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Governo da China admite que ataques de Bolsonaro e Ernesto Araújo ao país atrapalham entrega de vacinas

Por Redação

21 de janeiro de 2021 : 14h34

O governo da China, através do seu embaixador no Brasil, Yang Wanming, deixou claro que o impasse diplomático para importação dos insumos da vacina CoronaVac foi gerado pelos sucessivos ataques do presidente Jair Bolsonaro e o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, ao país asiático.

“Com o Ernesto nós não conversamos mais”, disse Wanming.

Além disso, Bolsonaro vetou Araújo de abrir diálogo com os chineses e não cogita pedir desculpas pelos ataques. Por outro lado, Pequim pressiona pela demissão de Ernesto Araújo e que Bolsonaro se pronuncie publicamente para reconciliar a parceria entre os dois países.

Recentemente, os ministros Eduardo Pazuello (Saúde), Tereza Cristina (Agricultura) e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), entraram na negociação com a embaixada chinesa.

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1 comentário

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Paulo

21 de janeiro de 2021 às 18h48

Que eu saiba, a China negociou diretamente com o Governo de São Paulo. Fazer esse tipo de exigência – por reprováveis que sejam os ataques de Bolsonaro e séquito de fiéis escudeiros -, de forçar o Brasil a mudar de ministro, é chantagem agravada pela situação de pandemia. A China que cumpra seus contratos ou demonstre quem é, na essência!

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