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FBI ampliou presença no Brasil simultaneamente ao início da Lava Jato

Por Miguel do Rosário

08 de fevereiro de 2018 : 12h07

No Conjur

FBI ampliou presença no Brasil em 2014, antes de operação “lava jato” ficar famosa

7 de fevereiro de 2018, 16h42
Por Marcos de Vasconcellos

O FBI se orgulha da cooperação internacional para combate à corrupção no Brasil, que aponta como exemplo para o mundo inteiro. O órgão do governo americano reforçou o time que investiga possíveis casos de corrupção em solo brasileiro em 2014, antes de a operação “lava jato” se tornar conhecida do grande público.

A cooperação internacional levou, por exemplo, a “lava jato” — investigação que levou diversos empresários para a prisão e é tida como fator decisivo para o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff — a cerca de 50 países.

Em 2014, após uma reunião do grupo anticorrupção da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), em Paris, onde representantes do Brasil falaram sobre esforços que estava sendo feito para combater a corrupção no país. Os Estados Unidos resolveram ampliar a equipe no Brasil especializada em Foreign Corrupt Practices Act (FCPA) — lei de combate à corrupção no exterior.

A “Convenção sobre o Combate à Corrupção de Funcionários Públicos Estrangeiros em Transações Comerciais Internacionais” da OCDE, da qual o Brasil é signatário, prevê um mecanismo aberto de monitoramento ponto-a-ponto, ou seja, pelos órgãos de investigação dos países membros. Em reuniões semestrais, representantes desses países trocam informações e impressões. Foi numa dessas que os brasileiros apontaram a ponta do iceberg que vislumbravam e pediram suporte.

Reunidos em evento em São Paulo nesta semana, funcionários e ex-funcionários do FBI e do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) — equivalente ao Ministério Público — e advogados discutiram investigações internacionais e práticas de compliance. O evento foi organizado pelo escritório internacional CKR Law, que está se estabelecendo no Brasil, pelo Comitê Brasileiro da Câmara de Comércio Internacional e pelo Demarest Advogados.

Especialistas do departamento de Justiça dos EUA e do FBI tratam com certa naturalidade o compartilhamento de provas entre países sem a necessidade de passar pela burocracia exigida para compartilhamento de provas processuais. Vale lembrar que este é um ponto muito criticado na “lava jato” desde seu começo, como no caso apontado pela ConJur, em que o procurador da República Deltan Dallagnol trouxe da Suíça informações sobre contas de investigados, de forma ilegal).

George “Ren” McEachern, que, até dezembro, liderava a equipe de combate à corrupção internacional do FBI, é claro em sua explicação: “A troca de informações e dados é feita o tempo inteiro entre investigadores. Só quando essas informações precisam ser usadas em um processo é preciso validá-las, com um ‘MLAT’. O “MLAT”, no caso, é o tratado entre países para troca de informações e provas na área criminal.

A melhor prática, diz, é a troca de inteligência entre os países, para saber exatamente o que é possível em um MLAT. Desde dezembro, McEachern passou a atuar na consultoria internacional Exiger, especializada em compliance, governança e risco.

“O compartilhamento informal [de informações] é essencial para adaptar investigações rapidamente”, diz Robert Appleton, ex-DOJ e atual advogado da CKR Law, especialista em crimes do colarinho branco. No caso de provas a serem usadas judicialmente, “o pedido de MLAT passa por um processo formal, cuidadosamente escrutinado, que depende de revisões muito profundas de ambos os governos envolvidos.”

Os pedidos oficiais de compartilhamento de provas têm outra utilidade, segundo os especialistas: serve para chamar a atenção do outro governo de que um crime envolvendo seu país está sendo investigado. Assim, quem recebe um pedido de cooperação na área criminal passa, quase que automaticamente, a investigar também aquele caso, tendo o pedido servido como catalisador.

E essas conexões entre investigadores de vários países não são difíceis de se fazer, explicam especialistas ouvidos pela ConJur. Como são poucas pessoas que especializadas em investigar a corrupção nos governos, bastam algumas ligações.

Na visão do governo americano, ele passou a ter uma espécie de jurisdição mundial para investigar casos de corrupção com base FCPA — lei de combate à corrupção no exterior. Trocando em miúdos, segundo a norma, qualquer um que tenha operado dólares ou com empresas americanas, passa a responder também nos EUA se estiver envolvido em casos de corrupção. “A princípio, eram problemas comerciais, empresas tiram outras do mercado usando corrupção. Mas passou a ser uma questão muito mais importante quando identificamos uma relação profunda do dinheiro da corrupção com o financiamento do terrorismo, por exemplo”, explica Appleton, que foi mediador do debate.

Prisões e delações

Outro ponto polêmico da operação “lava jato”, a quantidade de prisões e delações também é elogiada pelos americanos. Colocar pessoas atrás das grandes durante a investigação, dizem, aumentou o número de pessoas dispostas a fazer delações premiadas. Ainda que o MPF e o juiz Sergio Moro, responsável pelo caso na primeira instância em Curitiba, neguem constantemente que as prisões são feitas para forçar delações.

As delações, nos EUA chamadas plea bargain, são ferramentas extremamente importantes na Justiça Criminal americana, diz Appleton, mas ele faz a ressalva de que a grande maioria dos casos investigados não caminha por falta de provas. “Não basta o delator acusar, ele precisa apresentar documentos, gravações, fatos. Por isso, às vezes, o melhor é ir com cuidado nos casos, pois a acusação só terá um tiro a disparar”, aconselha.

Hoje do outro lado do balcão, Appleton avalia que as empresas que buscam seu serviço muitas vezes acreditam que é questão de sorte tornarem-se alvos de investigação, mas garante que não é. Muitas vezes, diz, investigações correm por anos até que o investigado saiba. Por isso, o melhor é criar um programa efetivo, que, se não necessariamente evite 100% a prática de corrupção, consiga dar uma resposta rápida para os casos que aparecerem. Isso também porque a janela de oportunidade para fazer um acordo costuma ser rápida.

*Texto alterado às 18h28.

Marcos de Vasconcellos é chefe de redação da revista Consultor Jurídico.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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8 comentários

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Marcos Pinto Basto

11 de fevereiro de 2018 às 02h23

As grandes falhas dos governos de Lula e Dilma, foram não prestar a devida atenção às intromissões ianques nos nossos assuntos internos. Durante o governo de Dilma Roussef, seu ministro da justiça, José Eduardo Cardoso não exerceu o cargo fazendo valer as leis que protegem o estado e a soberania nacional, mas existem mais culpados por esta situação que é consequência da síndrome de Vira-Latas.

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Lucy

09 de fevereiro de 2018 às 15h01

O ESCANDALO BANESTADO FOI O MAIOR CRIME DE CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA DA REPÚBLICA POIS FOI O “PROPINODUTO DAS PRIVATARIAS TUCANAS ABAFADO NO PARANÁ PELO JUIZ TUCANO SERGIO MORO E OS PROCURADORES CAPANGAS DOS TUCANOS NO CASO BANESTADO”

http://www.cafenapolitica.com.br/prejuizo-com-privataria-de-fhc-chegaria-a-15-trilhoes-de-dolares/

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Lucy

09 de fevereiro de 2018 às 14h57

FHC FOI COAPTADO PELA CIA EM 1970 REMUNERADO EM HUM MILHÃO DE DÓLARES APÓS OBTER UMA APOSENTADORIA INTEGRAL E ULTRA PRECOCE EM DEZEMBRO DE 1969 AOS SEIS ANOS DE DESSERVIÇO NA USP PELA “FUNDAÇÃO FORD” FHC FOI AO CHILE COMANDAR OS BLACKBLOCKS PARA DESESTABILIZAR O GOVERNO SALVADOR ALLENDE ATÉ A DATA DO GOLPE EM 11 DE SETEMBRO DE 1973 FHC FUGIU PARA OS EUA E LÁ PERMANECEU GASTANDO AS PROPINAS PAGAS.

FHC NO GOVERNO ITAMAR ASSINOU O NEFASTO E LESA PÁTRIA “CONSENSO DE WASHINGTON” QUE PLANEJOU AS PRIVATARIAS, OS APAGÕES, ENTREGA DE PETRÓLEO E MINÉRIOS, E ATOS MUITO LESIVOS AOS PAÍSES DA AMÉRICA LATINA. ESSE ACORDO SINISTRO ASSINADO NO DIA 15 DE MARÇO DE 1993 TEVE COMO SIGNATÁRIOS OS LESA PÁTRIAS E VIRA LATAS FHC, CARLOS MENEM, CAVALLO, SALINAS E MIGUEL DELLA MADRID.

FHC TRAMOU NA REDE GLOBO UM GOLPE ELEITOREIRO DE 1994 PARA DERRUBAR RUBENS RICUPERO AUTOR DO PLANO REAL QUANDO O PLANO COMPLETAVA UM ANO DE EXISTÊNCIA E RUBENS RICUPERO DEVERIA ASSINAR AS NOVAS CÉDULAS DA NOVA MOEDA DO “REAL” . PARA EXECUTAR O PLANO NA REDE GLOBO FOI ARMADA NUMA ENTREVISTA EMBOSCADA NA ENTREVISTA AO AUTOR DO PLANO REAL RUBENS RICUPERO O REPORTER FEZ UMA PERGUNTA CAPCIOSA AO RUBENS E ELE DESABAFOU E O REPORTER ENTROU EM LINHA DE CONFRONTO. O RESUTADO FOI IMEDIATO: ROBERTO MARINHO LIGOU PARA ITAMAR E EXIGIU QUE ITAMAR DEMITISSE RICUPERO E NOMEASSE PARA A FAZENDA O CORRUPTO E LESA PÁTRIA SENHOR FHC, E DESSA FORMA FHC ASSUMIU A FALSA AUTORIA DO PLANO REAL.

NOS APAGÕES DE FHC LEVADOS A CABO PELO SINISTRO TUCANO PEDRO PARENTE JUSTIFICARAM AS PRIVATARIAS DE 38 EMPRESAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA E TAMBÉM A COMPRA SUPERFATURADA DE 47 USINAS TÉRMICAS NOS QUAIS FHC COLOCOU O SEU CORRUPTO FILHO PHC PAULO HENRIQUE CARDOSO, COMO “TESTA DE FERRO” REPRESENTANTE DAS MULTINACIONAIS ENRON, EL PASO, SIEMENS E OUTRAS MULTINACIONAIS PAGARAM CENTENAS DE MILHÕES DE DÓLARES PARA O FILHO E O GENRO DE FHC NO ESQUEMA BANESTADO E NO ESQUEMA PANAMÁ PAPERS.

https://www.youtube.com/watch?v=t_n0Vlp4Av0

O BANESTADO FOI A MAIOR CORRUPÇÃO DA HISTÓRIA DO BRASIL CAPTOU 125 BILHÕES DE DÓLARES (MEIO TRILHÃO) DAS MULTINACIONAIS E PASME, TEVE OS MESMOS DOLEIROS, OS MESMOS PROCURADORES (DD E CARLOS FERNANDES), O MESMO JUIZ SERGIO MORO, E PASMEM OS MESMOS 300 POLÍTICOS CORRUPTOS DO QUADRILHÃO DE FHC, E PASMEM, A ADVOGADA DOS TUCANOS NO ESCÂNDALO BANESTADO FOI A SRA ROSÂNGELA WOLFF QUADROS MORO QUE TAMBÉM ADVOGOU PARA A MAIOR PAGADORA DE PROPINAS NO ESQUEMA BANESTADO, O SINISTRO E CORRUPTO GENRO DE FHC SR DAVID ZYLBERSZTAJN NOS LEILÕES LESA PÁTRIAS DA ANP NA GESTÃO CORRUPTA DE DAVID ZYLBERZTAJN.

POUCO TEMPO ANTES DE CRIAR A ANP AGENCIA NACIONAL DO PETRÓLEO E ENTREGA-LA AO GENRO CORRUPTO DAVID, FHC COLOCOU 12 MIL SOLDADOS DAS TROPAS DO EXÉRCITO NAS INSTALAÇÕES DA PETROBRAS E CONFISCOU MILHARES DE MAPAS DE PETRÓLEO DA EX ESTATAL PETROBRAS E FHC OS ENTREGOU AO CORRUPTO GENRO DAVID QUE VENDEU MILHARES DE CAMPOS NA BACIA DAS ALMAS QUE VALIAM CENTENAS DE BILHÕES DE DÓLARES FORAM VENDIDOS POR PREÇOS DE HONDA CIVIC E GANHOU PROPINAS BILIONÁRIAS DAS MULTINACIONAIS, ESSES CAMPOS FORAM DOADOS NA MAIORIA PARA A SHELL, EXXON MOBIL, BRITISH PETROLEUM E CHEVRON.

FHC TAMBÉM ENTREGOU 5 TRILHÕES DE DÓLARES EM RESERVAS DE MINÉRIOS E A CIA VALE DO RIO DOCE PARA O GRUPO INGLÊS BHP SAMARCO E ELES INICIARAM APÓS A PRIVATARIA DA VALE UMA FEROZ CONTRABANDO DE NIÓBIO E REMUNERARAM O CORRUPTO SENADOR REI DA EXTORSÃO E TRAFICANTE AÉCIO CHEIRA NEVES PARA “ABAFAR A CPI DA MINERAÇÃO”, CONFIRAM O DEPOIMENTO DO JORNALISTA CARONE:

“AS OVERDOSES DE AECIO NEVES E O CONTRABANDO DE NIÓBIO”

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Professor Mauro

09 de fevereiro de 2018 às 14h03

As ações secretas e de espionagem da CIA e do FBI nada tem haver com a compra dessa refinaria PRSI!!
Aliás esse foi um factoide para o palanque político eleitoral montado em 2014.
Acessa por favor a entrevista do consultor em petróleo JEAN PAUL PRATES ele foi entrevistado na GLOBO NEWS mas como falou muitas verdades a entrevista foi censurada em agosto de 2014 pela sinistra sra Silvia diretora de produção da REDE GLOBO TIME LIFE. Essa sinistra senhora também enviou um memirando a todas a coligadas da REDE GLOBO TIME LIFE no Brasil
e determinou que TODAS as denúncias e delações férias contra FHC, José chirico Serra, Aécio cheira Neves e outros tucanos de alta plumagem fossem OCULTADOS nas emissoras coligadas. O mesmo aconteceu na BAND NEWS de João Saad e OSVALDO MALUCELLI MORO um parente de Sérgio Moro.
A CIA treinou em 2009, como alertou o ex agente da CIA Edward SNOWDEN, Sérgio Moro e outros juízes do
Paraguai para golpear esses países e DESDE 2009 O BRASIL ESTAVA NO ALVO DA CIA pois estava ultrapassando a Inglaterra, esse crescimento tinha que ser freado com um golpe judiciário e parlamentar.
A CIA planejou passo a passo essa sinistra operação lava jato usada como fachada para golpear o Brasil, ROUBAR o petróleo, criar as leis do trabalho escravo, detonar com as leis trabalhistas e obter renúncia fiscal dos impostos sobre o petróleo até 2040, pasmem, is gringos levaram na mão grande a maior reserva petrolífera do MUNDO e a mais produtiva do planeta e de brinde os GOLPISTAS remunerados pela SHELL,
CHEVRON e outras CORRUPTORAS GANHARAM 23 anos de isenção de impostos do petróleo que está sendo roubado após o golpe de estado de 2016.
Portanto, Pasadena foi um factoide para o palanque confiram na entrevista OCULTADA pela REDE GLOBO:
CONSULTOR JEAN PAUL PRATES DESMASCARA GOLPISTAS NUMA ENTREVISTA NO YOUTUBE QUE NÃO FOI AO AR.
Aliás a refinaria de Pasadena é a mais nova dos EUA ela foi construída em 1970 pasme com ALTO GRAU DE COMPLEXIDADE (GRAU 12) e portanto produz derivados de alto valor comercial e é a única dos EUA que tem maior parque de armazenamento do mundo com capacidade de refino de 100 mil barris por dia o parque de tancagem, pasme, é de hum milhão de barris!! Para um país que vive armando guerras no mundo afora ela é super estratégica para os EUA pois permite a continuidade da produção mínima mesmo se interromper o fornecimento de petróleo por hum mês.
A PRSI ficou conhecida nos EUA em 1999 quando morreu o seu proprietário Mr CROWN ele faleceu mas deixou uma briga mortal entre os herdeiros legítimos e os inúmeros herdeiros fora do casamento eles foram para a justiça e com as mortes entre os herdeiros a refinaria moderna e produtiva TEVE que ser paralisada para conter os conflitos da sucessão.
O POLÍTICO ENTREGUISTA QUE INTERNACIONALIZOU TOTALMENTE A EX ESTATAL PETROBRAS FOI FHC, ALIÁS FHC RASGOU OS ESTATUTOS DAS EMPRESAS NACIONAIS PARA NOMEAR FEROZES ALIADOS E PASME NOMEAR ESTRANGEIROS NA PETROBRAS E ENTREGA-LAS AOS ESTADOS UNIDOS.
1- FHC CRIOU A DIRETORIA INTERNACIONAL DA EX ESTATAL PETROBRAS E NOMEOU UM BANQUEIRO FRANCÊS HENRY PHILLIPE REUSCHTULL EM 1999 PASMEM COMO PRESIDENTE DA EX ESTATAL PETROBRAS. FHC TAMBÉM NOMEOU O ESPANHOL NESTOR CERVERO PARA ASSUMIR ESSA DIRETORIA INTERNACIONAL
2- FHC RETIROU DO BOVESPA SEIS BILHÕES DE AÇÕES PREFERENCIAIS DA EX ESTATAL PETROBRAS E ENTREGOU NA BACIA DAS ALMAS EM 10 DE JANEIRO DE 1999 PARA GEORGE SOROS E OUTROS MEGA ESPECULADORES.ESSE LOTE VALIA 500 BILHÕES DE DÓLARES FOI DOADA POR 5 BILHÕES MENOS QUE 1% DO VALOR PATRIMONIAL
3- FHC ENTREGOU AS SEIS PETROQUÍMICAS DA PETROBRAS PARA SEU AMIGO PESSOAL EMÍLIO ODEBRECHT NA BACIA DAS ALMAS EM 1996
4- FHC ENYREGOU NAVIOS SONDA DA PETROBRAS PARA O CORRUPTO VICE PRESIDENTE AMERICANO DICK CHENEY DONO DA HALLIBOURTON
5- FHC COMPROU OITO REFINARIAS SUCATAS SUPERFATIRAFAS ARGENTINA, BOLÍVIA, EQUADOR, COLÔMBIA O ESCÂNDALO BAHIA BLANCA
6- FHC EXTINGUIU O DEPARTAMENTO DE SONDAS DA PETROBRAS PARA ALUGAR SONDAS ESTRANGEIRAS DA HALLIBOURTON
7- FHC NOMEOU PAULO ROBERTO COSTA EM 11 DE AGOSTO DE 1996 NA GASPETRO E ASSINAR COM A FALIDA ENRON O GASODUTO GASBOL
8- FHC PLANEJOU OS APAGÕES PARA JUSTIFICAR AS PRIVATARIAS FO SETOR ELÉTRICO BRASILEIRO E AS 47 TERMELÉTRICAS SUPERFATURADAS E COLOCOU O FILHO CORRUPTO PHC COMO TESTA DE FERRO COM AS MULTINACIONAIS TUDO ESTÁ NO ESCÂNDALO PANAMÁ PAPERS E ESCÂNDALO BANESTADO ABAFADO PELO JUIZ TUCANO SÉRGIO MORO CONFIRAM

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fernando guimaraes olibeira

09 de fevereiro de 2018 às 10h48

Se a topeira da DILMA não tivesse comprado Pasadena, não teríamos o FBI atrás.
Simples assim

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Spooks

08 de fevereiro de 2018 às 17h47

https://www.amazon.com/Terror-Factory-Isis-Trevor-Aaronson/dp/1632460653

A groundbreaking work of investigative journalism, The Terror Factory: Inside the FBI’s Manufactured War on Terrorism exposes how the FBI has, under the guise of engaging in counterterrorism since 9/11, built a network of more than 15,000 informants whose primary purpose is to infiltrate Muslim communities to create and facilitate phony terrorist plots so that the Bureau can then claim it is winning the war on terror.

NATIONAL BESTSELLER

Enemies is the first definitive history of the FBI’s secret intelligence operations, from an author whose work on the Pentagon and the CIA won him the Pulitzer Prize and the National Book Award.

https://www.amazon.com/Enemies-History-FBI-Tim-Weiner/dp/0812979230

We think of the FBI as America’s police force. But secret intelligence is the Bureau’s first and foremost mission. Enemies is the story of how presidents have used the FBI to conduct political warfare, and how the Bureau became the most powerful intelligence service the United States possesses.

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Arthr

08 de fevereiro de 2018 às 17h33

Pura hipocresia dos golpistas. Nem FBI nem CIA estão nem ai com comrrupção.
Só os tolos lavajatistas acreditam nesta ladainha.
Se assim fosse todos os paraisos fiscais em solo americano teriam sido compatidos, o que não é. Lá nos states eles legalizam a corrupção. Os fascistas adoram.
https://www.bloomberg.com/news/articles/2016-01-27/the-world-s-favorite-new-tax-haven-is-the-united-states
A presença do FBI em solo brasileiro é a presença da CIA, simples assim. Já que os orgãos cooperam entre si nas questões internacionais de interesse do império.
Como é que o governo golpista autoriza isso? É para se proteger?
As forças armadas estão deixando isso?
Falta pouco para uncle sam mandar seus soldados. Que hora se fazem presentes com os agentes do FBI.

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    Andre Saxe Coburgo

    08 de fevereiro de 2018 às 18h09

    As FFAA não são mais um refúgio do patriotismo, infelizmente estão aninhados com uma potência que está em guerra técnica com o Brasil (ataque não convencional, via sistema judicial)

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