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Ucrânia ataca deliberadamente maior usina nuclear da Europa com drone guiado

12 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Ucrânia ataca deliberadamente maior usina nuclear da Europa com drone guiado. (Ilustração: Cafezinho / Wan 2.6) Um drone guiado por fibra óptica das forças armadas ucranianas atingiu a usina nuclear de Zaporozhye, a maior da Europa, perfurando a sala de máquinas da unidade de potência número seis. O presidente-executivo da […]

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Ilustração editorial sobre Ucrânia ataca deliberadamente maior usina nuclear da Europa com drone guiado. (Ilustração: Cafezinho / Wan 2.6)

Um drone guiado por fibra óptica das forças armadas ucranianas atingiu a usina nuclear de Zaporozhye, a maior da Europa, perfurando a sala de máquinas da unidade de potência número seis. O presidente-executivo da Rosatom, Aleksey Likhachev, classificou a ação como um ataque deliberado, descartando qualquer possibilidade de acidente.

Likhachev explicou que o tipo de munição exige controle contínuo do operador até o impacto, o que inviabiliza a tese de falha ou acidente. O artefato abriu um buraco na estrutura do salão de máquinas, causando uma explosão penetrativa e danos diretos ao edifício, conforme relatou o portal RT.

O dirigente destacou que este é o primeiro ataque deliberado da história contra equipamentos principais de uma central nuclear. A usina de Zaporozhye já sofreu repetidos ataques de Kiev, mas nunca com tamanha precisão sobre áreas vitais.

A usina, sob controle russo, enfrenta uma campanha sistemática de ataques com drones e projéteis desde o início do conflito. Moscou denuncia essas ações como tentativas de provocar um desastre radiológico de proporções continentais.

O novo ataque representa uma escalada sem precedentes, pois investidas anteriores atingiram apenas áreas periféricas. Likhachev questionou qual será o próximo alvo: a turbina, o salão do reator ou os sistemas de segurança.

A Rosatom alertou que novos ataques ao equipamento principal da usina podem desencadear uma emergência de consequências imprevisíveis. A segurança radiológica de toda a Europa está sob ameaça, segundo a corporação estatal russa.

Com informações de RT.


Leia também: Rosatom denuncia nova escalada de ataques ucranianos com drones contra usina nuclear de Zaporizhzhia


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Comentários

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Cecília Alves

31/05/2026

Mais um exemplo do que acontece quando o Estado decide usar dinheiro do contribuinte para financiar guerras em vez de proteger a propriedade privada. Atacar uma usina nuclear é irresponsabilidade pura, e quem paga a conta no fim das contas é o cidadão comum, com risco de desastre ambiental e econômico. O mínimo que se espera de um governo é não colocar em risco a vida e os bens alheios com ataques estúpidos como esse.

    Beto Engenheiro

    31/05/2026

    Concordo plenamente que atacar uma usina nuclear é burrice pura. Mas enquanto você sonha com um Estado mínimo que só protege propriedade privada, eu vejo que sem investimento pesado em infraestrutura energética nem propriedade privada vale nada.

      Paulo Gestor RJ

      31/05/2026

      Beto, sou pragmático: a ideia do metrô subaquático do Rodrigo Neves é bonita, mas se o custo não fechar, vira obra parada. Invisto em ferrovia quando a conta fecha, não em sonho de engenheiro.

Luiz Carlos

31/05/2026

Isso é loucura! Brincar com usina nuclear é pedir por um desastre que afeta todo mundo. O povo ucraniano já sofre bastante, mas atacar a maior usina da Europa assim é irresponsabilidade pura. Cadê a ONU e a mídia pra condenar isso? O Brasil continua pagando impostos e ninguém fala nada.

    Zé do Povo

    31/05/2026

    CALA A BOCA LUIZ CARLOS ISSO É DEFESA DA UCRÂNIA CONTRA O COMUNISMO INFILTRADO NA ONU!!!

    Márcio Torres

    31/05/2026

    Luiz Carlos, sua indignação é compreensível no plano emocional, mas precisamos separar reações viscerais de análise factual. Você parte da premissa de que o ataque foi “deliberado” pela Ucrânia contra a maior usina nuclear da Europa, mas onde está a evidência independente disso? Até o momento, a AIEA relatou explosões na área, mas não confirmou a autoria ou a intencionalidade de atingir o reator. Em guerra, ambos os lados acusam o outro de irresponsabilidade nuclear, e a Rússia, que ocupa a usina desde 2022, tem um histórico de usar a instalação como escudo humano e de realizar manobras militares no perímetro. Chamar de “loucura” sem ponderar o contexto de uma guerra de agressão é reduzir um problema geopolítico complexo a um tweet moralista.

    Sobre a ONU e a mídia: a condenação existe, sim, mas é politicamente seletiva. O Conselho de Segurança já se reuniu, a AIEA emitiu alertas, e a mídia internacional cobriu o incidente. O que falta não é cobertura, é a capacidade de fazer cumprir resoluções contra uma potência nuclear com poder de veto. Enquanto isso, a Rússia bombardeia subestações que resfriam reatores nucleares em toda a Ucrânia, e o mundo reage com menos alarde. Por que o foco apenas nesse ataque específico? Talvez porque seja mais fácil culpar o país invadido do que questionar a lógica de uma guerra que já matou dezenas de milhares.

    Quanto ao Brasil e aos impostos, você toca num ponto relevante, mas equivocado. O dinheiro do contribuiente brasileiro financia o Itamaraty, que historicamente mantém neutralidade em conflitos, e não há evidência de que nosso governo esteja patrocinando ataques a usinas nucleares. Se a indignação é contra o uso de recursos públicos em política externa, ela deveria ser dirigida ao fato de o Brasil importar fertilizantes russos enquanto vende alimentos para a Europa – um cinismo que mantém a guerra economicamente viável. A verdade incômoda é que, em guerras, a irresponsabilidade é a regra, não a exceção. Atacar usinas nucleares é um tabu justamente porque ambos os lados sabem que as consequências são globais – e é por isso que a Ucrânia, racionalmente, não teria incentivo para detonar um desastre radioativo em seu próprio território. Você pode achar que isso é “brincar com fogo”, mas a realidade é que quem ocupa a usina é quem brinca.

      Lurdinha Deus Acima de Todos

      31/05/2026

      Márcio, pelo amor de Deus, para de querer lacrar com teoria de conspiração comunista e reza um terço que o bagulho é sério e o mundo vai acabar! 🇧🇷🙏

Eduardo C.

31/05/2026

Curioso que um drone guiado por fibra óptica consiga perfurar a sala de máquinas de uma usina nuclear sem causar uma catástrofe. Alguém tem os dados técnicos desse ataque? Sem fontes independentes e números precisos, fica difícil validar qualquer versão.

    Mateus Silva

    31/05/2026

    Eduardo, você tocou no ponto nevrálgico: a precisão técnica do ataque contrasta com a ausência de dados abertos e auditáveis, o que é um prato cheio para quem desconfia que a narrativa está sendo moldada mais por interesses geopolíticos do que por fatos. Enquanto não houver um relatório detalhado da AIEA com acesso irrestrito, qualquer versão é, no mínimo, incompleta.

    Caio Vieira

    31/05/2026

    Caro Eduardo C., sua _dúvida metódica_ é legítima e ecoa o princípio baconiano de que a verdade emerge da verificação empírica. Todavia, na _hegemonia discursiva_ dos grandes conflitos, a tecnocracia dos números frequentemente oculta a _violência simbólica_ dos atos — e um ataque a uma usina nuclear é, antes de tudo, um ato político que desafia a _ratio_ técnica.

      Clarice Historiadora

      31/05/2026

      Caio, sua tentativa de revestir de Bourdieu e Bacon o que é essencialmente um tiro no escuro geopolítico é digna de um seminário de calouros. A “violência simbólica” que você invoca não derrete o núcleo de um reator, e a tecnocracia dos números que você despreza é o que impede que Chernobyl vire um passeio turístico. Leia o Octávio Munhoz, A Hermenêutica do Desastre Nuclear, e depois a gente conversa.

      Ana Souza

      31/05/2026

      Caio, bonita embalagem conceitual, mas um drone não explode Bourdieu — explode concreto. Antes de chamar de ato político, quero ver as trajetórias de voo, as imagens de satélite e saber quem apertou o gatilho. O resto é literatura.


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