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Em 2020, China se torna maior parceiro comercial da UE

Por Redação

16 de fevereiro de 2021 : 19h28

Bruxelas, 16 fev (Xinhua) — A China tornou-se o maior parceiro comercial da União Europeia (UE) em 2020 depois que tanto as exportações como as importações aumentaram apesar da pandemia de COVID-19, informou a Eurostat nesta segunda-feira.

De acordo com o serviço estatístico da UE, as importações do bloco vindas da China em 2020 cresceram 5,6% ano ao ano, para 383,5 bilhões de euros (US$ 465 bilhões), enquanto as exportações, 2,2%, para 202,5 bilhões de euros.

Ao mesmo tempo, o comércio de bens com os Estados Unidos, que lideravam a lista de parceiros comerciais da UE até o início de 2020, teve um declínio substancial em ambos os sentidos.

A UE também testemunhou um maior comércio com o restante do mundo em dezembro de 2020, um aumento de 6,6 bilhões de euros em relação ao mesmo mês de 2019, o primeiro aumento anual desde que foi atingida pela pandemia.

Em 2020, o mercado único sofreu uma queda de 9,4% nas exportações de bens e de 11,6% nas importações.

Com as indústrias amplamente afetadas pelas medidas de confinamento no ano passado, a energia registrou de longe a queda mais acentuada entre todos os setores, seguida por alimentos e bebidas, matérias-primas e produtos químicos.

As cifras da Eurostat na segunda-feira mantêm conformidade com os dados oficiais da China publicados em meados de janeiro, que mostraram que o comércio com a UE cresceu 5,3%, para 4.495,77 bilhões de yuans, ou cerca de 600 bilhões de euros, em 2020.

Enquanto as importações e exportações totais de bens da China expandiram 1,9% ano a ano, para 32,16 trilhões de yuans (US$ 5 trilhões) em 2020, um novo recorde, o aumento do comércio com a UE foi mais do que o dobro da taxa média de crescimento.

O resultado fala plenamente “da forte resiliência e importância da cooperação econômica e comercial China-UE”, disse Zhang Ming, chefe da Missão Chinesa na UE, em um webinário no mês passado com o think tank europeu Friends of Europe.

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2 comentários

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Getúlio

17 de fevereiro de 2021 às 09h45

Restartará aos Estados Unidos sua colônia enquanto bolsonarista, e quando tudo passar(2022): by by!

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Paulo

16 de fevereiro de 2021 às 19h51

Pois é! Com a Nova Rota da Seda deslocando o eixo central do comércio mundial para a Macrorregião Ásia/Europa/ África, restará aos EUA uma integração continental americana. Biden deveria ter mais juízo, ao falar em retaliar o Brasil…

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