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Nossas contradições e incoerências em relação à Venezuela

Por Miguel do Rosário

15 de janeiro de 2019 : 13h45

O assunto é sério demais, com implicações geopolíticas de grandes proporções, para se tornar apenas uma guerra de posição interpartidária, ou uma disputa centroacadêmica e chauvinista para se definir quem é “mais de esquerda” que o outro.

Antes de mais nada, reitero o meu lugar de fala: sou rigorosamente contra qualquer intervenção internacional na Venezuela. Sou contra boicotes, sanções, invasão, e reitero, como já fiz em post anterior, que estou consciente de que o país é vítima, há muitos anos, de uma cobertura midiática profundamente tendenciosa.

Estou consciente de que a Venezuela possui uma das maiores reservas de petróleo do planeta e que isso a torna objeto de cobiça dos mais sinistros interesses imperialistas.

Dito isso, precisamos esclarecer muitos pontos confusos, que emergiram com a ida da presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, à posse de Maduro.

Na minha opinião, o PT cometeu um erro político crasso, embora hoje esteja tentando minimizá-lo atribuindo a uma “certa esquerda” (epíteto pejorativo para quem critica o “regime Maduro”) uma postura subserviente ou ingênua em relação ao imperialismo.

Digo isso porque vi, nos últimos dias, alguém – que respeito – se posicionar com um binarismo que me espantou: “Ou é Maduro ou é Trump! Não tem meio termo!” Ora, me desculpe, mas isso é uma bobagem!

O maniqueísmo não é, jamais, uma maneira inteligente de se analisar geopolítica. O fato de não aprovarmos o regime de Kim Jong-un, a ultrafechada e ortodoxa ditadura comunista da Coreia do Norte, não significa que aprovamos o imperialismo americano, que gostamos de Trump, ou que vamos apoiar uma guerra contra o país asiático.

Podemos ser contra o regime norte-coreano e ao mesmo tempo sermos radicalmente contra o imperialismo norte-americano.

Podemos ser de esquerda e sermos contra o regime nortecoreano.

Podemos ser de esquerda e sermos críticos do governo Maduro.

Como explicava Brizola, e acho que sua frase vale para toda a esquerda democrática brasileira, “nossos caminhos são pacíficos, nossos métodos democráticos, mas se nos intentam impedir só Deus sabe nossa obstinação”.

É absolutamente injusto, todavia, comparar a democracia venezuelana à ditadura nortecoreana. Na Venezuela, há eleições. Na Coreia do Norte, não.

Quando alguém, que se considera progressista, externa duras críticas ao governo Maduro é porque, evidentemente, teve acesso a informações e denúncias que o levaram a se posicionar desta maneira. Não é porque seja menos esquerda ou mais tolerante com o imperialismo.

As contradições do PT em relação a Venezuela são grandes, e o partido precisa responder a isso sem atacar essa grande “esquerda social”, que perambula sem partido, nas redes e nas ruas, porque isso não seria justo, decente, democrático. Não seria, sobretudo, estratégico neste momento, em que precisamos criar um mínimo de unidade na opinião pública progressista, para fazermos frente aos desmandos do governo Bolsonaro.

Todos vimos, durante as eleições de 2018, como o PT brandiu uma decisão de uma comissão de direitos humanos da ONU, assinada por dois integrantes, em favor de Lula, como uma poderosa arma política contra o Judiciário brasileiro, que estava notoriamente disposto a cassar a candidatura do ex-presidente, com base na Lei da Ficha Limpa – o que acabou acontecendo (conforme todo mundo sabia).

Pois bem, o Alto Comissariado de Direitos Humanos da ONU, um órgão muito mais importante que a comissão usada pelo PT, divulgou, em agosto de 2017, um relatório contendo graves denúncias contra o governo e o Estado venezuelano.

Alguns leitores dirão que a ONU é imperialista, ao que responderei que sim, que tanto a ONU como a OEA são historicamente influenciadas por forças imperialistas. Mas essa hegemonia imperialista americana não é absoluta há bastante tempo. Há sempre um grau de tensão interna, de contradição, que tem permitido, por exemplo, que interesses anti-imperialistas, como os de Cuba, alcancem eventualmente expressivas vitórias lá dentro.

(Essas contradições explicam as acusações, vindas de elementos delirantes da extrema-direita, como Olavo de Carvalho, de que ONU ou OEA seriam “esquerdistas”, ou globalistas; não são; são instituições conservadoras e imperialistas, mas que carregam contradições que, às vezes, fazem eclodir decisões democráticas e humanistas. Aliás, essa não é a história do mundo?)

A comissão de direitos humanos da OEA, que é dirigida por um brasileiro identificado com a esquerda, Paulo Abrão, ex-funcionário no alto escalão no Ministério da Justiça dos governos petistas, também divulgou um relatório, em 9 de janeiro deste ano, com denúncias graves contra violações a direitos políticos e democráticos na Venezuela.

Trecho deste último:

El debilitamiento de la institucionalidad democrática ocurre en un contexto estructural de represión y persecución a la disidencia, en el marco de la militarización de la seguridad pública, que agrava el deterioro de los derechos políticos y a la participación en la vida pública, en estrecha relación con la afectación a la libertad de expresión.

Estas notícias significam que o campo progressista, em especial aquele que se identifica com a luta anti-imperialista, não deve apoiar a Venezuela?

Não.

Elas significam que o campo progressista identificado com valores democráticos, especialmente após um processo eleitoral em que esses valores foram usados como prova de fogo para escolhermos entre um candidato e outro, deveria, no mínimo, adotar uma posição respeitosa em relação a essas denúncias de violações democráticas, contra o regime chavista, por organizações internacionais cujos tratados de direitos humanos o próprio PT, nas eleições, atribuiu o poder de estarem acima das nossas leis.

Ignorá-las é uma perigosa incoerência, e não ajuda em nada o regime venezuelano a respondê-las.

Ou seja, o PT, enquanto partido que governou o país por 13-14 anos, e que participou do segundo turno das eleições presidenciais, deveria ter tido o cuidado de deixar claro, à toda essa opinião pública consternada com denúncias contra a Venezuela, que está consciente de todas essas coisas, e que está disposto, ao mesmo tempo, a ajudar o povo venezuelano a encontrar uma solução pacífica e democrática para seus impasses, assim como nos ajudar, a nós, brasileiros, a nos posicionarmos da melhor maneira possível.

Um militante de esquerda com sólida formação democrática procura se manter independente em relação a qualquer governo, inclusive governos de esquerda, inclusive diante de seu próprio governo, quanto mais em relação a governos de outros países acossados por denúncias tão graves.

Entretanto, a maior de todas as contradições cometidas pelo PT, que é o maior partido da esquerda brasileira e que, por isso mesmo, é sempre o alvo de tantas atenções e críticas (ninguém critica o PCO ou o PSTU por nada, por exemplo), é ter ido na posse de um presidente eleito na Venezuela, semanas após ter se recusado a ir na posse do presidente eleito no Brasil.

O que o PT deveria ter feito, então? “Abandonado” Maduro?

Não.

O PT deveria, em primeiro lugar, ter ido à posse de Jair Bolsonaro, porque ele foi eleito. Faltar à posse de um presidente eleito no Brasil, alegando que ele “ameaçou” opositores, e ir na posse de Nicolás Maduro, que não é exatamente um cordeirinho na relação com sua própria oposição, foi uma contradição feia, uma incoerência absoluta.

Em segundo lugar, o PT deveria ter adotado, em relação à Venezuela, uma posição política equilibrada, assim como agiu o próprio governo Lula durante os anos em que lidou com a crise naquele país, a saber, demonstrando preocupação com as denúncias, dispondo-se a conversar também com elementos da oposição, e, sobretudo, demonstrando independência política e intelectual em relação ao governo chavista. Essa seria a melhor maneira de ajudar a Venezuela, porque, a partir do momento em que o PT demonstrasse independência de julgamento, ele poderia influenciar mais efetivamente a opinião pública brasileira.

Criticar a incoerência do PT, por sua vez, não nos torna cúmplices dos ataques imperialistas à Venezuela. Esse tipo de raciocínio binário vale para agremiações políticas ultrarradicais, como o PSTU, ou PCO, mas não para legendas conhecidas (até pouco tempo, ao menos) por seu apreço pelo contraditório e por valores democráticos.

O campo progressista brasileiro precisará, mais que nunca, do apoio de organizações internacionais, em especial suas comissões de direitos humanos, para nos defendermos de ataques vindos do governo Bolsonaro. Como poderemos dar densidade política às denúncias contra Bolsonaro que emplacarmos, eventualmente, nessas comissões, se desmerecermos (ou ignorarmos) as denúncias que estas mesmas  entidades fazem contra o governo bolivariano?

Em todos esses anos, o chavismo conseguiu sobreviver à guerra híbrida investindo em democracia. Ultimamente, o governo venezuelano parece não estar mais conseguindo fazer isso à altura de seus desafios.

Cabe aos brasileiros que lutam contra o imperialismo ter sempre em mente que a guerra híbrida – o maior desafio jamais enfrentado pelas forças democráticas, em toda a sua história – apenas será vencida com informação, debate e coerência.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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63 comentários

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Ismael

17 de janeiro de 2019 às 22h55

Sou brasileiro e meu problema é com o meu país. Não moro na Venezuela e deixo que os venezuelanos resolvam seus problemas. Na verdade, O QUE EU GOSTARIA DE SABER É:
1) SOBRE CASO DO COAF NO QUAL OS BOLSONARO RECEBERAM DINHEIRO DE ASSESSORES E A JUSTIÇA PARALISA A INVESTIGAÇÃO NEM CONDUZ OS ACUSADOS COERCITIVAMENTE MESMO APÓS 4 AUSÊNCIAS PARA DEPOR;

2) EU QUERO SABER É DO AUTOPERDÃO DA MULTA AMBIENTAL QUE O INFRATOR BOLSONARO DEU A SI MESMO;
3) EU QUERO SABER DO RETORNO FINANCEIRO QUE BOLSONARO ESTÁ DANDO À INDÚSTRIA DE ARMAS, QUE FINANCIARAM SUA CAMPANHA;
4) QUERO SABER É DOS ASSASSINATOS DE MILITANTES DE ESQUERDA QUE JÁ PASSAM DE UMA DEZENA (E O DITADOR ASSASSINO É MADURO!) DESDE A ASCENSÃO DO BOLSONARISMO NO PAÍS;
5) QUERO SABER É DA GERAÇÃO DE EMPREGO, MELHORIA NA SAÚDE E NA EDUCAÇÃO PÚBLICAS;
6) QUERO SABER O QUE VAI SER FEITO NO CAMPO DAS PESQUISAS CIENTÍFICAS E TECNOLÓGICAS;
6) QUERO SABER É DA ALFABETIZAÇÃO DAS CRIANÇAS, DAS CRECHES, DA EDUCAÇÃO EM GERAL (ATÉ AGORA SÓ VIMOS IDEOLOGIA FASCISTA);
7) QUERO SABER É ONDE ESTÁ O QUEIROZ E A DEFESA DA SOBERANIA NACIONAL DOS “PATRIOTAS DA CBF”;
POR FIM, TENHO MEU DIAGNÓSTICO PARA ESSE GOVERNO QUE JÁ EMERGIU NATIMORTO:
QUANDO A DEMOCRACIA VOLTAR E O ESTADO DE DIREITO FOR RESTABELECIDO, A FAMÍLIA METRALHA BOLSONARO SERÁ DEVIDAMENTE PRESA, JUNTOS COM SUA GANGUE QUE SE APOSSOU DO PODER CENTRAL. PARA BOLSONARISMO IMPEDIR A CONCRETIZAÇÃO DESTE FATO SÓ DANDO UM GOLPE DE ESTADO E AÍ VEREMOS QUEM É O DITADOR: MADURO OU BOLSONARO.

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Ismael

17 de janeiro de 2019 às 21h42

Vou deixar apenas dois recados:
1) como uma pessoa de esquerda coerente e historicamente fundamentada, continuo com Cuba e Venezuela. Não há razões para não ficar – críticas se deve fazer até aos deuses.
2) Miguel, este site ataca tanto ou mais as esquerdas que os sites de extrema direita; inclusive, há uma ampla maioria extremistas de direita e simplesmente não compreendo porque você, um militante de esquerda, permite estes extremistas.
Não me parece, a essa altura, uma aula de democracia. Portanto só posso supor que se trata de mais gente, ainda que bolsonarista, para atacar o PT. Acho que isso vai cobrar um preço pra você, Miguel, em termos políticos e históricos.

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Era dos Boçais

17 de janeiro de 2019 às 21h30

nesse tema eu esperava uma montanha de elogios para novo governo, pois o esforço que tem feito para saciar a fome americana por petróleo fará com que não tenhas mais interesse algum pelo o da Venezuela, o que nos livrará de uma guerra

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Alderides Madeira

17 de janeiro de 2019 às 05h12

Miguel,
Não seja dúbio, de quem é a frase: “Ou é Maduro ou é Trump! Não tem meio termo!”, da direção do PT?

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Apolônio

16 de janeiro de 2019 às 20h37

Limou mesmo o meu comentário do debate, Miguel? Só para situar, fiz um comentário de teor parecido lá no Diário do Cu do Mundo e até lá eles aceitaram e publicaram. Não vou mais comentar nem ler este site se a sua política é essa de cortar os comentários desagradáveis, ou só liberá-los depois que ninguém mais está lendo a respectiva nota.

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Gabriel

16 de janeiro de 2019 às 15h50

Eu proponho mandato vitalício da Gleisi para presidente do PT. Fica Gleisi!

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    Roqueiro Queiroz

    16 de janeiro de 2019 às 16h12

    Eu proponho o impeachment no segundo mandato. Essa mulher defendendo bandido condenado e ditador bolivariano faz mal ao nosso Brasil que nunca será vermelho.
    É triste ver como essa senhora tem defensores neste site que deveria ser o centro da Esquerda bem pensante e que vive em harmônia com a direita que quer um pais próspero, justo, soberano e digno.
    Fora Gleisi.

    Responder

      Nelson

      18 de janeiro de 2019 às 12h06

      “nosso Brasil que nunca será vermelho.”

      Rárárárárárárá!!! E o teu grande ídolo prestando continência a uma bandeira que tem vermelho.

      Responder

    Observador

    16 de janeiro de 2019 às 18h17

    Isso. Eu adoro a Gleisi. Fica Gleisi. Fica!!! Ahah. E continue dizendo que é o imperialismo americano que planta esta mentirinha de que Maduro é ditador. Fica Gleisi!!! Ahahah

    Responder

Ioiô de Iaiá

16 de janeiro de 2019 às 15h41

Não sei o que está acontecendo com o Miguel. Não tira a faixa de topo de página com uma entrevista antiga do Ciro, como se fosse um museu de grandes novidades. Ciro já era, Miguel. Admita.
Outra coisa é que o Miguel está sempre pronto a criticar a esquerda e esquecer que a direita fascista está ferrando com o país e fazendo o Brasil retroceder. A Venezuela está sendo vítima de uma guerra hibrida e de um boicote generalizado. A diferença é que Maduro tem apoio do exército e da população. O governos venezuelanos cometeram erros? Vou lhe contar um segredo. Todos os governos cometem erros. O do Bozo em poucas semanas cometeu vários, o do Macri também. Nem por isso querem dar um golpe de estado neles como deram na Dilma. Miguel faça uma auto avaliação. Acho que você está precisando. Leia o Pepe Escobar, leia o Celso Amorim, leia até o tio Rei. Acho que pode lhe fazer bem. Você não é um quinta coluna, mas acho que seu software está dando tilt.

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Crypto

16 de janeiro de 2019 às 14h22

bozonazi amplia o arco de instabilidade.
Sai do pacto migratório, distribui armas, abraça o facista macri, quer dar base em território brasileiro pros yankees.

https://www.revistaforum.com.br/presente-de-grego-estados-unidos-doam-mais-de-50-tanques-de-guerra-ao-brasil/

https://www.brasil247.com/pt/247/poder/371984/Ex%C3%A9rcito-recebe-doa%C3%A7%C3%A3o-de-96-blindados-dos-Estados-Unidos.htm

Não se intromete na Venezuela, diz Moscou a Washington

Responder

João do Amor Divino de Santanna e Jesús

16 de janeiro de 2019 às 13h41

Se a desculpa para não ia na posse do Maduro é o relatório da ONU, no Brasil a ONU disse que Lula devia ser candidato. Não foi, então o Bozo é ilegitimo.

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    Paulo

    16 de janeiro de 2019 às 14h44

    A ONU não falou em momento algum q lula deveria ser candidato.

    Responder

      João do Amor Divino de Santanna e Jesús

      16 de janeiro de 2019 às 14h59

      No dia 17 de agosto(de 2108), o órgão (Comité de Direitos Humanos) “determinou ao Estado brasileiro que tome todas as medidas necessárias para permitir que o autor [Lula] desfrute e exercite seus direitos políticos da prisão como candidato nas eleições presidenciais de 2018, incluindo o acesso apropriado à imprensa e a membros de seu partido político”.
      Se para você o Comité não faz parte da ONU , eu também não tenho pq aceitar o que fala outro órgão da ONU sobre a Venezuela e desconheço como parte da ONU.

      Responder

Jefersom

16 de janeiro de 2019 às 12h02

Como é de praxe, os esquerdistas jamais irão assumir que a Venezuela é uma ditadura covarde. Este Maduro usou todas as falcatruas possíveis para permanecer no poder, fraudou eleições, plebiscitos, comprou o judiciário e as forças armadas, prendeu opositores, matou civis inocentes e fechou o congresso eleito democraticamente. Mas isto não tem importância para esquerda retrógada brasileira, os meios justificam o fim. Daqui a pouco irão dizer que a culpa pelas mortes, violência, fome e saída dos venezuelanos do País, é do Bolsonaro… É por estas e tantas outras atrapalhadas da esquerda, que o povo brasileiro enxotou e varreu a esquerda do Brasil.

Responder

    João do Amor Divino de Santanna e Jesús

    16 de janeiro de 2019 às 13h53

    Apresente as provas da fraude.
    Os “civis inocentes” que foram presos queimavam gente nas ruas de Caracas pq tinham “cara de chavistas”.
    Enxotou a esquerda? Só para lembrar que mesmo com o maior líder popular preso sem provas, o PT teve 47 milhões de votos.
    Se tivesse enxotado vc não estaria aqui destilando veneno fascista.

    Responder

    Berimbau

    16 de janeiro de 2019 às 14h55

    Não idiotinha… a história tem outras coisas para cobrar do Bolsonaro. A fakada, a quadrilha com Queiroz, e muitas outas tragédias.

    Responder

João Bortolanza

16 de janeiro de 2019 às 10h38

Não por acaso é o PT o maior partido de esquerda, por sua mundovisão, sua coerência e sua luta. Lutamos contra os ideais belicistas de Bozó Trump e quetais contra a Venezuela. Se as eleições democráticas sofrem críticas lá, essas nossas são FLORAÇÃO DE FAKES, CAIXA 2, STF E TSE INOPERANTES… elegeu-se um PACÓVIO sob a mira de milicos sedentos de sangue, numa luta insana contra os Petistas esquerdistas… Parabéns à lucidez de nossa Direção! NEGAMOS LEGITIMIDADE AO GOVERNO ELEITO e APOIAMOS A LUTA DO POVO VENEZUELANO. Lá a Corte e o Exército se somam ao povo pela defesa dos interesses nacionais. Claro, não sem dor, embates…. Não por acaso também Rússia e China estão apoiando

Responder

    Roque

    16 de janeiro de 2019 às 12h11

    Sério que vc escreveu isto? kkkk. Quer apoiar de verdade a Venezuela e seu ditadorzinho mequetrefe? Adora Rússia e Cuba? Faz o seguinte, junta as suas troxas e vaza para lá. Vai ser feliz lá. Mas se vc for gay, sugiro tomar cuidado viu… Neste paises els amam homosexuais, gostam tanto que vc vai adorar tomar umas porradas.

    Responder

      João do Amor Divino de Santanna e Jesús

      16 de janeiro de 2019 às 13h56

      Antes de fazer a Revolução cubana os defensores do Batista ficavam mandando Fidel Castro para a União Soviética. Ainda bem que não foi.

      Responder

        Paulo

        16 de janeiro de 2019 às 22h49

        Que pena que não foi. Hoje Cuba seria um país riquíssimo…uma Costa Rica melhorada, paradigma de latino-americanidade bem-sucedida.

        Responder

cunha e silva

16 de janeiro de 2019 às 10h23

Não existe contradição e sim apoio direto aos Estados Unidos que querem o petróleo Venezuelano . Não existe preocupações com o povo e sim tomar as riquezas do pais . E essa mixórdia de países que apoiam os americanos são apenas vassalos querendo mostrar serviço ao chefe . Contradição e entendimento de aspectos políticos e econômicos e ideológicos da Venezuela são assuntos da própria Venezuela . A ingerência estrangeira atacado ou defendendo só tem um fator em questão o petróleo .

Responder

Gabriel

16 de janeiro de 2019 às 10h19

Do meu lugar de fala, é absolutamente injusto, todavia, comparar a democracia dos governos militares brasileiros à ditadura nortecoreana. No governos militares brasileiros, nas décadas de 1960, 1970 e 1980, havia eleições. Na Coreia do Norte, não.

Responder

    CAR-POA

    16 de janeiro de 2019 às 14h33

    É admirável que vc consiga digitar um texto.

    Responder

    Gabriel

    16 de janeiro de 2019 às 15h47

    CAR_POA, estou ironizando o autor do texto, que escreveu essa pérola: “É absolutamente injusto, todavia, comparar a democracia venezuelana à ditadura nortecoreana. Na Venezuela, há eleições. Na Coreia do Norte, não.”

    Responder

Paulo Cesar

16 de janeiro de 2019 às 09h05

O Cafezinho segue sua linha de extrema-direita disfarçada , ganhando elogios de bolsonaristas , servindo aos ladrões de petróleo imperialistas e tentando encobrir o caso Queiroz e suas ligações com o PDT.

Responder

    Antonio Carlos

    16 de janeiro de 2019 às 09h18

    Voce beira ao fascismo ultra-conservador demonstrando clara xenofobia contra os americano e usando palavras de ódio para impor suas conviccoes sobre opinioes de outros.
    Devemos ser construitivos e usar compaixao para resolver conflitos.

    Responder

      Paulo Cesar

      16 de janeiro de 2019 às 09h46

      Xenofobia?
      Minha crítica é ao governo dos EUA.
      Adoro o povo e a cultura dos EUA , tenho uma tatuagem do Metallica e um poster do Jimmy Hendrix na parede do meu quarto.
      E não usei palavras de ódio , só chamei ladrões de ladrões.
      Ou você acha que eles foram ao Iraque e querem derrubar Maduro pela democracia?
      Minhas críticas são ao Estado estadunidense não ao seu povo.
      Você chamou um ateu e maconheiro de conservador hahaha
      Vocês são engraçados.

      Responder

      CAR-POA

      16 de janeiro de 2019 às 14h38

      Pegue os livros de história e tente responder estas duas perguntas:
      qual foi o maior atentado terrorista da história????
      qual é a maior ditadura da história da humanidade??
      vou te ajudar um pouco, no primeiro caso não foi em Nova York e no segundo essa ditadura tem 300 bases militares espalhadas pelo mundo.
      Estude,informe-se,questione,questione SEMPRE.

      Responder

Borges Rogado

16 de janeiro de 2019 às 05h22

Nao podemos ser xenófobos contra os americanos, nao faz parte da esquerda, e o bom relacionamento com eles é sempre bom. E tambem nao podemos ver uma ditadura sendo criada e nao fazer nada, continuar comercializando e tratando o pais inernacionalmente como se nada tivesse acontecido, pois sabemos que o próprio povo nada pode fazer contra um ditador violento que tem o exército sob o comando. Nossa esquerda deveria se alinhar a esquerda européia, liberal na economia, democrática e que luta por temas modernos como ecologia e bem estar social. Esses vinculos de nossa esquerda com comunismo e ditaduras como Cuba só prejudicam a imagem da esquerda no Brasil, pois nao sao modelos benéficos para ninguém. Nossa esquerda precisa de uma modernizacao radical, nao para o bem delas, mas para o bem do Brasil.

Responder

    Paulo Cesar

    16 de janeiro de 2019 às 09h12

    Vocês ciristas vivem num mundo paralelo.
    Sabia que os primeiros-ministros de Portugal e Grécia tem fotos do Che Guevara em seus gabinetes?
    Estou preocupado com a ditadura que se instaura no Brasil , com presos políticos , assassinatos políticos como o de Mariele e um presidente que defende a tortura.
    Mas peraí , o Ciro disse que Bolsonaro não ameaça a democracia , então tá tudo bem né hahaha

    Responder

Olinto

16 de janeiro de 2019 às 02h42

O Fidel cansou de falar que conseguiam o socialismo que podiam e não o que queriam, mas ninguém aprende/aprendeu! Não tem como fugir do maniqueísmo, exceto com discussões abstratas. Sem o chavismo, a alternativa à Venezuela não é se constituir em uma Noruega tropical e sim em um novo Porto Rico. Agora, “na vida como ela é”, tipo Maquiavel ou Nelson Rodrigues, não tem jeito, é Maduro, Ortega, Lula, etc. Por exemplo, se a Dilma tivesse feito uma composição com o Cunha (como todos antes dela fizeram, fazem e farão) o Brasil não estaria melhor hoje? No entanto, para fugir das “facilidades” impostas pela política REAL, ao não se deixar dobrar, sua alma foi pro céu e o Brasil pro inferno, com aplausos da banca! Tempos de guerra híbrida é fogo!

Responder

    Paulo Cesar

    16 de janeiro de 2019 às 12h05

    Traduziu perfeitamente a situação.

    Responder

      Olinto

      17 de janeiro de 2019 às 16h36

      Quer outros exemplos? O apoio do PC do B a Maia é execrável do ponto de vista a-histórico, mas inteligível enquanto tomada de posição política (portanto uma aposta) ante o facão da cláusula de barreira; para os EUA (e seus mercenários) Maduro é o ditador ser defenestrado, mas não Al Saud (já pensou em Pré-sal + Bacia do Orenoco + Golfo Pérsico nas mãos do império e que é a razão última da eleição de Bolsonaro?), etc. etc. Parafraseando alguém, diria que quem ignora ou detesta a Realpolitk é governado por quem a adota!

      Responder

Sebastião

16 de janeiro de 2019 às 00h22

Que se dissemine essa posição do PT, subserviente e conivente com o CHAVISMO. Que a população brasileira possa enxergar isso, e depois o PT pagará o preço por isso. Só olhar como o PT foi enxotado de Roraima. E pessoas como Gleise, por ser um governo de esquerda, acha que se deve concordar com tudo. Vejam o caso de Cesare como foi vergonhoso pra Lula. A mídia vai explorar bastante, e são coisas que a população brasileira não irá apoiar, e só dará endosso as atitudes de Bolsonaro. Se é de esquerda, mas cometeu crimes, assassinatos ou desrespeita o seu povo, que se pague. Venezuela tem democracia porque há eleições? Mas, o CHAVISMO pra se manter no poder, usa dessa mesma democracia criando referendos e plebiscitos a seu favor. São formas indiretas de se perpetuar no poder. Por que Gleise não se mostra comovida com o sofrimento do povo venezuelano? Mas não se vê uma critica sequer, as atitudes de Maduro. Tampouco, interesse em ir lá, ajudar a resolver a crise. Parece que o PT não aprendeu com a derrota de Bolsonaro, cuja essa questão ideológica é próxima do governo Maduro, ajudou a que o PT se tornasse odiado por uma parcela da população. Acorda, PT! Acorda, Gleise!

Responder

Marta

15 de janeiro de 2019 às 23h06

Este cafezinho anda requentado, e esse tipo de posição se chama, em cima do muro.

Responder

Robinson Barbosa Pimentel

15 de janeiro de 2019 às 21h28

Ta bom, Vamos entrar num acordo: Gleisi não vai na posse de Maduro, nem PT vai na posse de Bolsolixo. Falar em democracia, porque o povo votou, sabendo que esse lixo que está aí, não jogou limpo nas eleições e destila ódio de todos os seu poros? Não mesmo!

Responder

Moderado

15 de janeiro de 2019 às 20h46

Sim,PT é maniqueísta.
Nem Maduro nem Trump.Miguel presidente da República Venezuelana do café com leitinho.

Responder

Justcieiro

15 de janeiro de 2019 às 20h32

Ora, Miguel…como ajudar a Venezuela se o canalha do Maduro recusou até ajuda humanitária? O ditador prefere ver crianças morrem de inanição do que receber ajuda.
Como um ditador que se preze, pra ele não falta nada. Vimos o canalha ir almoçar na Turquia enquanto o seu povo come cachorro.

Como poderíamos ajudar a Venezuela? Maduro vai concordar em anular essa eleição fraudulenta e promover outra, com a oposição tendo direito a propaganda política e observadores da ONU e da OEA?

É claro que não!

O que Maduro quer é dinheiro. Mas dinheiro o povo brasileiro não vai mas mandar pra ele armar suas milícias pra matar inocentes civis.

Responder

    Paulo Cesar

    16 de janeiro de 2019 às 09h20

    Não entendo a direita não diz que quem é pobre deve se virar sozinho e que quem passa fome é culpado por isso?
    O sujeito passa a vida criticando o bolsa-família e agora se preocupa com as crianças.
    O Capitalismo mata centena de milhões de fome todo ano , até mesmo nos EUA.
    Aliás em números reais a mais miséria nos EUA do que na Venezuela.
    Cerca de 20 milhões de estadunidenses vivem na miséria e a direita de lá diz que a culpa é deles.

    Responder

      Justiceiro

      16 de janeiro de 2019 às 12h44

      O capitalismo mata centenas de milhões de fome todo ano, mas nunca vi americano morrendo afogado tentando sair do seu país pra ir viver em Cuba.

      Vimos recentemente milhares de hondurenhos viajando a pé para tentar entrar nos Estados Unidos. Poderiam tentar ir morar no paraíso cubano

      Responder

        João do Amor Divino de Santanna e Jesús

        16 de janeiro de 2019 às 14h23

        Tá cheio de norte-americano que vá em Cuba estudar de graça e procurar tratamento médico. Não conheço nenhum que vá para Haiti ou Honduras, paraíso capitalista.
        Estados Unidos de América ficou independente de qualquer império em 1776, já Cuba em 1959.
        Depois disso Cuba não invadiu nem roubou a riquezas de nenhum país, já os Estados Unidos…

        Responder

          Justiceiro

          16 de janeiro de 2019 às 16h36

          KAKAKAKAKAKAKA

          Americano vai pra Cuba pra se divertir no pedaço da ilha reservado ao turismo. Coisa de luxo. E ainda tem as meninas de 14,15 aninhos pra lhes satisfazer.

          Enquanto isso, do lado cubano, a miséria corre solta.

          Médico tem que se submeter a semiescravidão para ganhar uma grana melhor no exterior.

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            João do Amor Divino de Santanna e Jesús

            16 de janeiro de 2019 às 22h51

            Vc tá confundindo com a Cuba de Batista ou Brasil atual onde a prostituição infantil é norma. O paraíso capitalista brasileiro. Com 14 ou 15 anos em Cuba estão estudando para atender depois brasileiro e americano doente.
            Se fossem escravos 90% teriam ficado no Brasil, nada impedia,porém aconteceu o contrário.
            Risinho em caixa alta não substitui argumentos.

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        marco

        16 de janeiro de 2019 às 22h43

        Cuba esta sob embargo do imperio, eufemismo para estrangulamento econômico; portanto se o país não é um sucesso a culpa é pelo menos dividida.

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      euclides de oliveira pinto neto

      20 de janeiro de 2019 às 12h11

      Paulo Cesar,
      Atualmente, o “governo” dos USA Inc. fornece vale-refeição para quase 50 milhões de carentes nos USA !!! São pessoas pobres que precisam desses vales para se alimentarem !!! Para um “país” tão rico, alguma coisa está errada !!!

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marco

15 de janeiro de 2019 às 20h30

Muito correta sua abordagem.
Nossa obrigação por dever ético e senso estratégico é vivermos em paz com nossos vizinhos.
Ver as Forças Armadas Brasileiras farzer o serviço de “jagunço do império ” é um pesadelo.
O império deseja causar o ” kaos” no nosso entorno, enquanto se protege atrás do Muro.

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Jarborah

15 de janeiro de 2019 às 18h59

Parabéns Miguel mais uma vez pela análise política e livre de amarras ideológicas… parabéns pelo blog. Sensato como sempre

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ari

15 de janeiro de 2019 às 17h56

Chame-se do que quiser, mas obviamente existem basicamente duas esquerdas, uma bastante à direita, que inclui parcela do PT, inclusive Haddad, o PSOL, o PSTU e outros grupos menores.
A eleição foi talvez a mais fraudada dos últimos 50 anos, a começar pela impossibilidade de o Lula participar, o cancelamento de 3,4 milhões de títulos, fake news, uma facada que a cada dia se mostra mais uma farsa,, tudo com total complacência do judiciário. Na verdade, não havia a hipótese de a esquerda eventualmente ter vencido as eleiçõe. Era um jogo de cartas marcadas. No caso da Venezuela, “trata-se de um governo legítimo. Maduro foi eleito em eleições competitivas, com a participação de mais de 40 partidos, com vários candidatos, inclusive com um candidato da oposição conservadora que teve uma votação expressiva. O Maduro ganhou essa eleição com 2/3 dos votos, é incontestável” (Igor Fuser)
Participar da posse de Bolsonaro seria, de certo modo, afiançar uma fraude, como aliás fez o Haddad ao reconhecer sua derrota. No caso da Venezuela, significou solidarizar-se com um povo que vem sendo objeto de brutal guerra econômica visando a destituição do Maduro. E, a meu ver, essa deveria ter sido a atitude de todos que se dizem de esquerda. Não se trata, no caso, de fazer uma avaliação moral do governo venezuelano, como tenta o articulista.
Infelizmente há sim uma “certa esquerda” que tenta passar um pano em tudo o que aconteceu até o momento, inclusive o golpe e a prisão do Lula e criar uma “frente democrática” para discursos, entrevistas e notinhas com vistas unicamente nas próximas eleições. Perdoe-me o articulista, mas não mencionei o Ciro por não ver nele nada mais do que “o moleque de recado do antipetismo militante” (não me lembro do nome do autor da frase)

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Octavio Fernández

15 de janeiro de 2019 às 17h54

Imbécil, crees q los que salimos de Venezuela a trabajar como obreros cuando en nuestro país tuvimos buenos cargos, lo hicimos por propaganda?? “Crees” “Piensas”, no hables de lo que no conoces, solo demuestras ser un gran ignorante.

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Paulo

15 de janeiro de 2019 às 17h49

Esse discurso não funciona com os radicais. Pra eles, a Venezuela é uma democracia e o Brasil, uma ditadura. Aliás, para o ultra-esquerdismo, Cuba é uma democracia…

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    ari

    15 de janeiro de 2019 às 18h02

    Por aqui, temos um governo fruto de um golpe, eleito no pleito que talvez seja o mais fraudado de nossa história, a começar pelo cancelamento de 3,4 milhões de títulos e a impossibilidade de o preferido do povo participar, cujo presidente ameaça matar seus opositores, defende a tortura e a ditadura e tem como ídolo uma figura tétrica como Ustra. Ah, e bate continência para a bandeira americana. Aqui, um projeto ultra-neoliberal que vai lançar milhões de brasileiros na miséria – aliás, já começou. A isto chamam democracia. Lá, um governo que, apesar das imensas dificuldades do país, investe no social boa parte do orçamento. Um presidente eleito num pleito com dezenas de observadores internacionais, com o povo aplaudindo nas ruas sua posse, apesar de não ser feriado.. A isto chamam ditadura. Como disse Leonardo Boff, vivemos o “triunfo da ignorância e da estupidez”

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Nostradamus ( banquinho & bacia )

15 de janeiro de 2019 às 17h49

Tantos problemas mais próximos dentro do nosso país para abordar! O caso Queiroz. O caso da fakada . O caso de uma nomeação numa prefeitura vizinha do Rio do PDT. E assim vai… mas não… tem que impulsionar a divisão nos ineptos na esquerda. Tem que procurar cabelo em casca de ovo. Tem que demonizar o PT com discurso de bom moço, de amigo, de neutro, de justo… ah! para né !!!

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    Renato

    15 de janeiro de 2019 às 22h00

    Tão ou mais importante do que o caso Queiroz é o caso da Elisângela Barbiere (assessora do deputado petista e presidente da assembléia do Rio, André Ceciliano ) que movimentou a bagatela de 25 milhões !

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Guimarães Roberto

15 de janeiro de 2019 às 15h41

Só discordo sobre a ausência do PT na posse do Bozo. Fez bem não comparecer pois seus eleitores foram ameaçados de morte em discurso do candidato. Não se deve comparecer em posse de ditador, ainda que eleito. Aliás, as últimas eleições deverá ser objeto de estudo no futuro pois muita coisa ficou sem explicação e/ou investigação. O país necessita voltar a fazer eleição sem a urna eletrônica, em papel. Em papel é mais difícil ocorrer a fraude.

o

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CAR-POA

15 de janeiro de 2019 às 14h15

Acho que não é complexo o problema ,ao contrário é bem simples.,
Só é necessário responder a pergunta :
ESTARÍAMOS AQUI FALANDO DA VENEZUELA SE ELA NÃO TIVESSE UMA FORMIDÁVEL RESERVA DE PETRÓLEO,CODICIADA PELA MAIOR DITADURA QUE A HUMANIDADE JÁ CONHECEU??????????????????????????????????? .
Respondido isto ,O RESTO SÓ É CONSEQUÊNCIA .

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Aliança Nacional Libertadora

15 de janeiro de 2019 às 13h57

Blá-blá-blá da quinta coluna…..o cirismo falando mimimi…

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    Miguel do Rosário

    15 de janeiro de 2019 às 14h07

    Seu vocabulário é de um bolsominion… A acusação, de um fascista canalha. Quinta coluna são idiotas como você.

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      Divino

      16 de janeiro de 2019 às 07h42

      Desculpe Miguel. Gosto de suas análises mais lúcidas e coerentes com a realidade mas o comparar com um eleitor do Bolsonaro como eu é ofensivo. Há erros de todos os lados mas, convenhamos, a postura da esquerda é lamentável. Só como curiosidade, não acho que esta figura exótica escreva bem. É apenas um cego radical sem critério. Por conseguinte, com todo o respeito que tenho por você, embora seja de direita e gosto do contraditório e do debate, não sou um “bolso Minion”; este rótulo acirra mais as diferenças para um campo irracional e grasseiro. Foram estes rótulos que fizeram a esquerda cair. Gosto de seus textos, embora alguns mais radicais mas é hora de pensar na Brasil e ajudar os vizinhos sem ideologia. Um forte abraço! Nossa nação acima de tudo!

      Responder

      Roque

      16 de janeiro de 2019 às 11h47

      Não entendi Miguel? O cara te agride com palavras e vc diz que ele age como quem apoia o Bolsonaro? Tem medo de que? Enfrente estes militontos pixulequentos, petistas safados e viúvas do condenado com a mesma disposição que tem contra quem votou no Bolsonaro. O assunto é sobre a triste realidade que vive a Venezuela e sua população, sob o comando do ditador Maduro. Colocar os Bolsonaristas nesta história é uma tremenda falta de caráter.

      Responder

        Roqueiro Queiroz

        16 de janeiro de 2019 às 15h37

        Isso, Miguel abandone a Ptralhada e venha para nós. Temos o governo, temos o motorista para vc passear na Zona Sul.

        Responder

    Marcelo Abb

    15 de janeiro de 2019 às 16h21

    É incrível a capacidade desse cara de ser idiota.

    Chego a pensar que esta pessoa sequer existe de verdade. Deve ser um robô, sei lá.

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    Olinto

    15 de janeiro de 2019 às 22h17

    O cara não é um bolsominion idiota. Ele pode ter usado, o que está na moda e a esquerda não faz, o “jornalismo” lacração, mas, no geral, em tempos de guerra híbrida, não dá para fugir do maniqueísmo. Por exemplo, querer que o PT ou o Maduro beijem a cruz da autocrítica “sincera”, é abrir caminho para o Antagonista manchetar: “blogueiro de esquerda com forte formação democrática também ataca Maduro”, a aí os robôs virtuais fazem o serviço!

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