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Consumo privado da China mais que dobrará até 2030, segundo relatório

Por Redação

28 de janeiro de 2021 : 15h09

Beijing, 28 jan (Xinhua) — Prevê-se que o consumo privado da China mais que dobrará na próxima década, com a participação dos serviços devendo ultrapassar a das mercadorias, de acordo com um relatório de pesquisa do Morgan Stanley.

O consumo privado do país deve chegar a US$ 12,7 trilhões até 2030, tornando a China uma potência de consumo global e equivalente ao tamanho do mercado atual dos EUA, previu o banco de investimento.

Uma importante mudança na estrutura de consumo da China nos próximos 10 anos será que o consumo de serviços ultrapassará o de bens, com a participação dos serviços no consumo atingindo 52% até 2030, observou o relatório.

A expansão do mercado de consumo do país virá junto com mudanças fundamentais no panorama do consumo interno.

O poder de compra dos consumidores chineses deve crescer ainda mais nos próximos 10 anos, já que a renda disponível per capita deve dobrar até 2030, de acordo com o relatório.

Mudanças demográficas, um importante fator que influencia o desempenho do consumidor, também ocorrerão em 10 anos.

O foco da demanda de consumo da China se deslocará das necessidades atuais dos jovens consumidores para os serviços domésticos e de aposentadoria, já que se espera que pessoas entre 35-44 e mais de 55 anos dominem o poder de compra do país, de acordo com os cálculos do banco.

Ao mesmo tempo, o suporte contínuo do governo contribuirá para liberar o potencial de consumo do país, observou o relatório.

As pessoas que elaboram políticas na China em muitas ocasiões enfatizaram o aumento do consumo doméstico como parte de seus esforços para promover o paradigma de desenvolvimento de “dupla circulação”.

Devem ser feitos esforços no sentido de alavancar o papel do consumo na promoção do desenvolvimento econômico, promover novos modelos de consumo e ampliar o acesso ao mercado do setor de consumo de serviços, conforme as propostas do país para o 14º Plano Quinquenal.

No relatório também foi destacado outros fatores na promoção de um boom de consumo na China, como a ampla adoção de tecnologias digitais, que irão melhorar a eficiência do consumo, e os valores tradicionais das famílias chinesas de fornecer um forte apoio financeiro.

Fonte: Xinhua Português

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