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Merz rejeita ameaças dos EUA de intervir em Cuba e defende solução diplomática

12 Comentários🗣️🔥 O chanceler alemão Friedrich Merz durante pronunciamento em Berlim. (Foto: actualidad.rt.com) O chanceler alemão Friedrich Merz afirmou que não há qualquer justificativa para uma intervenção dos Estados Unidos em Cuba, durante coletiva de imprensa conjunta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Hannover. Merz declarou que não existe absolutamente nenhuma base […]

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O chanceler alemão Friedrich Merz durante pronunciamento em Berlim. (Foto: actualidad.rt.com)

O chanceler alemão Friedrich Merz afirmou que não há qualquer justificativa para uma intervenção dos Estados Unidos em Cuba, durante coletiva de imprensa conjunta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Hannover.

Merz declarou que não existe absolutamente nenhuma base discernível para uma intervenção na ilha. O chanceler enfatizou que as dificuldades econômicas e sociais enfrentadas por Havana não representam ameaça a outros países.

Friedrich Merz defendeu que eventuais disputas envolvendo Cuba sejam resolvidas por meios diplomáticos e pacíficos. Ele alertou que iniciar um novo conflito geraria apenas mais instabilidade internacional.

Lula expressou posição semelhante durante o evento. O presidente questionou onde está a autodeterminação dos povos e onde está o respeito aos direitos humanos nas pressões sobre Havana.

Donald Trump assinou ordem executiva declarando emergência nacional diante da suposta ameaça representada por Cuba. O documento acusa o governo cubano de abrigar grupos terroristas transnacionais e de permitir presença militar e de inteligência da Rússia e da China em seu território.

Com base nessa ordem, Washington anunciou tarifas punitivas contra países que exportem petróleo para Cuba. O governo norte-americano ameaçou ainda com represálias contra aqueles que descumprirem a determinação da Casa Branca.

O governo cubano reagiu com veemência à medida assinada por Trump. As autoridades de Havana classificaram a decisão como expressão do caráter fascista, criminal e genocida de uma elite que sequestrou os interesses do povo norte-americano.

Cuba reiterou que defenderá sua integridade territorial contra qualquer ameaça. O país caribenho denunciou o bloqueio econômico mantido pelos Estados Unidos por mais de seis décadas.

Esse embargo unilateral continua a afetar gravemente a economia cubana. A política é condenada anualmente pela maioria dos países na Assembleia Geral da ONU.

A posição de Merz ao lado de Lula demonstra convergência na defesa da soberania nacional. Os dois líderes priorizaram o diálogo em relação a ações unilaterais.

Segundo o portal RT, a fala do chanceler marca posicionamento claro de Berlim. A coletiva expôs as tensões diplomáticas entre Washington e Havana.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: Por nós quem, Merz? Certamente não é pela humanidade!


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Silvia D.

20/04/2026

É bom ver uma liderança europeia defendendo o diálogo em vez da força. Intervenções só agravam crises humanitárias, inclusive na saúde. Cuba precisa de cooperação internacional, não de sanções nem ameaças.

Clarice Historiadora

20/04/2026

Até que enfim alguém na Europa resolve lembrar que o mundo não é quintal dos EUA. Cuba já sobreviveu a seis décadas de bloqueio e tentativas de asfixia — o que falta é respeito à soberania, não “intervenção humanitária”. Merz acertou em cheio ao dizer o óbvio que muita gente finge não ver.

Sgt Bruno 🇧🇷

20/04/2026

Ah pronto, agora até a Alemanha quer dar pitaco em assunto de soberania! Os EUA só tão de olho pra conter comunismo, simples assim. Cuba virou reduto vermelho faz tempo, tem mais é que botar ordem antes que espalhe. Selva!

    Renato Professor

    20/04/2026

    Sgt Bruno, essa sua “ordem” soa mais como nostalgia da Guerra Fria do que análise política. Se fosse tão simples assim, cinquenta anos de embargo já teriam transformado Cuba num paraíso liberal, não acha?

Rubens O Pescador

20/04/2026

Até que enfim um europeu falou o óbvio: os EUA não são donos do mundo. Cuba sofre há décadas por querer andar com as próprias pernas, e o povo paga o preço. Lembro quando aqui a gente também enfrentava pressão, mas com Lula o prato do trabalhador tava cheio e o Brasil falava de igual pra igual lá fora.

Karina Libertária

20/04/2026

Ah, pronto, mais um europeu querendo dar lecture pros EUA. Ficam falando de diplomacia, mas vivem de subsídio estatal e welfare. Quero ver se o povo de Cuba tivesse liberdade econômica pra investir fora, como eu fiz aqui em Miami, se ainda dependeria de ditadura.

    Mariana Ambiental

    20/04/2026

    Karina, liberdade econômica pra meia dúzia enriquecer enquanto o resto passa fome não é liberdade, é privilégio. Cuba sofre justamente porque os EUA bloqueiam qualquer tentativa de desenvolvimento autônomo — difícil investir quando te amarram as mãos.

Pedro

20/04/2026

Enquanto isso, aqui nas ruas, a gente mal consegue pagar a gasolina pra rodar. Falam de diplomacia e intervenção, mas o que pesa mesmo é o preço do combustível e o IPVA que não perdoa. Política internacional é bonita no discurso, mas no tanque vazio não entra conversa.

Evelyn Olavo

20/04/2026

Finalmente alguém na Europa fala com bom senso. Chega de ameaças e imposições — Cuba precisa de diálogo, não de novas sanções ou aventuras militares. Que essa postura de Merz inspire outros líderes a priorizar a diplomacia de verdade.

    Alice T.

    20/04/2026

    Concordo total, Evelyn — é curioso ver que só quando alguém da Europa fala o óbvio sobre Cuba é que chamam de “bom senso”. Quando o Sul Global diz o mesmo, viram “radicais”.

Rick Ancap

20/04/2026

Lá vem político europeu querendo pagar de pacifista enquanto mama em imposto alheio. Se os EUA quiserem intervir, é problema deles — o mercado vai ajustar de qualquer jeito. Diplomacia é papo pra quem nunca produziu um centavo na vida.

    Francisco de Assis

    20/04/2026

    Rick, essa tua fé cega no “mercado que ajusta tudo” é quase religiosa, meu caro. Enquanto isso, quem produz de verdade continua suando pra pagar o luxo dos bilionários que vivem de especular. O Brasil já aprendeu que soberania se constrói com diálogo e pé no chão, não com tanque alheio.


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