Live do Cafezinho: bate papo com o cineasta cearense Wolney Oliveira

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Acertos e erros de Flavio Dino

Por Miguel do Rosário

24 de janeiro de 2020 : 01h17

O governador Flavio Dino, do PCdoB, concedeu duas entrevistas importantes nos últimos dias. A primeira, para o Estadão; em seguida, para a Folha.

Em ambas, Dino defende a mesma coisa: que a esquerda saia de sua bolha e comece a costurar, desde já, uma “frente ampla”, incluindo liberais e setores do centro descontentes com o governo Bolsonaro.

A iniciativa é correta. Eu diria até óbvia. 

Entretanto, Dino vem enfrentando resistências e críticas de duas áreas influentes do campo progressista.

De um lado, temos a esquerda pura, a esquerda parlamentar, que vive do voto proporcional. Essa esquerda tem pouco espaço político para defender qualquer tipo de aproximação com o centro, até porque ela construiu para si uma narrativa inteiramente vinculada à polarização ideológica. Ela precisa, a todo momento, provar que é esquerda, que é muito esquerda, que é a única esquerda 100% full power.

Além disso, é uma esquerda hegemonizada pela força econômica e política dos gabinetes. Tem pouca força de mobilização, quase nenhuma entrada na periferia, de maneira que depende excessivamente do eleitor radical da classe média, cuja presença hiperativa nas redes sociais torna-o um ativo estratégico, tanto nas campanhas eleitorais, como fora delas, nas batalhas diárias pela opinião pública. 

De outro lado, temos a esquerda hipócrita, que passou um quarto de século fazendo todo o tipo de alianças com setores liberais e conservadores, que voltou a fazer alianças assim em 2018, e que já está articulando as mesmas alianças para as eleições municipais em 2020, mas que, mesmo assim, não admite que ninguém, a não ser ela, trilhe um caminho independente.

Essa é uma esquerda bastante problemática, porque precisa usar todo o tipo de violência simbólica para desviar o foco de sua hipocrisia. Como no mundo sombrio do livro de Orwell, 1984, essa esquerda desenvolveu uma espécie de duplipensar. Ela ataca, cancela, debocha, ridiculariza, qualquer outra esquerda que procure desenvolver um diálogo com setores liberais ou de centro, ao mesmo tempo que bate palmas quando a iniciativa parte de suas próprias lideranças.  

Essa postura, incentivada por dirigentes partidários, enraizou-se na militância. Tornou-se uma subcultura, uma identidade social. 

Na contramão dessas duas esquerdas, Flavio Dino trilha seu caminho, encontrando-se com o apresentador Luciano Huck, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, e… Lula. 

Entretanto, embora seja admirável a coragem com que arrosta essas resistências, e a inteligência com a qual tenta costurar, desde já, uma estratégia para 2022, Flavio Dino também comete alguns erros graves de estratégia. 

O erro mais grave de Dino é a submissão política a Lula. 

Na entrevista ao Estadão, Flavio Dino usou uma expressão que arde nos ouvidos de qualquer democrata: ele chama Lula de “nossa liderança máxima”. 

(Evitarei me estender acerca dos horríveis ecos semânticos, que remetem a imagens políticas que seria muito bom afastar, sobretudo vindas de um comunista preocupado em atrair o centro).

Lula foi um ótimo presidente. Eu tenho muita admiração por ele. Defendi-o por muitos anos dos ataques injustos da mídia e da justiça, e o considero uma liderança importante. Ao usar a expressão “liderança máxima”, contudo, Flavio Dino quer dizer o quê? Que ele próprio, ou qualquer outro quadro que não seja o Lula, são lideranças menores?

Poderíamos pensar que foi um deslize verbal, mas não. Na entrevista à Folha, Dino usa expressão parecida para se referir ao ex-presidente.  

Como ele espera estabelecer qualquer diálogo com forças diferentes usando esse tipo de linguagem? Nem os bolsonaristas, creio eu, chegam tão longe no culto à personalidade. 

Dino explica que a tal “frente ampla” significa unir pessoas, partidos e instituições com ideias diferentes. Isso apenas fará sentido se também aglutinar forças que não simpatizam muito com Lula ou com o PT, mas que entendem a importância de superar essas divergências em nome de um projeto maior. Entretanto, quem vai se unir a uma frente ampla que já tem uma “liderança máxima”? Não me parece uma maneira democrática de se iniciar a construção de nenhuma frente. 

Além do mais, apesar de seus alertas de que não podemos repetir os erros de 2018, a estratégia de Dino repete exatamente… os erros de 2018. Lula está inelegível. Está hoje condenado em dois processos, os dois em segunda instância. Apesar da conjuntura judicial ter melhorado um pouquinho, não passou disso: melhorou um pouquinho. Bem pouquinho. 

A votação no STF que determinou o fim da prisão em segunda instância, e que resultou na soltura de Lula, foi vencida com apenas um voto de vantagem. Este ano, Celso de Mello, que se tornou um voto crítico à Lava Jato, termina sua participação no tribunal, e Bolsonaro poderá indicar um substituto. Aliás, não me surpreenderia se Mello, que se recupera de uma cirurgia, antecipasse sua aposentadoria, até mesmo para evitar um voto contrário à Lava Jato… 

No Congresso, avançam as articulações para se modificar a lei e se permitir novamente a prisão em segunda instância. 

Os juristas irão escrever artigos furibundos e distribuir listas de assinaturas, mas este é um caso onde não há consenso mesmo no campo progressista. Alguns importantes quadros políticos da esquerda, como Randolfe Rodrigues, líder da oposição no Senado, apoiam a prisão em segunda instância, embora ao mesmo tempo considerem que Lula está sendo vítima de perseguição judicial. Eles separam uma coisa de outra. Isso para não falar na população, que também apoia a prisão em segunda instância, segundo inúmeras pesquisas.

Por falar em pesquisa, Dino menciona, com ar triunfante, que algumas delas indicariam possível vitória eleitoral de Lula. É um pouco triste ver uma inteligência como a de Dino, a esta altura do campeonato, e na contramão de tudo que ele mesmo vem dizendo, olhar a conjuntura pensando apenas no processo eleitoral. Já era tempo do campo progressista ter compreendido que o objetivo não é ganhar eleições, e sim governar, e governar com estabilidade, o que significa ter um mínimo de apoio institucional. A esquerda precisa reconquistar o apoio de militares, empresários, evangélicos, procuradores, juízes. É evidente que Lula – em razão dos inúmeros processos judiciais que ainda pesam sobre si (ainda que injustos em sua maioria), além de motivos de ordem puramente política –  não tem condições de obter apoio nesses setores, fundamentais para a governabilidade.

Enfim, diante desta conjuntura, não seria absurdo cogitar que, em 2022, a “liderança máxima” pode ser levada novamente à prisão. Aí Lula, a quem Dino já elegeu – sem perguntar a ninguém, já que não houve, que eu saiba, nenhuma eleição neste sentido – chefe de todo o processo, terá de escolher um outro candidato à presidência da república. Essa escolha se dará novamente a alguns dias de eleição, ou dessa vez Lula será magnânimo e permitirá que seu partido e seus aliados tenham tempo de organizar uma campanha? 

Numa das entrevistas dadas naquela sinistra salinha da Polícia Federal, em Curitiba, Lula admitiu, com essas mesmas palavras, que em 2018 queria ter o “orgulho de ser eleito dentro da prisão”. Pode ser que ele, enfim, possa realizar seu sonho em 2022. 

Flavio Dino tem alguma expectativa de que será o nome escolhido? Caso seja, terá de visitar Lula regularmente na cadeia, para submeter a estratégia da “frente ampla” à sua apreciação?

Será que Dino realmente acredita nas juras de amor que o militante petista faz à sua pessoa, dizendo que ele seria um ótimo candidato, etc? Não percebe que, na primeira crítica mais tímida e cuidadosa que fizer à “liderança máxima”, será imediatamente cancelado e alvo de todo o ódio do mundo?

Dino está corretíssimo em sua luta para furar a bolha, mas isso apenas será possível se o objeto centralizador da estratégia for um projeto nacional, e não um nome, ou nomes, e se os articuladores deste processo, incluindo ele mesmo, Flavio Dino, demonstrarem autonomia, independência e senso crítico. Por que razão alguém iria investir tempo e energia em qualquer articulação conduzida por Flavio Dino, se ele deixa claro que não tem autonomia nenhuma?

Dino disputou duas eleições em seu estado, em 2010 e 2014, contra Lula e contra o PT. Ele deve sua bem sucedida carreira política apenas a si mesmo e a seu partido. 

Há um outro ponto que merece ser examinado: a escolha de Luciano Huck como referência constante em artigos e entrevistas com Dino ou sobre Dino. 

Flavio Dino está deixando correr solto demais esses boatos sobre uma possível chapa com Huck. Isso é absolutamente ridículo. Primeiro: Huck jamais fará chapa com Dino ou com qualquer nome da esquerda. Autorizar que essa bobagem seja cogitada apenas desvia o foco de um debate sério e objetivo. É bom para Huck e péssimo para o campo progressista, que tem seus próprios candidatos e seu próprio projeto. Ou não tem projeto, e a única bandeira será “derrotar o nazismo”? 

Huck é um feroz neoliberal, que votou em Bolsonaro em 2018. 

Huck não tem partido, não tem base social. Não participa de nenhum debate. Não vai a nenhum lugar que não seja um ambiente absolutamente controlado. 

Ele é apenas, por enquanto, um funcionário da Globo que alguns setores da elite paulista gostariam de ter como presidente.

Não faz sentido dar a Huck mais importância do que ele tem. 

Ademais, um governo Huck seria muito parecido com o de Bolsonaro do ponto-de-vista econômico. 

Entendam-me bem, não acho errado dialogar com Huck; mas é preciso mais cuidado nos sinais enviados. 

Se o objetivo é construir uma frente ampla, incluindo liberais, faria muito mais sentido ampliar o diálogo com Rodrigo Maia, do DEM. Ao contrário de Huck, que não é ninguém, Maia é o presidente da Câmara dos Deputados, e tem dado sempre mostras, nos momentos críticos, de alguém empenhado na defesa da democracia. Muitos o chamam, meio brincando, meio à sério, de primeiro ministro, sobretudo porque, diante dos excessos autoritários do bolsonarismo, ele tem atuado, frequentemente, como uma espécie de poder moderador. O DEM tem 267 prefeituras, 2.907 vereadores, 26 deputados federais, 6 senadores, e 3 governadores. O que é mais útil, conversar com Maia e DEM, ou com… Luciano Huck? Se um Eduardo Bolsonaro levar adiante o seu projeto de criminalizar o comunismo no Brasil, Huck não moverá uma palha, não dará uma declaração em favor do PCdoB; Maia, ao contrário, defenderá o PCdoB. Então me parece que o partido precisa ter mais senso de prioridade na construção dessa “frente ampla”. 

O próprio PCdoB apoiou Maia na eleição para presidente para Câmara, de maneira que a legenda tem um capital acumulado junto a Maia. Na entrevista à Folha, Dino lembra que tem secretários filiados ao DEM. O caminho lógico, portanto, é por aí, não por Luciano Huck. 

Ah, claro, com o DEM não pode ter frente ampla, porque o partido está se aliando ao PDT de Ciro, o anticristo do petismo… Bem, se o PCdoB se deixar levar por esse tipo de preconceito, comprando uma briga que não é a sua e não lhe interessa, então é melhor esquecer essa ideia de frente ampla, colar no PT desde já e pronto. 

Outras legendas com representação na Câmara, como o PL, embora sejam liberais do ponto-de-vista econômico, tem dado mostras de insatisfação com esse lado autoritário do governo, abrindo uma brecha para o diálogo com o campo progressista. 

Por outro lado, uma frente ampla só fará sentido se a esquerda tiver alguma coisa a oferecer, ou seja, se tiver votos e apoio popular. 

Enquanto não der o grito de independência, porém, o PCdoB terá muita dificuldade para se tornar um bom articulador e, por conseguinte, obter bons resultados eleitorais, tanto em 2020 quanto em 2022, pondo em risco a própria existência do partido, por causa da cláusula de barreira. É bom lembrar que as eleições municipais deste ano serão as primeiras sem coligação proporcional, de maneira que será cada um por si. Quem cair nesse conto de “união das esquerdas” ficará a ver navios em outubro. A união virá, mas apenas no segundo turno; terá de ser orgânica, e não forçada ou costurada às pressas sob algum tipo de chantagem retórica de “ameaça nazista”; e terá, por fim, de ser construída horizontalmente, sem hegemonismos ou “lideranças máximas”. 

 

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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95 comentários

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André diniz

05 de maio de 2020 às 04h57

Muito bom texto! Parabéns ….

Responder

Periferia extrema

27 de janeiro de 2020 às 10h36

Esquerda e direita brasileiras eu sinceramente são uma falacia
O que tem é um bando de entreguista apatrida
Por isso concordo com o que o mariguela ja dizia que o povo tem wue ter sua arma subir e descer os morros etc etc e tal
Essa frente ampla ai é para lutar contra o bossonaro entendeu
Pois ele tem do lado dele o Facebook o instragrn e Whatsapp fora a Cambridge analíticos entendeu
E ai a eswuerda tem o que o canal 44.1 rs
Por isso esse papo de frente ampla
O pt esta desunido dirceu abandonado no mensalão
Marta abandonada trocada pela Dilma
Isso mesmo a dilma que entregou tudo de mao beijada
Votei nela pensando que era guerrilheira que fazia manutenção de primeiro escalão no fal
Mas se mostrou uma bisonha
Para o bossonaro ter apoio dos globalistas que ele diz ser contra esta dando o Brasil
Mas o lula deixou derrubar o maraca faltando um mês para esse ser tombado
A fifa derrubou todos estádios com tradiçao para fazerem estadios de jogar taco
Alias o maior estadio de beisebol é o do curintia que o lula preferiu do que o Brasil
iveco do blindado guarani Petrobras e caixa economica patrocinado o porcaria do time dele o filho dele de tecnico de futebol americano do curintia o frota jogava nesse time
O pt caiu pela boca do filho do bramam entendeu !!!
Fora o presidente do curintia virar deputado pelo pt
Ai como ficou para nos elegemos o Haddad na prefeitura e ele deixou todos os radares do kassapo entrar em sao paulo
Nao fez a fita dos ônibus em licitaçao nova
Medro pipocou pelas manifestaçoes coloridas
Dilma fraca. ,
como o ex governador de sao paulo falou um Haddad maior tucano que tem no pt
Esquerda e direita são nadegas do mesmo traseiro
Entendeu
O dino. Sauro ai só esta juntando uma frente contra o bossotrevas só isso apenas politica
A direita serve aos buchs e a esquerda aos clintons entendeu
Os gringos pegaram todos os politicos pelo android grava tudo eles tem todos nas mãos
Os russos tem sua propria internet e os chinas tem uma fiscalização boa mas os brasileiros são tão bonzinhos

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Alexandre Neres

27 de janeiro de 2020 às 08h51

Presidenta do PT diz que Dino pode ser o cabeça de chapa em 2022. Oxalá! Espero que as esquerdas reencontrem seu rumo e rapidamente.

https://valor.globo.com/politica/noticia/2020/01/27/gleisi-diz-que-dino-podera-ser-cabeca-de-chapa-de-alianca-em-2022.ghtml

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Tamara Nunes

27 de janeiro de 2020 às 06h23

Agora a esquerda deve se unir para acabar com o nazismo instalado com esse governo destruidor. Sou Paulistana mas venho acompanhando o trabalho de Dino no MA. Acredito que o país precisa de um governo que pense no povo que tem menos. Enriquecer rico em um país de terceiro mundo vendo pobre, gado, aplaudindo é um absurdo! Que Lula saia de cena para que o bem vença!!!!! Força Dino! Consciência e união para a esquerda!

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Miramar Neotrabalhista

26 de janeiro de 2020 às 02h35

A verdade é que o povinho petista aguarda instruções sobre se é a hora de atacar ou defender Flávio Dino, pouco importando suas ideias ou práticas. (Diga-se de passagem que a julgar pela imprensa, tem feito um bom governo). A coisa mais engraçada do mundo é quando vejo a petezada xingar os Bolsonaristas de gado, coisa que de fato é verdade,mas nós brasileiros mais uma vez demonstramos nossa originalidade criando gado de esquerda e direita, com igual nível de vulgaridade e falta de caráter. A teoria das pontas da ferradura de Hannah Arendt prova-se correta mais uma vez

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    Wellington

    26 de janeiro de 2020 às 07h36

    A que chamam de polarização (invenção da Globo) é a normalidade saudável absoluta de qualquer democracia que até pouco tempo atrás não existia mas havia hegemonia esquerdista acomodada para que todo mundo fizesse negócios. Os tucanos são o mesmo idêntico lixo do PT desde sempre.

    Responder

      Alan C

      26 de janeiro de 2020 às 15h02

      “A culpa não é minha, eu votei no Aécio”

      (Wellington, 2015)

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    Andressa

    26 de janeiro de 2020 às 07h38

    Você que faz parte do rebanho de dromedários do Ciro não se acha um pouco presunçoso demais…?

    Responder

      Miramar

      26 de janeiro de 2020 às 12h23

      Não, não me acho. Tenha um bom domingo.

      Responder

        Andressa

        26 de janeiro de 2020 às 16h21

        Obrigado, você também.

        Responder

    Alan C

    27 de janeiro de 2020 às 09h43

    Miramar,

    É simples, se Dino aceitar as regras petistas ele será elogiado pela militância, mas se não aceitar, será trucidado e comparado a Ciro, um rebelde.

    Responder

Clemente

25 de janeiro de 2020 às 23h58

Entendi.Acertos óbvios e erros terríveis.

Responder

Oblivion

25 de janeiro de 2020 às 13h50

Os erros e acertos do Dino eu não sei; mas é constrangedor os ptistas querer vender a ideia que ele seria uma alternativa ao Lula ou ao Haddad (unicos politicos pré-candidatos de esquerda que existem no país – segundo eles é claro). Logo aqui nesse país onde a discussão política voltou ao jardim de infância e os analfabetos políticos (que se acham muitos informados, inclusive – talvez por aquele semi analfabeto olavo) vêem comunismo em tudo. Até pessoas como Reinaldo de Azevedo, Villa, Huck etc, são ditos comunistas por contrariarem suas ideias imbecis. Então, é, justamente num ambiente desses, que essa burocracia podre do pt quer sugerir um nome do pC do b como alternativa a “primeira classe”, que são eles?

Responder

Netho

25 de janeiro de 2020 às 02h19

O comunista atua para desligar Lula da tomada.
Até o mundo mineral sabe que Lula é um rei deposta que jamais voltará ao frontispício eleitoral.
Um leão rendido que se deixou prender e encarcerar quando a única decisão coerente e politicamente decente seria o asilo político, a exemplo de Morales.
Dino age corretamente porque sabe melhor do que ninguém que Lula pode inviabilizar a Frente Ampla.
Se Lula fosse uruguaio a Frente Ampla jamais existiria no Uruguai.
Dino é a única liderança política nova capaz de rejuntar as forças que, nos anos 80, puseram fim à ditadura e convergiram dentro do Colégio Eleitoral para derrotar Paulo Maluf.
Dino flutua melhor do que Ciro para dar efetividade à Frente Ampla no Brasil.
Até porque, se Dino não lograr êxito, a direita subordinada à extrema direita logrará mais um êxito eleitoral em 2022.
O Brasil não merece engolir mais um erro monumental e crasso praticado por Lula e pelo PT, especialmente no ano que celebrará, em 2022, os duzentos anos decorridos da proclamação da Independência.

Responder

    Alan C

    25 de janeiro de 2020 às 15h01

    Melhor comentário do tópico.

    Responder

    Francisco

    25 de janeiro de 2020 às 16h13

    Fala sério, a culpa é do Lula e do PT, abstraindo-se a existência e prática golpista da classe dominante que, sentindo-se ameaçada em seu Patrimonialismo de Estado, há 42 anos tenta tirar Lula e o PT da tomada, sendo que nos últimos 6 anos, de forma avassaladora e diuturna, através de um super consórcio, jurídico, midiático, político, policial, militar e eclesiástico, lavajateiro, que realizou esforços jamais antes vistos, visando criminaliza-los e destruí-los e mesmo assim não conseguiram.

    E pior, para que Lula não viesse a pedir música no Fantástico, eleito de novo pelo povo em 2018, tiveram que prende-lo e eleger com riscos um não candidato de confiança, letal estagiário nazi-fascista a ser monitorado permanentemente para a vaca não ir pro brejo, como está a acontecer, todo dia, toda hora.

    Mas agora, segundo o netinho da velhinha de Taubaté, Flavio Dino irá, fazer o que os golpistas não conseguiram.

    Entendem tanto de PT, quanto o IMPRECIONANTE ministro de EDUCASSÃO.

    Responder

    Andressa

    25 de janeiro de 2020 às 17h36

    Os petistas raiz pedirao a Lula um candidato no qual votar.

    Fora da esquerdalha podre qual brasileiro comun com as faculdades mentais em ordem vai votar no Giocondino ?

    Responder

    Evandro Garcia

    25 de janeiro de 2020 às 23h36

    Comunista ? Em 2020 ?

    O último comunista na face da terra morreu faz 40 anos, mas não vou falar quem é.

    Responder

    Alexandre Neres

    26 de janeiro de 2020 às 11h02

    Preliminarmente, Dino sabe da importância e da estatura de Lula, do que ele representa e simboliza para o povo brasileiro. Bater em Lula significa bater na própria esquerda, seja ela moderada ou radical, sobra até para a terceira via que surfa na onda da antipolítica.

    Não se pode julgar Lula pensando com a cabeça de um Ciro da vida. Ciro pode sair do país, ir pra embaixada ou pro raio que o parta. Pode até sugerir uma ideia esdrúxula para pilhar o legado do outro. Lula tem um nome a zelar na história, é um líder. Imaginem se Sócrates fosse levado pela ideia de seus discípulos e fugisse como foi sugerido por eles? Simplesmente não seria Sócrates.

    Não precisa nem acompanhar a política mais amiúde para saber que não se deve a Lula ou ao PT a não existência de uma Frente Ampla, o que seria salutar. Qualquer incauto sabe qual parte do espectro do campo supostamente progressista não quer nem cogitar de diálogo por questões menores, trava tudo por questiúnculas pessoais. Em vez de se preocupar com o desgoverno atual e as barbáries que leva a cabo, concentra todos os seus esforços para destruir o PT.

    Por fim, mas não menos importante, comemorar o quê? De qual independência se trata? Vamos deixar de retórica.

    Responder

mayra barbosa guedes

24 de janeiro de 2020 às 23h27

Miguel,
não conheço o Flávio Dino muito bem, mas entendo um pouco da estratégia do PCdoB e vc sabe por quê.
Baseado nisso, vejo que declaração de Dino a respeito do Lula como “liderança máxima” é mais uma forma de reverenciar a personalidade mais influente da esquerda brasileira, no momento, e o melhor articulador político que eu conheça. Na minha opinião, a direção do PT só vai dialogar com Dino se ele se curvar à estrela vermelha. Sim, o PT é histriônico mas tem o seu valor e o campo da esquerda sairia perdendo muito sem a imagem do Lula e a força do seu partido. Posso estar muito errada, mas seria muita burrice do PT colocar o Lula como candidato às próximas eleições nacionais, tenho ainda a esperança de que nasça um novo líder habilidoso nesse emaranhado de centr-esquerda. Contudo, o que ele representa é enorme na mente do eleitor progressistal. Devido a seu legado brilhante para a sociedade brasileira, o seu apoio, real e simbólico, é de fundamental importância para que possamos sonhar novamente com justiça social e progresso econômico.

Responder

    Tamara Nunes

    27 de janeiro de 2020 às 06h36

    Olá, mas, por qual motivo não fazer de Dino esse novo candidato da esquerda a fim de enfrentar a extrema direita em 2022? Por que torcer para que surja um novo candidato no PT sendo que este partido está queimado pelo trama do golpe? Dino está bem consolidado no nordeste, tendo visibilidade nas outras regiões. Caminho com o PT, mas penso que é muito egoísmo o partido não sair de cena e unificar com outros objetivando salvar o que resta do país após essa atual destruição. Pq só o PT deve liderar a esquerda, mesmo morimbindo? Parece que não quer largar o osso. Já perdemos!

    Responder

Railton Melo

24 de janeiro de 2020 às 21h20

Alan C você não está entendendo Miguel ? pois, eu já o entendi de águas passadas, é o próprio projeto do Ciro

Responder

    Alan C

    25 de janeiro de 2020 às 07h32

    Não estou entendendo faz algum tempo, mas entendo as necessidades do blog.

    Responder

      Andressa

      25 de janeiro de 2020 às 10h51

      Para a Redaçào,

      é notorio que alguns blogs e sites de esquerda também recebiam dinheiro publico nos anos passados para fazer militancia, esse também…?

      Responder

        Alexandre Neres

        25 de janeiro de 2020 às 12h58

        Ô Wellington, vai te catar. Que preocupação com migalhas enquanto grana alta tá indo pra outros cantos. E os milhões que vão pra Record e Band? E as tretas dessas emissoras com as empresas do chefe da Secom do governo atual? Vamos falar de corrupção?

        Responder

          Alan C

          25 de janeiro de 2020 às 15h06

          É apenas um camundongo.

          Wellington

          25 de janeiro de 2020 às 17h50

          Se vc é da redaçào do site eu nao sei, mas nào respondeu a minha pergunta.

          Alexandre Neres

          26 de janeiro de 2020 às 10h48

          Gente, até o troll bolsonarista é jejuno. Diferentemente dos demais, passa recibo. Leiam acima o Wellington confessando que é Andressa. Será que essas várias caras não vão prejudicar seu machismo tóxico?

          Alan C

          26 de janeiro de 2020 às 15h04

          Não sei vcs, mas eu prefiro o wellington como andressa!

          kkk

Allan Kardec Serra

24 de janeiro de 2020 às 18h33

Miguel, acho o seu comentário muito realista e lúcido. Parabéns

Responder

Wellington

24 de janeiro de 2020 às 16h56

Recebi agora um e-mail dos Correios dizendo que os preços dos serviços que contratei irão subir mais a partir de Março, em 5 anos quase dobraram…mas não era só nas empresas privatizadas que os preços sobem e nas estatais é tudo barato…?

Tô um pouco confuso ultimamente…

Responder

    Paulo

    24 de janeiro de 2020 às 17h13

    É a preparação para a privatização…

    Responder

      Wellington

      24 de janeiro de 2020 às 17h53

      Mais de 5 anos de preparação…?

      Responder

    Alexandre Neres

    24 de janeiro de 2020 às 17h14

    Andressa, não é confusão não, tu é uma porta. Até hoje não aprendeu como agem os governos neoliberais que querem privatizar uma empresa? Pelamordedeus, deixe de ser burrinha!

    Responder

      Wellington

      24 de janeiro de 2020 às 17h54

      Vc talvez, pois eu vivo em um desde que nasci.

      Responder

    Alan C

    24 de janeiro de 2020 às 17h28

    A confusão mental é normal em vc andressa, relaxa.

    Responder

    Cicla Temensia

    24 de janeiro de 2020 às 18h14

    Antigamente eram um orgulho nacional os Correios nos últimos 10 anos entraram em uma fase de decadência sem fim, conseguiram até dar prejuízos bilionários mesmo sendo um monopólio.

    Responder

      Wellington

      25 de janeiro de 2020 às 11h00

      A gestào militar deu uma boa ajeitada, estào entregando nos prazos, sem quebrar os produtos ou roubar…jà passei por tudo 2-3 anos atràs com os Correios, sò relembrar dà vontade de vomitar, perdì dinheiro e clientes com esse lixo. Os brasileiros passaram a odiar os Correios. Nos ultimos anos foram obrigados a subir todos os preços para tampar os buracos deixados pela mà gestào e a roubalheira desgraçada dos mesmos de sempre que alguem genialmente elegeu por 20 anos seguidos, demostraram amplamente de nao possuir um nivèl minimo de civilizaçào para gerir nem uma borracharia, se deixar nas maos desses vermes fazem merda acima de merda.

      Responder

Arthur Fonzarelli

24 de janeiro de 2020 às 16h42

E só por Moro para vice, 2022 já estão feitas as eleições, não há a mínima chance.

Sugiro não perder tempo mas começar a cultivar e apostar nos jovens, larguem esses velhos falidos, sem futuro, que dá vontade de vomitar só ouvindo os nomes, saiam desse pântano de estrume e teorias absurdas. Os brasileiros estão com saco cheio de ter sempre as mesmas tranqueiras no meio dos pés, é tão difícil de entender…?

Responder

Mordomo Chantecler

24 de janeiro de 2020 às 16h15

Dino acha que vai ganhar eleição e apoio dos brasileiros e evangélicos sendo de um partido que tem o nome comunista no meio? Ledo engano, ele deveria unir forças com Ciro e o PDT que ja tem uma boa base e perfil de agregação pelo programa economico e desenvolvimentista que ele prega, tem a gestão da cidade de Fortaleza (PDT) que vem fazendo uma grande gestão e um dos melhores IDHs do Brasil e a experiencia educacional de Sobral

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Psilocibes Cubensis

24 de janeiro de 2020 às 15h01

Dino conversa com a direita pensando em derrotar Bolsonaro , Ciro conversa com a extrema-direita de banho tomado do DEM para enfraquecer o PT no nordeste.
Quem está certo?
E como diria o general Hux: vida longa ao Líder Supremo!

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Francisco

24 de janeiro de 2020 às 14h52

Miguel, grato por escancarar que à estratégia política de Ciro, além do PT como inimigo, é transcendental Lula permanecer, criminosamente, criminalizado através de lawfare, pelo consórcio jurídico-midiático lavajateiro, e que Flavio Dino deixe de ‘errar gravemente’ ao submeter-se politicamente a Lula e ao escolher Luciano Huck como referência constante em artigos e entrevistas, pelo fato que mesmo vitoriosa a torcida para que Lula continue inelegível, de preferência preso, para não ‘pedir música no Fantástico’, com o voto do povo, pode-se dar com o Ciro n’água, caso Flavio Dino venha a ser o candidato de Lula e do PT.

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André Luiz Farias Porto

24 de janeiro de 2020 às 14h02

Dino e o PCdoB tem que buscar aproximação com Ciro, Rede e PSB. Não deve nada ao PT, não teve seu apoio em suas Vitórias Eleitorais. O Papel que o Petismo reserva para ele é o de VICE em sua Chapa, em 22. Quanto a aproximação com Cardoso e Huck, acho Bola Fora, pois no Modelo Econômico, são Totalmente Divergentes. O Modelo do Atual Presidente, o de Cardoso e o de Huck, é o MESMO. Precisamos de um Projeto de País para Ontem, é nisso que Dino deve se Ater.

Responder

    Wellington

    24 de janeiro de 2020 às 14h09

    Quando ouço alguém falar em “projeto de país” não sei porque mas me dá uma tremenda vontade de rir…

    Responder

    Psilocibes Cubensis

    24 de janeiro de 2020 às 16h27

    E você acha que Ciro aceitaria Dino ca cabeça da chapa??
    Ele recusou ser vice de Lula mesmo com a promessa de virar cabeça de chapa depois do impedimento de Lula.

    Responder

CezarR

24 de janeiro de 2020 às 14h00

Para a chamada esquerda hipócrita, Dino era maravilhoso, agora que está pretendendo voos solo, Dino é um Ciro, que é uma Marina…

Responder

Francisco.

24 de janeiro de 2020 às 13h52

“Na entrevista ao Estadão, Flavio Dino usou uma expressão que arde nos ouvidos de qualquer democrata: ele chama Lula de “nossa liderança máxima”.

“(…) Lula está inelegível. Está hoje condenado em dois processos, os dois em segunda instância. Apesar da conjuntura judicial ter melhorado um pouquinho, não passou disso: melhorou um pouquinho. Bem pouquinho.”

“A votação no STF que determinou o fim da prisão em segunda instância, e que resultou na soltura de Lula, foi vencida com apenas um voto de vantagem.”

“No Congresso, avançam as articulações para se modificar a lei e se permitir novamente a prisão em segunda instância.”

“A esquerda precisa reconquistar (sic) o apoio de militares, empresários, evangélicos, procuradores, juízes. É evidente que Lula – em razão dos inúmeros processos judiciais que ainda pesam sobre si (ainda que injustos em sua maioria), além de motivos de ordem puramente política – não tem condições de obter apoio nesses setores, fundamentais para a governabilidade.
Enfim, diante desta conjuntura, não seria absurdo cogitar que, em 2022, a “liderança máxima” pode ser levada novamente à prisão. Aí Lula…, terá de escolher um outro candidato à presidência da república.”

“(…) Flavio Dino tem alguma expectativa de que será o nome escolhido? Caso seja, terá de visitar Lula regularmente na cadeia, para submeter a estratégia da “frente ampla” à sua apreciação?”

Miguel, grato por escancarar que à estratégia política de Ciro, além do PT como inimigo, é transcendental Lula permanecer, criminosamente, criminalizado através de lawfare, pelo consórcio jurídico-midiático lavajateiro, e que Flavio Dino deixe de ‘errar gravemente’ ao submeter-se politicamente a Lula e ao escolher Luciano Huck como referência constante em artigos e entrevistas, pelo fato que mesmo vitoriosa a torcida para que Lula continue inelegível, de preferência preso, para não ‘pedir música no Fantástico’, com o voto do povo, mesmo enfrentando a maior e mais duradoura persecução jurídica, midiática, política e policial, da história do Brasil, sobre um partido político e seu líder maior, pode-se dar com o Ciro n’água, caso Flavio Dino venha a ser o candidato de Lula e do PT.

Além do escancarado, chama atenção iniciar com, “O governador Flavio Dino, do PCdoB, concedeu duas entrevistas importantes nos últimos dias. (…) Em ambas, Dino defende a mesma coisa: que a esquerda saia de sua bolha e comece a costurar, desde já, uma “frente ampla”, incluindo liberais e setores do centro descontentes com o governo Bolsonaro.
A iniciativa é correta. Eu diria até óbvia.
Entretanto, Dino vem enfrentando resistências e críticas de duas áreas influentes do campo progressista. De um lado, a esquerda pura, a parlamentar… De outro, a esquerda hipócrita…, a de alianças com setores liberais e conservadores”, e esquecer da terceira resistência, a ‘própria’, ao finalizar, com:
“Por outro lado, uma frente ampla só fará sentido se a esquerda tiver alguma coisa a oferecer, ou seja, se tiver votos e apoio popular.
Enquanto não der o grito de independência [do PT e Lula], porém, o PCdoB terá muita dificuldade para se tornar um bom articulador e, por conseguinte, obter bons resultados eleitorais, tanto em 2020 quanto em 2022, pondo em risco a própria existência do partido, por causa da cláusula de barreira. (…) Quem cair nesse conto de “união das esquerdas” ficará a ver navios em outubro.”

Responder

José

24 de janeiro de 2020 às 13h50

Miguel problematizou bem o lodaçal em que estamos atolados. A esquerda está até agora perguntando se alguém anotou a placa do caminhão que a atropelou, mais perdida do que cego em tiroteio. Mas discordo dessa coisa de só cobrar autocrítica do PT, como se somente os erros do PT tenham nos levado ao Bolsonaro. Todo mundo tem que baixar a bola, porque ninguém tem saída pro caos que estamos vivendo. Não sei se as velhas receitas (frente ampla, etc e tal) irão nos tirar do atoleiro. O buraco é muito mais embaixo. Não consigo ser otimista.

Responder

Helder

24 de janeiro de 2020 às 10h26

Baita artigo! Ampla visão.
Parabéns!

Responder

maria do carmo

24 de janeiro de 2020 às 09h25

bolsonaro ignorante, maluco e sem nocao pior presidente do planeta conseguiu reunir nos ministerios secretarias , parlamentare e apoiadoreso que existe de pior todos fascitas despreparados oportunistas e criminosos envolvidos em falcatruas, bolsonaro idiota nao entendeu sua funcao de presidente do Brasil, estupidamente quer opinar na poliitica de outros paises, nao entende de nada dirigido por acessores, totalmente sem capacidade para presidir o Brasil, nao se incomoda com meio ambiente, saude, educacao,dsempregados nao gosta de trrabalhador e pobre, durante 28 (vinte e oito anos como depuutado so aprovou 2 (dois) projetos irrelevantes sendoo qu 1 (um) nao\ foi regulamentado, intimo de milicianos e rachadinhas so mamou no estado, ele suas mulheres filhos e irmao. Enquanto trabalhadores e familia desempregados dormem nas ruas como ratos! bolsonaro quando tenente ameacou jogar bombas nos quarteis do Rio de janeiro por exigir aumento, foi expulso do exercito, general Geisel disse que era mau militar entre outras coisas piores! Acordem brasileiros!!!

Responder

Eduardo

24 de janeiro de 2020 às 09h24

Excelente! Excelente!

Responder

Alexandre Neres

24 de janeiro de 2020 às 09h15

Mais uma vez o Miguel do Rosário está fazendo proselitismo político. Defendendo as posições do neotrabalhismo.

Aliar-se ao DEM no Nordeste só mostra que a novidade do partido do Ciro é repetir a tática do PSDB utilizada há mais de 20 anos. Em vez de tentar atacar e implodir o retrocesso civilizatório que Bolsonaro representa, o objetivo continua a ser delenda PT, tentar entrar nos seus redutos. Até hoje não se deu conta de que o antipetismo é prejudicial tanto para a esquerda quanto para a centro-esquerda, incluindo a terceira via.

Flavio Dino é o único político que está demonstrando habilidade e competência para furar essa bolha imposta pelo bolsonarismo. Sabe que para se credenciar como candidato, precisará em algum momento do apoio do PT para se viabilizar sua candidatura de centro-esquerda. Só um analfabeto político não vê isso. Ciro, por sua vez, teve todo o tempo do mundo e não conseguiu andar um palmo.

Quando estamos diante de pessoas de estaturas diferentes, precisamos reconhecer isso. Ciro mostrou sua pequenez no momento mais extremo da política brasileira, segundo turno de 2018, ao ir flanar na Europa enquanto o país estava em chamas. Colocou suas questões pessoais acima da nação. E o pior, Brizola, um legítimo trabalhista, já havia apontado o caminho. Lula foi o melhor presidente brasileiro de todos os tempos devido à inclusão social que promoveu. Pela primeira vez na história, o povo brasileiro se sentiu representado no governo, com todo o respeito que Getúlio Vargas merece.

Responder

    Andressa

    24 de janeiro de 2020 às 09h23

    Segundo as pesquisas recentes os brasileiros atribuem a catastrofe atual aos governos de Lula e Dilma.

    Responder

      Alexandre Neres

      24 de janeiro de 2020 às 09h49

      Ô Wellington, vai encher o saco em outra freguesia.

      Responder

        Andressa

        24 de janeiro de 2020 às 10h03

        Fascistello com com banana….considere também que a fonte de propinas bilionarias para fazer as campanhas e ganhar as eleiçoes “democraticamente” com o dinheiro roubado aos brasileiros secou.

        Responder

          Abdel Romenia

          24 de janeiro de 2020 às 10h18

          Secou também a fonte dos sindicatos que sugavam dinheiro para fazer politica aos brasileiros que trabalham, secou a do PcdoB com a carteirinha para estudantes, a do MST, dos bihoes para a Globo, e quem sabe quantas outras entidades recebiam dinheiro sotraido aos brasileiros de uma forma ou outra em prol de um projeto de poder absoluto….mas apòs o mensalao e o petrolao vc podem continuar achando que o Governo foi otimo e que o Brasil foi uma democracia quanto vcs acharem necessariosm mas sugiro nao contem essa historia para ninguem fora daqui para nao passar vergonha.

          Quem sabe mesmo se o Brasil começe a parecer uma democracia de verdade daquì pra frente….

          Gilmar Tranquilão

          24 de janeiro de 2020 às 10h53

          “com, com, com…”

          Para de gaguejar wellinton!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          Abdel Romenia

          24 de janeiro de 2020 às 10h59

          era “pao com banana” Kkkkkk

          Gilmar Tranquilão

          24 de janeiro de 2020 às 11h03

          “elas estão descontroladaaaass” kkkkkkkkkkkkk

          Alexandre Neres

          24 de janeiro de 2020 às 11h07

          Volin Rabah, Andressa, Abdel Romenia: Wellington é um bot burro que não consegue nem disfarçar seu estilo e seus erros de português kkkkk

          Gilmar Tranquilão

          24 de janeiro de 2020 às 14h15

          É o CONGE do fórum kkkkkkkkkkk

    Evandro Garcia

    24 de janeiro de 2020 às 12h51

    Como pode um governo ser considerado bom quando há um mensalão rolando solto de baixo dos olhos do Presidente da República que finge não ver e se torna cúmplice automaticamente…? O mesmo presidente que se envolve com o peteólão de mãos cheias pouco depois.

    Como pode uma mente pensar se um governo democrático foi bom ou ruim diante de uma coisa dessa perpetrada por anos…? Como pode uma mente pensar que um governo foi bom onde toda a cúpula do partido, um monte de ex ministros e governadores estão condenadalos e enroladalos com a justiça por desvios bilionários dos cofres públicos…? Alem de ter quebrado completamente o Pais. Onde foi parar a civilização …?

    E vocês seriam os que se enchem a cada 3 minutos a boca com a democracia, chamam os outros de fascistas e ainda se acham melhores que os outros…? O que passa na cabeça dessa gente…?

    Como alguém aqui disse… não foi verdade, foi tudo por brincadeira.

    Responder

      Batista

      24 de janeiro de 2020 às 14h28

      Então vamos brincar de ‘Como Pode’, não com ‘ouvi dizer’ ou ‘julgamentos e sentenças’ do consórcio jurídico-midiático lavajateiro, sem provas e muitas delações premiadas:

      COMO PODE, através dos balanços anuais da Petrobras no período 2000 a 2018, registrarem-se que nos anos em que disse-se haver a “maior corrupção da história da humanidade”, houve lucro líquido, sendo de 2009 a 2013, em média, de R$25 bilhões, e a partir da intervenção intensiva da operação lavajateira na empresa, de 2014 a 2017, para acabar com a corrupção, registrarem-se prejuízos somados, no período, em torno de R$170 bilhões, considerando-se prejuízos apresentados no balanço e lucros líquidos não auferidos conforme os obtidos no período imediatamente predecessor a operação lavajateira e posteriormente, em 2018, com retorno do lucro líquido aos tais R$ 25 bilhões anuais.
      E, note-se, sem levar em consideração, prejuízos ainda maiores causados, à cadeia de empresas do setor, com a eliminação de empregos e a destruição das multinacionais brasileiras da Construção Pesada e da indústria Naval.
      Acorda tapado, ‘Como Pode’ morrer antes de descobrir-se trouxa? Confira os balanços ou fuja dos fatos, persistindo trouxa até morrer.

      Responder

        Alan C

        24 de janeiro de 2020 às 16h14

        Batista, ele é deficiente mental, vá com calma….

        Incluo no seu brilhante comentário o pagamento de 10 bilhões à “investidores americanos” onde a Petrobrás declarou-se culpada sem que a ação tivesse sido sequer concluída. Um assalto nunca antes visto.

        Isso sim é um Petrolão…

        Responder

        Evandro Garcia

        24 de janeiro de 2020 às 16h20

        “Do jeito que você arruma sua cama você terá que dormir” diz o ditado.

        Responder

          Alexandre Neres

          24 de janeiro de 2020 às 17h12

          Gente, pra que perder tempo com esse tal de Evandro Garcia? Isso obtém notícia via zapzap, se ao menos lesse jornalão tipo O Globo inda vá lá. Se ele procurasse se informar primeiro, debateria com esse estrupício.

          Andressa

          25 de janeiro de 2020 às 10h42

          A culpa é da Cia….kkkkk

    Socorro Guimaraes

    24 de janeiro de 2020 às 14h24

    Tem todo meu apoio, esta certíssimo, estou com mais ou menos uns seis meses sem ler este site e hoje
    resolvi dar uma olhada e olha o que eu encontro o Miguel de novo, mais um vez criticando por tabela o Lula que nem chamou de ex-presidente, Tosco. Ele culpa os petista por Ciro não tem chegado ao segundo turno, e ele não perdoa!

    Responder

    CezarR

    24 de janeiro de 2020 às 15h35

    Lula, Ciro e Dino estão todos querendo o Centro, deixe de ser bobinho.

    Responder

      Evandro Garcia

      24 de janeiro de 2020 às 19h06

      O Frota também, tomem cuidado….Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      Responder

Francisco

24 de janeiro de 2020 às 09h02

Isso se chama sinceridade, é verdade que lula ainda é o líder máximo do país com estáveis 30% da população ao seu lado e não apoiar Lula significa se isolar como esquerda, se tornando outro ciro gomes se não o fizesse
Flávio Dino representa a esquerda democrática e, diferente dos radicais esquerdistas (como eu), não quer uma ditadura proletária, mas um sistema baseado nas escolhas democráticas da população, algo despudoradamente violado por Bolsonaro e suas fake news na eleição passada, com o apoio do judiciário e da mídia
Então essa questão de conversar com huck e FHC é porque o negócio é recuperar o governo das mãos insanas da ultra neoliberalista direita brasileira de qualquer maneira, depois a briga continua, mas de maneira mais saudável (duvido)

Responder

Lucas Emanoel Soares Meira

24 de janeiro de 2020 às 08h57

Dino tem que tomar cuidado se acredita que o petismo voraz vai apoia-lo. Faria muito melhor escolha se largasse mão dessa “liderança máxima” e se aproximasse mais da aliança que está se desenhando entre PDT-PSB-Rede-PV e ala civilizada do DEM.

Deixa a claque com PTSolismo, Dino.

Responder

Aliomar B. de Almeida

24 de janeiro de 2020 às 08h42

“…É evidente que Lula – em razão dos inúmeros processos judiciais que ainda pesam sobre si (ainda que injustos em sua maioria)…” Poderia me apontar quais foram os processos justos? Apenas para me orientar.

Responder

Wellington

24 de janeiro de 2020 às 08h30

Maia…? kkkkkkkkk

Responder

    Gilmar Tranquilão

    24 de janeiro de 2020 às 08h37

    Lembrando que huck era coleguinha do aécio, o nojentinho pseudo carioca que vc votou em 2014 andressa kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    Responder

      Andressa

      24 de janeiro de 2020 às 08h55

      Até agora vc nao entendeu que eu nao voto e nem moro no Brasil…? Kkkkkkkkkk

      Responder

Alan C

24 de janeiro de 2020 às 08h27

Miguel, muita calma nessa hora…

Eu vi ambas as entrevistas na íntegra e não me parece que Dino se referiu à Lula no sentido que vc colocou, e sim que Lula é, inegavelmente, o maior expoente político deste século, para o bem ou para o mal, gostando dele ou não, tendo críticas à sua gestão, ou não, não importa, o aglutinador de tudo é Lula.

Em nenhuma entrevista percebi submissão à Lula, lembremos que Dino apoiou Ciro em 2018, e, como vc mesmo disse, ele foi adversário político do PT no Maranhão.

Não há absolutamente nada de errado em conversar com um liberal (de verdade), tanto pq os liberais estão mais próximos dos progressistas em diversos pontos do que com a extrema direita. Lembra que Ciro foi procurado pelo DEM durante a campanha presidencial? Então, é a mesma coisa… Um democrata precisa conversar com todos, essa coisa asquerosa de que o adversário político deve ser exterminado é uma doença fascista típica da bozolândia, algum político influente fala em exterminar a oposição na França? EUA? Alemanha? Etc?? O dia que algum fizer terá sua carreira política enterrada.

E de onde vc tirou essa de chapa Dino-Hulk??? Acho que eu vi todas as entrevistas do Dino em 2019 e essas duas que vc citou em 2020 e nunca ouvi algo sequer parecido. Me parece uma “forçação” de barra, heim….

Outra coisa, pq deve haver uma escolha entre conversar com Huck ou o DEM?? Não é possível conversar com ambos?? Miguel, não estou te entendendo….

Responder

    Wellington

    24 de janeiro de 2020 às 16h04

    Conversar com Huck e o Botafogo…? Kkkkkkkkkkkkkkkk

    Tá começando a ficar engraçado, conte mais por favor…

    Responder

      Alan C

      24 de janeiro de 2020 às 16h35

      Vem de andressa moça, o povo tá pedindo rsrs

      Responder

    Gerri Araújo

    24 de janeiro de 2020 às 17h56

    Alan C, suas ressalvas foram boas.
    Apenas reveja o caso da chapa Dino-Huck ou Huck-Dino.
    Na última entrevista (a Uol e Folha), Dino é indagado se descarta a possibilidade de chapa com Huck e responde o óbvio: não descarto!
    Ademais, a blogosfera já está especulando: Huck aceitaria Dino de vice e Dino aceitaria o jogo ao inverso.
    O provável, porém, todos sabemos, é que nem Dino nem Huck sejam candidatos e que, caso o sejam, não componham chapa um com o outro.
    Enfim, Miguel do Rosário especula sobre uma conjectura que não foi ele quem inventou.
    No mais, endosso suas ressalvas. O artigo do Miguel é bom, Dino escolheu palavras ruins (liderança máxima), mas a intenção dele, a meu ver, não foi e não é atribuir a Lula a condição de dirigir eventual unidade. Ao contrário, Dino faz um malabarismo verbal para tentar dizer sem dizer que somente ele, Flávio Dino, pode ser o nome de unidade da esquerda – pois o PT não quer Ciro e Ciro não quer o PT.
    Se Dino for o candidato pelo partido com “nova personalidade jurídica” (= federação de PDT, PSB e PCdoB), a porta estaria aberta para que o PT subisse em seu palanque no 2º turno. No 1º turno, não haverá aliança entre petistas e ciristas. Essa é a grande verdade!

    Responder

Andressa

24 de janeiro de 2020 às 08h19

Como foi dito no outro posto não é um líder, não tem caráter, não tem nada na verdade, é só mais um cachorrinho de estimação de Lula.

Huck…? Kkkkkk

Responder

    Gilmar Tranquilão

    24 de janeiro de 2020 às 08h30

    Lembrando que huck era coleguinha do aécio, o nojentinho pseudo carioca que vc votou em 2014 wellingtonto kkkkkkkk

    Responder

      Andressa

      24 de janeiro de 2020 às 08h41

      Então pronto tá escolhido….kkkkkk

      Responder

        Gilmar Tranquilão

        24 de janeiro de 2020 às 08h48

        #AculpaNãoÉminhaEuVoteiNoAécio

        Só a camisa que virou pano de chão

        kkkkkkkkkkk

        Responder

Paulo

24 de janeiro de 2020 às 07h55

Lula é um cadáver político, mas segue sendo o ícone das esquerdas. Ninguém ousa contrastá-lo. E, com isso, todos se encaminham com ele para o buraco…

Responder

    Batista

    24 de janeiro de 2020 às 14h44

    Pesquisa do site ‘Poder 360’, divulgada em 14/01/2020, realizada pela Brada Comunicações, sobre eleição na cidade de São Paulo:

    “CABO ELEITORAL
    O levantamento ouviu dos entrevistados sobre a possibilidade de voto em 1 candidato apoiado por outro líder ou político:

    39,6% – preferem 1 candidato apoiado pelo ex-presidente Lula;
    24,3% – preferem 1 candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro;
    14,3% – preferem 1 candidato apoiado pelo governador João Doria (PSDB);
    18,7% – preferem 1 candidato que não seja apoiado por nenhum nome;
    1,8% – não sabe;
    1,3% – se diz indiferente.”

    Responder

    Alan C

    24 de janeiro de 2020 às 15h56

    Paulo,

    Substitua “das esquerdas” por “do PT”, aí seu comentário vai ficar certinho.

    Responder

      Wellington

      24 de janeiro de 2020 às 18h55

      Vai ter que apertar 13 de novo viu…kkkkkkkkkk

      Responder

        Alan C

        25 de janeiro de 2020 às 07h36

        Vai ter que apertar 45 de novo viu…kkkkkkkkkk

        Responder

Antonio Morais

24 de janeiro de 2020 às 06h20

Ótima análise. Gostaria muito de ver uma resposta do Dino sobre ela.

Responder

Olinto

24 de janeiro de 2020 às 02h26

No fundo no fundo o Cafezinho quer uma frente ampla sob a liderança máxima do… Ciro.

Responder

Chico Ciencia

24 de janeiro de 2020 às 02h00

Que texto. Ou, mandou muito bem. Parabéns aí, assino embaixo.

Responder

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