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Foto: Reuters

China: Restos mortais de Jiang Zemin são transferidos para Beijing

Por Redação

01 de dezembro de 2022 : 09h27

Xinhua — Os restos mortais do camarada Jiang Zemin foram transferidos de Shanghai para Beijing em um voo especial na tarde de quinta-feira.

Xi Jinping e outros líderes do Partido e do Estado foram ao aeroporto para receber os restos mortais de Jiang. 

Causa da morte

Jiang Zemin morreu de leucemia e falência múltipla dos órgãos em Shanghai às 12h13 de 30 de novembro de 2022, aos 96 anos, segundo se anunciou nesta quarta-feira.

O anúncio foi feito pelo Comitê Central do Partido Comunista da China (PCCh), pelo Comitê Permanente da Assembleia Popular Nacional da República Popular da China (RPC), pelo Conselho de Estado da RPC, pelo Comitê Nacional da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, e pelas Comissões Militares Centrais do PCCh e da RPC.

A morte foi anunciada em uma carta dirigida a todo o Partido, a todo o exército e ao povo chinês de todos os grupos étnicos.

A carta diz que eles anunciam com profunda tristeza a todo o Partido, a todo o exército e ao povo chinês de todos os grupos étnicos que nosso amado camarada Jiang Zemin morreu de leucemia e falência múltipla de órgãos depois que todos os tratamentos médicos falharam.

A carta diz que o camarada Jiang Zemin foi um líder excepcional com alto prestígio reconhecido por todo o Partido, todo o exército e o povo chinês de todos os grupos étnicos, um grande marxista, um grande revolucionário proletário, estadista, estrategista militar e diplomata, um combatente comunista há muito testado e um líder excepcional na grande causa do socialismo com características chinesas.

Ele foi o núcleo da terceira geração de liderança coletiva central do PCCh e o principal fundador da Teoria da Tríplice Representatividade. 

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1 comentário

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Netho

01 de dezembro de 2022 às 10h54

Para compreender o “Chinese way of life” após os anos gloriosos, e o “Chinese dream”, depois do grande salto para frente, há um livro recentíssimo, do experimentado correspondente francês em Pequim da France Press, e também editor do Le Monde, intitulado
“Na cabeça de Xi”, por François Bougon.
A meta de sobrepujar o PIB norte-americano e, pela primeira vez desde o pós-Guerra, tornar-se a maior economia da nova ordem mundial, em 2030, é o mote do desenvolvimento acelerado desde meados dos anos 90.
A China, que nos anos 1980 era a trigésima economia mundial, só precisou de meio século para chegar ao topo, na concorrência com Japão, EUA e Alemanha. Vale lembrar que nos anos 80, o Japão era a segunda economia mundial, posto ocupado hoje pela China.
O livro deixa claro que na China não há espaço para um “Gorbachov”, considerado pelo PC Chinês o “destruidor” da URSS e visto como “um cavalo de Tróia do Ocidente”.

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