A decisão insana do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de atacar o Irã, com motivos notoriamente forjados e falsos, já pode ser considerada, segundo analistas experientes do próprio establishment ocidental, como a maior derrota estratégica da história americana. Quem diz isso não é a imprensa alternativa, nem analistas anti-imperialistas, mas figuras centrais do aparato ideológico e militar dos EUA.
De um lado está John Culver, ex-analista da CIA especializado em China e assuntos militares asiáticos, entrevistado por Max Boot no The Washington Post. Do outro, ninguém menos que Robert Kagan, um dos arquitetos intelectuais das guerras americanas das últimas décadas, escrevendo na The Atlantic que os EUA sofreram uma espécie de “xeque-mate” estratégico no Irã.
Quem ajuda a organizar e interpretar esse terremoto geopolítico é Arnaud Bertrand, empreendedor francês que ficou milionário após vender um aplicativo de viagens e acabou se transformando num dos mais influentes analistas geopolíticos do X, antigo Twitter. Seus textos combinam precisão analítica, lucidez histórica, objetividade cirúrgica e um humor sarcástico particularmente corrosivo quando o assunto é o declínio do poder imperial americano.
Nos dois textos publicados recentemente, Bertrand chama atenção para um fato extraordinário: os próprios arquitetos da hegemonia americana começaram a admitir publicamente que os EUA perderam capacidade real de impor sua vontade militar ao planeta. Em sua ironia característica, ele observa que “os incendiários agora estão escrevendo o relatório do incêndio”.
A conclusão é devastadora porque vem de dentro do próprio sistema imperial americano. Não é Moscou, Pequim ou Teerã afirmando isso, mas ex-chefes da inteligência, ideólogos neoconservadores e articulistas históricos do complexo militar-industrial dos EUA.
No artigo publicado pelo Washington Post, John Culver afirma praticamente sem rodeios que, em caso de guerra envolvendo Taiwan, a estratégia americana seria retirar seus principais ativos militares do Pacífico antes mesmo do início do conflito. Em outras palavras, segundo Bertrand, o Pentágono já trabalha com a hipótese concreta de fuga tática diante da superioridade militar chinesa na região.
Culver afirma que já não existem “zonas seguras” para os EUA no Pacífico Ocidental. Bases americanas no Japão, Coreia do Sul ou Austrália poderiam ser atingidas por mísseis chineses em escala devastadora, enquanto os porta-aviões americanos se tornaram vulneráveis demais diante do novo arsenal chinês.
O diagnóstico fica ainda pior quando o assunto é capacidade industrial. Segundo Culver, a China já superou os Estados Unidos na maior parte das áreas militares estratégicas, especialmente na produção de munições, construção naval e capacidade de reposição rápida de equipamentos militares.
Bertrand destaca um dado particularmente humilhante para Washington: um único estaleiro chinês teria capacidade superior à soma de todos os estaleiros americanos. A implicação disso é brutal, porque guerras modernas não são vencidas apenas com tecnologia sofisticada ou marketing militar hollywoodiano, mas principalmente por capacidade industrial e logística.
Enquanto isso, o artigo de Robert Kagan sobre o Irã soa como uma confissão tardia de fracasso histórico. O mesmo homem que passou décadas defendendo guerras, intervenções e mudança de regimes no Oriente Médio agora admite que os EUA sofreram uma derrota que “não pode ser ignorada nem reparada”.
Kagan reconhece que os EUA não conseguiram garantir segurança nem para seus próprios aliados estratégicos na região. O fechamento efetivo do Estreito de Ormuz, o desgaste militar acelerado e a incapacidade americana de restaurar plenamente o controle da situação produziram um abalo profundo na credibilidade global de Washington.
Bertrand argumenta que a consequência mais profunda dessa derrota talvez não seja militar, mas psicológica e política. O mito da invencibilidade americana foi quebrado diante do mundo, obrigando aliados europeus, monarquias do Golfo e governos asiáticos a reconsiderarem suas alianças estratégicas.
Segundo Bertrand, o planeta entrou definitivamente numa era multipolar e os próprios EUA estão acelerando esse processo. Cada tentativa de preservar a hegemonia pela força acaba produzindo exatamente o contrário: fortalecimento dos adversários, perda de credibilidade internacional e desgaste econômico crescente.
Os EUA tentaram destruir o Irã e fortaleceram o eixo antiamericano no Oriente Médio. Tentaram conter a China e aceleraram a autonomia tecnológica, industrial e militar chinesa, ao mesmo tempo em que aprofundaram sua própria crise econômica e industrial.
O aspecto mais impressionante da análise de Bertrand talvez seja o fato de que nem os próprios neoconservadores parecem enxergar uma saída realista para a crise. John Culver chega a afirmar que até mesmo aumentos gigantescos dos gastos militares americanos poderiam representar apenas dinheiro jogado fora.
Já Robert Kagan finaliza seu artigo numa mistura de caricatura e desespero, concluindo que a solução para o desastre seria uma guerra ainda maior contra o Irã, envolvendo invasão terrestre, ocupação militar e administração direta do país até a emergência de um novo governo. Ou seja, a mesma fórmula aplicada ao Iraque, que resultou em mais de 2 trilhões de dólares gastos, cerca de um milhão de mortos, devastação total do país e, ironicamente, transformou o Iraque num dos principais aliados do Irã no Oriente Médio.
Trata-se também da mesma lógica aplicada ao Afeganistão, outra guerra que consumiu trilhões de dólares e terminou com a volta dos próprios talibãs ao poder poucos anos depois da retirada americana. Bertrand resume tudo isso com uma frase devastadora: “a solução do incendiário para o incêndio é um incêndio maior”.


Fanta
12/05/2026
Ta aì quem foi derrotado: https://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2026/05/12/ue-importacoes-de-carne-do-brasil.ghtml
O grande estadista e internacionalmente repseitado Larapio da Silva depois de tirar a picanha dos brasilioides (mongoloides) tirou a dos europeus também…kkkkkkkkkkk
Todos os santos dia o Brasil da uma latrinada de terçeiro mundo….TODOS OS DIAS, DE SEGUNDA A SEGUNDA.
Marco Paulo Valeriano de Brito
12/05/2026
12 DE MAIO
DIA DO ENFERMEIRO, DA ENFERMEIRA E DA ENFERMAGEM!
– Piso no lombo;
– Escala exploratória;
– Base da sustentação da economia de mercado das doenças;
– Ícones do apagamento e da desvalorização;
– Heróis de Pirro nas batalhas contra epidemias;
– Símbolo efêmero da luz.
Não nos esqueçamos que por 350 anos (séculos XVI – XIX) o trabalho escravizado foi a base de sustentação da economia, das aristocracias e das elites brasileiras.
Que nos conscientizemos que a exploração do trabalho é a base de sustentação do Capitalismo.
O SUS e o Mercado das Doenças não vão quebrar se pararem de explorar a Enfermagem Brasileira.
Amanhã (13 de maio de 1888 projetado para 2026) será mais um dia para lembrarmos a Abolição dos Escravizados feita para apagar o passado e nada se fazer pelo futuro.
Enfermagem une-te!
Trabalhadores uni-vos!
Fim da Escala 6X1!
Trinta horas semanais para a Enfermagem Brasileira!
Marco Paulo Valeriano de Brito
Enfermeiro-Sanitarista
Brasil, Dia dos Enfermeiros, terça-feira, 12 de Maio de 2026.
Ahmed El-Sayed
12/05/2026
A soberba do Ocidente secular finalmente encontrou seu limite. O Irã mostrou que a fé e a tradição ainda podem derrotar a arrogância imperial. Que isso sirva de lição para os muçulmanos que ainda acreditam no modelo laico importado.
Rodrigo Meireles
12/05/2026
Ahmed, você troca dados por retórica. O Irã pode ter força política, mas olhe os indicadores: desemprego jovem na casa dos 25%, PIB per capita caindo, repressão como motor de coesão social. Fé não põe comida na mesa nem faz chip rodar.
Silvia D.
12/05/2026
Mais uma prova de que decisões baseadas em mentiras e sem qualquer embasamento científico só podem levar ao desastre. Enquanto isso, aqui no Brasil a gente luta para defender o SUS e a vacinação, que salvam vidas com base em evidências. Que sirva de lição: política guiada por factoides é o caminho mais curto para a derrota.
Cecília Alves
12/05/2026
Concordo que decisões baseadas em factoides são desastrosas, mas estender isso como defesa do SUS ignora que monopólio estatal também gera distorções e ineficiências — evidências mostram que sistemas privados concorrenciais entregam mais qualidade com menos recursos.
Célia Carmo
12/05/2026
Exato, Silvia, é por isso que a gente precisa enterrar de vez esse tal de neoliberalismo e sua falsa neutralidade científica, senão a próxima vítima vai ser o nosso SUS já tão sucateado!
Ana Souza
12/05/2026
Concordo que decisões sem lastro científico tendem ao fracasso, Silvia. Mas cuidado para não transformar o SUS em totem: ele salva vidas sim, mas também precisa de auditoria constante para não virar palanque. Lição boa é a que ensina sem dogmas.
Vanessa Silva
12/05/2026
Mais um tiro no pé que só reforça o esgotamento diplomático americano. Enquanto isso, bilhões que poderiam financiar infraestrutura urbana e adaptação climática viram pó no deserto. Planejamento estratégico zero, resultado previsível.
Luan Silva
12/05/2026
Chora mais, Vanessa, esse papo de infraestrutura climática é coisa de petista frustrado, Brasil acima de tudo.
Lucas Gomes
12/05/2026
Luan, “Brasil acima de tudo” é o mantra que queima a Amazônia enquanto o agroexportador lucra com a destruição; falar em infraestrutura climática não é petismo, é biologia básica — ou você acha que a atmosfera distingue bandeiras antes de colapsar?
Marcus Almeida
12/05/2026
Orgulho precede a queda, e o que vemos é a mão de Deus agindo na história. Enquanto a esquerda celebra o fracasso americano, esquece que quem semeia ventos colhe tempestades e que o Irã persegue cristãos. Que isso sirva de lição para o Brasil não repetir o erro de confiar em alianças com nações que abandonaram os valores da família e da vida.
Samara Oliveira
12/05/2026
Marcus, amado, a Bíblia diz que Deus ama a justiça e o juízo, e não apenas uma agenda de valores. O mesmo Deus que derruba impérios também ouve o clamor dos pobres e oprimidos — que os EUA sempre exploraram. Se vamos julgar nações, façamos com a mesma medida, lembrando que quem persegue estrangeiro e acumula riqueza à custa do fraco também está longe do Reino.
Maria Silva
12/05/2026
Samara, concordo que a Bíblia nos chama a julgar com justiça e a cuidar do oprimido, mas não podemos esquecer que o mesmo Deus também estabelece ordem e condena a desonestidade, seja de qual lado for. O erro não é exclusivo de nenhum império ou ideologia.
José dos Santos
12/05/2026
Samara, você falou bonito, mas na prática, aqui na rua, quem segura a barra do dia a dia sabe que justiça é ter preço justo na gasolina e não ser tratado como lixo pelo app. O império cai ou não cai, mas minha corrida não para.
Renata Oliveira
12/05/2026
É preocupante ver uma ação tão precipitada como essa, ainda mais com justificativas tão frágeis. Como cristã, acredito que o diálogo e a diplomacia deveriam sempre vir antes de qualquer conflito. Espero que isso sirva de lição para todos os líderes, independente de lado político, pois a paz nunca se constrói com base em mentiras e agressões.
Padre Antônio Rocha
12/05/2026
Minha cara Renata, com todo o respeito, essa sua pacificação ingênua é o que tem permitido que o mal avance. A verdadeira paz cristã não se faz com diálogo que relativiza o pecado, mas com a defesa intransigente da moral e da ordem.
Sgt Bruno 🇧🇷
12/05/2026
Renata, com todo respeito, esse papo de diálogo e diplomacia é o que levou o Brasil ao buraco. Selva! Enquanto cristãos bonzinhos rezam, os comunistas avançam. Só a mão firme e a verdade na lata de lixo da história trazem paz de verdade.
Paula Santos
12/05/2026
Que triste ver decisões tão imprudentes sendo tomadas em nome de interesses escusos, longe da verdade e do respeito à vida. Como cristã, acredito que a paz e o diálogo devem sempre vir antes da guerra, e essa notícia só reforça como o orgulho afasta as nações dos caminhos de Deus.
Luiz Augusto
12/05/2026
Mais um artigo agarrando-se à narrativa derrotista que a esquerda gosta de impingir aos EUA. Se o ataque de Trump ao Irã foi forjado ou insano, é discussão que interessa mais ao establishment do que à defesa da liberdade. A verdade é que o Ocidente precisa de líderes dispostos a agir, não de analistas chorando supostas derrotas no conforto de seus escritórios.
Fernando O.
12/05/2026
Luiz Augusto, qual métrica concreta você usa pra definir “defesa da liberdade”? Porque os números de vítimas civis e o aumento da instabilidade regional sugerem que o tiro saiu pela culatra.
Zé do Povo
12/05/2026
VOCÊ SÓ REPETE A CANTILENA COMUNISTA 👺 ESSES NÚMEROS SÃO FALSOS, A INSTABILIDADE É CULPA DO SOCIALISMO!
Ana Rodrigues
12/05/2026
Fernando, métrica de liberdade pra mim é não ter que fechar o aplicativo por medo de bala perdida. Agora, se o negócio virou bagunça geral, é tipo briga de trânsito em dia de chuva: ninguém ganha, todo mundo se estressa e no fim o Uber pipoca.
Carmem Souza
12/05/2026
Fernando, entendo sua preocupação com os números, mas cuidado pra não confundir consequências imprevistas com intenção. Defender liberdade não é garantia de resultado perfeito, é escolher um lado em meio ao caos. As vezes o tiro sair pela culatra revela mais sobre a complexidade do jogo do que sobre a pureza da intenção.
João da Silva
12/05/2026
Pois é, mais uma prova de que precipitação em política externa nunca dá certo. E olha que quem tá falando isso são os próprios analistas de lá, não é conversa de militante não. Com os impostos que a gente paga aqui, ainda bem que não somos nós bancando esse tipo de decisão errada.
Fernanda Oliveira
12/05/2026
É um alívio relativo, João — mas não custa lembrar que também bancamos com nossos impostos decisões precipitadas por aqui, e a autocrítica que vem de lá deveria servir de espelho, não só de consolo.
Cecília Ramos
12/05/2026
Exato, Fernanda. Se o império caiu em soberba, aqui a soberba de achar que nosso dinheiro público é bem gerido também cai por terra. Autocrítica que não vira política pública para o pobre é só teatro.
Clarice Historiadora
12/05/2026
Concordo que autocrítica sem política pública é só encenação, Cecilia. Mas a soberba de achar que o mercado faz milagre sem regulação é a mesma que derrubou impérios — sem mediação do Estado, “boa gestão” vira privilégio de poucos, Amartya Sen já mostrava isso em “Pobreza e Fomes”. Teatro é querer solução privada para problema coletivo.
Laura Silva
12/05/2026
Quando a notícia afirma que “analistas do próprio establishment ocidental” reconhecem a ação de Trump contra o Irã como a maior derrota estratégica da história americana, estamos diante de uma daquelas raríssimas fissuras na cortina de fumaça da propaganda imperialista. Não se trata de um juízo vindo da imprensa alternativa ou de intelectuais orgânicos do anti-imperialismo — é a própria intelligentsia do capital que admite, com todas as letras, que o Império cavou a própria cova. Isso não é apenas revelador; é sintoma de uma crise estrutural do capitalismo tardio, onde o recurso à guerra já não produz os mesmos efeitos de subordinação que produzia há cinquenta anos. Lembremos do Vietnã, do Afeganistão, do Iraque: a cada intervenção, o colosso americano sai menor, enquanto as resistências nacionais se fortalecem.
A análise materialista desse fracasso nos obriga a olhar para a base econômica da decisão trumpista. O Irã não é a Líbia de 2011, desarticulada e isolada. Teerã possui uma burguesia nacional relativamente forte, alianças regionais consolidadas com Rússia e China, e — o mais importante — um povo que já demonstrou nas ruas, em 2009 e 2022, que a luta de classes ali não se resolve com bombas estrangeiras. A tentativa de Trump de forjar um pretexto para o ataque não é apenas “insana”, como bem coloca a manchete; é a expressão desesperada de uma fração do capital financeiro que vê seus mecanismos tradicionais de extração de mais-valia (sanções, dívida externa, manipulação cambial) falharem diante de um Estado que ousou desenvolver tecnologia nuclear e energia independente. O que está em jogo não é o tal “eixo do mal”, mas o controle sobre a rota do gás e do petróleo do Oriente Médio, numa disputa interimperialista cada vez mais acirrada.
Mas há um aspecto humano que não pode ser abstraído: as consequências desse fracasso imperial recaem sempre sobre os ombros dos mais pobres. Enquanto analistas do establishment choram a “derrota estratégica”, são os trabalhadores iranianos, submetidos a sanções criminosas que encarecem remédios e alimentos, os que pagam com a vida a sanha belicista de Washington. E não nos enganemos: o povo americano também sofre. Cada míssil Tomahawk lançado contra o Irã significa menos recursos para saúde, educação e infraestrutura nos bairros operários de Detroit ou Appalachia. O imperialismo não é um fenômeno abstrato; é a transferência brutal de riqueza da periferia para o centro, e agora, com o declínio hegemônico, essa transferência se torna mais violenta e menos eficiente.
Por fim, é imperioso destacar que essa “derrota” anunciada não é um acidente de percurso, mas a consequência lógica de um sistema que sobrevive à base de guerras permanentes. O que os analistas do establishment chamam de erro de cálculo, nós, da tradição marxista, chamamos de contradição inerente ao capitalismo monopolista. A saída não está em esperar um novo presidente “sensato” — Biden deu continuidade à política de sanções e à Aliança AUKUS. A única resposta à altura é a solidariedade internacionalista entre os povos iraniano, americano, brasileiro e de todo o mundo, na construção de uma frente única contra o imperialismo. Enquanto houver exploração de classe, haverá guerra. E enquanto houver guerra, haverá derrotas para o capital. Que venham mais delas.
Adalberto Livre
12/05/2026
NADA MAIS COMUNISTA CHATO, TRUMP É O MAIOR ESTRATEGISTA, SEU TEXTO É LIXO.
Carlos Henrique Silva
12/05/2026
Adalberto, seu comentário tem a profundidade de um tuíte de madrugada depois de um uísque barato. Chamar o texto de “lixo” não é crítica, é apenas a confissão de que você não tem repertório para enfrentar o que foi escrito. Vamos aos fatos objetivos: chamar Trump de “maior estrategista” é ignorar que ele perdeu a reeleição para Joe Biden, enfrentou dois impeachments, foi condenado na justiça civil e criminal e deixou os Estados Unidos mais isolados e desorganizados internamente do que qualquer presidente desde Hoover. Estrategista é Lênin ajustando o partido bolchevique às condições objetivas de 1917; é Gandhi coordenando boicotes econômicos contra o Império Britânico; é até mesmo Churchill costurando a aliança com Stalin e Roosevelt. Trump é um narcisista que confundiu tuitar, ameaçar e demitir assessores com estratégia. Ele não construiu hegemonia, apenas inflamou ressentimentos — e isso, meu caro, é o oposto de um projeto político sustentável.
A noção de “império derrotado” que critiquei no artigo não é um desejo, é uma constatação material: o declínio relativo da hegemonia estadunidense é visível na multipolaridade emergente, no fortalecimento dos BRICS e na incapacidade de Washington de impor sua vontade em cenários como Afeganistão, Síria e até mesmo na guerra da Ucrânia. Gramsci já nos ensinava que uma hegemonia entra em crise quando suas promessas — prosperidade para todos, democracia liberal, mobilidade social — são desmentidas pela realidade cotidiana. Trump não é a causa dessa crise; ele é um sintoma, um bolso no colete do capitalismo em convulsão. Chamá-lo de estrategista é como elogiar o piloto de um navio que grita “estou no comando” enquanto a embarcação bate no iceberg. A esquerda que você tanto despreza ao menos tem a coragem de enfrentar as contradições do sistema; você prefere o conforto do xingamento vazio.
Seu “comunista chato” é quase um elogio para quem passa a vida estudando como desmontar as engrenagens da exploração. Sugiro que, em vez de repetir slogans de redpill ou de canais de YouTube que ganham dinheiro vendendo ódio, você leia um pouco de história real: os resultados das políticas trumpistas — corte de impostos para bilionários, desregulamentação ambiental e financeira, ataque a direitos trabalhistas e migratórios — aprofundaram a desigualdade que você mesmo provavelmente sente na pele. Ou você acha que o “estrategista” se importa com o seu salário no fim do mês? Trump não é seu amigo, Adalberto. Ele é o garoto-propaganda de um capitalismo que precisa de pobres bravos uns contra os outros para não perceberem quem realmente os empobrece. Quando quiser discutir de verdade, com dados e teoria, estou aqui. Até lá, seu comentário diz mais sobre você do que sobre o artigo.
João Carvalho
12/05/2026
É a clássica lição de imperial overreach que teóricos como Chalmers Johnson já previam: quando um império age com base em pretextos forjados, subestima a capacidade de resistência do adversário e caminha para a própria ruína. O neoliberalismo militarizado de Trump, ao invés de garantir hegemonia, expôs a fragilidade estratégica dos EUA no Oriente Médio. O problema é que essa derrota histórica, que analistas do establishment já reconhecem, terá consequências brutais para a população civil iraniana e para a frágil equidade regional.
Eduardo Nogueira
12/05/2026
Tomou downvote, João. Enquanto vocês choram pelo “império”, o Irã continua exportando terror e o Ocidente pagando a conta. O overreach mesmo é achar que diálogo com regime teocrático traz paz.
Carlos Oliveira
12/05/2026
Concordo, João, mas a real é que quem sempre paga o pato dessa soberba imperial é o povo pobre, tanto de lá quanto de cá. Enquanto os think tanks debatem teoria, a classe trabalhadora iraniana e a nossa aqui continuam se fudendo com a carestia e a falta de direitos. Esse tal neoliberalismo militarizado nunca trouxe nada além de sangue e miséria pra quem vive do suor do próprio trabalho.
Luisa Teens
12/05/2026
Exato, Carlos, neoliberalismo militarizado é só mais uma desculpa pra ferrar quem não tem voz #ÉPovoQuePaga #ForaBolsonaro
Marta Souza
12/05/2026
Mais um exemplo do Estado intervindo onde não devia. Se deixassem o mercado agir e os países negociassem livremente sem essa sanha intervencionista, não teríamos essas aventuras bélicas que só queimam dinheiro do contribuinte. Enquanto isso, a burocracia americana faz hora extra pra justificar o injustificável.
João Santos
12/05/2026
Concordo, Marta! Esse tanto de burocracia só serve pra encher o bolso de político e esquerda caviar. Deus acima de tudo, e o mercado resolve, mas tem que ter ordem também — bandido não negocia.
John Marshall
12/05/2026
Marta, discordo respeitosamente: sua fé no mercado como força pacificadora ignora que o próprio capitalismo, como Marx notou, gera tensões que frequentemente culminam em guerras. Hobbes já nos alertava que, sem um Leviatã que regule os interesses, o estado de natureza é a guerra de todos contra todos. O Estado, com todos os seus defeitos, ao menos tenta conter as piores pulsões do capital — abandonar essa mediação é trocar um problema por outro.
Paulo
12/05/2026
Se os EUA continuarem se submetendo a esse papel de “garante” de Israel (pra utilizar uma expressão cordata), vão empurrar o mundo para a guerra generalizada…Não precisava fazer o que fizeram no Irã, bastava o guarda chuva nuclear americano. Cultivam o ódio, colherão o ódio. Da mesma forma, exigir que um país se prive de energia nuclear limpa é um acinte, ainda mais num país notoriamente deficitário de fontes renováveis de energia…
Mandrake
12/05/2026
O erro foi nao ter bombardeado dia e noite os terroristas islamicos e reduzido o Irà a um tapete como fez Israel com Gaza.
Mariana Lopes
12/05/2026
Leio isso com um pé atrás. Chamar de “maior derrota estratégica” soa como sensacionalismo, mas é fato que aventuras militares baseadas em pretextos frágeis sempre saem caro. O histórico americano no Oriente Médio não deixa mentir: intervenções mal planejadas criam mais problemas do que soluções. No fim, quem paga a conta somos todos nós, com instabilidade econômica e geopolítica.
Silvia Ramos
12/05/2026
Concordo que essas aventuras são um fracasso, mas pra mim isso é fruto de um mundo que virou as costas pra Deus. Enquanto o secularismo for a guia, vamos colher mais caos, Mariana.
Lucas Andrade
12/05/2026
Silvia, sua leitura troca a causa pelo sintoma: o caos que você atribui ao secularismo é, na verdade, o rastro visível de um poder divino que sempre operou como máquina de silenciar corpos. Deus nunca foi ordem — foi o nome mais eficiente que o Ocidente encontrou para naturalizar a obediência.
Carlos Mendes
12/05/2026
Lucas, bonita a teoria, mas na prática Deus nunca emperrou uma licença na prefeitura nem criou imposto sobre folha. O caos que você vê na “ordem divina” se chama burocracia ineficiente — essa sim é a máquina de silenciar quem empreende.
Paulo Ribeiro
12/05/2026
Caro editor,
Li com atenção o artigo “O império derrotado” e não posso deixar de registrar minha concordância com o diagnóstico ali apresentado, ainda que eu gostaria de aprofundar algumas questões à luz do materialismo histórico. Quando analistas do próprio establishment ocidental reconhecem que a aventura trumpista contra o Irã configura a maior derrota estratégica da história americana, estamos diante de um fenômeno que vai muito além das trapalhadas de um presidente desequilibrado. Estamos testemunhando, na verdade, a crise orgânica do imperialismo estadunidense, algo que Gramsci identificaria como uma situação em que “o velho está morrendo e o novo não pode nascer”. Os EUA já não conseguem mais exercer sua hegemonia pela via clássica do consenso e da liderança moral-intelectual, recorrendo cada vez mais à coerção aberta e a pretextos forjados, como denunciou o artigo. E quando a coerção falha estrondosamente, como falhou diante da resistência iraniana e do cálculo estratégico das forças populares da região, o que resta é a constatação melancólica do declínio.
É preciso lembrar, como ensina Mariátegui, que o mito e a vontade coletiva dos povos oprimidos podem sim derrotar a máquina de guerra mais poderosa do planeta. O que vimos no Oriente Médio não foi um acidente, mas a demonstração de que a correlação de forças mudou estruturalmente. Enquanto Trump e sua corte belicista pensavam repetir o teatro das “armas de destruição em massa” do Iraque em 2003, esqueceram-se de que o Irã não é o Iraque desarticulado de duas décadas atrás. O Irã construiu, ao longo de anos, uma rede de alianças regionais – os houthis no Iêmen, o Hezbollah no Líbano, as milícias populares no Iraque e na Síria – que transformou qualquer aventura militar em um atoleiro estratégico. Althusser nos ajudaria a ver aqui o funcionamento dos Aparelhos Ideológicos de Estado em crise: quando a ideologia dominante já não convence nem mesmo os próprios quadros do sistema, a violência repressiva se revela em toda sua nudez, mas também em toda sua impotência.
Outro ponto que o artigo tangencia mas merece desenvolvimento é a dimensão econômica dessa derrota. Os EUA gastaram trilhões de dólares em guerras no Oriente Médio nas últimas décadas, enquanto sua infraestrutura doméstica apodrece e suas classes trabalhadoras veem seus direitos sendo dizimados pelo neoliberalismo. Cada míssil disparado contra o Irã é um hospital que deixa de ser construído no Kentucky, uma escola que fecha no Alabama, um direito trabalhista que é flexibilizado em Ohio. A burguesia americana está pagando o preço de sua própria irracionalidade: ao buscar manter à força um império que já não sustenta materialmente, acelera sua própria decadência. É a velha lei dialética: as contradições do capitalismo, quando empurradas ao extremo pela aventura imperialista, tendem a se voltar contra seus algozes.
Por fim, não posso deixar de notar o papel central que a resistência palestina e o eixo da resistência iraniana tiveram nessa configuração. Enquanto a mídia corporativa tenta vender a narrativa de que o Irã é um Estado isolado e fragilizado, a realidade no terreno mostra o oposto: Teerã conseguiu articular uma frente anti-imperialista que vai do Mediterrâneo ao Golfo Pérsico, enquanto os EUA dependem cada vez mais de monarquias do petróleo sem qualquer legitimidade popular. Como diria o saudoso Milton Santos, o território usado revela as verdadeiras relações de poder. E o território do Oriente Médio hoje diz, claramente: o império está derrotado. Não por acaso, mas porque a história caminha ao lado dos povos que lutam.
Carlos Rocha
12/05/2026
Paulo, seu comentário é um primor de retórica esquerdista, mas a realidade é mais simples: o Irã não derrotou ninguém, os EUA recuaram porque perceberam que uma guerra custaria caro demais para um país que já está falido de gastos públicos — e a conta quem paga é o contribuinte americano. Seu discurso sobre “hegemonia em crise” ignora que a verdadeira crise é do Estado grande e da máquina de regulamentações que trava o crescimento, não do livre mercado.
Tonho Patriota
12/05/2026
Kkkk falou falou e nao disse nada, comunista safado, vai toma mamadeira de bixa que o Irã é tudo farinha do mesmo saco do Lula, faz o L!!!
Ana Costa
12/05/2026
Tonho, ad hominem não substitui dados. Se quiser debater o artigo com fatos sobre política externa, estou aqui; se for só pra gritar, o espaço é seu, mas não vou alimentar o circo.
Eduardo C.
12/05/2026
Tonho, apresente uma fonte ou um número que sustente o que você disse. Do contrário, seu comentário é apenas ruído estatístico.
Luciana
12/05/2026
Enquanto ficam nessa novela de guerra e poder, aqui no Brasil a gente tá tendo que escolher entre botar comida na mesa ou pagar o aluguel. Esse pessoal que chia com política deveria olhar pra conta de luz e o juro do cartão que não baixa. Derrota americana? Quero ver é derrota do preço do gás.
Márcio Torres
12/05/2026
Luciana, sua indignação é legítima e eu não vou desprezá-la como muitos fazem quando alguém lembra que o Brasil real não está em Gaza nem na Ucrânia. Escolher entre arroz e aluguel é uma equação que 60% das famílias brasileiras conhecem na pele, e isso não é retórica, são dados do IBGE e do Cadastro Único. Mas é exatamente por isso que discutir o império americano e sua decadência não é um luxo de intelectual ocioso: é a estrutura que determina por que o gás de cozinha custa o que custa. O real desaba quando o dólar sobe por pânico geopolítico; o petróleo Brent (do qual deriva o gás) bate recorde cada vez que um porta-aviões aparece no Mediterrâneo; e os juros do cartão — que beiram 400% ao ano — são a ponta mais cruel de um sistema financeiro global atrelado ao dólar como reserva. Ignorar a geopolítica por achar que é “novela” é como reclamar do tsunami sem querer olhar para o terremoto no fundo do oceano.
Você pede a derrota do preço do gás, e eu também quero vê-la. Mas a pergunta que seu comentário pula elegantemente é: quem define esse preço? A resposta passa por Washington, por sanções econômicas, por guerras por procuração e por um sistema monetário onde o Brasil é tomador de preço, não formador. O federal reserve americano, ao subir seus juros para conter a inflação deles, força o Banco Central daqui a manter a Selic nas alturas — e isso encarece o crédito, o aluguel (via financiamento imobiliário) e até o frete do gás. A derrota americana que sugiro não é um jogo de torcida; é a constatação de que o unipolarismo permite que crises externas sejam exportadas para economias periféricas como a nossa com custos baixíssimos para quem as desencadeia. Se o império derrotado significa menos intervenções e menor centralidade do dólar, então o preço do gás pode, sim, ser um dos beneficiados.
Então não, Luciana, você não está errada em gritar contra a conta de luz e o juro do cartão. Mas eu sugiro que a fúria seja direcionada com precisão: o inimigo não é o artigo de análise geopolítica — esse artigo é um mapa da mina. O inimigo é achar que a política internacional é teatro enquanto os preços são fenômenos naturais. A economia doméstica brasileira é o primo pobre de um grande cassino global. Se você quer derrubar o preço do gás, precisa entender quem está girando a roleta. Porque, de resto, o desespero do fim do mês é real, mas sem diagnóstico vira só grito no escuro — e o cassino continua lucrando.
Mariana Oliveira
12/05/2026
Márcio, seu comentário é um dos mais articulados que li aqui, e não vou fingir que discordo de você para provocar ruído gratuito. Você acertou em cheio ao denunciar que a economia doméstica brasileira é refém de um sistema financeiro global desenhado em Washington. Quando você diz que o real desaba por pânico geopolítico e que o gás de cozinha segue o petróleo Brent como um cordão umbilical, você está nomeando o que autoras como a economista nigeriana Ndongo Samba Sylla chamam de “armadilha da moeda periférica” — a impossibilidade de soberania monetária real enquanto o dólar for a reserva global. A derrota do império americano que você sugere não é torcida; é uma condição material para que o Brasil possa respirar sem asfixia cambial. Até aqui, caminhamos juntos.
Mas eu preciso tensionar seu raciocínio em um ponto que considero cego. Você escreve como se houvesse um “nós” brasileiro unitário que sofre igualmente com o cassino global. É aí que a lente interseccional de Kimberlé Crenshaw me obriga a parar: quem, exatamente, está pagando a conta mais alta dessa roda da fortuna? A mulher negra periférica que pega três conduções para trabalhar como doméstica não enfrenta apenas o aumento do gás — ela enfrenta a sobreposição do racismo estrutural, da precarização do trabalho de cuidado e da ausência de creches, tudo isso agravado por uma inflação que corrói salários que já são os menores da pirâmide social. Quando você fala em “direcionar a fúria com precisão”, eu pergunto: precisão para quem? A analista geopolítica que mora no Leblon talvez possa esperar o diagnóstico completo. A mãe solo que mora na periferia de Contagem precisa que o gás chegue barato amanhã, não depois da reconfiguração do sistema Bretton Woods.
Bell hooks, em “Ensinando a Transgredir”, nos lembra que teoria sem prática transformadora é apenas entretenimento para privilegiados. Seu mapa da mina é brilhante, mas um mapa não carrega botijão. O problema não é o artigo de análise geopolítica — concordo que ele é necessário. O problema é quando a sofisticação teórica vira uma forma de silenciamento lateral, como se a raiva de quem está no limite do mês fosse “grito no escuro” por não citar o Federal Reserve. Você absolutamente tem razão: o cassino lucra enquanto discutimos. Mas o cassino também lucra quando a esquerda intelectual passa mais tempo explicando o sistema do que construindo as pontes organizativas para derrubá-lo. A fúria de Luciana não é desinformada — é a expressão legítima de quem sente na pele o que você descreve no papel. O desafio real é juntar o diagnóstico geopolítico com a organização comunitária, a luta por tarifas sociais e o fortalecimento de cooperativas populares. Sem isso, o mapa da mina vira ornamento de mesa de centro. E aí, sim, o império continua rindo enquanto a gente faz teoria.
Cíntia Alves
12/05/2026
Mariana, tu mandou bem em puxar a lente interseccional e lembrar que teoria sem prática é só entretenimento pra bolha, mas confesso que senti um cheirinho de “quem pode esperar, espera” que a própria Bell hooks detestaria — a fúria de Luciana é legítima, sim, e a organização comunitária não precisa esperar o mapa da mina ficar bonitinho pra agir.
João Silva
12/05/2026
Mariana, você acertou ao puxar a lente interseccional e cobrar o “nós” concreto — a mulher negra periférica não pode esperar a refundação do sistema financeiro global para jantar. Mas não me acuse de fazer teoria ornamental: o mapa da mina sem organização popular é entretenimento, e a organização sem diagnóstico estratégico é tática cega; o que precisamos é justamente de uma práxis que una a análise do imperialismo à luta imediata por botijão, tarifa social e creche, senão viramos dois lados da mesma impotência.
Marina Silva
12/05/2026
O império derrotado e a esquerda brasileira ainda discutindo se vai pra rua? Bora acordar, galera!
Sofia García
12/05/2026
Marina, amiga, o império caiu mas a esquerda ficou no grupo de zap debatendo pauta. Bora viralizar esse caos, não discutir ele.
Augusto Silva
12/05/2026
Marina, se a esquerda ainda discute é porque pensa antes de agir — coisa que a direita aprendeu a não fazer depois do 8 de janeiro. Mas fique tranquila: quando o planejamento estratégico acabar, a gente vai pra rua enquanto eles ainda estarão procurando as catracas.
Cecília Silva
12/05/2026
Enquanto isso, na favela, a gente sabe bem o que é ser atacado com mentiras e falsos pretextos. Ver o império levar um tombo desses é quase poesia. O povo iraniano resistiu, como a gente resiste todo santo dia. Que sirva de lição: arrogância tem preço, e o povo oprimido cansa de ser humilhado.
Evelyn Olavo
12/05/2026
Cecília, sua analogia é bonita, mas ingênua — o tombo do império não vem da resistência do oprimido, e sim da própria decadência interna que os globalistas se recusam a enxergar. Leia Olavo de Carvalho em vez de romantizar geopolítica de pé de página.
João Batista Alves
12/05/2026
Cecília, minha filha, com todo respeito, mas trocar um império por outro não é poesia, é só trocar de corrente. O cristão não se alegra com a queda de ninguém, pois sabemos que todo poder vem de Deus e que a verdadeira libertação está em Cristo, não no ódio aos poderosos.