A entrevista de Lula a Bob Fernandes

Viomundo: quem era o coronel Ustra, ídolo de Bolsonaro

Por Miguel do Rosário

13 de outubro de 2018 : 12h25

Assista à reportagem de Luis Carlos Azenha, editor do blog Viomundo, sobre um dos maiores ídolos de Jair Bolsonaro, autor do livro que o candidato diz ser o seu livro de cabeceira, e que ele homenageou no momento de votar pelo impeachment.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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27 comentários

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Roque

14 de outubro de 2018 às 14h15

Esse crápula que é idolatrado pela esquerda imunda e retrógrada assassinou, pessoalmente, centenas de prisioneiros e a imprensa e seus seguidores relativizam aqueles crimes, dizendo que tudo foi feito em nome da justiça social. Esqueci de lembrar que o regime de Fidel, sustentado por esse monstro, também perseguia gays. Che e o exemplo perfeito da tragédia do comunismo.

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    Paulo

    14 de outubro de 2018 às 16h06

    E o exemplo perfeito da contra-narrativa dos esquerdistas…

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    Regina Silva

    15 de outubro de 2018 às 17h10

    E daí Fidel, e daí comunismo implantado por Stalin. Foram doze anos de governo de esquerda e não nos tornamos uma “Venezuela” como dizem. Só enganam com esse discurso aos desinformados, analfabetos políticos e funcionais..

    Responder

      Paulo

      15 de outubro de 2018 às 22h22

      Regina, não nos transformaram numa Venezuela porque o Brasil não é só maior que a crise (como sempre se diz, e é verdade), é também maior que o PT e as esquerdas (só espero que sobreviva a Bolsonaro). Ou, se preferir o jargão esquerdista, não o fizeram por falta absoluta de “perspectivas históricas”…

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Reginaldo Gomes

14 de outubro de 2018 às 13h55

Os atos infames desse coronel e seus apoiadores merecem a pena máxima possível.
O esquecimento.
Pena que deve ser dada a qualquer safado que cometa ato infame.

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Ricardo

14 de outubro de 2018 às 13h08

A esquerda e seu eterno mimimi. Só uns poucos esquerdistas caviar ligam e sabem quem é o cororel Ustra.A imensa maioria do povão nem sabe quem é o sujeito; se sabe não liga. Bolsonaro não perderá um único voto por causa de Ustra !

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Uncle King

14 de outubro de 2018 às 12h57

Antes Haddad era Lula, ateu. defendia o aborto e o kit gay.
Agora Haddad é católico é patrióta?
Haddad agora é Bolsonaro?

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    Almir Bispo

    14 de outubro de 2018 às 13h51

    Haddad sempre foi patriota.Bolsonaro é só mais um entreguista da direita.

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    Paulo

    14 de outubro de 2018 às 16h05

    Não, é só hipócrita e oportunista, mesmo! E não poderia ter comungado, defensor do aborto que é. Manuela também não deveria estar ali, se fosse coerente…e Bolsonaro não é católico, é evangélico.

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Roque

14 de outubro de 2018 às 12h41

Che Guevara, Fidel, Chaves, Maduro, Lamarca, e outros facínoras da esquerda tbm utilizavam os mesmos métodos do Coronel Ustra.

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    Miguel do Rosário

    14 de outubro de 2018 às 13h26

    Nâo, Roque. Não usavam.

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      Roque

      14 de outubro de 2018 às 13h29

      Eram pior né… Miguel, não tem como defender tiranos e ditadores. Vc sabe muito bem como estes ditadores usaram de violência e covardia com quem era contrário as suas idéias. É um tremenda hipocrisia criticar o ustra, mas idolatrar Fidel, Che, Chaves e Maduro…

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        almir

        14 de outubro de 2018 às 13h54

        Maduro nunca torturou ninguem.Fidel,Che nunca torturavam criança.Comparar Ustra com estes homens é até desonestidade.Diante destes homens,Ustra é um verme.

        Responder

          Roque

          14 de outubro de 2018 às 14h08

          Percebe que vc não conhece a história…

      Ari

      14 de outubro de 2018 às 14h05

      Sei que é difícil, Miguel, mas não adianta. Basta pedir que ele mencione um caso concreto que ele entope

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        Roque

        14 de outubro de 2018 às 14h12

        No artigo “Meu primo, El Che“, Alberto Benegas Lynch Jr. descreve como Che Guevara gostava de torturar animais — uma característica comum de assassinos em série. Seu histórico de tortura de pessoas e assassinato é extenso. Pesquisadores documentaram 216 vítimas de Che Guevara em Cuba de 1957 a 1959. Tudo o que era necessário para terminar uma vida era a suspeita. Não havia necessidade de julgamento, pois ele disse que a Revolução não poderia parar “para conduzir muita investigação; ela tem a obrigação de triunfar”.

        A morte, para Guevara, era necessária para a revolução. Ele não tinha preocupação pela vida humana. Hoje, 50 anos depois de sua morte, é importante lembrar Ernesto Che Guevara como a pessoa que ele foi: homofóbico, racista, assassino em massa que usava de quaisquer meios para atingir a sua suposta sociedade superior.

        ***

        Responder

          Paulo

          14 de outubro de 2018 às 16h00

          Esqueceu de duas características: porco e covarde. Era conhecido pelos companheiros como “El Porco”, por seus hábitos precários de higiene e mau cheiro constante, outa característica dos psicopatas. Ao ser capturado, na Bolívia, implorou: “Não atirem, sou Che, valho mais vivo do que morto”

    Antonio Lisbôa Santana Filho

    14 de outubro de 2018 às 14h21

    Contra quem? Sua mãe…

    Responder

      Roque

      14 de outubro de 2018 às 14h33

      Tá vendo com vcs são racistas, fascistas e homofóbicos??? Minha mãe graças a Deus está junto a Deus, longe de bandidos de esquerda com vc…

      Responder

Tamosai

14 de outubro de 2018 às 10h13

Quem transforma um torturador em herói não tem a menor condição de ser presidente de um país. Que todos pensem nisso ao votar.

P.S. Os Cabos Anselmos que escrevem comentários aqui e que tentam igualar os desiguais para limpar a reputação de canalhas, torturadores e criminosos podem fazer fila indiana e irem todos à merda.

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Justiceiro

14 de outubro de 2018 às 08h24

Cadê meu comentário, Miguel?

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Elena

14 de outubro de 2018 às 08h20

“Carlos Alexandre Azevedo, vítima de violência no Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Deops), de São Paulo, quando tinha apenas um ano e oito meses de idade (você leu corretamente: um ano e oito meses), filho do jornalista Dermi Azevedo, militante e um dos fundadores do Movimento Nacional dos Direitos Humanos, morreu no último sábado, pouco antes de completar 40 anos.

Depois de uma vida atormentada, vítima de depressão severa, com fobia social, ele se suicidou. O drama de Carlos Azevedo(foto) ganhou as redes sociais na segunda-feira, e o desabafo de seu pai (veja abaixo o texto divulgado por ele) ganhou destaque em círculos de debates.

No dia 14 de janeiro de 1974, Carlos Alexandre e sua mãe foram levados à sede do Deops, onde Dermi estava preso, no dia 14 de janeiro de 1974.

“Cacá, como carinhosamente o chamávamos“, conta o pai em seu Facebook, “foi levado depois a São Bernardo do Campo, onde, em plena madrugada, os policiais derrubaram a porta e o jogaram no chão, tendo machucado a cabeça. Nunca mais se recuperou. Como acontece com os crimes da ditadura de 1964-1985, o crime ficou impune. O suicídio é o limite de sua angústia“.

O bebê, conta o pai, foi vítima de choques elétricos e outras sevícias.

“Maltratar um bebê é o suprassumo da crueldade”, lamenta Dermi”.
https://www.sul21.com.br/postsrascunho/2013/02/o-triste-fim-de-um-brasileiro-torturado-quando-era-bebe/

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Rosa

13 de outubro de 2018 às 23h04

O mundo inteiro dizendo, alertando do perigo de eleger o fascista e mesmo assim os seguidores continuam no erro.
Jornais do mundo inteiro, artistas aderindo ao ele não. E ainda assim os eleitores do fascismo continuam no erro.
Ah esqueci… Esse pessoal não lê.
Os ignorantes dominarão o Brasil por uma simples questão de superioridade numérica.

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Paulo

13 de outubro de 2018 às 21h57

Certo que esses jovens terroristas foram vítimas de adultos irresponsáveis como Marighella e Lamarca, mas nada justifica alguém torturar um prisioneiro indefeso. Só psicopatas podem se prestar a isso. Ustra deve estar sentado no colo do capeta, nestas alturas, juntamente com os dois citados…

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Justiceiro

13 de outubro de 2018 às 16h00

Será que o Azenha seria honesto o suficiente pra publicar também um artigo de Che Guevara, ídolo dos petistas?

Será que esse jornalista publicaria que Che matava crianças de 13, 14 anos? que gostava de ver o medo estampado na cara do garoto com uma arma encostada na sua cabeça?

Duvido.

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    Ari

    14 de outubro de 2018 às 14h10

    É mesmo, cara? O que mais ele fazia? Vamos, cara, dê detalhes, tipo onde, quando? Vc não tem a menor idéia de quem foi o Che, um cidadão que abandonou o conforto de Havana para ir lutar na África e na América do Sul

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      Roque

      14 de outubro de 2018 às 14h20

      Ari, vc é um idiota útil… Che Guevara era homofóbico. A realidade sobre quem era esse homem que tentam fazer de herói.

      Os campos de concentração cubanos abrigaram todos aqueles que não se encaixavam na ideia de “homem novo”: gays, católicos, testemunhas de Jeová, alcoólatras, sacerdotes do candomblé cubano e, mais tarde, portadores de HIV. “Como poderia o homem novo se libertar do capitalismo? Essa era a questão central para os líderes revolucionários da época, principalmente Che Guevara, um insistente proponente da ideia de um homem novo e um dos mais convictos líderes homofóbicos do período”.

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