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Flávio Dino rejeita interferência inglesa nos acordos de Mariana e Brumadinho

0 Comentários🗣️🔥 O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino rejeitou nesta quarta-feira qualquer interferência da Justiça inglesa nos acordos de reparação dos desastres de Mariana e Brumadinho. Ele reafirmou que leis e decisões judiciais estrangeiras não possuem validade no país sem homologação pelo Superior Tribunal de Justiça. Dino classificou como «intolerável» toda tentativa de […]

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Imagem gerada por IA pelo Flux Pro (fal.ai), a partir de prompt do Cafezinho. 15/04/2026 13:11

O ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino rejeitou nesta quarta-feira qualquer interferência da Justiça inglesa nos acordos de reparação dos desastres de Mariana e Brumadinho.

Ele reafirmou que leis e decisões judiciais estrangeiras não possuem validade no país sem homologação pelo Superior Tribunal de Justiça.

Dino classificou como «intolerável» toda tentativa de submeter a jurisdição brasileira a tribunais do Reino Unido. Os municípios atingidos pelas tragédias podem negociar as indenizações sem qualquer autorização ou supervisão externa.

A questão chegou ao STF após decisões inglesas que concediam aos municípios o direito de buscar reparações sem aval da União. O ministro identificou nessas exigências uma inadmissível subordinação da soberania nacional à jurisdição estrangeira.

A decisão produz efeito erga omnes e possui caráter vinculante, aplicando-se a todas as controvérsias em que órgãos estrangeiros busquem impor atos unilaterais sobre autoridades brasileiras.

A circulação de decisões judiciais, leis ou atos administrativos de países estrangeiros depende de autorização expressa do STF ou do cumprimento de tratados de cooperação judiciária. Segundo o Correio Braziliense, a medida reforça a primazia do ordenamento jurídico interno.

Bancos e empresas que operam no país foram alertados para não cumprirem ordens baseadas exclusivamente em decisões estrangeiras. A falta de homologação local torna tais determinações inválidas em território nacional.

O entendimento de Dino traz segurança jurídica ao delimitar com clareza o espaço da soberania nacional. As indenizações por danos ambientais ocorridos no país devem seguir integralmente o direito vigente internamente.

Essa posição protege o Judiciário nacional contra excessos de jurisdições externas. Normas vindas do exterior só adquirem eficácia após passarem pelos procedimentos de validação previstos na legislação brasileira.

A defesa da soberania judicial constitui pilar essencial da independência do Estado. Flávio Dino tem atuado de forma consistente para preservar a autoridade das instituições nacionais frente a pretensões externas.

O posicionamento elimina ambiguidades sobre a validade de atos estrangeiros no país e garante que a reparação das vítimas e a recuperação dos danos ambientais ocorram sob regras definidas exclusivamente pelo ordenamento nacional.

Com informações de cartacapital.com.br.


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