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Comissão aprova regra que garante maioria de praças em conselhos de disciplina militares

0 Comentários🗣️🔥 A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto que garante maioria de praças (militares de base, como soldados e sargentos) nos conselhos de disciplina de policiais e bombeiros militares estaduais. A proposta altera a lei orgânica das corporações para assegurar que praças estáveis sejam julgados por colegiados com representatividade de […]

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Foto: Agência Câmara

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto que garante maioria de praças (militares de base, como soldados e sargentos) nos conselhos de disciplina de policiais e bombeiros militares estaduais. A proposta altera a lei orgânica das corporações para assegurar que praças estáveis sejam julgados por colegiados com representatividade de seus pares. O texto ainda será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça.

A Câmara dos Deputados continua discutindo o assunto

17/07/2026 – 11:05

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou projeto que garante maioria de praças treinados na composição de conselhos de disciplina de polícias e bombeiros militares estaduais.

No jargão militar, praça é o termo usado para designar militares da base da hierarquia, como soldados, cabos, sargentos e subtenentes.

O texto altera a lei orgânica das corporações (polícias militares e bombeiros) para prever que, nos julgamentos de praças com estabilidade, seja assegurada a representatividade de seus pares.

Mudanças no texto original

A comissão aprovou o substitutivo do relator, deputado Alberto Fraga (PL-DF), ao Projeto de Lei 6314/25, do deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB).

Fraga ajustou o texto original para permitir que oficiais também integrem os conselhos, desde que o colegiado mantenha a maioria de praças que tenham concluído cursos de aperfeiçoamento.

A regra estabelece que os praças integrantes do conselho devem ser mais antigos ou possuir graduação superior à do acusado. Além disso, orienta que esses membros tenham, preferencialmente, formação jurídica ou atuação prévia em atividades de correição.

“A medida fortalece o devido processo legal administrativo e amplia a legitimidade dos julgamentos disciplinares”, afirmou o relator.

Próximas etapas

A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto deve ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Murilo Souza

Fonte: Agência Câmara

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