam ou se acovardaram diante da avalanche midiática contra o PT. Esta batalha perdemos de goleada.

Responder

Ruth Helena Fonseca

13 de julho de 2015 às 00h39

Também simpatizo!

Responder

Antonio Tony Piu Pinto

13 de julho de 2015 às 00h36

Eu, também!

Responder

Hilton Guimarães

12 de julho de 2015 às 23h42

No seu caso Ozéas Luiz Mainenti Simões deve ser mesmo!

Responder

Hilton Guimarães

12 de julho de 2015 às 23h05

Não liga não Vanderlei Jesus. Quem defende bandido condenado não deve ser boa pessoa.

Responder

Iracema Lima

12 de julho de 2015 às 23h04

Política pesada mesmo, pura baixaria no seio dos podres poderes. Tá tirando o humor de qualquer um… #ForçaLulaDilmaNósTambém

Responder

Cibele Lemos da Silva

12 de julho de 2015 às 22h17

Não sabe de nada…inocente.

Responder

Antonio Pereira Lopes Leal

12 de julho de 2015 às 21h32

O Lula é o ex-presidente brasileiro mais premiado em toda a história, por sua luta contra a fome do nosso povo e agora pelo mundo. Lula em 2018 estamos juntos!!.

Responder

Rosi Augusto

12 de julho de 2015 às 20h01

Eu votei nela e quero q ela termine seu mandato.

Responder

    Tony

    13 de julho de 2015 às 16h58

    Está a ficar difícil para a “mulher sapiens” permanecer no cargo…

    Responder

Luiz Fernando Salomon Pinto

12 de julho de 2015 às 19h59

Por tudo o que ele fez pelo país, o Sergio Moro vai meter ele no xilindró!

Responder

Isabel Gomes

12 de julho de 2015 às 19h29

Isso ai ! Animo forte pq já estivemos muiiiito pior !

Responder

João

12 de julho de 2015 às 16h10

Operação JADE HELM: Pentágono admite se preparar para agitação civil em massa

Publicado em 14 maio de 2015

Foi relatado que os funcionários do Departamento de Defesa admitiram que o Pentágono está se preparando para uma agitação civil em massa.

Muitos analistas declararam que setembro seria o período de alguma crise. Existem vários fatos geradores possíveis, incluindo a possível dissociação do yuan do dólar, pela China.

É lamentável a maioria dos americanos recusar-se a aceitar o que não é divulgado pela mídia tradicional ou aceito pelos políticos e pelas elites empresariais.

Mas a sinalização de colapso está à mostra em todos os lugares para qualquer pessoa disposta a fazer um esforço para ler. Ignorar a realidade é um caso de pura estupidez, de ignorância negligente ou de recusa deliberada.

A maioria das pessoas escolheu negligenciar os exercícios da “Jade Helm” que começam “oficialmente” no mês que vem e que vão até meados de setembro.
Nota: de 15 de julho a 15 de setembro de 2015, as forças armadas dos EUA estarão realizando um exercício militar maciço em nove estados, em uma operação chamada de Jade Helm.
http://www.truthandaction.org/operation-jade-helm-massive-military-drill-across-7-states-unconventional-warfare/

Houve milhares de relatos de exercícios militares em andamento e da movimentação maciça de equipamentos militares por ferrovia e rodovia em muitos estados, inclusive aqui no Colorado.

Muitos têm notado eventos isolados que indicam que os mercados obrigacionistas mundiais sofreram abalos de pré-colapso.

Responder

Lucão Renata

12 de julho de 2015 às 19h05

#DILMAESTAMOSCOMVOCE

Responder

Pedro

12 de julho de 2015 às 15h45

No próximo dia 15 de Julho, os EUA vão começar o maior treinamento militar de toda a sua história chamado : Jade Helm.
O logotipo da operação são 3 espadas como a seguinte inscrição abaixo:
The Master of the Human Domain.

https://seashoremary.files.wordpress.com/2015/04/jade-helm-master-the-human-domain.jpg

O logotipo alude ao 3 de espadas do tarot que é chamado: Dor.
É o intelecto, (o ar) dominando a emoção ( a agua).

Segundo o Livro de Thot significa:
DOR
TRÊS DE ESPADAS
Binah, a Grande Mãe, rege aqui o domínio
do ar. Este fato envolve uma doutrina
extremamente difícil que é mister estudar extensiva e minuciosamente em The Vision
and the Voice, Aethyr 14.
Binah não é aqui a Mãe benéfica que completa a trindade com
Kether e Chokmah.
Ela representa a escuridão do Grande Mar, o que é acentuado pelo
domínio celestial de Saturno em Libra.
Esta carta é escura e pesada; é, por assim dizer, o útero do
caos.
Há uma intensa paixão à espreita para criar, mas seus filhos são monstros. Isto pode significar a suprema transcendência da ordem natural. Há
segredo aqui, e perversão.
O símbolo representa a grande espada do mago, ponta para cima; ela intercepta a união de duas pequenas Espadas curvas. O impacto destruiu a rosa. Ao fundo, a tempestade se prepara sob um noite implacável.

O que pode significar isto?
Provavelmente os EUA já estão se preparando para uma intervenção na América do Sul devido a inevitável que queda dos governos de esquerda.
Como o Miguel falou no texto, muitos grupos de esquerda se tornariam subsersivos, e começariam a praticar atos de hostilidade, desestabizando a ordem social.
O Jade Helm portanto deve ser um treinamento para identificar grupos hostis no seio da sociedade e captura-los.

Responder

    Marcos

    12 de julho de 2015 às 16h49

    “O exercício propõe testar a população diante de um governo impopular e fora de controle. Os militares vão trabalhar com forças locais para aplicar as suas directivas de controlar civis e Estados numa pressuposta guerra civil e revoltas de grande impacto.”

    Responder

Ana Letycia Crespo

12 de julho de 2015 às 18h25

Kkkkkkkkkkkk

Responder

José Mauricio Angelini Figueiredo

12 de julho de 2015 às 18h15

Mito da roubalheira e da pilantragem!
Candidato ao Nobel da Paz????
Pede para ele explicar a morte do Celso Daniel e do Toninho do PT que era prefeito de São José dos Campos!

Responder

    Luiz Carlos

    12 de julho de 2015 às 16h57

    Miguel, está entrando uma horda de idiotas fascistas e/ou coxinhas ‘globais’ (o que é quase a mesma coisa) aqui neste blog. Meu Deus, só falam besteira e parece que se levam a sério!

    Responder

Vanderlei Jesus

12 de julho de 2015 às 17h58

Prudente ou Venceslau o duvida qual a melhor

Responder

Vanderlei Jesus

12 de julho de 2015 às 17h57

Lula para presidente

Responder

Eudes Machado

12 de julho de 2015 às 17h55

Vanderlei vc foi muito feliz em seu comentário!!! Perfeito!!!

Responder

Vanderlei Jesus

12 de julho de 2015 às 17h03

Odeias e Simone faço os comentários pelo que eu penso por que não dependo partido nenhum continuar só que não defendo bandido como esse partido que vocês defende aliás pra terminar gente honesta não defende bandido

Responder

Ninha Senna

12 de julho de 2015 às 16h58

Sabe nada inocente

Responder

Hiran Farinon

12 de julho de 2015 às 16h43

PADURA OU PAPUDA????

Responder

Mauro Soido Falcão

12 de julho de 2015 às 16h42

Vc olha o perfil dessa gente so tem funcionario publico quer que o mundo acabe em barranco para morrer encostado!!

Responder

Mauro Soido Falcão

12 de julho de 2015 às 16h41

Vanderlei, não acredito que você perde seu tempo discutindo com petista!!! Deixa falando sozinha!!!! Kkkk

Responder

Mauro Soido Falcão

12 de julho de 2015 às 16h40

Esse cafezinho é na verdade, um jornalzinho de piadas disfarçadas! Ou então o porto seguro de alento para petista em crise de existência, ou abalado mas querendo fugir da realidade que é a corrupção e incompetência desse governo horroroso!

Responder

Gustavo Lima

12 de julho de 2015 às 16h33

Depois de uma dessa eu parava de ler e jogava no lixo

Responder

Gustavo Lima

12 de julho de 2015 às 16h33

Obrigado lula por ter nos roubado todo esse tempo

Responder

Jorge Alexandre Lucas

12 de julho de 2015 às 16h05

Concordo cristina

Responder

Dulce Maria

12 de julho de 2015 às 15h54

Desinformado e manipulado. Basta uma frase para conhecer o pensamento de um analfabeto político !!!!

Responder

Ozéas Luiz Mainenti Simões

12 de julho de 2015 às 15h40

Vanderlei

Responder

Luiz Vitali

12 de julho de 2015 às 15h38

Entenda porque os EUA querem acabar com o BRICS e por isso apoiam os entreguistas tucanos no Brasil (a Petrobrás também é mais um motivo).

??Em 3 minutos tudo o que você precisa saber sobre a posição de Putin em relação à Ucrânia

https://www.youtube.com/watch?v=KMQ5srv8g9o

Responder

    Gustavo Lima

    12 de julho de 2015 às 16h36

    Graças a deus q eles querem acabar não quero viver num pais como Rússia e China e muito menos cuba

    Responder

    Luiz Vitali

    12 de julho de 2015 às 16h41

    Os EUA não dispensam os investimentos chineses mas isso alguém que fica de quatro para os americanos nunca vai conseguir perceber.

    Responder

Simone Santos

12 de julho de 2015 às 15h36

E curtir o próprio comentário, confirma o que eu disse

Responder

Simone Santos

12 de julho de 2015 às 15h35

Sim, um curto comentário que resume a sua burrice completa

Responder

João DaSilva

12 de julho de 2015 às 15h25

Figurinha ignorante e insultuosa, essa ludijane, hein. Tipico de fascistas, só entram em discussões peã ofender, atacar, insultar. Eles só tem ódio, não tem qualquer proposta – a não ser voltar ao que era antes. Querem mesmo é a volta da república de banana. O argumento pra isso é só o amor: pelo Brasil e pelo povo brasileiro, que os fascistas tanto odeiam com ódio cada vez mais mal-disfarçado (daí tanta gente ‘indo pra Miami’, tanta gente ‘tendo vergonha do Brasil’, etc, etc. É ódio ao próprio pais e à sua própria brasilidade. Aparece cada vez mais claro…).

Responder

Edilamar Ds

12 de julho de 2015 às 15h21

Não parem de denunciar o #golpe da direita e PIG

Responder

Regina Nilson Filho

12 de julho de 2015 às 15h15

O Cafezinho, simboliza, hoje, o que ha de mais serio, elucidativo e inteligente, dentro desta midia, fascista e imoral, manipuladora de informacoes falsas!

Responder

    Marcelo Escobar

    12 de julho de 2015 às 19h37

    Sempre foi preferível ler algo que o próprio indivíduo gostaria de dizer, mesmo que não represente a verdade!

    Responder

    Eliana Beatriz Sartoretto Matte

    12 de julho de 2015 às 21h23

    Marcelo Escobar, conte-nos como é amar mais os cães do que os menores infratores? Dê-nos também sua opinião sobre as recentes declarações do Papa Francisco. Estamos curiosos.

    Responder

    Marcelo Bruno

    12 de julho de 2015 às 21h24

    Hahahahaha…

    Responder

    Hiran Farinon

    13 de julho de 2015 às 16h52

    Eliana Beatris quantos menores infratores tu abriga na tua casa……ou quantos tu anda protegendo…???? e quanto tu ganha de bolsa familia ????? ja pagou a conta da luz esse mes ou é mamãe que paga???

    Responder

José Mauricio Angelini Figueiredo

12 de julho de 2015 às 15h10

Por que ele ferrou com o país?
Esse cara é masoquista!

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    Miguel do Rosário

    12 de julho de 2015 às 12h52

    Por que ele ajudou os mais pobres a melhorar de vida. Ou você não ouviu falar nisso?

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Simone Santos

12 de julho de 2015 às 15h02

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Simone Santos

12 de julho de 2015 às 15h02

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Lulu Pereira

12 de julho de 2015 às 15h01

fazer muita yoga e ciclismo pra aguentar o tranco e combater o nazi fascismo da globo etc

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Eliseu Oliveira

12 de julho de 2015 às 14h56

Parecem irmão de sangue rsrs, por uma enorme coincidência eu estou lendo o Livro.

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Denise Quintanilha Macedo Macedo

12 de julho de 2015 às 14h49

Legal, gostei , ontém fiquei meio em pânico mas somos humanos e temos altos e baixos e tem outra coisa ninguém tem sangue de barata !!!!

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Vanderlei Jesus

12 de julho de 2015 às 14h45

Cafezinho não é imprensa é um clube de adoradores do P…

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Alcebíades Cid Pereira

12 de julho de 2015 às 14h41

O cafézinho é como panacéia universal.acorda,cura dor de cabeça,ressaca e até dor de corno,menos pra pastores,Beocios-nários da vida e afins.,

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Manoel Carlos Pego Saisse

12 de julho de 2015 às 14h38

Vc poderia adotar o expediente da Socialista Morena e apagar os comentários grosseiros como as figuras que foram postadas acima

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Manoel Carlos Pego Saisse

12 de julho de 2015 às 14h36

Aprovadissimo

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Paulo José

12 de julho de 2015 às 14h34

Ai dentro ?!!!!!!

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horta

12 de julho de 2015 às 11h27

“Jornal Nacional – Depressão com hora marcada”.

Vocês, para levantar o astral de forma realista, peçam para que as comunicações do Governo criem propagandas de divulgações das muitas realizações que fazem e programem para veiculação em todos os sites. De forma que combatem o baixo astral do PIG e vocês saem deste círculo vicioso que o PIG criaram para vocês.

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Jo Jabaquara Vieira

12 de julho de 2015 às 14h27

É difícil levantar cachorro morto! E muito pior dar moral aos enganadores.

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Cristina Biazus

12 de julho de 2015 às 14h27

Concordo, os tempos estão difíceis e precisamos estar alerta. Porém , não podemos cair no pessimismo.

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Ludijane Prado

12 de julho de 2015 às 14h27

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    Yara Nastari Guardado

    12 de julho de 2015 às 14h34

    Responder

    Isabel Sipahi

    12 de julho de 2015 às 14h37

    Ela nunca diria isso

    Responder

    Ludijane Prado

    12 de julho de 2015 às 15h11

    Bruna Souza educação eu já venho tendo a 12 anos…Chega uma hora que vc cansa de ser roubado, que vc tem a ctz que para produzir nesse país precisar fazer coisas erradas e vc não tem essa índole…Vc é muito novinha não tem experiência para querer dar lição de moral nem numa criança.Se vc como eu tivesse uma empresa que que lá trás davam 200 empregos e teve que demitir 80% dos funcionários, pais de famílias, se vc acordasse td dia com a notícia que os juros subiram, combustível, energia…E tudo isso pela corrupção e incompetência dessa quadrilha vc com ctz ia estar mais revoltada do que eu.Antes de julgar se ponha no lugar dos outros…Mesmo vc sendo uma criação tenha maturidade para não falar merda…Vai montar uma empresa pra ti e daqui 3 anos vc me diz o quanto vc é educada quando for falar desses canalhas…

    Responder

Ludijane Prado

12 de julho de 2015 às 14h27

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    Yara Nastari Guardado

    12 de julho de 2015 às 14h34

    Responder

      Anônimo

      12 de julho de 2015 às 19h44

      Ih! Ludijana, mesmo da própria Vênus, mas de pedra, e no seu c* sem dono, vai doer, viu?

      Responder

    Yara Nastari Guardado

    12 de julho de 2015 às 14h34

    Vai vc sua pobre. Brega

    Responder

    Isabel Sipahi

    12 de julho de 2015 às 14h37

    Ela nunca diria isso

    Responder

    Bruna Souza

    12 de julho de 2015 às 14h58

    Adoro gente que acha que tá tudo ruim e o máximo que consegue fazer para mudar o país é postar no face ofensas contra Dilma e o PT. A mudança do nosso país vai muito além de qualquer governo. Depende de nós também e ter educação é um bom começo já.

    Responder

    Ludijane Prado

    12 de julho de 2015 às 15h14

    Alfredo Leitão quem gosta de rola é tu seu viadão…Deve está com a boca cheia d’gua.Tenha vergonha na cara depois de velho defendendo ladrões e ser viadão.

    Responder

    Ludijane Prado

    12 de julho de 2015 às 15h15

    Alfredo Leitão teu filho deve ter vergonha de te seu FDP…

    Responder

    Ludijane Prado

    12 de julho de 2015 às 15h17

    Um cara velho como vc defendendo o PT com certeza é um derrotado que precisa disso para sobreviver.

    Responder

      Anônimo

      12 de julho de 2015 às 19h59

      Pro povo que você conhece da Oscar Freire ou da Visconde de Pirajá será o maior sufoco, eu garanto.

      Responder

    Manoel Carlos Pego Saisse

    12 de julho de 2015 às 15h21

    Posso ter minhas divergências com o pessoal da direita mas tenho que admitir que eles são letrados. Todos leram Schopenhauer, principalmente o “Como Vencer uma Discussão Sem Ter Razão”, argumento :38) Último estratagema: Argumentum ad Personam
    “Quando percebemos que o adversário é superior e que acabará por não nos dar razão, então nos tornamos pessoalmente ofensivos, insultuosos, grosseiros. […] O objeto é deixado completamente de lado e concentramos o ataque na pessoa do adversário, e a objeção se torna insolente, maldosa, ultrajante, grosseira. Essa regra é muito popular, pois não requer grande inteligência e todo mundo é capaz de aplicá-la, por isto é usada com frequência.”

    Responder

    Ozéas Luiz Mainenti Simões

    12 de julho de 2015 às 15h44

    @Ludijane Prado

    Responder

    Ozéas Luiz Mainenti Simões

    12 de julho de 2015 às 15h45

    Ludijane

    Responder

    Ozéas Luiz Mainenti Simões

    12 de julho de 2015 às 15h46

    Ludijane

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Carlos Alencar

12 de julho de 2015 às 14h24

Responder

Carlos Alencar

12 de julho de 2015 às 14h24

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Vini Akhenaton

12 de julho de 2015 às 14h21

Manda p meu face com seu comentario d introdução ao texto

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Guilherme Augusto Zacharias

12 de julho de 2015 às 14h20

Meu presidente!!!!

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Guilherme Augusto Zacharias

12 de julho de 2015 às 14h20

Mito esse homem!!!

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Oneide Horst

12 de julho de 2015 às 14h19

é isso mesmo, a gente tem que ser o mundo que quer construir.

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Oneide Horst

12 de julho de 2015 às 14h19

é isso mesmo, a gente tem que ser o mundo que quer construir.

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