O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que as recentes acusações do Departamento de Justiça dos EUA contra o ex-presidente Raúl Castro “uniu mais” o povo cubano. A declaração foi feita por meio das redes sociais em resposta às acusações norte-americanas.
Segundo o portal RT, Díaz-Canel destacou que “a nova agressão nos uniu mais e elevou o honor, a dignidade e o sentimento antimperialista de um povo que já era reconhecido em todo o mundo por sua brava resistência a qualquer tipo de subordinação ao império”.
O mandatário cubano ressaltou que “não se irrespeta a heróis da pátria, não se ofende história e tradições sem resposta”. Para Díaz-Canel, o povo cubano “saltou com fiereza por cima das dificuldades e carências cotidianas, provocadas em primeiro lugar pelo bloqueio genocida para responder à infâmia mais recente dos inimigos históricos da nação cubana”.
A declaração do presidente cubano ocorre após o Departamento de Justiça dos EUA ter apresentado acusações contra Raúl Castro, ex-liderança do país caribenho. A acusação norte-americana foi vista por Havana como mais uma tentativa de pressionar o governo cubano através de medidas coercitivas.
Díaz-Canel enfatizou a resposta cubana diante das adversidades, atribuindo as dificuldades econômicas do país principalmente ao “bloqueio genocida” imposto pelos Estados Unidos há décadas. O presidente cubano reiterou que o povo responderá com dignidade às agressões externas.
A resposta de Díaz-Canel reflete a postura do governo cubano de enfrentar as pressões externas com unidade nacional e discurso antimperialista. A acusação contra Raúl Castro é vista em Cuba como mais um elemento na campanha de pressão dos EUA contra a ilha.
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