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Maia rechaça prorrogação de calamidade pública para 2021 e garante teto de gastos

Por Redação

17 de outubro de 2020 : 21h54

Neste sábado, 17, em reunião virtual com investidores, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), rechaçou a hipótese de prorrogar o estado de calamidade pública para 2021 e ainda afirmou que “soluções serão encontradas dentro deste Orçamento, com a regulamentação do teto de gastos”.

Além de anunciar a manutenção do ajuste fiscal, o parlamentar também criticou de forma indireta as medidas tomadas pela então presidente Dilma Rousseff (PT) de estourar os gastos públicos.

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11 comentários

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Alan C

18 de outubro de 2020 às 13h03

Garante teto de gastos significa garante que nada será investido pro povo, só pra elite.

Camundongo idiotizado bate palmas rs

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    Fox

    18 de outubro de 2020 às 20h00

    Tu prefere q o governo gaste o dinheiro q ele não tem, né.
    Tah serto!!

    Responder

      Alan C

      19 de outubro de 2020 às 08h56

      Pobre de direita detected rs

      Responder

        Fox

        19 de outubro de 2020 às 16h49

        Pobre não. Mas tbm não rico. Digamos q médio. Mas pelo menos estou crescendo, enriquecendo, prosperando, fazendo um esforcinho, poupando um pokinho td mês, investindo em ações e FIIs.
        Diferente dos pobres de esquerda, q esses sim só patinam, não saem do lugar esperando a ajuda do governo.

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      Hilario

      19 de outubro de 2020 às 10h45

      Deve ser um “esquerdista anticapitalista” que vivia dos titulos do tesouro direto na casa de 12-14% da epoca petista.

      Responder

        Fox

        19 de outubro de 2020 às 16h26

        Eu sou investidor e adoraria q os juros voltassem àquele patamar de mais de 1% ao mês, mas tenho total noção q aquilo era uma anomalia e denotava sérios problemas.
        Os juros voltarão a subir, o fiscal ainda não está arrumado, mas tenho noção do q é certo e do q é errado.

        Responder

    jaspion

    18 de outubro de 2020 às 21h34

    Por causa de estúpidos feito vc q precisamos pôr na constituição um dispositivo pra tentar garantir o óbvio: ninguém, nem mesmo governos emissores de papelzinho pintado (entenda-se papel moeda) pode gastar mais do que arrecada indefinidamente.

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      Efrem Ventura

      19 de outubro de 2020 às 10h46

      “Gasto publico é vida” (Dilma Rousseff)

      Responder

        jaspion

        19 de outubro de 2020 às 16h22

        Sem mais.

        Responder

Antiupi

18 de outubro de 2020 às 11h31

Não há mesmo como continuar com esse gasto governamental absurdo.

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Eloar

18 de outubro de 2020 às 09h43

Eloar 18/10/2020 at 09:37
O “amor” de Bemvindo Sequeira pelo general Heleno. A recíproca deve ser verdadeira. Em vídeo curto e grosso.

https://youtu.be/zFkuvfV44zQ

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