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Desigualdade caiu no Brasil durante governos petistas, diz novo estudo

Por Redação

25 de outubro de 2021 : 10h24

Um estudo feito pelo Insper revela que a diferença na distribuição de recursos teve queda constante entre os anos de 2002 e 2015 durante os governos Lula e Dilma Rousseff, ambos do PT. Porém, essa disparidade voltou a aumentar entre 2016 e 2017, mas para um nível inferior registrado no início deste século.

No levantamento, é possível verificar que uma parcela da população adulta brasileira, dividida em cem partes iguais, os chamados centésimos da distribuição, que estão abaixo dos 29% mais ricos registraram crescimento em suas rendas anuais acima de 3% nesse intervalo de 13 anos. Já no segmento que se localiza acima desse corte apresentaram crescimento médio de rendas entre 2,4% e 2,9%, índices menores à média nacional.

Esses números que indicam a queda da desigualdade foi medida pelo índice de Gini que usa uma métrica que vai de 0 (patamar que reflete sociedade onde os recursos são igualmente distribuídos) a 1 (que indica um alto nível extremo de iniquidade).

Com informações da Folha.

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10 comentários

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Jr

25 de outubro de 2021 às 21h18

Parece q o tal “estudo” foi feito na medida para produzir o resiltado que produziu. Assim fica fácil.

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EdsonLuiz

25 de outubro de 2021 às 19h42

Esclarecimento:
O estudo dos três professores do Insper conclui por aumento da renda do terço mais pobre em relação ao terço mais rico, portanto, por diminuiçåo das desigualdades.

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EdsonLuiz.

25 de outubro de 2021 às 19h25

O PT herdou uma dinâmica de queda de desigualdade que veio de reformas econômicas e criaçåo de rede de proteção social feitas em governos anteriores.

Ė certo que manteve essas políticas e fez incrementos possibilitados por ganhos devidos a conjuntura econômica mundial favorável, mas com as mudanças na economia que o PT iniciou a partir do Lula 2, o crescimento perdeu sustentabilidade e foi mantido artificialmente, por emissão de dívida.

Disso resultou volta de inflação, alta de juros, volta do déficit primärio e aumento do déficit nominal.

Para ser ter ideia, o pagamento do bolsa-família no mēs de setembro de 2014 teve que ser sacado a descoberto na Caixa por falta de recursos no Tesouro Federal e o orçamento para 2015 foi enviado com corte de Cr$15 bilhões para a saúde.

Com esses cortes e desequilįbrios a dinâmica positiva brasileira, mesmo que já insuficiente, mudaria para negativa.

Atualmente três estudos sobre distribuição de renda no Brasil de 2002 a 2015
eståo sendo discutidos e hoje haverä um seminário no Insper para discutir os três e suas metodologias.

Um é do economista francēs Thomas Piketty. Este estudo conclui por mais concentração de renda no perįodo, mas não inclui a renda nåo monetäria aferida pelos mais pobres por programa de educação e saúde. Um segundo estudo ė de um professor de economia da USP e conclui por estabilidade de renda no perįodo, sem aumento nem diminuição de concentração. E o terceiro ė este dos trēs professores do Insper, que conclui por aumento.

Considerando ganhos de renda indiretos em educaçåo, saûde e outros, eu acho que o do Indo tende a se confirmar. Mas foi um processo que vê de värios governos.

Eu acho que uma anälise séria desses fatos econōmucos e sociais devem considerar sempre a dinâmica que um governo deixa para outro. Se eu deixo uma dinâmica de recessão, aumento de dįvida, desemprego, inflação, déficits,
etc, ė claro que as consequências nós anos seguintes, já fora do meu governo, foram provocadas por mim.

Eu tendo a considerar a dinªmica mais importante que os dados estanques!

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    EdsonLuiz.

    25 de outubro de 2021 às 19h37

    Correção (esclarecimento à 1ª resposta):

    O estudo dos três professores do Insper conclui por aumento da renda do terço mais pobre em relação ao terço mais rico, portanto, por diminuiçåo das desigualdades.

    Responder

Ronei

25 de outubro de 2021 às 17h53

A época do PT coincidiu com a época em que os eletrônicos e eletrodomésticos se tornaram produtos de massa no Brasil.

Os espertalhões do PT e Cia fizeram passar a mensagem de um pseudo “boom econômico”
e os coitados dos brasileiros que nunca tiveram nada acreditaram que foi Lula a ter comprado a TV para eles.

O que acontecia nós bastidores da política brasileira enquanto os Brasileiros comiam picanha viajando para Disney em primeira classe a gente sabe muito bem.

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Daniel

25 de outubro de 2021 às 17h46

O importante é acreditar…kkkkkk

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Galinzé

25 de outubro de 2021 às 17h45

Tem gente que realmente acredita realmente que na época petista se tornou rica por ter comprado a máquina de lavar roupa em 12 vezes no cartão, a geladeira em 18 e a TV em 24… agora está no SPC e nunca mais vai sair.

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Alexandre Neres

25 de outubro de 2021 às 13h25

Acho que este tipo de matéria nem deveria ser publicada por representar o óbvio ululante. Mas como está cheio de revisionistas por aí, alguns até sedizentes do campo progressista, tem que deixar claro para esses propagadores de fake news. Alguns têm a pachorra de dizer que Lula herdou um legado bendito de FHC. Esquecem-se do fracasso do segundo mandato do tucano, pós-golpe da reeleição, devido ao erro crasso da sobrevalorização cambial. Os números foram péssimos e o descumprimento de metas foi a tônica.

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Valeriana

25 de outubro de 2021 às 12h09

Balela, os ricos ficaram e ficam cada dia mais ricos e os pobres cad dia mais pobre e continua desse jeito.

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Paulo

25 de outubro de 2021 às 11h49

Que a desigualdade não pare nunca de aumentar. Contanto q a pobreza se reduza, a desigualdade pode aumentar a vontade.

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