Economistas discutem a desindustrialização no Brasil

Policiais rodoviários federais apoiam a greve contra a reforma da Previdência

Por Redação

13 de junho de 2019 : 17h01


Nota Pública – Greve Geral dos Trabalhadores1

A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF), entidade de classe que congrega os 26 sindicatos estaduais, representando 15 mil policiais rodoviários federais de todo o país, vem a público expressar o seu apoio às legítimas manifestações da classe trabalhadora, programada na forma de Greve Geral, no próximo dia 14 de junho, em luta, dentre outras demandas, pela proteção dos direitos previdenciários da população brasileira e contra um modelo de reforma que falha absurdamente na proteção social das classes mais necessitadas e que aparenta se focar no atendimento exclusivo das exigências do mercado financeiro.

Os policiais rodoviários federais, que assim como os demais profissionais de segurança pública, são impedidos por força de decisão do Supremo Tribunal Federal de manifestar sua luta pela valorização e melhoria de sua carreira e condições de trabalho através do direito constitucional de greve, têm participado ativamente dos debates em torno do tema reforma previdenciária.

Desde o início das discussões, ainda em 2017 com a proposta da PEC 287, e posteriormente, com o início da tramitação da PEC 06/2019, a FenaPRF vem alertando os perigos trazidos pelas propostas reformistas, sobretudo na área da segurança pública, com expressivos prejuízos aos policiais e demais profissionais que atuam com risco cotidiano da própria vida em defesa da sociedade.

Por sua característica histórica de luta em defesa dos direitos dos policiais rodoviários federais, trabalhadores destemidos e reconhecidos pela excelência de seus serviços à sociedade brasileira, o sistema sindical dos PRFs exprime seu apoio e solidariedade ao movimento do próximo dia 14, ao passo em que reforça o seu apelo para que a classe política examine com maior atenção e sob a égide da defesa irrestrita do bem estar e interesse do povo brasileiro (e não da classe financeira) o tema Previdência e Assistência Social, conquistas constitucionais históricas da nossa nação.

Brasília, 13 de junho de 2019.

Diretoria Executiva da FenaPRF

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6 comentários

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Reaça opressor

14 de junho de 2019 às 02h01

Tomem vergonha cambada de idiotas úteis, que são tão idiotas que nem sabem que são úteis. Aponte onde, qual página, na reforma está apontando que está tirando direitos dos mais pobres? Diminuir de 8% para 7,5% do pagamento do FGTS para quem recebe até um salário mínimo é tirar direito dos mais pobres? Sendo que quem recebe mais, os marajás, podem pagar até 20%do mesmo. Onde que colocar todos os políticos para aposentarem como todos nós é tirar direito dos mais pobres? Vão pra Cuba, Coreia do Norte ou mesmo Venezuela, socialistas fabianos, tomem vergonha na cara cambada de vagabundos.

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    Eliane

    16 de junho de 2019 às 15h51

    Quanta delicadeza…..
    Não á Reforma da Previdência que irá enriquecer ainda mais o sistema financeiro e empobrecer a população mais humilde! As empresas que sonegaram devem ser cobradas! Os prejuízos não devem ser carregados apenas pelos trabalhadores.

    Responder

Paulo

13 de junho de 2019 às 20h32

Greve contra (essa) Reforma da Previdência é obrigação de todo brasileiro consciente apoiar. Agora, o problema é que sabemos quem irá conduzir isso, e que a conotação, obviamente, será política. Isso enfraquecerá o movimento, pois mesmo o povo desinformado intuí o protagonismo da esquerda na organização do movimento…

Responder

    Carlos Marighella

    14 de junho de 2019 às 08h24

    Mas é claro, 95% da direita no congresso é a favor dessa reforma anti povo e pró mercado financeiro, quem é contra é a esquerda, portanto vc disse algo óbvio.

    Responder

Ivan

13 de junho de 2019 às 18h07

Considero isso uma vitória da democracia e do povo. Policiais sempre tiveram a tendência conservadora e agora lutarão contra o governo mais anti democrático desde o fim da era militar.

Esta greve promete!

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chichano goncalvez

13 de junho de 2019 às 17h11

Por que a quadrilha que está no poder ( Bolso Merdas e Cia ) não abrem mão de parte dos salarios deles ? E o Supremo, Tribunais, todos do parlamento, Exercito tambem, ou não são brasileiros ?

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