Quatro pessoas morreram em ataques com drones lançados pela Ucrânia em regiões da Rússia, incluindo Moscou. As autoridades russas classificaram a ofensiva como a maior em mais de um ano.
O governador da região de Moscou, Andrei Vorobyov, confirmou a morte de uma mulher após um drone atingir uma casa em Khimki. Equipes de resgate continuavam as buscas por possíveis vítimas nos escombros.
Dois homens morreram na vila de Pogorelki, no distrito de Mytishchi, com danos registrados em prédios residenciais. A agência TASS informou que sistemas de defesa aérea interceptaram 81 drones sobre a capital.
O prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, relatou 12 feridos, a maioria próximo à refinaria de petróleo da cidade. A refinaria manteve suas operações normais, enquanto três residências foram danificadas.
O Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter interceptado 556 drones em todo o país durante a noite. O aeroporto Sheremetyevo registrou a queda de destroços, sem danos significativos.
Os ataques ocorreram após declarações dos presidentes Donald Trump e Vladimir Putin sobre a possibilidade de negociações para encerrar o conflito. Trump sugeriu que Rússia e Ucrânia poderiam chegar a um acordo em breve.
Autoridades ucranianas relataram ataques russos em Kharkiv, com sete feridos em 15 assentamentos. Na região de Kherson, um homem morreu após um drone russo lançar explosivos em Inhulets.
Mais informações podem ser consultadas no portal Al Jazeera.
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