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EUA suspendem remessas de dólares ao Iraque e pressionam Bagdá contra milícias pró-Irã

14 Comentários🗣️🔥 Notas de cem dólares americanos espalhadas. (Foto: actualidad.rt.com) O governo dos Estados Unidos suspendeu o envio de dólares em espécie ao Iraque e congelou programas de cooperação em segurança com as Forças Armadas iraquianas. A medida visa pressionar Bagdá a agir contra milícias que atuam no país. O Wall Street Journal revelou os […]

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Notas de cem dólares americanos espalhadas. (Foto: actualidad.rt.com)

O governo dos Estados Unidos suspendeu o envio de dólares em espécie ao Iraque e congelou programas de cooperação em segurança com as Forças Armadas iraquianas.

A medida visa pressionar Bagdá a agir contra milícias que atuam no país. O Wall Street Journal revelou os detalhes, conforme reproduzido pelo portal RT.

O Departamento do Tesouro dos EUA bloqueou a entrega de quase 500 milhões de dólares. Esses recursos provinham da venda de petróleo iraquiano e estavam depositados no Banco da Reserva Federal de Nova York.

A retenção afeta diretamente o fluxo de caixa do governo iraquiano. O país depende dessas remessas para sustentar operações financeiras e cambiais essenciais.

Washington comunicou ainda a interrupção do financiamento de programas de treinamento militar e antiterrorismo. A suspensão permanece até que os ataques das milícias cessem e medidas concretas sejam adotadas.

O Iraque busca equilibrar suas relações com Washington e com Teerã. Os dois países mantêm forte influência na região, apesar das rivalidades históricas.

Fontes americanas descreveram a suspensão como temporária. Elas não detalharam quais ações específicas Bagdá precisaria adotar para retomar os envios.

O Banco Central do Iraque afirmou que o país não enfrenta escassez de dólares. Todas as demandas de bancos e casas de câmbio têm sido atendidas normalmente.

A instituição reiterou que cumpre as normas internacionais de transparência e busca combater a lavagem de dinheiro. O banco também procura reduzir especulações sobre eventual crise de liquidez.

A decisão surge em meio a tensões ampliadas no Oriente Médio. Grupos xiitas no Iraque e o Hezbollah no Líbano reforçam laços com a República Islâmica do Irã.

O governo iraquiano considera o bloqueio um teste direto à sua soberania. Analistas veem a medida como parte de um esforço de Washington para ampliar sua pressão sobre parceiros regionais de Teerã.

A República Islâmica do Irã monitora os movimentos de Washington e interpreta a ação como mais uma forma de coerção econômica contra um parceiro regional. O episódio reforça o uso do dólar como ferramenta de pressão geopolítica, levando países afetados a buscar mecanismos financeiros independentes dessa influência.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: Washington mata soldados iraquianos em Anbar e afronta a soberania de Bagdá


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Renato Professor

22/04/2026

Ah, os arautos do livre mercado mostrando mais uma vez que a “liberdade” só vale quando serve a eles. Suspender remessas de dólares é chantagem monetária disfarçada de diplomacia. Isso é o oposto da economia solidária: é o uso da moeda como arma de coerção política.

Evelyn Olavo

22/04/2026

Mais uma vez os EUA usando o dólar como arma política. Quando o país é aliado, o fluxo de dinheiro corre solto; quando resolve ter um mínimo de soberania, vem o bloqueio e a chantagem. Essa “pressão” é só outro nome para controle.

Tonho Patriota

22/04/2026

TA VENDO? É TUDO PLANO PRA CONTROLAR O PETRÓLEO E O NÍOBIO! FAZ O L AÍ, COMUNISTA!

Karina Libertária

22/04/2026

Olha aí, mais uma prova de que quem tem poder de verdade é quem sabe cuidar do seu money! Enquanto uns países ficam dependendo de ajuda e dólar em cash, os EUA fazem o que precisa ser feito pra proteger seus interesses. É por isso que eu sempre digo: invistam fora, gente, não fiquem presos a essas instabilidades!

    Jeferson da Silva

    22/04/2026

    Karina, fácil falar de “cuidar do money” quando não é o seu suor virando dólar no bolso de gringo. Aqui a gente sabe o que é ralar 12 horas pra ver o patrão mandando lucro pra fora e o país ficando na mão.

Beto Engenheiro

22/04/2026

Mais uma jogada de pressão dos EUA, nada de novo. Enquanto isso, o Iraque continua sem infraestrutura decente, sem energia confiável e dependente de dólar em espécie. Se quisessem realmente ajudar, investiriam em reconstrução e obras, não em sanções.

Marcos Conservador

22/04/2026

Mais uma vez os EUA querendo ditar regras no quintal dos outros. Agora virou moda punir quem não segue a cartilha deles. E o pessoal ainda acha que isso é “defesa da liberdade”… tá mais pra imperialismo disfarçado mesmo.

    Francisco de Assis

    22/04/2026

    Marcos, você tocou num ponto certeiro, meu caro. Essa tal “defesa da liberdade” dos EUA sempre acaba significando mais controle e menos soberania pros outros. Aqui no Brasil a gente já aprendeu que país forte é o que caminha com as próprias pernas — e nisso o Lula tá dando aula.

Silvia D.

22/04/2026

Mais uma demonstração de como a geopolítica interfere diretamente na vida das pessoas, inclusive na saúde pública. Quando os EUA usam sanções e pressões econômicas, quem sofre são os civis, que veem faltar medicamentos, insumos e infraestrutura. É impossível falar de estabilidade e saúde sem soberania e cooperação internacional real.

Celio Fazendeiro

22/04/2026

Mais uma jogada dos americanos querendo mandar no quintal dos outros. Se o Iraque dependesse menos do dólar, não ficava de joelhos pra Washington. Esse papo de “segurança” é só desculpa pra controlar quem não segue a cartilha deles.

Miriam

22/04/2026

Mais uma vez os EUA usando o sistema financeiro como ferramenta de pressão política. Nada de novo sob o sol. O problema é que quem paga a conta são sempre os civis, enquanto os burocratas fingem que estão defendendo a estabilidade.

Sgt Bruno 🇧🇷

22/04/2026

Os americanos adoram bancar os xerifes do mundo, mas quando a coisa aperta, cortam o dinheiro e deixam os outros se virar. Isso aí é jogada pra manter o controle e empurrar o Iraque contra o Irã. Selva! Quem manda se alinhar com comunista e melancia dá nisso!

    Clarice Historiadora

    22/04/2026

    Sgt Bruno, antes de repetir esse papinho de “comunista e melancia”, vale lembrar que o Iraque foi invadido e reorganizado politicamente pelos EUA em 2003 — e é justamente essa dependência criada que agora permite esse tipo de chantagem monetária. Xerife que fabrica o bandido e depois posa de justiceiro, entende?

    Maura Santos

    22/04/2026

    Sgt Bruno, comunista e melancia? Kkk calma aí, né. Os EUA jogam esse xadrez geopolítico faz tempo, e quem paga a conta é sempre o povo comum — seja no Iraque, no Brasil ou onde for.


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