Cafezinho das 3: por que as manifestações de domingo floparam?

Foto: Kilvia Muniz

Pesquisa mostra que maioria dos eleitores diz que o fato do candidato ser gay não altera o seu voto

Por Redação

21 de julho de 2021 : 10h09

Nesta quarta-feira, 21, o Paraná Pesquisas divulgou um levantamento sobre como a opção sexual do candidato pode alterar o voto dos eleitores.

De acordo com o levantamento, cerca de 75,9% dos entrevistados afirmaram que o fato do candidato ser gay não altera a vontade de votar no postulante.

Outros 13,7% disseram que isso diminui e 5,8% que aumenta. Cerca de 4,6% declararam que esse fator aumenta a vontade.

Fonte: Paraná Pesquisas

O Paraná Pesquisas ouviu 2033 eleitores de todas as regiões do Brasil entre os dias 15 e 19 de julho de 2021. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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4 comentários

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Valeriana

22 de julho de 2021 às 08h33

O bolsonarismo diz não gostar de gays, mas o presidente é meio estranho e vive em guerra com o armário, o guru dele claramente tem algo mal resolvido, pois só sabe falar do *…. Um filho do bozo “mora” com o primo, e o mais novo anda vestido de Mulher Maravilha por aí.

Não entendo.

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Galinze

21 de julho de 2021 às 17h45

E o retorno as aulas das crianças ?

Porquê em outros países onde a educação é uma prioridade as escolas nunca fecharam ou se fecharam já reabriram há quase um ano já ?

Cadê a esquerda que finge desde sempre querer educação (sem nem saber que educação é uma coisa e instrução é outra) se manifestando sobre o assunto ?

Ou os professores (em grande parte semianlfabetos esquerdoides) não querem voltar e preferem receber sem fazer nada ?

Quais são as evidências “çientificas” que as aulas de escola sejam um risco para a saude pública ?

Que dia a instrução será uma prioridade para os brasileiros ?

Ou acham que trocando um Presidente e outro feito infantiloides birrentos resolva alguma coisa ?

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Ronei

21 de julho de 2021 às 11h23

O único que não gosta de gay/preto/pobre/mulher é o bolsonarismo imbecil.

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Alexandre Neres

21 de julho de 2021 às 10h47

Afinal de contas, será que o imbroxável, o incomível, enfim vai poder relaxar com os seus grilos e parar de produzir tanto cocô?

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