Pesquisadores do Laboratório de Terapia Dirigida e Diagnóstico Predictivo da Universidade Central da Rússia criaram um método revolucionário para detecção precoce de doenças inflamatórias usando inteligência artificial.
O sistema pode melhorar o tratamento de mais de dois milhões de pessoas anualmente, especialmente pacientes com doenças pulmonares inflamatórias e diagnósticos autoimunes. Até então, o diagnóstico dependia de sintomas clínicos, exames bioquímicos e radiografias, que não permitiam avaliação antecipada de complicações.
A tecnologia foi desenvolvida por uma equipe da primeira universidade privada do país, seguindo o modelo STEM. O método emprega moléculas marcadoras como sensores de alta sensibilidade, localizando células imunológicas específicas para análises posteriores.
Os dados coletados são processados por uma rede neural treinada para reconhecer perfis de resposta imunológica. Isso permite avaliar previamente como o sistema imunológico responderá à terapia, possibilitando planos de tratamento personalizados com menor risco de reações adversas.
Os experimentos foram realizados com amostras de 100 pacientes com doenças pulmonares como pneumonia, bronquite e asma. Os resultados promissores foram publicados na revista The International Journal of Molecular Sciences.
Segundo o portal RT, a inovação reforça o papel da IA na saúde e demonstra como a tecnologia pode personalizar tratamentos médicos com maior eficácia.
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