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As movimentações para derrubar o atual diretor da PF

Por Miguel do Rosário

13 de fevereiro de 2017 : 08h37

No Tijolaço, há um post, publicado há pouco, com base em matéria no Estadão, informando que a Associação Nacional de Delegados da Polícia Federal (ADPF) “vai encaminhar” um pedido ao presidente Michel Temer para mudar o diretor-geral da Polícia Federal.

O diretor atual é Leandro Daiello Coimbra, e, como diz Fernando Brito, os delegados membros da Associação não poderiam ser mais ingratos, porque Coimbra jogou no campo do golpe e da Lava Jato o tempo inteiro, movimentando-se nos espaços “republicanos” abertos pelo lânguido ministro da Justiça.

Eu fui ao site da ADPF, e encontrei uma nota com o tal pedido publicada no sábado, dia 11.

Segundo a reportagem do Estadão, “a entidade atribui à gestão de Daiello a saída de delegados que integravam a força-tarefa da Lava Jato e vê risco de prejuízo às investigações com a permanência do atual chefe”.

No fundo, é uma grande comédia. Os delegados não estão preocupados com a Lava Jato, esse monstro de várias cabeças que todos tentam usar como pretexto para alguma coisa.

O que a ADPF deseja está bem explícito na nota divulgada em seu site e que o Estadão, curiosamente, não menciona.

A associação encaminhou ao presidente Michel Temer um ofício onde consta “o currículo dos três Delegados de Polícia Federal, de classe especial, escolhidos pelos Delegados para ocupar a Direção-Geral da instituição”.

O que a Associação quer, portanto, não é defender a pobre e indefesa donzela Lava Jato dos assédios do governo. Fosse assim, os delegados teriam que protestar, em primeiro lugar, contra um impeachment conduzido por Eduardo Cunha e outros corruptos envolvidos até o pescoço nas denúncias da Lava Jato, e, no entanto, a ADPF foi uma das tantas associações representantes das castas da burocracia, que se envolveram intensamente nas articulações para derrubar uma presidenta honesta.

O que a ADPF quer é escolher um nome seu para a diretoria da PF, aos moldes do que faz o MPF. É um movimento corporativo. Caso Michel Temer ceda às exigências da entidade, teremos uma PF mais corporativa do que já é, chantageando ainda mais o Executivo em troca de mais poder, mais autonomia, mais recursos.

Isso é o monstro do golpe ficando mais desenvolto, mais autoconfiante, e reforça a minha teoria de que o impeachment foi uma articulação de duas grandes forças, a mídia – e seu enorme contingente de zumbis – e as castas do serviço público, devidamente lideradas por dezenas de associações proto-maçônicas, invariavelmente reunindo a nata da extrema-direita corporativa das instituições.

O que a ADPF pretende, provavelmente, é emplacar um diretor ainda mais corporativo e reacionário que o atual. E isso sem falar de interesses mais sinistros, pois a PF não apenas movimenta bilhões de reais por ano, como é a organização mais diretamente envolvida na guerra ao crime organizado, em especial os tráficos de drogas e armas. Ter um diretor para chamar de seu na PF é um poder, portanto, que jamais poderia ficar em mãos de setores obscuros do corporativismo. É um cargo de absoluta confiança, exclusivo de um presidente da república, de preferência um presidente eleito pelo povo. O tipo de negociatas bilionárias envolvendo o crime organizado, que um diretor da PF corrupto poderia costurar, é incomensurável.

Mas a ADPF, em sua nota, diz que conta com a “sensibilidade” do presidente da república para mudar a diretoria da PF.

Quem sabe não é um movimento articulado até mesmo com o próprio núcleo duro do Planalto para emplacar um outro diretor, este sim, comprometido com o “fim da Lava Jato”?

Não seria nada surpreendente (aliás, é o mais provável) se Daiello caísse exatamente pelos motivos contrários alegados pela ADPF, ou seja, justamente por estar atrasando e impedindo a influência mais direta do núcleo duro do governo nas investigações da Polícia Federal, em especial na Lava Jato. Não podemos esquecer que Daiello ainda é do tempo da Dilma, o que significa que, mesmo golpista, ainda deve guardar um pouco dos escrúpulos éticos da gestão anterior.

Em outros termos, o próprio Moraes, ministro da Justiça prestes a assumir uma vaga no STF, pode ser o articulador da mudança da diretoria da PF, que ele, tucano inteligente e midiático, reveste com uma ficçãozinha narrativa qualquer.

A reportagem do Estadão, isso é bem evidente, não faz nenhum tipo de investigação sobre essa possibilidade. O jornalismo brasileiro há muito tempo perdeu a capacidade de monitorar e denunciar movimentos mais sutis das corporações. É fácil, neste sentido, manipular o jornalismo manipulador. Além do mais, o Estadão está defendendo o governo com unhas e dentes, e apoia a nomeação de Alexandre de Moraes para o STF, onde será revisor da Lava Jato.

Então há um grande teatro no ar. Os mesmos que denunciam movimentos do governo para “acabar com a Lava Jato” são aqueles que se articulam para apoiar o governo em tudo, inclusive em suas movimentações para controlar, de uma vez por todas, a Lava Jato.

Estou cada vez mais desconfiado, além disso, que a própria Lava Jato quer pôr fim a si mesma, e procuram algum tipo de final honroso, que inevitavelmente significará um bocado de pizza.

Os caras estão constrangidos com o estrago que fizeram. Não falo do golpe, que os operadores da Lava Jato não apenas apoiaram como participaram intensamente das conspirações que levaram a ele. Eu falo da crise econômica. Não sei se eles contavam que ela fosse tão profunda, embora qualquer pessoa com bom senso poderia prever que destruir o núcleo da economia brasileira, como era a construção civil e o setor de óleo e gás, não era uma boa ideia.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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28 comentários

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ANTONIO PAULO DA COSTA CARVALHO

13 de fevereiro de 2017 às 19h08

Os órgãos da repressão querem cada vez mais poder. Os políticos alimentam as raposas para não serem comidos. Mas as raposas são insaciáveis e comerão os políticos. Se correr o bicho pega, se ficar o ficho come.

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Thiago Moraes Marsiglia

13 de fevereiro de 2017 às 16h16

Davi Olegario Portocarrero Naveira, Felipe De Moraes Gonçalves Mendes

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André

13 de fevereiro de 2017 às 11h52

Tenho comentado com colegas que, mesmo quietos, cidadãos comuns têm a percepção da grave situação pela qual o país passa em que não há qualquer escrúpulo em várias das instituições que deveriam estar prestando serviços ao povo brasileiro pagador de impostos cuja parte substancial é transferida aos ótimos salários destes servidores. É lamentável que tudo isso possa se resumir a uma palavra: máfias!

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Robercil R. Parreira

13 de fevereiro de 2017 às 13h42

“Tirar #Dilma, colocar #MT com #STF, com Tudo, para #EstancarASangriadaLavaJato.” “Caju” segundo a Lista da Odebrecht.

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juca

13 de fevereiro de 2017 às 11h35

“Estou cada vez mais desconfiado, além disso, que a própria Lava Jato quer pôr fim a si mesma, e procuram algum tipo de final honroso, que inevitavelmente significará um bocado de pizza.”

Não precisa ficar desconfiado, pode ter a certeza de que é isto mesmo. Os facínoras estão loucos para arrumar uma saída menos desonrosa possível. Depois de anos de manipulação não podem simplesmente acabar com tudo. Com que cara ficariam os coxinhas midiotizados pela globo?
É possível que culpem o Lula por articular o fim da lava jato para que não seja preso por ela.
Esta bandidagem é capaz de tudo e para isto contam com a estupidez da maioria dos brasileiros.

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Pedro Lima

13 de fevereiro de 2017 às 10h20

Miguel do Rosario anda um pouco confuso com relação à Lava Jato. Ora diz que não há risco de que queiram acabar com a operação, ora diz que a própria Lava Jato quer acabar consigo mesma.

Parece que o jornalista não entendeu que a LJ tem dois momentos, articulados em torno de dois objetivos. O primeiro é destituir Dilma, acabar com a economia e empresas estratégicas brasileiras, inviabilizar Lula em 2018 e riscar o PT e tudo aquilo que cheire à trabalhismo social-democrata do mapa das possibilidades políticas do Brasil. Esse trabalho está quase no fim.

O segundo é garantir que os grupos que assaltaram o poder pós-impeachment possam voar em céu de brigadeiro para implementar as políticas neo-liberais que foram rechaçadas nas urnas. Para tanto, é imperativo se livrar dos “inocentes, idiotas e fascistas úteis”, aqueles membros da PF, dos MPs e do Judiciário que acreditam realmente que devem satisfações para a turma do “primeiro a Dilma, depois os outros”; a turma do “não tenho bandido de estimação”.

Esses elementos, incrustados nos órgãos de Estado, exibem há muito seu caráter autoritário e fascista. Cometem ilegalidades em nome da moralidade, e por isso são aplaudidos pelos batedores de panela, influenciado pela mídia golpista. A fase dois do golpe é justamente cortar as asas dessa turma, na crença, absolutamente irreal, de que a besta-fera do fascismo pode ser controlada, depois de liberada da sua jaula, alimentada pelo ódio que a mídia lhe serve em baixelas e baixezas de prata.

É evidente que há um movimento para “estancar a sangria”, como está mais do que provado desde os áudios Jucá/Machado. O governo Temer contará com apoio irrestrito da mídia (logo, com silêncio irrestrito das panelas) enquanto for capaz de implementar sua política sociocida. Mas esse apoio não vai durar para sempre, e no momento oportuno o grande capital vai se livrar dele também.

A Lava Jato vai fazer o diabo para impedir Lula de ser presidente em 2018, até mesmo sacrificar alguns peões do governo Temer. E, paralelamente, vai preservar tanto quanto possível os “big players” tucanos, na esperança de que estes consigam o que não foram capazes de fazer há 15 anos: ganhar eleições que deem legitimidade a seu projeto entreguista de poder.

O sonho dourado do PSDB é que Temer consiga implementar todas as políticas impopulares que lhes fazem perder eleições e seja logo devorado pelos fascistas da Lava Jato. Só então é que Moro, Dalagnol e companhia poderão ser apresentados ao público como os psicopatas que de fato são. Serão assim descartados e a alta tucanagem poderá se eleger sozinha, por WO, sem ser obrigada a se mancomunar com os aliados de sempre do PMDB, então triturados.

Em 2019 teremos um presidente tucano, fazendo um governo 100% tucano, com um Congresso aliado, mais fiel do que os gângsters do PMDB.

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    Miguel do Rosário

    13 de fevereiro de 2017 às 10h56

    Prezado Pedro, obrigado pelo comentário. Embora eu não veja problema nenhum em admitir confusão, visto que, diante da conjuntura me parece uma condição meio que inevitável, não penso que seja o caso. Você disse isso: “Miguel do Rosario anda um pouco confuso com relação à Lava Jato. Ora diz que não há risco de que queiram acabar com a operação, ora diz que a própria Lava Jato quer acabar consigo mesma.”

    Não é confusão. Ambas as afirmações minhas são irônicas. Não querem dizer nada, a não ser ressaltar a hipocrisia ou ingenuidade de todos os que denunciam a tentativa de se “acabar com a Lava Jato” e denunciar o que você mesmo está dizendo.

    De resto, concordo com você. E parabéns pelo comentário.

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      Pedro Lima

      13 de fevereiro de 2017 às 13h14

      Obrigado pelo retorno, Miguel.

      A confusão maior, e talvez o grande dilema da esquerda nesse momento, é: como denunciar as barbaridades cometidas pela Lava Jato sem que isso tenha como efeito colateral salvar o pescoço do governo golpista?

      Eu sou contra fascistas quando eles atacam a esquerda e também quando eles atacam a direita. Parodiando os coxinhas, eu não tenho fascista de estimação. Num Estado Democrático de Direito, os ungidos de Curitiba nunca teriam se assanhado do jeito que fizeram. Mas o mal não foi cortado pela raiz porque ele servia ao propósito de derrubar a Dilma e inviabilizar o PT. A primeira parte eles conseguiram, falta combinar com os russos a segunda.

      Claro que há pouquíssimas chances de vermos acontecer com Temer o que aconteceu com a Dilma. Grampos ilegais, vazamentos, espetáculo, japonês da Federal, cobertura 24 horas da Globonews… tudo isso já teve seu tempo e seu objetivo. Mas ainda que MP, PF e Judiciário passem a atuar em estrito respeito às leis (coisa de que duvido, pois o fascismo não tem rédeas), o governo Temer e seus alicerces não estão a salvo. Eles precisam domar o sistema, torná-lo dócil e denunciar as barbaridades, que a esquerda já denuncia há tempos, faz parte da estratégia (o complemento da estratégia é, além de chutar a bunda dos Moros e Dalagnois, botar um Geraldo Brindeiro em cada instituição).

      Assim, como fica a esquerda? Não pode deixar de denunciar a Lava Jato por tudo o que ela teve e tem de ilegal, irracional, autoritária e fascista. Mas também não pode deixar que essa crítica, legítima e necessária, sirva para garantir impunidade à quadrilha que ora nos governa.

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        Miguel do Rosário

        13 de fevereiro de 2017 às 13h21

        Sim, concordo. É difícil mesmo. Mas eu já me decidi. Sou contra a Lava Jato independente de seu potencial para pegar golpistas. O mal que ela causou à economia e à democracia – e que ainda pode causar – não vale esse preço. Investigações tem de ser feitas com independência, moderação e senso de responsabilidade.

        Responder

    juca

    13 de fevereiro de 2017 às 11h41

    Lhe digo que o Lula não será candidato pelo simples motivo de que não haverá eleição em 2018.
    Neste momento, com apoio cego da mídia capitaneada pela globo os golpistas estão marcando território e consolidando o poder. Por enquanto, um precisa do outro.
    Quando os golpistas estiverem totalmente seguros no poder, prepare-se para aprofundamento da ditadura. Penso que até a globo e o psdb vão se foder. Garanto que o MPF, PF e o judiciário serão colocados em seu devido lugar.
    Golpe é golpe. Ninguém o aplica se não tiver o objetivo de se perpetuar no poder.

    Responder

LUIZ TAVE

13 de fevereiro de 2017 às 10h15

ESSE E` UM DOS MELHORES ! PROSPERIDADE ETERNA , OCAFEZINHO ! A GLOBO JUNTO COM A LAVA JATO TA ENTRANDO EM DESESPERO ! SABOTARAM AS EMPRESAS E ESTIMULARAM A BARBARIE ! ONDE ESTAVA O ALEXANDRE DE MORAES NA ULTIMA SEXTA FEIRA COM MAIS 7 GOLPISTA E FAZENDO O QUE ? ESSE E` O TIME DO TEMER ! AO POVO, SO` RESTA AS RUAS , OS CANALHAS ESTAM SE BLINDANDO , MAIS OS RESULTADOS ESTAO BEM PROXIMO ! TEMER TA` PAGANDO MILHOES A GLOBO PARA NAO DIVULGAR SUA FACÇAO ! NAO ADIANTA QUERER CITAR LULA E DILMA , QUE O BRASIL E O MUNDO JA TOMOU CONHECIMENTO DA ARTICULAÇAO DESESPERADORA DA BANDIDA GLOBO !

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    Juana Inês

    13 de fevereiro de 2017 às 10h57

    Exatamente. O golpe criando mais facções !

    Responder

Selvino Heck

13 de fevereiro de 2017 às 10h11

Muito boa a análise. Acrescento nota de Carolina Bahia na Zero Hora de fim de semana. Há uma briga de foice no escuro nos bastidores, entre Daiello Coimbra e o Beltrame, ex-Secretário da Segurança do Rio (lembrar que ambos são gaúchos, por isso a ZH tem nformações privilegiadas) para serem Adidos de Embaixada no Exterior. Essa informação tb. confirma, portanto, que Daiello está de saída e quer bem longe de tudo.

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    Juana Inês

    13 de fevereiro de 2017 às 10h59

    Jogos escusos !

    Responder

LUIZ TAVE

13 de fevereiro de 2017 às 09h55

o Brasil ta se derretendo e o ex ministro da justiça e futuro min do STF , ESTA` NA noite com 7 senadores na sacanagem , e o espirito santo derramando sangue . ANULAÇAO DO IMPEACHMENT JA` ROMERO JUCA` , PEDINDO PENICO AO JANOT ; VAGABA , USA A MESMA FORÇA DO GOLPE , PARA SUPORTAR A DOR DA HEMORROIDA ! VAGABUNDO, COVARDE CANALHAS

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    Juana Inês

    13 de fevereiro de 2017 às 11h00

    O caos está tomando proporções quem assustam até mesmo os golpistas !

    Responder

Karim Sebti

13 de fevereiro de 2017 às 11h43

Emerson Lins, não temos a mesma definição para a palavra HONESTIDADE, então porque discutir, não é mesmo ?

Aliás tampouco para outra palavra: REALIDADE !

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Martinha Lima

13 de fevereiro de 2017 às 11h37

Responder

Martinha Lima

13 de fevereiro de 2017 às 11h37

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Douglas

13 de fevereiro de 2017 às 09h21

Caro Fernando Carvalho, os 75 % de rejeição do site, coincidentemente, é proporcional à audiência da Globo possui. Caso você tenha o mínimo de senso crítico e capacidade de contextualização, será capaz de entender minha afirmação.

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Karim Sebti

13 de fevereiro de 2017 às 11h15

Parei de ler quando li ” derrubar uma presidente honesta”.

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    Emerson Lins

    13 de fevereiro de 2017 às 11h28

    Se vc tem provas com ela…vai na PF…Dilma tem vários defeitos, um dele é não tem colocado no MJ um ministro de verdade para por ordem no país.

    Responder

    Miguel F Gouveia

    14 de fevereiro de 2017 às 04h06

    Corre lá na PF e presta depoimento. Há certa dificuldade por lá quando o assunto é desonestidade de Dilma.

    Responder

carlos

13 de fevereiro de 2017 às 09h11

kkkk, “mendingos”, “mais sem…” – realmente não se deve levar em consideração os ” intelectuais do google”

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    Miguel do Rosário

    13 de fevereiro de 2017 às 09h22

    Tem uns trolls que são até engraçados. “Mendingos”… aahahahahaahahah

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Joel Araujo

13 de fevereiro de 2017 às 10h59

Se Daiello tivesse escrúpulos, teria se empenhado contra os vazamentos seletivos e contra o circo do impeachment protagonizado pelo Cunha e seus comparsas!

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fernando carvalho oliveira

13 de fevereiro de 2017 às 08h56

BLOGUEIROS SÃO..
MENDINGOS DA MIDIA..
ALEM DE VIVEREM DE ESMOLAS..
VIVEM DE REPLICAR MATERIA DE JORNALISTA DE VERDADE (COM EMPREGO)..

EO PIOR .. VIVEM FALANDO MAL DAS GRANDES MIDIAS..
MAIS SEM NÃO TERIAM O QUE PROPAGAR..

ESSE BLOG TEM 75% DE REJEIÇÃO DENTRO DE SUA AUDIENCIA ..
SO CONSEGUIU 10% DE SUA META DE VIVER DE TETA..

SÃO OS INTELECTUAIS DO GOOGLE. KKKKK

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    Miguel do Rosário

    13 de fevereiro de 2017 às 09h26

    Filhinho querido, só explicar uma coisa. “Rejeição” do Google Analytics é um problema de tradução. Em inglês, é “Bounce Rate”. Significa que o sujeito entrou no blog para ler um post só, e não clicou em outro post. Um comportamento normal, sobretudo num blog com posts enormes como o Cafezinho.

    Não é “rejeição” ao blog. Ok? E fica calminho, senão vai perder o sanduichinho da tarde.

    Responder

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