A audiência pública sobre a reforma tributária

Pesquisa mostra que não há marcas nacionais entre as mais influentes no Brasil

Por Redação

17 de abril de 2019 : 10h34

Uma pesquisa da Ipsos divulgada há duas semanas mostra que, entre as 10 marcas mais influentes no país, não há nenhuma brasileira. Dentre as 10 mais influentes, quase todas são americanas, com exceção da Samsung (sul-coreana) e Nestlé (suíça).

***

Google é a marca mais influente no Brasil

Samsung ocupa a vice-liderança no estudo “The Most Influential Brands” e Facebook aparece em terceiro lugar
No site

Google é a marca mais influente no Brasil

Samsung ocupa a vice-liderança no estudo “The Most Influential Brands” e Facebook aparece em terceiro lugar

O Google é a marca mais influentes entre os brasileiros em 2018, mostra a 7ª edição brasileira da pesquisa Ipsos “The Most Influential Brands”. Em seguida estão: Samsung (2º), Facebook (3º) e YouTube (4º). Os resultados mostram a força das empresas de tecnologia no Brasil.

O ranking com as top 10 inclui ainda mais duas marcas ligadas a tecnologia (Microsoft, em 6º e Netflix, em 9º) e as quatro do setor de bens de consumo (Nestlé, em 5º, Colgate, em 7º, Johnson & Johnson, em 8º e Omo, em 10º).

“Estar no top 10 quer dizer que a marca é muito grande e influente. A tecnologia está mudando as nossas vidas, por isso não é surpresa ver tantas marcas do setor no ranking. A mudança nas posições não quer dizer que elas deixaram de fazer alguma coisa no ano, mas, sim, que outras também se destacaram”, afirma Alan Liberman, head latam de marketing strategy & understanding na Ipsos.

“A influência é um valor intangível que as marcas têm e podem provocar mudanças em comportamentos, ações ou opiniões. As marcas mais influentes são importantes porque os consumidores se identificam com elas e estabelecem um relacionamento emocional com elas. Eles não podem imaginar as suas vidas sem essas marcas”, ressalta Liberman.

A pesquisa “The Most Influential Brands” avalia as marcas e seu poder de influência no cotidiano e no comportamento dos consumidores. O estudo analisa também como o público classifica cada marca dentro de 57 atributos, medindo o impacto destas marcas na vida dos entrevistados, além de entender se fazem parte do cotidiano dos consumidores. A pesquisa ajuda a compreender como cinco dimensões (Liderança & Inovação, Confiança, Presença, Responsabilidade social e Engajamento) estão relacionadas com esta influência.

Em 2018, o peso das dimensões foi: 32% para Liderança & Inovação, 30% Confiança, 17% Presença, 16% Responsabilidade Social e 4% Engajamento. “Liderança & inovação e confiança foram as dimensões mais relevantes, mostrando como os brasileiros são mais receptivos para novidades e tecnologias. O engajamento ficou em 4º lugar, mesmo com grande parte dos brasileiros nas redes sociais, apontando que eles não necessariamente interagem com as marcas.Isso reserva muitas oportunidades para o crescimento das empresas nesse segmento”, ressalta Liberman.

O estudo “The Most Influential Brands” é realizado em 17 países. No Brasil, a pesquisa entrevistou 1.030 pessoas por meio de painel online, entre 23 de novembro e 17 de dezembro de 2018.

Apoie O Cafezinho

Crowdfunding

Ajude o Cafezinho a continuar forte e independente, faça uma assinatura! Você pode contribuir mensalmente ou fazer uma doação de qualquer valor.

Veja como nos apoiar »

5 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário »

Joaquim

17 de abril de 2019 às 17h58

A maior indústria brasileira é a indústria de FAKE NEWS.
Amen.

Responder

I NE XIS TEN TE

17 de abril de 2019 às 16h44

Conclusão, a indústria nacional é inexistente.

Responder

Sergio Araujo

17 de abril de 2019 às 14h24

A Ambev nào è mais do Lemann ?

Responder

Alan C

17 de abril de 2019 às 13h56

Se serve de algum alento, o Facebook (3º) foi idealizado por um brasileiro, e a Nestlé (5º) comprou a Garoto quando viu que não podia concorrer com ela no mercado brasileiro.

Agora, é evidente que não há marcas brasileiras, quando alguma ganha alguma notoriedade no mercado a mídia e o próprio mercado jogam um monte de mentiras dizendo que tem que ser vendida, que é melhor, que isso e aquilo…. Nunca vai ter mesmo! Só vai ter uma síndrome do vira lata de pobre de direita…

Responder

    Paulo

    17 de abril de 2019 às 18h08

    Pois é! Lembrei da Embraer, da qual já nos orgulhamos…

    Responder

Deixe uma resposta