O major-general iraniano Ali Abdollahi Aliabadi, comandante do Quartel-General Central de Khatam al Anbiya das Forças Armadas da República Islâmica do Irã, prometeu resposta imediata a qualquer ameaça dos Estados Unidos.
O militar fez o alerta em discurso divulgado pela agência Tasnim. Aliabadi afirmou que a nação iraniana se orgulha da capacidade estratégica e da prontidão de suas forças.
Ele destacou especialmente o papel da Guarda Revolucionária Islâmica, que impôs desgaste aos adversários por meio de ataques precisos com mísseis e drones. O comandante ressaltou que a mobilização popular demonstra a unidade entre o povo, o governo e a liderança suprema do Irã.
Essa coesão nacional garante resposta imediata e contundente a qualquer ação hostil contra o território iraniano. Aliabadi criticou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a quem chamou de mentiroso e delirante.
O general acusou Trump de tentar manipular a narrativa sobre a situação militar no Golfo Pérsico. O comandante advertiu que Washington cria versões enganosas sobre o controle do estreito de Ormuz para justificar sua presença militar na região.
O estreito representa rota vital para o comércio mundial de petróleo. Qualquer tentativa dos Estados Unidos de descumprir compromissos será respondida de forma decisiva, segundo a RT.
As forças iranianas mantêm superioridade tática e não permitirão que o conflito sirva de pretexto para novas agressões. O pronunciamento ocorre em meio a tensões crescentes no Oriente Médio envolvendo o Irã, os Estados Unidos e Israel.
O governo iraniano reitera que suas ações de defesa são legítimas e proporcionais diante das ameaças externas. Aliabadi reafirmou a disposição de Teerã em defender sua soberania após anos de sanções impostas por Washington.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
Leia também: Irã chama ameaça de Trump de “potencial genocídio” e promete resposta proporcional na guerra
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Rubens O Pescador
21/04/2026
Esses gringos adoram brincar com fogo e depois fingem surpresa quando o caldo entorna. Enquanto isso, aqui o povo só queria ver é comida barata e emprego, como na época que o Brasil conversava com todo mundo sem puxar o saco de ninguém.
Eduardo C.
21/04/2026
Prometer resposta imediata é fácil; quero ver os números de capacidade real e tempo de reação. Sem dados concretos, fica só no discurso inflamado. Alguém tem fontes confiáveis sobre o alcance e a prontidão desses mísseis?
Pedro
21/04/2026
Enquanto isso, aqui no Brasil a gente segue tentando responder às ameaças do preço da gasolina. Esses caras lá brigando por poder e petróleo, e a conta sempre cai no colo de quem tá no volante todo dia.
Miriam
21/04/2026
Mais um capítulo da eterna troca de ameaças entre potências. Enquanto isso, quem trabalha com diplomacia e logística internacional que se vire para prever o impacto nas rotas e contratos. O importante seria esfriar os ânimos e manter os canais institucionais funcionando.
Francisco de Assis
21/04/2026
Os EUA vivem cutucando o vespeiro e depois posam de vítimas. O Irã tá certo em não abaixar a cabeça pra império nenhum. O mundo cansou dessa arrogância ianque. O Brasil, com Lula, mostra que dá pra ter soberania sem ajoelhar pra ninguém.
Alice T.
21/04/2026
Engraçado como os EUA podem ameaçar meio mundo e continuar posando de defensores da paz, né? Quando outro país reage, viram os vilões do filme. O imperialismo disfarçado de “segurança global” é a hipocrisia mais velha do planeta.
Tadeu
21/04/2026
Sinceramente, esse tipo de notícia só me preocupa se começar a mexer com o preço do petróleo e, por tabela, com a inflação aqui. Política externa é importante, mas no fim o que pesa no bolso é o que interessa. Se escalar conflito, pode ter reflexo nas bolsas rapidinho.
Lurdinha Deus Acima de Todos
21/04/2026
Vixe Maria, isso aí tá parecendo o começo do fim mesmo 😱🙏! Esses generais ficam se ameaçando e quem sofre é o povo inocente… Já tô avisando, tão querendo distrair a gente enquanto fecham as igrejas, viu! 🇧🇷🙏🇺🇸
Maura Santos
21/04/2026
Calma, Lurdinha! Ninguém vai fechar igreja nenhuma, o que tá pegando é disputa de poder lá fora e fake news aqui dentro. Enquanto isso, o povo continua sem ônibus decente e sem luz por culpa dos “patriotas” do apagão.
Adalberto Livre
21/04/2026
LÁ VEM MAIS UM GENERAL BATENDO NO PEITO PRA MOSTRAR FORÇA! ESSA GENTE NÃO APRENDE QUE QUEM BRINCA COM OS EUA ACABA MAL? NO MEU TEMPO O POVO TINHA MEDO DE GUERRA, AGORA É TODO MUNDO POSANDO DE MACHÃO NA TV!
Renato Professor
21/04/2026
Adalberto, o medo da guerra sempre foi o combustível dos impérios — é isso que os mantém mandando e os outros obedecendo. Quando um país se recusa a ajoelhar, não é exibicionismo: é sobrevivência.
Evelyn Olavo
21/04/2026
Mais uma vez o tom de confronto sobe, e quem paga o preço é sempre o povo comum, nunca os generais. Os EUA provocam, o Irã responde, e o círculo vicioso continua. Precisamos de diplomacia real, não de bravatas militares.
Augusto Silva
21/04/2026
Perfeito, Evelyn — e o problema é que enquanto Washington joga xadrez geopolítico com petróleo alheio, quem leva xeque-mate é sempre o trabalhador que paga mais caro pelo combustível e pela insegurança. Diplomacia de verdade não cabe em discurso de campanha.