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Compostos naturais de árvore brasileira mostram eficácia contra covid-19

4 Comentários🗣️🔥 Ilustração mostra o vírus da COVID-19 sendo desintegrado. (Foto: sciencedaily.com) Pesquisadores identificaram compostos naturais extraídos de uma árvore nativa da Mata Atlântica que podem combater de forma abrangente o vírus causador da covid-19. Os ácidos galoilquínicos isolados das folhas da Copaifera lucens Dwyer possuem abordagem multifacetada contra o SARS-CoV-2. Eles bloqueiam a entrada […]

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Ilustração mostra o vírus da COVID-19 sendo desintegrado. (Foto: sciencedaily.com)

Pesquisadores identificaram compostos naturais extraídos de uma árvore nativa da Mata Atlântica que podem combater de forma abrangente o vírus causador da covid-19.

Os ácidos galoilquínicos isolados das folhas da Copaifera lucens Dwyer possuem abordagem multifacetada contra o SARS-CoV-2. Eles bloqueiam a entrada do vírus, interferem em sua replicação e reduzem inflamações prejudiciais.

O professor Jairo Kenupp Bastos, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, liderou a equipe. A escolha da espécie se baseou na tradição de estudos sobre o gênero Copaifera e em resultados anteriores que demonstraram atividade antifúngica, anticancerígena e capacidade de inibir o HIV-1.

Com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, os cientistas isolaram e caracterizaram os extratos das folhas ricos nesses compostos. Testes de segurança celular e ensaios de redução de placas virais comprovaram a capacidade de neutralizar o SARS-CoV-2.

Os ácidos galoilquínicos interagem diretamente com a proteína spike, a protease PLpro e a RNA polimerase do vírus. Essas interações inibem processos essenciais para a replicação viral e oferecem uma estratégia robusta contra o patógeno.

O estudo, publicado na revista Scientific Reports, revelou também propriedades imunomoduladoras e anti-inflamatórias dos compostos. Bastos destacou que a atuação em múltiplas frentes reduz a probabilidade de o vírus desenvolver resistência.

A pesquisa contou com colaboração internacional, incluindo o professor Mohamed Abdelsalam, da Delta University of Science and Technology no Egito, além de cientistas da Universidade de Alexandria e de instituições da Espanha. A abordagem integrada foi destacada como diferencial do trabalho.

Os resultados reforçam o potencial da biodiversidade como fonte para novos medicamentos antivirais. A preservação da Mata Atlântica surge como estratégica para avanços na inovação científica.

Os achados demandam estudos adicionais em organismos vivos e ensaios clínicos em humanos para validação como tratamento. Mais detalhes estão disponíveis no Science Daily.


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Helton Barros

08/05/2026

Até que enfim uma notícia que presta. A solução sempre esteve na natureza criada por Deus, não nas vacinas experimentais do globalismo. O Brasil é rico e abençoado, mas nossa soberania precisa ser defendida desses abutres de jaleco.

Adriana Silva

08/05/2026

Faz o L que agora até árvore é comunista, vai pra Cuba!

    Tiago Mendes

    08/05/2026

    Adriana, ironia à parte, a criação de Deus não tem ideologia, mas o acesso aos seus frutos, infelizmente, tem. Se até uma árvore brasileira oferece cura, isso só escancara o pecado de tratarmos a biodiversidade como mercadoria em vez de um bem comum para salvar vidas, sem distinção de fronteiras ou partidos.

    Carlos Oliveira

    08/05/2026

    Adriana, a árvore não tem ideologia nenhuma, mas se o composto virar patente de laboratório, o remédio vai ser bem capitalista e inacessível pra quem dirige 12h por dia e não tem plano de saúde.


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