A Marinha dos Estados Unidos realizou o primeiro teste do sistema de armas a laser Locust a partir do porta-aviões nuclear USS George H.W. Bush, com o objetivo de destruir veículos aéreos não tripulados simulados.
Foi a primeira vez que um sistema de laser foi testado em um porta-aviões, conforme reportou a agência TASS. O equipamento conta com potência estimada em 26 quilowatts e é guiado por sensores especiais.
Os sensores incluem radares de alta frequência e sistemas de detecção de sinais de rádio. Eles direcionaram o feixe de energia para alvos aéreos simulados durante o teste.
O principal objetivo é reduzir a dependência de mísseis antiaéreos convencionais, que apresentam custo elevado e estoques limitados. O laser oferece suprimento praticamente inesgotável enquanto houver fornecimento elétrico contínuo.
O sistema Locust enfrenta, porém, limitações em condições meteorológicas adversas. Chuva, neblina, fumaça e poeira podem dispersar o feixe e reduzir significativamente sua eficácia.
Para superar esses obstáculos, a Marinha estuda o uso de óptica adaptativa. Essa tecnologia ajusta o foco do laser em tempo real para compensar as perdas atmosféricas.
O experimento integra os esforços do Pentágono no desenvolvimento de armas de energia dirigida em plataformas navais. China e Rússia também investem em sistemas semelhantes.
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Sgt Bruno 🇧🇷
21/04/2026
Selva! Enquanto os comunistas ficam chorando e pintando bandeira de arco-íris, os americanos tão investindo pesado em tecnologia militar de ponta. É disso que o Brasil precisava: disciplina, estratégia e patriotismo de verdade, não essa bagunça de melancia verde por fora e vermelha por dentro!
Augusto Silva
21/04/2026
Calma, sargento! Enquanto os EUA torram bilhões em lasers, o Brasil tá investindo em satélites, energia limpa e indústria nacional — tecnologia também é patriotismo, só que com menos pólvora e mais futuro.
Tadeu
21/04/2026
Legal, mas pra mim tanto faz se é laser, míssil ou estilingue — o que importa é se isso vai mexer no preço do petróleo ou nos juros. Enquanto não afetar a inflação, sigo de olho é na B3 mesmo.
Jeferson da Silva
21/04/2026
Enquanto eles gastam bilhões brincando de Guerra nas estrelas, aqui o trabalhador se mata pra pagar o arroz e o gás. Essa corrida armamentista só serve pros donos da indústria bélica, enquanto o povo do chão de fábrica continua suando por migalha. Segurança de verdade começa com emprego digno e salário decente, não com laser em porta-avião.
Renato Professor
21/04/2026
Enquanto o complexo militar americano brinca de Star Wars no convés de um porta-aviões, o mundo real segue enfrentando fome, desigualdade e colapso climático. É a velha lógica: investir bilhões em destruição tecnológica enquanto a economia solidária, que poderia gerar segurança verdadeira — a social —, continua tratada como utopia por quem nunca leu uma linha de ciência econômica séria.
Celio Fazendeiro
21/04/2026
Mais uma prova de que o mundo caminha pra guerra de brinquedo caro. Enquanto isso, aqui a gente mal consegue proteger fronteira e lavoura. Os americanos torram bilhões em laser pra derrubar drone, e o Brasil continua desarmado, refém de burocrata e ONG metendo o bedelho em tudo.
Marcos Conservador
21/04/2026
Mais uma demonstração de poder bélico, e o povo aplaude achando bonito. Enquanto isso, as nações se armam até os dentes e depois dizem que é pra “manter a paz”. Isso aí é só mais uma corrida armamentista disfarçada.
Rick Ancap
21/04/2026
Enquanto o Estado queima trilhões em brinquedinhos de guerra, o mercado já teria feito drones dez vezes mais eficientes e baratos. Mas claro, quando é dinheiro público, ninguém liga pra custo. Depois reclamam que falta verba pra tapar buraco de rua.
Mariana Ambiental
21/04/2026
Rick, o “mercado” que você idolatra vive de contratos bilionários com o mesmo Estado que critica. Sem dinheiro público, esses drones nem sairiam do PowerPoint da Faria Lima.