Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

A quem interessa atrasar os programas estratégicos brasileiros?

Por Redação

05 de janeiro de 2016 : 20h50

por Narciso Alvarenga Monteiro de Castro, no Viomundo

Em 14 de junho de 2012 foram comemorados os trinta anos do fim da Guerra das Malvinas entre o Reino Unido e a República Argentina, que, como todos sabem, terminou com a rendição dos soldados argentinos em Porto Stanley.

Foi a primeira “guerra tecnológica” e precedeu outra, a Guerra do Golfo, onde os artefatos high-tech puderam ser demonstrados aos olhos do mundo e em tempo real.

Para nós, brasileiros, as lições mais importantes do conflito, além de testemunhar o heroísmo dos soldados portenhos e principalmente de seus pilotos de caça, foram: os Estados Unidos (e de resto a Europa) se alinham automaticamente aos seus e um submarino de propulsão nuclear deixa fora de ação toda uma esquadra convencional.

Um pouco antes, a Marinha do Brasil já ensaiava os primeiros passos buscando o domínio do ciclo atômico, com os Almirantes Maximiano da Fonseca, Mário Cezar Flores, Álvaro Alberto e, principalmente, o Vice-Almirante Dr. Othon Luiz Pinheiro da Silva.

Para um país de larga extensão costeira, fica claro que a estratégia baseada na dissuasão é a mais eficaz. Os primeiros submarinos da esquadra foram adquiridos em 1914 de procedência italiana. A tradição de construção de navios em nossas terras vem antes de 1808, com a chegada de D. João VI e nunca foi interrompida, apesar dos altos e baixos.

Hoje, o país pode se orgulhar de dominar a sensível tecnologia da construção de submarinos ou submersíveis, adquirida da Alemanha. Mais recentemente, um acordo estratégico assinado com os franceses deu um passo além: a aquisição de tecnologia para projetar submarinos, que ao final, capacitará o país a lançar o seu primeiro submarino de propulsão nuclear.

Um submarino convencional é movido a motor diesel e baterias. Segundo o Contra-Almirante Othon tal embarcação não passa de um jacaré ou uma foca, fácil de ser abatida. A explicação é simples. Para submergir, os motores precisam ser desligados, pois produzem gás, que não teria como ser expelido devido a maior pressão.

Então, o tempo que um submarino convencional pode ficar escondido (stealth) é o tempo de duração de suas baterias, uns poucos dias. Ao subir à superfície, para recarregar as baterias e o ar, pode ser facilmente abatido, pois, além disso, é muito lento.

Um submarino de propulsão nuclear pode ficar meses embaixo da água, o tempo que os seus tripulantes aguentarem sem sofrer um colapso nervoso. É muito mais rápido, devido ao seu propulsor, um reator atômico, que utiliza urânio enriquecido a 20%, o U-235.

Fica clara a opção escolhida pelos que pensaram a Estratégia Nacional de Defesa (que não pode ser separada da Estratégia Nacional de Desenvolvimento).

Somente cinco países constroem submarinos com propulsão nuclear: Estados Unidos, Reino Unido, França, China e Rússia, todos membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.

Apenas três países dominam todo o ciclo do combustível atômico e possuem reservas de urânio: os Estados Unidos, a Rússia e o Brasil.

Nosso país tem mais de 300 mil toneladas de urânio em suas jazidas, sendo que somente um terço delas foi prospectada. O consumo hoje é de mil toneladas/ano, o que seria suficiente para mais de 300 anos de fornecimento.

O Brasil na década de 80 assinou um tratado de salvaguardas com seu vizinho argentino. Foi um tratado equilibrado, pois previa reciprocidade. Muitos anos depois, foi obrigado a assinar um tratado de não proliferação nuclear, no final do governo de Fernando Henrique, visivelmente desequilibrado, pois só previu obrigações para o lado brasileiro, sem nenhuma contrapartida das grandes potências.

Tentam fazer que o país assine um “protocolo adicional” que pode significar que o país abra sua tecnologia nuclear aos estrangeiros. Nenhum país do mundo fornece ou vende tecnologia nuclear sensível, como ficou claro no acordo nuclear Brasil-Alemanha na década de 70 do século passado, aliás, ainda em vigor.

Por tudo isso, soa muito estranha a prisão do Vice-Almirante R1 Othon Luiz, ocorrida na chamada 16a fase da Operação Lava Jato, por supostos recebimentos de 4,5 milhões de reais, na construção da Usina Angra 3.

Othon já foi investigado pelas próprias Forças Armadas e foi inocentado na década de 90, sendo certo que diversos comandantes militares não simpatizavam com seus projetos ou seus métodos.

Some-se a isto, a campanha contra a Petrobrás, que estava em franca expansão com as descobertas do Pré-sal, bem como a prisão do Presidente da Odebrecht.

O desenvolvimento do reator que equipará o subnuc brasileiro vai sofrer atrasos e os vinte técnicos terão que ser remanejados com o contingenciamento das verbas, devido a intensa campanha da mídia, que acompanha o desenrolar da Operação Lava Jato.

O projeto do VLS (veículo lançador de satélites) vem sofrendo constantes abalos e até suspeita de sabotagem. O moderno avião transporte de cargas e tropas, o KC-390 da Embraer, também sofrerá atrasos, devido ao ajuste fiscal do governo Dilma.

É inconcebível que um suposto combate à corrupção possa conduzir ao desmonte em programas estratégicos da nação. Seria até risível se pensar que americanos, russos ou franceses encarcerariam seus heróis, seus cientistas mais proeminentes, ainda que acusados de supostos desvios.

Portanto, somente aos estrangeiros ou seus prepostos no país, pode interessar o atraso ou o fim dos programas estratégicos brasileiros. É mais que hora de uma intervenção do governo ou, no mínimo, uma supervisão bem próxima da nossa Contra Inteligência para a verificação do que realmente está por trás das investigações da PF (FBI? CIA?), MPF e dos processos a cargo da 13a Vara Federal de Curitiba.

Narciso Alvarenga Monteiro de Castro é Juiz de Direito do TJMG

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59 comentários

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Diego

07 de janeiro de 2016 às 10h33

Tucanos e mídia entreguistas, lava jato e cia.

Responder

Ronaldo Togeiro Ferreira

07 de janeiro de 2016 às 01h06

sacoisa feita nos dominios do ps#db altamente suspeita.

Responder

Jose Marcos Guimaraes

06 de janeiro de 2016 às 20h30

Brothers Koch!!!

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Clodoveu Santos

06 de janeiro de 2016 às 18h45

Alguém duvida que estão tentando enfraquecer a Petrobrás? Alguém acha normal um cientista que está desenvolvendo tecnologia estratégica seja preso sem uma grande justificativa?

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Luis Neto

06 de janeiro de 2016 às 17h33

Os golpistas sabem a quem…

Responder

Felipe Pereira Domingues

06 de janeiro de 2016 às 13h53

Ao fantasma da ópera.

Responder

Marcelo Tescaro

06 de janeiro de 2016 às 03h39

Genial!!

Responder

Antenor Nicolau

06 de janeiro de 2016 às 03h03

Tudo verdade, o futuro estratégico do país na mão do juizeco tucano. Já passou da hora dessa história do almirante ser esclarecida.

Responder

Francisco Das Chagas Lemos

06 de janeiro de 2016 às 01h26

Corromperam até o Brigadeiro.

Responder

Francisco Das Chagas Lemos

06 de janeiro de 2016 às 01h24

USA

Responder

Lívio Adelson

06 de janeiro de 2016 às 00h48

Direita, estrategicamente serviçal aos EUA. Sabemos que o Brasil é uma potência, mas os gangsters (psdb, pmdb, dem, pp e aliados mafiosos) não o deixam crescer.

Responder

Marcelo Ribeiro

06 de janeiro de 2016 às 00h46

Chega a ser ridicula (para nao dizer esquizóide, psiquiatricamente falando…) a teoria conspiratória elaborada pelo chamado “o cafezinho” para tentar virar a mesa e jogar em cima da PF (Pasmem!!!) a culpa do sucateamento dos programas de tecnologia e, até mesmo, da prisão por crime de corrupçao de alguns que se beneficiaram do processo de incorporaçao de tecnologia no país. Sério… Vocês são patéticos! Kkkkkkkkkkkk…

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    Artur Pavanelli Valsi

    06 de janeiro de 2016 às 01h06

    patético mas vc está aqui seguindo a página… estamos de olho

    Responder

    Marcelo Ribeiro

    06 de janeiro de 2016 às 01h24

    Não segui a página. Como pôde comprovar, não faço parte do público alvo, que curte este tipo de devaneio. Uma amiga curtiu e ela apareceu na minha “timeline”. Não me aguentei depois de ler tanta bobagem!

    Responder

    O Cafezinho

    06 de janeiro de 2016 às 01h57

    Coxinhas são muito entreguistas. É impressionante. Se o almirante quisesse ganhar alguma coisa teria ficado bilionário vendendo nossa tecnologia.

    Responder

    Marcelo Ribeiro

    06 de janeiro de 2016 às 02h24

    Vendendo nossa tecnologia??? A mesma tecnologia que não nos permitiu fabricar nenhum submarino ou, sequer iluminar mais do que meia duzia de cidades através da exploraçao da energia nuclear em usinas sucateadas??? Conte mais sobre o s seus delírios… Estou achando mesmo interessante isto!

    Responder

    Luiz Antônio

    06 de janeiro de 2016 às 02h51

    Estamos fabricando submarinos sim! E já fabricamos…

    Responder

    Marcelo Ribeiro

    06 de janeiro de 2016 às 02h53

    Então posso dormir tranquilo hoje! Ufa…

    Responder

    Edward Chaddad

    06 de janeiro de 2016 às 03h12

    Marcelo Ribeiro A ignorância é uma benção. Pense nisto!

    Responder

    Edward Chaddad

    06 de janeiro de 2016 às 03h12

    Marcelo Ribeiro Ah, e durma tranquilo, o sono dos alienados.

    Responder

    Marcelo Ribeiro

    06 de janeiro de 2016 às 08h23

    Que bom que temos sabichões para pensar por nós, pobres alienados, não é mesmo?

    Responder

    Jefferson Banderó

    06 de janeiro de 2016 às 08h33

    Marcelo Ribeiro As usinas foram adquiridas pelos governos militares, e realmente já eram ultrapassadas nessa época, mas nunca houve panelaço por conta disso

    Responder

    Helio Gaziolla

    06 de janeiro de 2016 às 11h06

    Marcelo Ribeiro vai para Miami, lá você vai dormir tranquilo e não vai encher o saco de ninguém.

    Responder

    Jorge

    06 de janeiro de 2016 às 09h26

    Patético é “brasileiros” que só nasceram mas na verdade não merecem ser brasileiros, os que sugam e os que não acreditam no Brasil! Um país com dimensões continentais e uma riqueza (pré-sal) com potenciais em quantidades que por enquanto, se sabe de montantes que superam os 8 trilhões de dólares, desperta os “olhares” do Mundo e com uma costa como a nossa tão grandiosa, tem e deve ser patrulhada com a melhor tecnologia! A tecnologia de enriquecimento de urânio já é dominada por nós a décadas, além de possuirmos as maiores reservas desse elemento ou seja, não há necessidade de importá-lo. Investigação de qualquer mal feito tem e deve ser feita porém desde que não atrapalhe os assuntos de interesse nacional como a defesa. Urge a necessidade de pararmos de “eternamente os aplaudirmos” os gringos, além disso temos que nos interessar mais pelos assuntos estratégicos como o de defesa nacional, afinal se os estrangeiros são tão admirados, porque não “copiá-los” nesse sentido, uma vez que eles defendem, com “unhas e dentes” toda a sua riqueza, o que no mínimo é um questão de lógica!

    Responder

    Daniel Alves

    06 de janeiro de 2016 às 11h57

    O conhecimento que o almirante Othon tem vale bilhões e qualquer país do mundo o pagaria. Prender o almirante por SUPOSTO desvio de 2,5 milhões é estranho!!!

    Responder

    Sidnei Santos

    06 de janeiro de 2016 às 12h58

    Realmente é ridículo…o seu comentário.

    Responder

    Luã Freire

    06 de janeiro de 2016 às 13h07

    o playboy cagou-se, vai te limpar imbecil

    Responder

    Daniel Alves

    06 de janeiro de 2016 às 13h41

    Marcelo RibeiroRibeiro , o Brasil é o país que enriquece urânio em menos tempo e a um custo mais barato do que qualquer outro. Acredita na inteligência da gente!!

    Responder

    Roosevelt Rodrigues Barbosa

    06 de janeiro de 2016 às 14h32

    Esse menino Marcelo deve ter votado do Aecio, esse sim o senador nota DEZ

    Responder

    Marcelo Ribeiro

    06 de janeiro de 2016 às 16h17

    Fico impressionado pelas deduções brilhantes ao meu respeito! Kkkkkkk… Não dá pra esperar muita coisa de quem acredita em teoria da conspiração do Imperialismo usando a PF brasileira e (quiça) Sérgio Moro, não é mesmo?

    Responder

    Daniel Alves

    06 de janeiro de 2016 às 16h47

    Marcelo RibeiroRibeiro procure se informar antes de expor seu nome ao ridículo.

    Responder

    Carlós Amorim

    06 de janeiro de 2016 às 17h34

    pois eu achei o texto do juiz do tjmg muito coerente

    Responder

    Marcelo Ribeiro

    06 de janeiro de 2016 às 17h46

    Daniel Alves, vc poderia me dar subsídios para informação, por favor? Estou carente de fatos e farto de falsas suposições e teorias mirabolantes.

    Responder

    Roosevelt Rodrigues Barbosa

    06 de janeiro de 2016 às 18h22

    Dedução brilhante a seu respeito ? Egocentrismo não se encaixa com ironia. Nota DEZ pra vc e pro grande senador. Não leve como ironia, suprassumo da clarevidência

    Responder

    Marcelo Ribeiro

    06 de janeiro de 2016 às 19h14

    Qualquer dedução generalista a meu respeito, feita em minutos, baseada em duas ou 3 opiniões que dei a respeito de um tema tão específico quanto este que estamos tratando mostra não só o brilhantismo, mas a sagacidade e a perspicácia de quem a emitiu. Afinal, como rotular alguém baseado em tão pouco, né Roosevelt Rodrigues Barbosa? Parabéns, só falta chamar agora de coxinha, fascista e golpista… Kkkkkkkk

    Responder

    Daniel Alves

    06 de janeiro de 2016 às 19h30

    Marcelo Ribeiro, sobre o que?

    Responder

    Marcelo Ribeiro

    06 de janeiro de 2016 às 19h32

    Não sei… Vc quem disse que eu preciso me informar, Daniel Alves…

    Responder

    Marcelo Ribeiro

    06 de janeiro de 2016 às 19h32

    Não sei… Vc quem disse que eu preciso me informar, Daniel Alves…

    Responder

    Daniel Alves

    06 de janeiro de 2016 às 19h40

    Sobre a nossa tecnologia nuclear você precisa saber que somos capazes de enriquecer urânio em menos tempo e mais barato do que qualquer outro país, graças a centrífuga que o almirante otho criou; sobre fabricação de submarinos, já os fabricamos faz tempo e sobre a possibilidade de existir partidarismo ou interesses estrangeiros na lava jato, basta ver que a esposa de moro é advogada do psdb, o cara vive dando palestras e sendo premiado pela sonegador a Globo e ver os dois pesos e duas medidas que ele trata os réus do psdb e PT.

    Responder

    Daniel Alves

    06 de janeiro de 2016 às 19h40

    Sobre a nossa tecnologia nuclear você precisa saber que somos capazes de enriquecer urânio em menos tempo e mais barato do que qualquer outro país, graças a centrífuga que o almirante otho criou; sobre fabricação de submarinos, já os fabricamos faz tempo e sobre a possibilidade de existir partidarismo ou interesses estrangeiros na lava jato, basta ver que a esposa de moro é advogada do psdb, o cara vive dando palestras e sendo premiado pela sonegador a Globo e ver os dois pesos e duas medidas que ele trata os réus do psdb e PT.

    Responder

    Daniel Alves

    06 de janeiro de 2016 às 19h48

    Os interesses estrangeiros são a quebra da odebrech, empresa que tá participando da retomada da indústria bélica brasileira e tava ganhando muitas concorrência se nos EUA. Agora que existe partidarismo na PF , existe. Tem gente de tudo quanto é partido lá mas tem mais tucanos. Soube que na campanha presidencial de 2014 tinha um gabinete de aecio dentro da pf com delegados fazendo campanha contra Dilma em Facebook e enaltecendo aecio.

    Responder

    Daniel Alves

    06 de janeiro de 2016 às 19h48

    Os interesses estrangeiros são a quebra da odebrech, empresa que tá participando da retomada da indústria bélica brasileira e tava ganhando muitas concorrência se nos EUA. Agora que existe partidarismo na PF , existe. Tem gente de tudo quanto é partido lá mas tem mais tucanos. Soube que na campanha presidencial de 2014 tinha um gabinete de aecio dentro da pf com delegados fazendo campanha contra Dilma em Facebook e enaltecendo aecio.

    Responder

    Marcelo Ribeiro

    06 de janeiro de 2016 às 20h11

    A tecnologia para enriquecimento de urânio já temos e realmente não é novidade, mas os submarinos somente previstos para 2023 e, mesmo assim, baseados em modelos obsoletos franceses de quem compraremos os equipamentos mais caros (exceto o reator). Sobre interesses estrangeiros em quebrar a odebrech… Me desculpe, ela não é a única envolvida em negociatas até o pescoço. O seu presidente está preso e nenhum juiz teve a coragem de autorizar um habeas corpus. Já sobre a PF… Dizer que havia um gabinete do Aecio lá dentro pq havia um grupo que declaradamente apoiava a sua eleiçao é demais. Em democracias, todos são livres para expor o seu voto se assim o quiserem, exceto os militares. Os professores, por sua vez apoiaram a Dilma, os empresários ao Aecio e por ai vai…

    Responder

    Marcelo Ribeiro

    06 de janeiro de 2016 às 20h11

    A tecnologia para enriquecimento de urânio já temos e realmente não é novidade, mas os submarinos somente previstos para 2023 e, mesmo assim, baseados em modelos obsoletos franceses de quem compraremos os equipamentos mais caros (exceto o reator). Sobre interesses estrangeiros em quebrar a odebrech… Me desculpe, ela não é a única envolvida em negociatas até o pescoço. O seu presidente está preso e nenhum juiz teve a coragem de autorizar um habeas corpus. Já sobre a PF… Dizer que havia um gabinete do Aecio lá dentro pq havia um grupo que declaradamente apoiava a sua eleiçao é demais. Em democracias, todos são livres para expor o seu voto se assim o quiserem, exceto os militares. Os professores, por sua vez apoiaram a Dilma, os empresários ao Aecio e por ai vai…

    Responder

Malu Porto

06 de janeiro de 2016 às 00h34

A quem? A quem?…

Responder

Paulinho Valero

06 de janeiro de 2016 às 00h24

Interessa aos Petebas. Dai podem faturar muito mais

Responder

Gladiston Reis

06 de janeiro de 2016 às 00h16

Ao PSDB kkkkkkkk para comprar dos Americanos kkkkkkk

Responder

Marcus Bari

06 de janeiro de 2016 às 00h13

Quem?…as empresas pretoliferas Yankees.

Responder

Felipe Henrique

06 de janeiro de 2016 às 00h11

Se teve falcatruas tem que pagar. Não interessa se é Almirante.
Agora, os projetos tem que serem levados adiante.
Os submarinos, a usina, o avião KC, o sistema de defesa, os caças, monitoramento das fronteiras, a implementação do satélite e por fim a construção de novos navios de guerra.

Responder

Jorge Espindula

06 de janeiro de 2016 às 00h08

A direita brasileira é a única no mundo que não é nacionalista.
Duvidam do que fez Santos Dumond, mas exaltam os irmãos Wright. No íntimo acreditam que Tiradentes teve o que mereceu, afinal se rebelar contra a corôa é o mesmo que não se submeter aos interesses americanos.
Algo como a teoria da dependência do velho vaidoso.
Viralatismo puro + entreguismo.

Responder

    Helio Gaziolla

    06 de janeiro de 2016 às 11h07

    Para ser sincero a direita brasileira é um bando de filhos da puta e baba ovo.

    Responder

Josias Vicente

06 de janeiro de 2016 às 00h06

#Lava-Dim-Dim#a#Jato

Responder

Carlos Alberto Guimarães

06 de janeiro de 2016 às 00h02

Selva!!

Responder

Carlos Alberto Guimarães

06 de janeiro de 2016 às 00h01

Responder

Roberto Oliveira

05 de janeiro de 2016 às 23h55

Malditos fascistas. Fascismo, traição é crime.

Responder

Marco Antônio Reis Júnior

05 de janeiro de 2016 às 23h54

Vai ser metralhado quem fizer isto!

Responder

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