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Polícia Civil de Goiás desmantela esquema de venda de vagas na saúde pública

0 Comentários – Participe do debate! 🗣️🔥 A Polícia Civil de Goiás (PCGO) deflagrou no dia 7 de abril a operação ‘Mercancia Torpe’, com o objetivo de combater crimes contra a administração pública envolvendo a inserção fraudulenta de pacientes no sistema de saúde. A ação investiga a comercialização de vagas nas filas de regulação médica […]

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Imagem gerada por IA pelo Flux Pro (fal.ai), a partir de prompt do Cafezinho. 07/04/2026 11:41

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) deflagrou no dia 7 de abril a operação ‘Mercancia Torpe’, com o objetivo de combater crimes contra a administração pública envolvendo a inserção fraudulenta de pacientes no sistema de saúde.

A ação investiga a comercialização de vagas nas filas de regulação médica estadual e municipal, com a participação de agentes públicos em Goiânia e em oito municípios do interior do estado.

De acordo com o portal Metrópoles, foram expedidos 52 mandados judiciais, sendo 17 de busca e apreensão, seis de prisão temporária, cinco de afastamento de funções públicas e 24 de quebra de sigilos bancário e fiscal.

O esquema criminoso permitia que pacientes pagassem valores para serem inseridos ou terem prioridade nas filas de espera por procedimentos cirúrgicos, exames e consultas médicas — serviços que deveriam ser gratuitos e acessíveis a todos pelo sistema público de saúde.

Essa prática gerava sobrecarga no sistema e causava prejuízo direto a cidadãos que aguardavam atendimento sem recorrer a pagamentos ilícitos.

A operação é um desdobramento da ‘Operação Hipócrates’, realizada em fevereiro de 2023, que já havia levado à prisão de operadores do esquema e ao afastamento de agentes públicos envolvidos em irregularidades semelhantes.

Os mandados judiciais foram cumpridos em várias cidades do estado, como Goiânia, Goianira, Aparecida de Goiânia, Senador Canedo, Corumbá de Goiás, Catalão, Cromínia, Cristianópolis, São Luiz do Norte e Maripotaba.

Os investigados devem responder por crimes como falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistemas de informação, corrupção passiva, corrupção ativa e associação criminosa.

A amplitude da operação revela a extensão do esquema, que abrange tanto a capital quanto regiões do interior, apontando para uma rede estruturada de desvios no setor da saúde pública.

As investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e mapear o impacto total do esquema na população atendida pelo sistema de saúde de Goiás.

A Polícia Civil informou que as ações têm como meta desarticular completamente a rede de corrupção e coibir práticas que comprometam o acesso universal à saúde no estado.

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