Live do Cafezinho: o caso Samuel Borelli, quando a esquerda produz fake news

O governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, fala à imprensa após reunião com o presidente Michel Temer, Palácio do Planalto.

Confira o privilégio mantido a Witzel durante o afastamento

Por Redação

25 de setembro de 2020 : 10h06

Nesta quarta-feira, 23, deputados da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) aprovaram por 69 votos a zero o afastamento do governador Wilson Witzel (PSC), por liderar um suposto esquema de desvios na Saúde.

Porém, Witzel continuará ocupando o Palácio das Laranjeiras, residência oficial do estado, enquanto o seu processo de impeachment não for concluído.

Após a aprovação na Alerj, será instalada um Tribunal com cinco deputados e cinco desembargadores que darão o veredicto final sobre se Witzel cometeu ou não, crime de responsabilidade.

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3 comentários

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Gilmar Tranquilão

25 de setembro de 2020 às 15h28

Como era mesmo? BozoWitzel né?? kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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FRANCISCO JACQUES DE AMORIM

25 de setembro de 2020 às 12h59

Essas coisas só acontecem no Brasil, o cara é afastado por irregularidades em sua gestão e continua morando no palácio com todos as mordomias pagas pelo contribuinte. Não foi atoa que o cara deixou de ser juiz para ser político, vez que quando juiz tinha que trabalhar, todavia como governador não precisa fazer nada basta vibrar com a morte de delinquentes, fingir que é torcedor do flamengo e se ajoelhar para jogador no intuito de mostrar popularismo com segundas intenções, o cara é a pura falsidade.

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Hilux12

25 de setembro de 2020 às 12h23

Witzel e Moro fizeram o mesmo erro…um para ser Presidente da Republica e o outro Ministro do STF…ambos se lascaram

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