A cooperação estratégica entre Rússia e China alcança novo patamar com a visita oficial do presidente russo, Vladímir Putin, a Pequim. Kiril Dmítriev, enviado especial da Presidência russa para cooperação em investimentos, destacou que o Fundo Russo de Investimento Direto já executou mais de 50 projetos conjuntos com parceiros chineses.
Dmítriev afirmou que a parceria é vital para a associação global, prosperidade e segurança. Ele integra a delegação russa que acompanha Putin na visita, onde estão previstos encontros com o líder chinês Xi Jinping e a assinatura de cerca de 40 documentos de cooperação.
Os acordos abrangem setores diversos e reforçam os laços bilaterais em um contexto de busca por alternativas à hegemonia dos Estados Unidos. A visita ocorre em meio a tensões geopolíticas, com ambos os países reafirmando seu compromisso com um sistema multipolar.
Segundo o portal RT, a aliança russo-chinesa contribui para a estabilidade global, oferecendo um contraponto às políticas unilaterais ocidentais.
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Helton Barros
19/05/2026
Esse Marcos aí já viajou na maionese chamando de “aliança do mal”, mas no fundo não está tão errado. Enquanto esses dois regimes fecham negócio, o Ocidente se desmancha em politicamente correto, aborto e bagunça de gênero. Cadê a imprensa mostrando que isso é um desprezo direto aos valores cristãos e à família tradicional? O Brasil precisa acordar antes que esses acordos cheguem aqui também.
João Batista
19/05/2026
Helton, irmão, seu discurso troca o Evangelho por pânico moral. Jesus nunca se preocupou com “bagunça de gênero”, mas sim com exploradores que negociam acordos enquanto o povo passa fome. Enquanto isso, o Brasil precisa acordar mesmo: não para demonizar China e Rússia, mas para perguntar por que nossas elites adoram o mesmo pragmatismo que condenam nos outros.
Marcos Conservador
19/05/2026
Os comunistas unidos contra o mundo livre! Enquanto isso, o Ocidente cristão definha e perde influência. 40 acordos para fortalecer o ateísmo de Estado e a perseguição aos valores da família. Cadê a imprensa para denunciar essa aliança do mal?
Ricardo Almeida
19/05/2026
Marcos, cuidado com essa dicotomia maniqueísta: o Ocidente cristão nunca foi tão monolítico nem tão santo, e esses acordos são pragmatismo geopolítico, não uma cruzada ateísta. Rotular 40 acordos como ‘aliança do mal’ só escancara o que você realmente quer: uma narrativa apocalíptica que ignora os interesses reais por trás de cada cláusula.