O presidente da Rússia, Vladimir Putin, visita Pequim a convite do presidente Xi Jinping para fortalecer a parceria estratégica entre os dois países.
Putin afirmou que as relações russo-chinesas alcançaram nível histórico, marcado por confiança mútua e compreensão. Ambos os países reafirmam compromisso com cooperação equitativa e apoio mútuo em questões de soberania e integridade territorial.
O comércio bilateral superou US$ 200 bilhões, com transações realizadas em rublos e yuans. Essa prática reforça a independência econômica frente ao dólar e consolida a autonomia financeira das duas nações.
A Rússia busca aproximar os povos russo e chinês, valorizando suas tradições culturais. A isenção de visto mútuo facilita intercâmbios comerciais, turísticos e a comunicação entre cidadãos.
A cooperação em organizações multilaterais, como ONU, Organização de Cooperação de Xangai e Brics, fortalece a capacidade de ambos os países em enfrentar desafios globais. A aliança contribui para a construção de um mundo multipolar e para a promoção da paz.
De acordo com o Sputnik, a visita reforça o papel central da parceria russo-chinesa na geopolítica global.
Leia também: Putin reforça aliança estratégica com Xi Jinping em visita à China
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Evelyn Olavo
19/05/2026
Karina e Marina, vcs tão discutindo como se houvesse dois lados, mas o jogo é bem mais plano do que imaginam. Essa visita do Putin é teatro pra manter todo mundo acreditando no mapa mundi torto. Quem saca de astrologia geopolítica entende que o poder real nunca sai do mesmo círculo.
João Carvalho
19/05/2026
Evelyn, a metáfora astrológica é sedutora, mas corre o risco de mistificar o que a economia política já explica: a visita de Putin a Pequim reafirma a reconfiguração material do poder global — uma resposta à crise de hegemonia neoliberal que vem deslocando o centro de acumulação para o leste asiático. Não é teatro, é a dura lógica da competição interestatal em tempos de financeirização exacerbada.
Karina Libertária
19/05/2026
Essa aliança aí é só mais um globalist scheme pra fortalecer o eixo do mal. Enquanto o povo brasileiro fica mamando na bolsa família, eu to aqui em Miami fazendo meus investments de verdade. Putin e Xi são dois comunistas dando as mãos, mas quem é smart já colocou o money no exterior.
Marina Silva
19/05/2026
Enquanto tu lambe bota de ianque em Miami, a gente aqui sabe que aliança antimperialista é o que quebra o eixo do colonialismo, amiga.