O governo do Irã reagiu com firmeza às declarações do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, que acusou Teerã de promover antissemitismo em território britânico.
A crítica de Starmer foi feita no contexto de investigações sobre ataques contra a comunidade judaica no Reino Unido, incluindo um incêndio criminoso em uma antiga sinagoga no leste de Londres. A data exata do incidente não foi divulgada nas informações disponíveis.
Em comunicado oficial, a embaixada iraniana em Londres classificou as alegações como “infundadas e irresponsáveis”. De acordo com nota publicada pelo portal Mehr News, o Irã reiterou seu compromisso com valores islâmicos e sua tradição cultural, que, segundo o governo, rejeitam qualquer forma de discriminação, incluindo o antissemitismo.
O texto da embaixada destacou que o Irã abriga uma das comunidades judaicas mais antigas do mundo. Segundo o comunicado, seus membros vivem com liberdade religiosa e política plenas.
O governo iraniano afirmou ainda que críticas às políticas de Israel — incluindo acusações de genocídio e violações do direito internacional — não devem ser equiparadas a antissemitismo. A distinção, segundo Teerã, é fundamental para qualquer debate honesto sobre o tema.
A República Islâmica apontou também para as consequências de sanções impostas por países ocidentais, incluindo Estados Unidos e Israel, que, conforme a nota, impactam negativamente diversas comunidades no Irã, inclusive a judaica. A embaixada pediu que as autoridades britânicas conduzam investigações imparciais sobre os incidentes, alertando contra possíveis manipulações ou “operações de bandeira falsa”.
O posicionamento iraniano levanta questionamentos sobre a retórica de “democracia” e “direitos humanos” frequentemente mobilizada por potências ocidentais. Analistas críticos apontam a contradição entre esse discurso e o silêncio sobre a violência contra jornalistas e civis em Gaza, sustentada por políticas do eixo ocidental.
Enquanto as investigações no Reino Unido prosseguem, o governo iraniano mantém sua postura de negação frente às acusações de Starmer. A situação segue monitorada por observadores internacionais, que aguardam novos desdobramentos sobre os incidentes e suas implicações diplomáticas.
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