Neste semestre, agências de turismo estruturaram roteiros comerciais que integram visitas à Amazônia e ao Pantanal. A rota liga o estado do Amazonas a reservas de conservação localizadas em Mato Grosso do Sul. O trajeto abrange desde os ecossistemas florestais da bacia amazônica até uma planície alagada de 150 mil quilômetros quadrados no Centro-Oeste brasileiro.
Estrutura no estado do Amazonas
A etapa no norte do país começa no município de Manaus, com registros de parada no Teatro Amazonas e no Museu da Amazônia. A rede de hospedagem inclui instalações no rio Negro, a exemplo do complexo flutuante Uiara Amazon Lodge. Durante a navegação no lago Janauari, guias locais realizam rotas de observação que passam por exemplares da árvore Samaumeira, planta com até 70 metros de altura.
Atividades em Mato Grosso do Sul
O fluxo de turistas na região central tem como principal base de desembarque a cidade de Campo Grande. A partir da capital, as operadoras direcionam os viajantes para o Pantanal de Aquidauana, uma área que abriga 698 espécies catalogadas de aves. As propriedades privadas da zona rural, como a Pousada Aguapé, mantêm frotas de barcos para observação de fauna nativa ao longo dos rios pantaneiros.
Extensão ao município de Bonito
A infraestrutura de visitação atende também ao município de Bonito e a cidades vizinhas na região de cerrado. O roteiro de operadoras como a Pinto Lopes Viagens programa circuitos em áreas de formações geológicas abertas ao público. A documentação de viagem prevê os seguintes pontos de parada em solo sul-mato-grossense:
- Gruta do Lago Azul, com acesso por escadaria de 300 degraus e lago com 80 metros de profundidade.
- Recanto Ecológico Rio da Prata, que opera atividade de flutuação em um percurso aquático de 2,5 quilômetros.
- Buraco das Araras, uma cratera em rocha com 500 metros de circunferência situada na cidade de Jardim.


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