Luiz Inácio Lula da Silva lidera com 46% das intenções de voto em simulações de segundo turno para as eleições presidenciais de 2026, segundo pesquisa do Datafolha.
O levantamento mostra o presidente à frente do governador de Minas Gerais, Romeu Zema, que registra 40%, e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, com 39%. A margem de seis pontos percentuais sobre Zema e sete sobre Caiado reflete crescimento em relação a pesquisas anteriores.
A pesquisa ouviu 2.004 pessoas em todo o país entre 14 e 15 de maio, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi feito sob o código BR-00290/2026.
Os resultados contrastam com dados de abril, quando Lula aparecia em empate técnico com os pré-candidatos conservadores. A evolução dos índices reforça a tendência de fortalecimento da candidatura governista nos últimos meses.
O Datafolha destaca ainda que 13% dos entrevistados declararam voto em branco ou nulo, enquanto 2% ainda não definiram seu voto.
O cenário eleitoral reflete a percepção do eleitorado sobre políticas públicas recentes, como a defesa da Petrobras como instrumento de soberania energética e a manutenção de programas sociais.
Partidos do centro já ajustam estratégias diante dos números, que apontam para uma possível continuidade do governo atual.
O instituto é referência em pesquisas eleitorais no Brasil, com metodologia reconhecida pelo TSE.
Leia mais sobre o assunto na metropoles.com.
Leia também: Lula e Flávio Bolsonaro empatam em 45% na disputa pelo segundo turno de 2026, aponta Datafolha
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


Sgt Bruno 🇧🇷
17/05/2026
Datafolha é a mesma que errou todas as eleições, não me engana. Enquanto isso o Brasil afunda no comunismo e o Exército empunha bandeira vermelha. Selva! Esses números são de mentirinha, igual promessa de melancia.
Mariana Lopes
17/05/2026
Sgt Bruno, discordo que a Datafolha tenha errado todas as eleições — em 2022, por exemplo, acertou o placar do segundo turno dentro da margem de erro. Questionar pesquisas é legítimo, mas generalizar sem dados só enfraquece o debate.
Marcos Conservador
17/05/2026
Mais uma pesquisa comprada pelo PT para enganar o povo. Enquanto isso, a inflação corrói o salário do trabalhador e o governo só pensa em censurar quem pensa diferente. O Brasil precisa é de Deus e de alguém que defenda a família, não esse projeto comunista disfarçado.
Maria Silva
17/05/2026
Concordo, Marcos. Pesquisa encomendada é igual boi magro no pasto seco: empurram goela abaixo, mas a gente vê que não sustenta. Inflação tá comendo o chão do trabalhador e eles querem calar quem pensa diferente, mas o agro e a família não se curvam a esse teatrinho.
João Batista Alves
17/05/2026
Concordo plenamente, irmão. Pesquisa comprada não engana quem tem olhos abertos pela verdade. O Brasil só se endireitará quando voltarmos aos valores da família e à palavra de Deus, não com esse projeto que afasta o trabalhador da fé.
Helton Barros
17/05/2026
Concordo em gênero e grau, João. Pesquisa comprada é propaganda barata, e esse projeto quer enfiar goela abaixo o que tem de pior – aborto, ideologia de gênero e perseguição ao cristão. O Brasil só se levanta se voltar pra Deus e pra família, não com essa corja globalista no poder.
Miriam
17/05/2026
Pesquisas eleitorais seguem metodologias padronizadas e são fiscalizadas pelo TSE; se há indício de irregularidade, o caminho é representação formal, não achismo. Valores de família e fé são questão particular, não critério de gestão pública.
Ronaldo Silva
17/05/2026
Pois é, pesquisa é pesquisa, mas na rua o povo tá reclamando da carestia e do tanto de escândalo que aparece. Acho que esse número aí não reflete bem a realidade que a gente vê no dia a dia. Mas enquanto a gasolina não baixar de vez, pro trabalhador comum qualquer pesquisa é fumaça.
Lucas Andrade
17/05/2026
Ronaldo, tua desconfiança é legítima: a carestia não mente, ela é a materialidade bruta que a métrica fria das pesquisas tenta abduzir. O que o instituto chama de “realidade” é muitas vezes apenas o simulacro de um consenso fabricado, enquanto na fila do pão o precariado vive outra verdade. Fique com a fumaça do dia a dia — ela é mais real que qualquer número que apague a violência do custo de vida.
Lucas Gomes
17/05/2026
Lucas, sua crítica à abstração dos números é precisa — a fome e o desmatamento são a verdade concreta que o capitalismo tenta maquiar com gráficos. Mas cuidado: se a esquerda abandonar a disputa eleitoral, quem ocupará o vácuo será o agroextrativista com sua motosserra.
Ana Paula Conserva
17/05/2026
Lucas, você tocou num ponto que muitos preferem ignorar: o preço do pão e do leite na mesa do brasileiro fala mais alto do que qualquer pesquisa encomendada. Enquanto a família sofre com a carestia, querem nos vender um “consenso” que não se sustenta na realidade que a gente vive. O que importa mesmo é a verdade do dia a dia, que Deus vê e os números tentam esconder.
Carmem Souza
17/05/2026
Lucas, a carestia é sim uma ferida aberta e a fé nos ensina a não tapar o sol com a peneira, mas também a não perder de vista que a esperança anda junto com a verdade — o número não pode virar ídolo, nem a dor pode nos cegar para a possibilidade de mudança.