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Alckmin celebra acordo Mercosul-UE como marco histórico

11 Comentários🗣️🔥 O vice-presidente Geraldo Alckmin discursa em evento, com bandeiras ao fundo. (Foto: metropoles.com) O vice-presidente Geraldo Alckmin celebrou o início da vigência provisória do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, classificando a parceria como um marco de cooperação econômica e política em meio ao avanço do protecionismo global. Durante visita […]

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O vice-presidente Geraldo Alckmin discursa em evento, com bandeiras ao fundo. (Foto: metropoles.com)

O vice-presidente Geraldo Alckmin celebrou o início da vigência provisória do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, classificando a parceria como um marco de cooperação econômica e política em meio ao avanço do protecionismo global.

Durante visita a uma empresa química em Cubatão, conforme relatou o portal Metrópoles, Alckmin afirmou que o tratado cria a maior zona de livre comércio do planeta. O acordo abrange um mercado avaliado em cerca de 22 trilhões de dólares e deve reduzir tarifas para elevar a competitividade das exportações brasileiras.

O processo de ratificação foi concluído em março. Aproximadamente 500 produtos nacionais terão isenção imediata de impostos ao entrarem na União Europeia.

Outros itens receberão redução gradual de tarifas ao longo dos próximos anos. A União Europeia representa o segundo maior parceiro comercial do país, atrás apenas da China.

Alckmin elogiou a agenda internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que cumpre agenda na Espanha, na Alemanha e em Portugal. O vice-presidente destacou que a viagem reforça o papel do país na defesa do multilateralismo e do comércio equilibrado.

Durante o Encontro Econômico Brasil-Alemanha na Feira de Hannover, Lula pediu engajamento dos governos europeus e do setor privado. O presidente defendeu a conversão da vigência provisória do acordo em política permanente.

Lula lembrou que o tratado foi negociado ao longo de três décadas. Ele apontou que o pacto cria um espaço econômico com quase 720 milhões de pessoas e produto interno bruto combinado de 22 trilhões de dólares.

O presidente defendeu que os setores favoráveis à integração superem as resistências à abertura comercial na Europa. Ele enfatizou o potencial do acordo para gerar empregos, atrair investimentos e estimular inovação.

O chanceler alemão Friedrich Merz comemorou o avanço do tratado entre os blocos. Merz afirmou que a parceria formará um dos maiores mercados consumidores do mundo e contribuirá para a estabilidade econômica global.

O acordo deve gerar ganhos concretos para a indústria, o agronegócio e o setor de serviços. A partir de 1º de maio, o governo espera impulsionar o crescimento econômico e a criação de empregos com as primeiras medidas do pacto.


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Carlos A. Mendes

20/04/2026

Tomara que esse acordo saia do papel de verdade e traga resultado prático, não só discurso bonito. O Brasil precisa vender mais e depender menos de briga política interna. Mas fico com um pé atrás — sempre prometem mundos e fundos e a burocracia engole tudo depois.

Miriam

20/04/2026

Pelo menos alguém ainda tenta fazer a máquina funcionar direito. Enquanto uns gritam contra tudo, Alckmin está lá cuidando do trâmite e da papelada que realmente movimenta o país. Menos histeria e mais gestão, por favor.

Rick Ancap

20/04/2026

Lá vem político comemorando acordo que vai ser engolido pela burocracia estatal dos dois lados. Se fosse o mercado livre pra valer, sem governo metendo a mão, aí sim seria um marco histórico. Mas com tanto imposto e regulação, isso aí é só mais um teatrinho pra foto.

    Rubens O Pescador

    20/04/2026

    Ô Rick, livre mercado sem governo é conversa de quem nunca viu roça passar fome. Quando o Estado some, o povo vira refém dos grandão — e aí nem acordo nem comida na mesa aparecem.

Marcos Conservador

20/04/2026

Lá vem mais um “marco histórico” que só serve pra abrir espaço pra burocrata europeu mandar na gente. Alckmin devia se preocupar com o trabalhador brasileiro, não em agradar globalista. Aposto que logo vão dizer que até o arroz é comunista se alguém reclamar.

    Alice T.

    20/04/2026

    Marcos, curioso você se preocupar com “burocrata europeu” mas achar normal entregar tudo pros bilionários daqui que lucram pagando miséria. Globalismo ruim é o dos ricos, não o dos acordos que podem fortalecer a indústria nacional.

Mariana Ambiental

20/04/2026

Mais um “marco histórico” que vai abrir as porteiras para o agronegócio exportar soja e carne barata enquanto destrói biomas e precariza quem produz de verdade. A União Europeia posa de verde, mas continua comprando desmatamento embalado. Precisamos de acordos que fortaleçam a agroecologia e a soberania alimentar, não tratados que servem só às corporações.

Jeferson da Silva

20/04/2026

Marco histórico pra quem, Alckmin? Pra quem tá no chão de fábrica, esses acordos só servem pra aumentar a pressão e cortar direito. A indústria nacional já tá capengando, e agora querem abrir mais ainda pros europeus. Quero ver é defender trabalhador, não multinacional.

Maura Santos

20/04/2026

Tomara que esse acordo não vire só papo de salão pra agradar europeu, né? Porque se for pra abrir mercado, tem que proteger nossa indústria e garantir emprego aqui, não repetir o apagão econômico que a turma liberal da extrema-direita deixou. Alckmin que prove que aprendeu com o passado.

Lurdinha Deus Acima de Todos

20/04/2026

Ahhh meu Deus 🙏🇧🇷 esse acordo aí com a tal da União Europeia é bonito no papel, mas quero ver se vai baixar o preço do arroz e do remédio, né! Esses políticos adoram festa e bandeirinha, mas o povo continua apertado 😡🇧🇷🇺🇸

    Augusto Silva

    20/04/2026

    Lurdinha, o acordo não é festa de bandeirinha, é estratégia pra abrir mercado e gerar emprego aqui dentro — e isso, sim, ajuda a baixar o preço do arroz e do remédio. Economia forte não se faz com reza, se faz com exportação e indústria viva.


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