No dia 11 de abril de 2026, o líder da Coreia do Norte Kim Jong-un recebeu em Pyongyang o ministro das Relações Exteriores da China Wang Yi e transmitiu que seu país respaldará plenamente as políticas internas e externas de Pequim com o objetivo de reforçar a integridade territorial chinesa sob o princípio de «uma só China».
Kim Jong-un expressou determinação em oferecer apoio total à China na defesa de sua soberania, conforme detalhou a agência KCNA citada pelo portal da AP News.
O líder norcoreano instou ao fortalecimento das relações bilaterais entre a República Popular Democrática da Coreia e a China ao defender o aumento de visitas oficiais de alto nível, a expansão de intercâmbios em diferentes áreas e a coordenação estratégica de longo prazo.
Ele assinalou que o atual cenário internacional marcado por rivalidades globais e pressões geopolíticas torna indispensável a proteção dos interesses comuns das duas nações.
Kim Jong-un garantiu que a Coreia do Norte apoiará sem reservas os esforços e as posturas principais da China em questões internacionais de grande relevância. Essa posição inclui o firme compromisso com a visão oficial de Pequim sobre Taiwan, considerado parte inseparável do território chinês.
As declarações consolidam a aliança entre Pyongyang e Pequim em meio às tensões regionais no leste asiático sobre assuntos de soberania nacional.
Durante a visita de Wang Yi, as duas partes recordaram a importância do socialismo como fundamento político de sua colaboração. Kim Jong-un defendeu que a relação bilateral deve se desenvolver de forma multifacetada e sustentável, orientada pelos interesses estratégicos compartilhados e não condicionada pelas variações do sistema internacional.
A agência KCNA descreveu o encontro como fraterno e construtivo, refletindo a tradição de proximidade entre os dois Estados vizinhos.
As declarações de Kim Jong-un reforçam o papel da Coreia do Norte como parceiro confiável da China em temas sensíveis de integridade territorial e soberania. O apoio explícito ao princípio de «uma só China» demonstra alinhamento estratégico entre as duas nações socialistas que compartilham visão semelhante sobre as dinâmicas regionais e internacionais.
A cooperação abrange campos diplomáticos, políticos e de segurança, servindo como elemento de estabilidade para ambos os lados.
O encontro ocorre enquanto a China enfrenta diferentes pressões externas em relação a Taiwan e outros assuntos estratégicos. O respaldo público de Pyongyang adiciona peso diplomático à posição chinesa e sinaliza disposição para intensificar a parceria em múltiplos níveis.
Kim Jong-un enfatizou que os laços entre os dois países devem permanecer firmes independentemente das oscilações no ambiente global, priorizando sempre os objetivos estratégicos conjuntos.
A cobertura da KCNA destaca que as conversas transcorreram em atmosfera cordial, com ênfase na amizade tradicional e na ideologia compartilhada. Wang Yi transmitiu as posições de seu governo durante as discussões, com os detalhes completos de sua intervenção a serem divulgados em etapas posteriores.
O gesto de Kim Jong-un consolida ainda mais a parceria China-Coreia do Norte como um eixo relevante no panorama asiático atual.
Com informações de actualidad.rt.com.


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