Cafezinho & Cinema: conversa com Ducca Rios, diretor de Meu Tio José

Elcio Franco compara tratamento precoce com o de cárie

Por Redação

09 de junho de 2021 : 15h18

Em seu primeiro depoimento a CPI da Pandemia nesta quarta-feira, 9, o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, defendeu o chamado tratamento precoce no combate à Covid-19 e para justificar seu posicionamento afirma que é como se fosse um tratamento de cárie.

“O tratamento precoce é a melhor medida preventiva para qualquer morbidade, qualquer doença. Posso colocar como aspecto interessante que há estudos que dizem que um real investido na saúde básica para atender de maneira precoce o paciente economiza mil reais na atenção especializada que seria um agravamento no problema de saúde”, disse.

“É o mesmo exemplo de uma pequena cárie que pode chegar a um tratamento de canal”, completou.

O coronal da reserva também defendeu que os médicos possam ter “autonomia” para receitar o medicamento que achar adequado ao paciente.

“O atendimento precoce [feito] pelo médico para o seu diagnóstico e as suas orientações para que o paciente possa se afastar dos demais e não transmitir a doença para outros e prescrever as medicações que ele julga mais adequadas, eu sou favorável”, finalizou.

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5 comentários

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Alan C

09 de junho de 2021 às 19h02

Essa bozolândia é a coisa mais nojenta do planeta.

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Ronei

09 de junho de 2021 às 15h40

“tratamento precoce” não significa nada.

Assim que é diagnósticada a doença inicia-se o tratamento a domicílio com acompanhamento médico.

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Daniel

09 de junho de 2021 às 15h33

É o óbvio, qualquer problema de saúde quanto mais cedo é tratado melhor é.

Não há nada de comprovado obviamente contra a covid, não existe o remédio que cura. Os médicos se viram que o que tem e monitoram, estudam, desenvolvem, compartilham, etc… os resultados dos tratamentos com os próprios pacientes.

Ciência medica é isso também.

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    EdsonLuiz.

    10 de junho de 2021 às 00h28

    Não! De jeito nenhum! Ciência médica não é assim!

    A primeira obrigaçào do médico não é salvar; a primeira obrigação do médico é não matar.

    Médico não pode prescrever remėdio no chute. Ainda mais quando for remėdio que provoca graves efeitos colaterais. Efeitos colaterais gravīssimos então, como os que a cloroquina provoca, não pode prescrever sem aval científico de jeito nenhum.

    Tem alguma excessão? Sim, tem: quando o paciente estå desenganado, e não há absolutamente nenhuma alternativa com aval científico, de forma muito cautelosa o médico até pode tentar alguma saída alternativa desesperada. Mas o médico só avança o sinal científico quando já ultrapassou o limite do desespero, com o paciente já morrendo e sem qualquer alternativa, e tem obrigação de renunciar á sua tentativa desesperada assim que a ciência o desautoriza, como ocorreu no caso de uso de cloroquina para covid-19, que as pesquisas logo mostraram que o benefício é zero e o prejuízo é um saldo de mortos e sequelados pelo uso criminoso desse remédio, como está sendo e será.

    bolsonaro é genocida mesmo, e é muitas outras coisas tão ruins quanto ser genocida.

    Fora bolsonaro!

    Responder

carlos

09 de junho de 2021 às 15h31

Comparação esdrúxula, é mesma do cara pegar uma vaca infestada de carrapato e dá um tiro na testa dela pensado ter eliminado os carrapatos do restante do rebanho.

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