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Na reta final, distância de Covas para Boulos cai para 7 pontos, diz Datafolha

Por Gabriel Barbosa

26 de novembro de 2020 : 22h07

Nesta quinta-feira, 26, o Datafolha em parceria com a TV Globo e o Jornal Folha de São Paulo divulgou mais uma pesquisa eleitoral de 2° turno para Prefeitura de São Paulo e mostra que a distância entre Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) caiu para 7 pontos.

Enquanto o tucano registra 47% das intenções de voto, o psolista se manteve com 40%. Branco e Nulo, 9% e Não sabe, 4%. Já nos votos válidos, Covas têm 54% ante 46% de Boulos.

Ainda de acordo com o Datafolha, 83% dos eleitores de Bruno Covas estão decididos e 17% ainda podem mudar. Entre os eleitores de Boulos, 87% declararam que estão fechados com o psolista, 13% ainda podem mudar.

No eleitorado de Covas, 30% afirmam que votariam em Boulos, 62% votariam branco ou nulo e 9% não responderam. Já entre os eleitores de Boulos, 37% dizem que votariam em Covas, 59% branco ou nulo e 4% não sabem ou não responderam.

O Datafolha ouviu 1.512 eleitores da cidade de São Paulo entre 24 e 25 de novembro de 2020, com margem de três pontos porcentuais para mais ou para menos e índice de confiança de 95%.

Gabriel Barbosa

Jornalista com passagens pelo Grupo de Comunicação O POVO (Ceará), RedeTV! e Band News FM.

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3 comentários

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Netho

27 de novembro de 2020 às 10h39

O El País foi ao cerne da questão: “O desafio da esquerda vai além de superar o adversário nas urnas. Em sua terceira candidatura à prefeitura, e tendo no currículo o feito de ser a deputada federal mais votada da história do Rio Grande do Sul (em 2010), Manuela precisa vencer a força do anti-petismo na capital gaúcha e se dissociar do fantasma que se transformou ser comunista no Brasil pós 2018”.
O PT e Lula são soma negativa. Lula e o PT são almas encarceradas, penadas, que inviabilizam e, no limite, também facilitam a vida da direita e da extrema-direita que se aglutinam mais facilmente no polo antagônico. Nem Boulos, nem Manuela, portanto, logram a menor perspectiva de garantirem a maioria dos votos válidos, ainda que sejam as melhores candidaturas para São Paulo e Porto Alegre.
O estrago das formidáveis recessões econômicas de 2015/2016 contratadas por Dilma e os erros crassos de Lula com sua rendição (em lugar do asilo político como fez Morales) e sua delirante tese de candidatura encarcerada, simplesmente entregaram ao espectro da direita política e ideológica os trunfos suficientes para sua ofensiva e escalada que tendem a perdurar mais tempo do que imagina a vã filosofia d

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Robson Santiago

27 de novembro de 2020 às 09h29

Rapaz será que esse povo atrasado de São Paulo que elegem o PSDB há quase 40 anos, elegerá um candidato progressista com idéias progressistas para melhorar a desumanizada cidade de pedra? Duvido, gente atrasada intelectualmente não muda do dia pra noite.

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Paulo

26 de novembro de 2020 às 22h37

Caraca, meu! Quem poderia imaginar que Boulos daria esse “sprint” final? Confesso que estou aturdido, mas ainda acho que dá Covas (sem a convicção d’antanho). Não sabia que Boulos era tão forte nas redes sociais. Independentemente do resultado, porém, reconheço os méritos do marketing político de Boulos, que o vende pelo que ele não é, evidentemente…Ah, esse capitalismo marketeiro!

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