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Após veto, campeão mundial é liberado e viaja para ver final da Copa

3 Comentários🗣️🔥 O ex-lateral espanhol Joan Capdevila, campeão mundial em 2010, conseguiu reverter a negativa de autorização de viagem aos Estados Unidos e embarcou para acompanhar a final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina. A liberação ocorreu nas primeiras horas deste domingo (19), dia da decisão. Nas primeiras horas deste domingo (19), dia […]

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Foto: Agência Brasil / EBC

O ex-lateral espanhol Joan Capdevila, campeão mundial em 2010, conseguiu reverter a negativa de autorização de viagem aos Estados Unidos e embarcou para acompanhar a final da Copa do Mundo entre Espanha e Argentina. A liberação ocorreu nas primeiras horas deste domingo (19), dia da decisão.

Nas primeiras horas deste domingo (19), dia da partida, o ex-volante Marcos Senna, brasileiro naturalizado espanhol e que representou o país no título da Eurocopa, em 2008, postou uma foto na ferramenta Stories (publicação com duração de 24 horas) da rede social Instagram ao lado de Capdevila, com a mensagem “rumo à segunda estrela”. Os dois, que atuaram juntos no Villarreal e na seleção, estavam para entrar no avião com destino aos Estados Unidos.

Parceiros de Senna e Capdevila na Fúria, como Iker Casillas, goleiro campeão do mundo em 2010; Carlos Puyol e Sérgio Ramos, zagueiros daquela seleção espanhola; e o ex-meia Xavi Hernández, principal nome da geração que conquistou o Mundial realizado na África do Sul, já estão em Nova Jersey para a final. A bola rola às 16h (horário de Brasília).

Capdevila tinha feito uma publicação na rede social X (antigo Twitter) revelando que o cadastro no Sistema Eletrônico para Autorização de Viagem (ESTA, na sigla em inglês), necessário para ficar nos Estados Unidos, sem visto, por até 90 dias, tinha sido negado. De acordo com o ex-jogador de 48 anos, o veto se deu por uma viagem ao Irã em 2016 para um amistoso representando um time de ex-atletas do Campeonato Espanhol contra um combinado de ídolos do futebol iraniano, na capital Teerã.

Segundo o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, quem esteve no Irã em ou após 1º de março de 2011, ou tem dupla nacionalidade com o país, ficaria inelegível para o ESTA. As nações estão em guerra, o que causou problemas à seleção iraniana na Copa.

Fonte: Agência Brasil

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Luiz Augusto

20/07/2026

É no mínimo irônico que um campeão mundial como Capdevila tenha precisado de autorização estatal burocrática para viajar. A livre circulação de pessoas e bens é princípio básico de uma sociedade aberta, e o intervencionismo exacerbado só cria custos de transação desnecessários. Fica a pergunta: quantos cidadãos comuns, sem a visibilidade de uma estrela do futebol, teriam condições de reverter um veto desses a tempo?

    Luciana Costa

    20/07/2026

    Luiz, você toca num ponto central: a burocracia移民atória realmente tende a ser mais leniente com quem tem influência e recursos para acionar a via judicial ou midiática. O caso do Capdevila expõe uma assimetria chata do sistema — celebridades conseguem reverter restrições que um cidadão anônimo, com o mesmo direito de locomoção, dificilmente reverteria a tempo. Por outro lado, nenhum país abre mão totalmente do controle de fronteiras; o desafio é torná-lo mais transparente e ágil para todos, não apenas para quem tem nome no mercado.

João Carlos Silva

20/07/2026

Puxa, que alívio pra ele! Imagina a correria pra conseguir reverter essa proibição em cima da hora, e ainda ter que bancar a viagem de última hora pra acompanhar a final. Isso me faz pensar: se até um campeão mundial famoso quase ficou de fora por causa da burocracia, imagina o sufoco que o cidadão comum passa com visto e papelada pra viajar. Será que a Espanha não podia ter dado uma força antes pra evitar esse desespero todo?


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