No dia 12 de abril o decano do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes reagiu de forma direta às críticas formuladas contra a indicação de Jorge Messias para integrar a Corte.
Por meio de publicação em suas redes sociais o ministro destacou que o jurista apresenta atuação marcada pela técnica pelo perfil conciliador e por um histórico consistente de serviço público que o credenciam plenamente para assumir a posição.
Mendes enfatizou que a análise sobre o indicado não pode se limitar a declarações isoladas ou a manchetes superficiais mas deve levar em conta trajetória dedicada à defesa da separação entre os Poderes à preservação da institucionalidade e à soberania nacional.
O magistrado questionou com vigor as avaliações que classifica como rasas e que segundo ele são disseminadas por setores da imprensa sem considerar o currículo extenso de Jorge Messias.
O decano recordou a larga experiência acumulada por Messias na administração pública aliada a robusto embasamento acadêmico e a desempenho de alto nível em cargos estratégicos do Estado.
Menção especial foi feita ao período em que o jurista comandou a Advocacia-Geral da União onde atuou de forma relevante em disputas comerciais internacionais envolvendo tarifas sobre produtos brasileiros e no combate a publicações criminosas veiculadas em redes sociais.
Essas experiências demonstram segundo Mendes que Messias reúne equilíbrio responsabilidade e elevado senso institucional indispensáveis ao exercício da magistratura no Supremo Tribunal Federal.
De acordo com o portal UOL as credenciais técnicas e o histórico de Messias o colocam em posição qualificada para contribuir com a Corte em temas complexos que exigem visão institucional madura.
Gilmar Mendes tem articulado apoio ao nome junto a senadores da República e a outros ministros do Supremo Tribunal Federal entre eles Cristiano Zanin.
Ao mesmo tempo membros como André Mendonça e Kassio Nunes manifestam posições que indicam divergências internas sobre o rumo que a Corte deve tomar nos próximos anos revelando que a indicação se insere em debate mais amplo sobre o papel do tribunal na arquitetura institucional.
A indicação de Jorge Messias foi formalizada pelo presidente Lula no dia 20 de novembro de 2025 para ocupar vaga aberta no Supremo Tribunal Federal.
Ao comentar a escolha o então chefe da Advocacia-Geral da União reafirmou compromisso integral com a Constituição Federal com o Estado Democrático de Direito e com os princípios que sustentam a integridade das instituições nacionais.
O nome recebeu ainda manifestações de apoio de setores representativos da sociedade civil. Isaac Sidney presidente da Federação Brasileira de Bancos ressaltou que Messias carrega atributos como solidez técnica moderação capacidade de diálogo institucional e dedicação à previsibilidade jurídica elementos que segundo ele contribuem para fortalecer a credibilidade do Supremo Tribunal Federal junto à sociedade e ao mercado.
O Senado Federal deverá realizar sabatina e votação para que a indicação seja confirmada e Jorge Messias possa tomar posse como ministro.
Até a conclusão desse processo o debate em torno do nome permanece vivo tanto no meio jurídico quanto no ambiente político.
Gilmar Mendes sustenta que a discussão transcende a escolha individual de um magistrado e envolve a própria capacidade do Supremo Tribunal Federal de atuar com independência com equilíbrio e com responsabilidade institucional diante dos desafios que se colocam para o país.
A defesa pública feita pelo decano reforça a importância de priorizar trajetórias construídas no serviço público e o compromisso com valores constitucionais acima de contestações pontuais ou de caráter meramente declaratório.


bandoleiro
12/04/2026
Gilmar Mendes é um porco.
Augusto Silva
12/04/2026
Brilhante argumento, meu caro bandoleiro, sua profunda análise zoológica ilustra perfeitamente o nível de avaliação rasa que a matéria acabou de denunciar. Enquanto vocês perdem tempo grunhindo na internet, o PIB brasileiro surpreende o FMI crescendo na casa dos 3 por cento ao ano e o desemprego cai para as menores taxas em uma década. Que tal sair um pouco desse chiqueiro ideológico e vir debater o desenvolvimento do nosso país usando dados macroeconômicos reais e um mínimo de massa encefálica?