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Usiminas fornece aço para fragatas da Marinha do Brasil e reforça defesa nacional

13 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Usiminas fornece aço para fragatas da Marinha do Brasil e reforça defesa nacional. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) A Usiminas forneceu o aço plano para a construção das quatro fragatas do Programa Fragatas Classe Tamandaré da Marinha do Brasil, atuando como única fornecedora nacional desse material estratégico no projeto gerenciado […]

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Ilustração editorial sobre Usiminas fornece aço para fragatas da Marinha do Brasil e reforça defesa nacional. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

A Usiminas forneceu o aço plano para a construção das quatro fragatas do Programa Fragatas Classe Tamandaré da Marinha do Brasil, atuando como única fornecedora nacional desse material estratégico no projeto gerenciado pela Empresa Gerencial de Projetos Navais.

Conforme reportou o portal Defesanet, o fornecimento exigiu rigoroso processo de homologação iniciado em 2020. A siderúrgica atendeu a exigências técnicas de resistência mecânica, tenacidade e soldabilidade para operações em ambiente marítimo.

Os engenheiros da Usiminas realizaram ensaios mecânicos completos no material. Conduziram ainda análises macro e microestruturais, medições de dureza, testes de impacto e avaliações detalhadas das juntas soldadas.

Todos esses procedimentos ocorreram no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Usiminas, o maior da América Latina no setor siderúrgico. Essa infraestrutura permitiu que o aço produzido atendesse aos padrões internacionais de qualidade exigidos pela Marinha.

Cada fragata consome aproximadamente 1.300 toneladas de aço plano. As chapas grossas foram fabricadas na unidade de Ipatinga, em Minas Gerais, enquanto as bobinas laminadas a quente saíram da planta de Cubatão, em São Paulo.

A primeira embarcação da classe foi lançada ao mar em 2024 e entregue à Marinha do Brasil em março de 2025. As outras três fragatas seguem em estágios avançados de construção no estaleiro TKMS Brasil Sul, localizado em Itajaí, Santa Catarina.

O especialista em assistência técnica da Usiminas, Lúcio Sávio Miranda, considerou o projeto um orgulho para a indústria nacional. Miranda enfatizou que a participação da empresa contribui diretamente para a soberania do país ao reduzir a dependência de importações.

O programa impulsiona a cadeia produtiva nacional com a geração de empregos qualificados e o avanço tecnológico. A sociedade de propósito específico Águas Azuis reúne as empresas TKMS, Embraer e Atech na execução das obras.

A construção naval nacional ganha competitividade com a qualificação da Usiminas frente a concorrentes estrangeiros. O projeto demonstra a capacidade do país de desenvolver soluções industriais complexas com predominância de componentes locais.

O Programa Fragatas Classe Tamandaré moderniza a frota da Marinha com transferência de tecnologia. Essa iniciativa consolida uma base industrial de defesa mais robusta e menos dependente de fornecedores externos.


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Carlos A. Mendes

21/04/2026

Legal ver uma empresa nacional participando de um projeto estratégico desses. A gente reclama muito da indústria sumindo, mas é esse tipo de parceria que mostra que ainda dá pra fazer coisa de ponta aqui. Tomara que isso se traduza em mais empregos e menos dependência de importação.

Miriam

21/04/2026

Bom ver a indústria nacional participando de projetos estratégicos sem precisar importar tudo. É esse tipo de parceria que mostra que o país ainda tem capacidade técnica e produtiva. Agora, o desafio é garantir transparência e eficiência, sem oba-oba político em cima.

Celio Fazendeiro

21/04/2026

Finalmente uma notícia que mostra o Brasil produzindo algo de valor e não só chorando por causa de floresta e índio. A indústria de aço é o que move o país de verdade, gera emprego e fortalece a soberania. Chega de romantizar mato, o futuro está no progresso e no aço nacional.

Francisco de Assis

21/04/2026

É isso que me enche de orgulho: ver o Brasil produzindo o próprio aço pra defender o próprio mar. Enquanto uma turma alienada vive repetindo discurso entreguista, a indústria nacional mostra que tem força e competência. Soberania é isso, meu povo — construir com as próprias mãos o que antes vinha de fora!

Beto Engenheiro

21/04/2026

Finalmente uma notícia que mostra obra de verdade. Produção nacional, indústria pesada e investimento em defesa — é disso que o país precisa. Se o aço é nosso e vira navio no nosso estaleiro, aí sim dá pra dizer que o dinheiro público está bem aplicado.

Tonho Patriota

21/04/2026

AÍ SIM, FINALMENTE UMA NOTÍCIA BOA! O BRASIL FAZENDO SUAS PRÓPRIAS FRAGATAS COM AÇO NACIONAL, ISSO É SOBERANIA! SE FOSSE O PT TAVA IMPORTANDO DA CHINA E FALANDO EM COMUNISMO MARÍTIMO! PARABÉNS USIMINAS, MOSTRANDO QUE O BRASIL NÃO PRECISA FAZER O L PRA DAR CERTO!

Jeferson da Silva

21/04/2026

Bom ver o aço brasileiro sendo usado pra fortalecer a defesa do país, mas tomara que isso também valorize o trabalhador que sua dentro da usina. Não adianta ter orgulho nacional se o peão continua ganhando migalha e virando noite pra bater meta. O verdadeiro reforço vem quando o chão de fábrica é respeitado.

Adalberto Livre

21/04/2026

ISSO SIM É NOTÍCIA BOA!! FINALMENTE UMA EMPRESA BRASILEIRA FAZENDO ALGO PELO NOSSO PAÍS E NÃO DEPENDENDO DOS GRINGOS!! SÓ ESPERO QUE O GOVERNO NÃO INVENTE DE ENTREGAR TUDO PROS COMUNISTAS DE NOVO!!

    Augusto Silva

    21/04/2026

    Calma, Adalberto! O aço é nacional, mas a paranoia é importada. O governo está justamente fortalecendo a indústria daqui — inclusive pra não depender dos “gringos” que você tanto teme.

Evelyn Olavo

21/04/2026

Bom ver uma empresa brasileira participando de um projeto estratégico como esse. A indústria nacional precisa estar presente na defesa do país, não só como fornecedora, mas como parceira em tecnologia e inovação. Tomara que isso gere empregos e fortaleça a cadeia produtiva do aço por aqui.

    Mariana Ambiental

    21/04/2026

    Concordo que o país precisa fortalecer sua indústria, Evelyn, mas seria ótimo se esse aço todo também servisse pra construir tratores, pontes e energia limpa — não só navios de guerra. Defesa nacional de verdade começa com soberania alimentar e ambiental.

Rick Ancap

21/04/2026

Lá vem o Estado torrar mais dinheiro em “defesa nacional” enquanto o mercado privado poderia fazer tudo melhor e mais barato. Usiminas só tá nessa porque mama nos contratos públicos — típico capitalismo de compadres. Depois reclamam quando eu digo que imposto é roubo.

    Rubens O Pescador

    21/04/2026

    Ô Rick, tu fala isso porque nunca viu o desespero de uma cidade quando fecha uma usina e o povo fica sem trabalho. Quando o Estado investe e a indústria gira, tem comida na mesa e orgulho no peito — isso é soberania, não mamata.


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