A agressão militar dos EUA contra a República Islâmica do Irã está abalando as cadeias globais de fornecimento de fertilizantes e metais, com reflexos imediatos nos preços do ácido sulfúrico — insumo essencial para a produção de fertilizantes e para a extração de metais como o cobre.
As refinarias do Golfo Pérsico são a principal fonte mundial desse composto. A escalada do conflito praticamente paralisou o transporte pelo estratégico Estreito de Ormuz.
A diretora da Acuity Commodities, Freda Gordon, destacou que a crise levou a China a restringir suas exportações do insumo. Como maior produtora mundial de ácido sulfúrico, essa decisão agravou a escassez global.
A especialista em fertilizantes da Argus, Sarah Marlow, alertou que Chile e Indonésia estão entre os países mais afetados. Essas nações dependem do composto para sustentar suas indústrias agrícolas e mineradoras.
Há ainda a possibilidade de a China proibir completamente as exportações de ácido sulfúrico. Esse cenário reflete a preocupação global com a estabilidade das cadeias de suprimento diante da agressão imperialista no Oriente Médio.
Os efeitos da guerra ultrapassam os limites regionais e atingem economias em diversas partes do mundo. O encarecimento de combustíveis e insumos industriais é a face mais visível desse impacto.
A perturbação no Estreito de Ormuz expõe a vulnerabilidade das economias dependentes dos recursos do Golfo Pérsico. Energia, agricultura e mineração revelam uma interconexão profunda em escala global, e é a agressão dos EUA que ameaça esse equilíbrio.
Conforme reportou o Sputnik, a guerra dos Estados Unidos contra o Irã já perturba as cadeias globais de fertilizantes e metais. A situação reforça a urgência de monitorar os desdobramentos para mitigar os impactos econômicos sobre populações ao redor do mundo.
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