Ato público pela valorização do serviço público

Santos Cruz solta o verbo: “governo Bolsonaro se afastou do combate à corrupção”

Por Redação

06 de janeiro de 2020 : 10h38

A BBC Brasil publicou hoje um vídeo com uma entrevista de 42 minutos com o ex-ministro da Secretaria de Governo, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz.

Na BBC Brasil

‘Governo Bolsonaro se afastou do combate à corrupção’, afirma Santos Cruz
Por Mariana Schreiber (@marischreiber)
Da BBC News Brasil em Brasília

Após deixar ministério, Santos Cruz voltou a atuar junto à ONU, tachada de ‘globalista’ pelo governo atual

Demitido do governo em junho, o ex-ministro da Secretaria de Governo general Carlos Alberto dos Santos Cruz hoje quer distância do presidente Jair Bolsonaro.

O militar da reserva pensa em se filiar a um partido político e disputar eleição no futuro – ainda não sabe por qual sigla e para qual cargo, mas tem certeza que não fará isso ao lado do seu antigo chefe.

Para ele, Bolsonaro deixou o PSL para criar uma nova sigla, a Aliança pelo Brasil, não por divergência ideológica, mas devido a disputas para controlar dinheiro dos fundos partidário e eleitoral.

“Eu não entraria em um partido hoje do presidente Bolsonaro de jeito nenhum. Ele tem valores que não coincidem com os meus; ele tem atitudes que eu acho que não têm cabimento”, disse, em entrevista à BBC News Brasil.

Assista à entrevista completa aqui:

Leia a transcrição da entrevista aqui.

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5 comentários

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Roberto Machado Cassucci

07 de janeiro de 2020 às 01h04

Wow!!! Mas que Sagacidade… Que Perspicácia… Que Visão, que Inteligencia Salomônica…
Reinventou a Roda… Daqui a alguns anos (oitenta, cem anos, quem sabe?), Talvez, “Ele” possa vir sugerir, que a “Roda” poderá ser mais Útil, se ás fizerem “Redondas”… hã?!?!?!

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Andressa

06 de janeiro de 2020 às 16h41

O Dória do exército.

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Silvio

06 de janeiro de 2020 às 16h41

fato comprovado é que o presidente e seu grupo ( Weintraub, Araújo, Guedes, Sales) não tem condições de estar a frente de um país com tantas facetas e complexidades. Sem contar as intromissões e aparecimentos constantes dos filhos do presidente destilando veneno nas redes, desrespeitando e demonizando adversários políticos,bem como entre partidários do presidente.
Triste sina do país que é refém do populismo e não tem uma elite com projeto de país soberano, justo e igualitário. Somos uma eterna impossibilidade.

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Alan C

06 de janeiro de 2020 às 16h34

Diz isso pq saiu da bozolândia, senão enfiaria a língua no * como todo animal bozominion.

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Paulo

06 de janeiro de 2020 às 11h32

Esse é um genuíno oficial do Exército brasileiro. Honra a farda e caiu fora na hora certa. Governo
Bolsonaro só se salvará se a economia decolar, o que é incerto, ainda. Fora daí, só sobrará o combate à pauta cultural da esquerda…

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